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Vanessa Gualandi
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Campos - Quinta Feira - 11:15 - Justiça nega medicamento de R$ 160mil/mês a campista com doença rara. Veja abaixo
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Defesa aguarda novo julgamento no Tribunal Regional Federal da 2ª Região.
A 8ª turma do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) negou o recurso interposto pela defesa da campista Gylsa Pessanha Machado de Souza, que solicitava do Sistema Único de Saúde (SUS) um medicamento que custa, em média, R$ 160 mil por mês. Gylsa foi diagnosticada com uma doença genética raríssima — a Síndrome Hemolítica Urêmica Atípica (SHUa) — e, conforme argumentou a defesa da campista, esse remédio, o Soliris, é o único tratamento capaz de estabilizar seus sintomas, além de ser um dos mais caros do mundo. Enquanto Gylsa aguarda novo julgamento do TRF-2, que ainda não tem data para acontecer, ela segue tomando o medicamento por meio de doações. Porém, o remédio já está no fim.
A 8ª turma que julgou o recurso é composta por três desembargadores e Gylsa teve dois votos contrários e um favorável. Votou a favor a presidente da turma, a desembargadora Vera Lúcia Lima. Já o relator, Marcelo Pereira da Silva; e o terceiro integrante, Guilherme Diefenthaeler, votaram contra conceder o Soliris à campista. De acordo com a defesa de Gylsa, o julgamento virtual ocorreu de 3 a 9 de setembro e o resultado foi liberado na última terça-feira (17). Um novo julgamento, desta vez presencial, ainda será marcado.
“Eu estava bem esperançosa em receber uma boa notícia. O julgamento virtual durou vários dias, fiquei ansiosa, e quando veio o resultado, essa esperança virou desespero. Nós estávamos aguardando que o TRF-2 fosse liberar o medicamento e o resultado foi bem frustrante. Fiquei muito triste, mas não podemos perder a fé. A expectativa agora é em relação ao julgamento presencial. Tomara que a Justiça não demore muito a marcar esse novo julgamento, como demorou para marcar o último. Enquanto isso, eu consegui frascos do remédio com uma pessoa de Porto Alegre que tem a mesma doença que eu”, comentou Gylsa.
Remédio de alto custo
Por se tratar de uma síndrome raríssima, apenas um laboratório nos Estados Unidos fabrica a medicação utilizada no tratamento, o Eculizumab, conhecido comercialmente como Soliris. É um medicamento líquido injetável por meio de uma bomba de infusão. Gylsa tem conseguido o remédio por meio de doações e a próxima infusão está marcada para este sábado (21). Cada frasco contém 30ml e ela precisa tomar 240ml por mês divididos em duas doses. Isso significa que ela necessita de, ao menos, oito frascos mensalmente, sendo que cada um deles pode custar até R$ 20 mil. sa de Gylsa, o julgamento virtual ocorreu de 3 a 9 de setembro e o resultado foi liberado na última terça-feira (17). Um novo julgamento, desta vez presencial, ainda será marcado.
“Eu estava bem esperançosa em receber uma boa notícia. O julgamento virtual durou vários dias, fiquei ansiosa, e quando veio o resultado, essa esperança virou desespero. Nós estávamos aguardando que o TRF-2 fosse liberar o medicamento e o resultado foi bem frustrante. Fiquei muito triste, mas não podemos perder a fé. A expectativa agora é em relação ao julgamento presencial. Tomara que a Justiça não demore muito a marcar esse novo julgamento, como demorou para marcar o último. Enquanto isso, eu consegui frascos do remédio com uma pessoa de Porto Alegre que tem a mesma doença que eu”, comentou Gylsa.
Remédio de alto custo
Por se tratar de uma síndrome raríssima, apenas um laboratório nos Estados Unidos fabrica a medicação utilizada no tratamento, o Eculizumab, conhecido comercialmente como Soliris. É um medicamento líquido injetável por meio de uma bomba de infusão. Gylsa tem conseguido o remédio por meio de doações e a próxima infusão está marcada para este sábado (21). Cada frasco contém 30ml e ela precisa tomar 240ml por mês divididos em duas doses. Isso significa que ela necessita de, ao menos, oito frascos mensalmente, sendo que cada um deles pode custar até R$ 20 mil.
Esses brasileiros diagnosticados com a doença recebem o remédio gratuitamente por meio da União, mediante ação na Justiça. Caminho também seguido por Gylsa e a família, que entraram com um pedido na Justiça Federal de Campos dos Goytacazes em setembro de 2018. Devido à urgência, o processo foi rápido. Além da perícia, ainda foram solicitados laudos médicos, prontuários e resultados de exames encaminhados por especialistas de hospitais de Campos e Rio de Janeiro e, em janeiro de 2019, A Justiça de Campos deferiu uma tutela antecipada que obrigava o Mistério da Saúde a fornecer o medicamento.
Contudo, a Procuradoria Geral da União recorreu da decisão junto ao Tribunal Regional Federal do Rio de Janeiro (TRF-2) que suspendeu a tutela antecipada concedida em primeira instância.
Segundo Gylsa, os interessados podem ajudar entrando no site www.ajudegylsa.com .
Fonte: Terceira Via
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Quinta Feira - 10:55 - Denunciado no caso Marielle coloca apadrinhado na chefia da Assembleia do Rio. Veja abaixo
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Ex-vereador e ex-deputado estadual, Brazão é conselheiro afastado do Tribunal de Contas do Estado
Denunciado pela PGR (Procuradoria-Geral da República) sob suspeita de fraudar as investigações sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco, Domingos Inácio Brazão colocou um apadrinhado no comando de um contrato milionário na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.
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Ex-vereador e ex-deputado estadual, Brazão é conselheiro afastado do TCE (Tribunal de Contas do Estado).
Seu apadrinhado político, o ex-assistente de câmera Luciano Silva de Souza virou chefe da TV Alerj, após ter atuado em recentes campanhas eleitorais do PSL, como a do hoje senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro.
Luciano foi nomeado em fevereiro deste ano para o cargo de subdiretor da TV Alerj, o mais alto da hierarquia do departamento. Ele é responsável por gerir um contrato de cerca de R$ 800 mil mensais (quase R$ 10 milhões anuais) com uma empresa terceirizada, a Digilab.
Além do fornecimento de equipamentos e da manutenção de software, o pacote inclui um gasto de R$ 270 mil por mês para a contratação de 51 funcionários. Luciano levou 12 amigos para os quadros da Assembleia.
Com a iminente migração para o canal aberto, uma nova licitação prestes a ser lançada pela Assembleia deve ampliar o custo do contrato para R$ 1,3 milhão ao mês (cerca de R$ 16 milhões/ano).
Nas redes sociais, há uma série de declarações de amizade e de gratidão de Luciano ao conselheiro afastado do TCE. À reportagem, porém, ele negou ter sido indicado e até mesmo ser amigo de Brazão. Ele disse apenas conhecer seu padrinho político por ter trabalhado para o MDB, partido que o conselheiro integrou.
Em uma das publicações, Luciano e Domingos aparecem abraçados em uma foto. "Parabéns, meu grande amigo Domingos Brazão", diz o texto que acompanha a postagem. Luciano chegou a usar outra foto em que os dois se abraçam como capa de seu perfil no Facebook.
CASO MARIELLE
Para a PGR, Brazão tentou desvirtuar a linha inicial da investigação sobre o assassinato de Marielle, levando a Polícia Civil a suspeitos que não eram os verdadeiros autores do crime. A Procuradoria também pediu a abertura de inquérito para apurar se o conselheiro foi o mandante do assassinato, em março de 2018.
Brazão nega participação no crime. Lista sinais de inconsistência nos depoimentos de seus acusadores e afirma ter se apresentado voluntariamente à PF para esclarecimentos.
"As coisas na PF ficaram bastante esclarecidas. Tanto é que a Polícia Federal concluiu as investigações e nunca mais fui incomodado. Agora, para minha surpresa, às vésperas da saída da procuradora-geral, a imprensa voltou a abordar isso", disse Brazão em referência a vazamento de um relatório da PF em que é apontado como provável mentor intelectual do crime.
O conselheiro chegou a ser preso em março deste ano pela Operação Quinto do Ouro, que investigava a exigência de propina para a liberação de contratos com o governo estadual. Ele foi afastado do TCE em abril deste ano, em decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça) que o livrou da prisão.
Já Luciano, depois de ser contatado pela reportagem, apagou das redes sociais alguns dos vestígios de sua relação com Brazão. Para explicar sua nomeação, com salário líquido de R$ 13 mil mensais, mais uma verba indenizatória mensal de R$ 14 mil, afirma que conquistou o cargo ao abordar o presidente da Assembleia, André Ceciliano (PT), na escadaria do Palácio Tiradentes.
"Levei meu currículo. Abordei o presidente na escada no dia da posse. Ele falou: 'Traz o currículo e deixa aqui'. Não levei fé. É um monte de pedido, né? Graças a Deus aí, é currículo legal, e o presidente deu uma oportunidade de fazer esse sonho virar realidade."
O ex-cameraman diz que foi o encarregado pela campanha do PSL do Rio no ano passado. Nas redes sociais, Luciano também se apresenta como o responsável por uma produtora de vídeo cujos contratos com políticos somaram R$ 542 mil nas eleições de 2018, sendo o PSL seu maior cliente.
Registrada em nome do irmão e de um sobrinho de Luciano, a Publitake recebeu R$ 183 mil do PSL do Rio e outros R$ 30 mil do comitê eleitoral do hoje senador Flávio Bolsonaro.
Com endereço em um c tratada pelo PSL se chamar Publitake, Luciano cita, em postagens nas redes sociais, o nome de uma outra produtora da qual foi sócio e é considera inapta pela Receita Federal: a Take Filmes. Ele diz que esse é o nome fantasia.
Seu sócio na Take Filmes, Anderson William Pimentel Juca, é um dos 12 amigos que o novo subdiretor levou para sua equipe na TV Alerj. Entre os recém-nomeados estão colaboradores da família Brazão.
Luciano, que iniciou a carreira como office boy em uma produtora, chegando a câmera e editor de imagens em emissoras de TV, diz que "é a primeira vez que a TV Alerj tem um diretor que é do ramo".
Em nota, o deputado estadual André Ceciliano (PT), presidente da Assembleia, afirmou que a nomeação de Luciano para a TV se baseou em critérios técnicos, sem indicação política. "Ele tem passagens por várias emissoras de TVs do Rio de Janeiro, começando há mais de 20 anos como assistente de câmera, repórter cinematográfico e editor de vídeo", disse.
Fonte: Tribuna
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Itaperuna - Quinta Feira -10:25 - "Não tenho água nem para beber" diz Moradora do bairro São Francisco. Veja abaixo
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Segundo a denunciante, seus filhos também não tem ido a escola, já que não há água para lavar suas roupas.
"A situação está séria e nesse calor está insuportável ficar sem água"
Foi Solicitado um caminhão pipa para abastecer a residência, e o Blog do Adilson Ribeiro, fará contato com a CEDAE, para uma nota de esclarecimento da empresa.
Aguarde mais informações.
-Da Redação do Blog do Adilson Ribeiro / Vanessa Gualandi
Vestibular Tradicional Redentor 23 de Novembro, Medicina 30 de Novembro “EDUCAR É A NOSSA MISSÃO” #OFUTUROÉAGORA. Clique na imagem e inscreva-se
Quinta Feira - 09:40 - Parceria com Suécia estimula participação de meninas na área de exatas. Veja abaixo
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Com o objetivo principal de despertar em meninas o interesse por ciência, tecnologia, engenharia e matemática, o festival sueco Tekla chega a Brasília. A programação inclui um workshop de robótica e uma tarde de debates sobre o tema. A iniciativa é fruto de parceria do governo sueco com a governo do Distrito Federal e se insere na Semanas de Inovação Brasil - Suécia.
A oficial de cultura da Embaixada da Suécia no Brasil, Glaucimara Silva, conta que o Tekla foi idealiz Computação (meninas.comp), idealizado por professoras do Departamento de Ciência da Computação da UnB e que fomenta inclusão de meninas de escolas públicas por meio de projetos que estimulam esse público a ingressar em cursos que tradicionalmente têm um público majoritariamente masculino.
Maria Eduarda Mendes, de 15 anos, conta que sempre teve curiosidade pela área de robótica. “Minha professora me incentivou e como sempre gostei dessa área da computação decidi participar", contou.







