Autor

Vanessa Gualandi

Notícias em Geral · 31 de agosto de 2019 às 10:09

Sábado - 10:05 - Índios estavam vendendo terras para estrangeiros. Funai considera nulas vendas de terra indígenas. Veja abaixo


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Ao menos 36 contratos foram firmados entre índios e empresas estrangeiras. AGU analisa casos; parecer preliminar julga ilegalidade em aquisição.

O presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Marcio Meira, afirmou na última quarta-feira (14) que 36 contratos firmados entre empresas estrangeiras e aldeias indígenas como negociação de crédito de carbono na Amazônia são considerados nulos e serão analisados individualmente pela Advocacia-Geral da União (AGU).


A compra de terras indígenas por empresas estrangeiras veio à tona no domingo (11) após reportagem do jornal “O Estado de São Paulo”. O texto informava que índios da etnia munduruku venderam uma área localizada em Jacareacanga (PA), equivalente a 16 vezes o tamanho da cidade de São Paulo, para a empresa irlandesa Celestial Green Ventures (CGV) por US$ 120 milhões.


Em entrevista concedida em Brasília, Meira disse que não existe regulamentação sobre a venda de terras por indígenas e por isso o governo vai verificar que medidas serão tomadas neste caso.


O contrato previa como garantia à CGV “benefícios” sobre a biodiversidade, além de acesso irrestrito ao território indígena. Em contrapartida, a venda de terras por indígenas e por isso o governo vai verificar que medidas serão tomadas neste caso.


O contrato previa como garantia à CGV “benefícios” sobre a biodiversidade, além de acesso irrestrito ao território indígena. Em contrapartida, os indígenas teriam que se comprometer a não plantar ou extrair madeira das terras nos 30 anos de duração do acordo.

Em seu site, a empresa se apresenta como especializada em desenvolver o mecanismo Redd (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação) e informa que detém 17 áreas na Amazônia que vão contribuir para um mercado de compensação de carbono, no qual farão parte empresas emissoras de gases de efeito estufa da Europa.


A empresa Celestial Green Ventures, com sede em Dublin, foi procurada pela reportagem do Globo Natureza, mas informou que ainda não vai se manifestar sobre o assunto.


Irregularidades


 De acordo com o Funai, ao menos 30 contratos como esse já foram firmados e estão sendo acompanhados pelos departamento jurídico da fundação há pelo menos um ano e meio. Juntas, essas áreas correspondem a 520 mil km² -- quase o tamanho total do estado da Bahia.


A instituição informa ainda que o principal risco deste tipo de acordo com indígenas é falta de proteção às populações, que podem ser enganadas ao assinar contratos de exploração em suas terras, além dar abertura para a biopirataria (exploração ilegal de recursos naturais da floresta).


Esse risco foi evidenciado na última semana pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. A pasta informou que o debate sobre o tema é responsabilidade da AGU e da Funai.


A assessoria de imprensa da AGU informou nesta quarta-feira que já existe um parecer preliminar do contrato firmado entre a Celestial Green Ventures e os índios Munduruku. O órgão se posiciona pela ilegalidade de qualquer acordo, “uma vez que as terras habitadas pelos índios pertence à União e não podem ser negociadas deliberadamente”.


Entretanto, a AGU ressalta que é um parecer preliminar, portanto, inconclusivo, e que foi encaminhado aos órgãos envolvidos na questão para que se posicionem no assunto.

Fonte: G1
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Notícias em Geral · 31 de agosto de 2019 às 09:35

Sábado - 09:35 - SINAL VERDE para a construção da usina Hidrelétrica em Itaperuna. Veja abaixo

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Projeto é aprovado depois de longa e exigente análise de órgão ambiental.



Há 3 anos este blog postava  também a informação de que o empresário Moacir Pinto Filho, começaria um projeto de geração de energia elétrica na Ilha da Cachoeira da Fumaça, no distrito itaperunense de Retiro do Muriaé.

Depois de cumprir as rigorosas exigências ambientais e florestais, Moacir finalmente recebeu a Licença Prévia do Inea- Instituto Estadual de Ambiente podendo começar a infraestrutura da CGH- Central Geradora Hidrelétrica nos próximos dias.

O projeto é de autoria de uma empresa da capital do estado composta por engenheiros civis, hidráulicos, eletricistas e mecânicos e abrange 2 turbinas cuja água usada para movimentá-las "não será desperdiçada em uma gota", segundo o empresário, pois voltará para o rio.

Com geração de 2,74 megawatts, a Usina do Retiro, como será chamada, já tem 2 pré-compradores, a Copapa, fábrica de papel de Santo Antônio de Pádua e a Oi, empresa de telefonia celular, sobrando para outras demandas em qualquer parte do país.

A usina é por fio d'àgua, não tem barragem de grande porte, apenas uma pequena contenção de desvio para o canal alimentador das turbinas.


Ilha Cachoeira da Fumaça
Ilha Cachoeira da Fumaça / FotoAérea: Farley Couto


No local, todas as árvores foram preservadas e dezenas de outras foram plantadas. O projeto já havia recebido a também exigente autorização da ANA-Agência Nacional de Águas, faltava só a do Inea.

A previsão mais otimista de Moacir Pinto Filho é de concluir a obra em 2 anos, incluindo uma ponte da margem até a ilha.

Pioneiro na radiofonia em FM, com a 103 em 1988, o comunicador-empresário faz o mesmo na geração de energia no município, além de empregos e renda que virão com a construção, manutenção e operação da CGH.

Fonte: Nino Bellieny
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Notícias em Geral · 31 de agosto de 2019 às 09:17

Sábado - 09:15 - Comissão do Esporte aprova redução do imposto de renda de academias de ginástica. Veja abaixo


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A Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 10344/18, do deputado Felipe Carreras (PSB-PE), que reduz o imposto de renda devido por academias de ginástica.

A proposta inclui as academias de ginástica e estabelecimento similares entre as empresas do setor de serviços beneficiadas com percentual reduzido da base de cálculo sobre a receita bruta para definir a alíquota do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ).

Atualmente, a lei do IRPJ (Lei 9.249/95) garante a hospitais, clínicas e laboratórios redução da alíquota de 32% para 8%. O texto quer garantir a alíquota menor também para as academias.

A comissão acompanhou o parecer vencedor do deputado Luiz Lima (PSL-RJ) pela aprovação do texto.

O relator original, deputado Alexis Fonteyne (Novo-SP), havia indicado a rejeição do texto por colocar as academias em um regime tributário diferenciado e reforçar as “notórias distorções” provocadas por incentivos fiscais concedidos a diversos setores. Porém, a comissão votou pela aprovação da proposta.

Segundo Lima, a Comissão do Esporte não deve avaliar o impacto financeiro da medida, mas sim a Comissão de Finanças e Tributação (CFT). “A equiparação de benefício de academias com o de hospitais é de suma importância para a sociedade brasileira”, disse.

Lima afirmou que a CFT deve avaliar se o ideal é reduzir a alíquota para academias ou subir a de hospitais, para b m prol do interesse público.

Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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Notícias em Geral · 31 de agosto de 2019 às 09:05

Sábado - 09:05 - Suzano/Fibria é a empresa do ano do agronegócio.Veja abaixo


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A fabricante de papel e celulose Suzano / Fibria, melhor empresa do agronegócio da edição "Melhores e Maiores", da Revista Exame, é fruto de uma série de uniões bem-sucedidas. A revelação foi feita na noite desta segunda-feira (27), durante cerimônia realizada na Sala São Paulo, na capital paulista. Exame premia a empresa do ano desde 1974, na mais tradicional premiação do capitalismo brasileiro.

Há dez anos, a fabricante de celulose capixaba Aracruz uniu-se à paulista Votorantim Celulose e Papel, da família Ermírio de Moraes, para formar a Fibria, maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo. Em 2018, a companhia teve receita de aproximadamente 3 bilhões de dólares, 114% superior à de 2017 e a maior desde sua criação. O lucro líquido, de 835 milhões, foi o triplo do ano anterior e também bateu recorde.

Mas 2018 marcou também um novo casamento para a Fibria. No início do ano, a empresa anunciou sua fusão com a concorrente Suzano Papel e Celulose, empresa controlada pela família Feffer e a segunda melhor do setor de madeira e celulose, com uma alta de 32% no faturamento do ano passado, para 3,4 bilhões de dólares, e um lucro líquido de 141 milhões.

A aprovação do negócio veio em novembro e as duas companhias começaram a operar juntas em janeiro de 2019, com dez fábricas, 1,3 milhão de florestas plantadas, três portos para exportação e participações em empresas de pesquisa em biotecnologia, agora sob o nome de Suzano S.A. “Estamos combinando duas empresas vencedoras”, diz Walter Schalka, presidente do grupo Suzano.

O foco da Suzano agora está na captura dos ganhos possíveis com a junção das operações. Eliminando a sobreposição de áreas, reorganizando o fornecimento de madeira para as unidades industriais, redistribuindo a produção de acordo com a proximidade dos clientes e negociando conjuntamente de toneladas por ano; e o segundo, os Estados Unidos, com 17%. Mas a Suzano tem grandes vantagens em relação aos competidores chineses e americanos com os quais compete.

Seu custo de produção de celulose, de 697 dólares por tonelada, é o menor do mundo. A maioria dos produtos comercializados pela empresa brasileira, ligados a higiene pessoal, torna-se mais acessível e ganha novos mercados, especialmente na Ásia. Além dos papéis sanitários, a Suzano fabrica celulose do tipo fluff, usada na fabricação de absorventes higiênicos e fraldas descartáveis. Nas nações desenvolvidas, as compras de papel para imprimir têm caído por causa da digitalização, enquanto itens mais sofisticados, como o papel-toalha e os lenços umedecidos para limpar bebês e tirar maquiagem, vêm subindo. Ganha a Suzano.

O futuro da Suzano está sendo construído também com a diversificação do portfólio para além das áreas tradicionais. Novos usos para a fibra da celulose, como em tecidos, estão em estudo. Há ainda pesquisas sobre a nanocelulose cristalina, uma partícula que pode ser utilizada em curativos, acelerando a cicatrização de ferimentos, ou para deixar materiais de construção mais fortes. A lignina, substância extraída da parede celular das plantas, deve ser a base de um novo tipo de combustível. É assim que a companhia espera escrever novos capítulos de uma história centenária.

Fonte: Safra ES

Notícias em Geral · 31 de agosto de 2019 às 08:50

Natividade - 08:50 - Fotógrafo natividadense é premiado em concurso internacional. Veja abaixo


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Pela segunda vez, o fotógrafo natividadense Félix Júnior, foi um dos vencedores do Outstanding Maternity Awards, primeiro e únicoconcurso a nível internacional, que escolhe as melhores fotos de família. O profissional, que em 2017 já havia sido destaque, disputou com diversos nomes não apenas do Brasil, mas da Itália, França e outros tantos países de todos os continentes. Esta 18ª edição contou em sua da teve como cenário a zona rural de Natividade.

 

Fonte: Rádio Natividade

Notícias em Geral · 31 de agosto de 2019 às 08:47

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