Apesar da taxa de desemprego no Brasil ter caído para 12,5% no trimestre deste ano, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (31/05) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ainda há 13,2 milhões de pessoas fora do mercado de trabalho formal. Dentre elas está o motorista André Luiz Mota Caetano, de 38 anos, que está parado apenas um mês, mas o lema dele é: “quem sabe faz a hora e não espera acontecer”.
E ele não esperou mesmo. Hoje, pela segunda vez, André voltou às ruas de Campos com uma faixa pendurada no corpo pedindo emprego, acreditando que desta vez terá a mesma sorte do ano passado. “Fiz o mesmo ano passado na frente da Câmara Municipal e consegui um trabalho com carteira assinada, mas a empresa me dispensou após oito meses de contrato sem uma explicação. A faixa estava guardada e resolvi voltar para as ruas”, comentou.
A peregrinação do motorista começou ontem, na Avenida Carlos Alberto Chebabe, em frente à Vital Engenharia, em Guarus. Hoje ele chamou atenção no canteiro principal da Avenida Alberto Lamego, nas proximidades da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf). “E vou continuar na próxima segunda até eu conseguir um novo emprego. Sou chefe de família e as contas já chegaram”, revelou.
DADOS DO IBGE
Depois de 16 trimestres (quatro anos) seguidos de queda, o emprego no setor privado com carteira de trabalho assinada voltou a crescer. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua (Pnad-C), o indicador cresceu 1,5% no trimestre encerrado em abril deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado.
De acordo com o IBGE, foram gerados 480 mil postos de trabalho formais no período, totalizando 33,1 milhões de trabalhadores nessa situação.
Apesar da alta dos empregos com carteira de trabalho assinada, houve também uma alta nos empregos informais, isto é, aqueles sem carteira. A alta foi 3,4%, ou seja, 368 mil pessoas a mais do que no trimestre encerrado em abril do ano passado. No total, 11,2 milhões de pessoas estavam nessa situação no trimestre encerrado em abril deste ano.
Apesar das altas na comparação com abril do ano passado, os dois tipos de trabalho (formal e informal) mostraram estabilidade em relação ao trimestre encerrado em janeiro deste ano.
O rendimento médio real h ontrato sem uma explicação. A faixa estava guardada e resolvi voltar para as ruas”, comentou.
A peregrinação do motorista começou ontem, na Avenida Carlos Alberto Chebabe, em frente à Vital Engenharia, em Guarus. Hoje ele chamou atenção no canteiro principal da Avenida Alberto Lamego, nas proximidades da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf). “E vou continuar na próxima segunda até eu conseguir um novo emprego. Sou chefe de família e as contas já chegaram”, revelou.
DADOS DO IBGE
Depois de 16 trimestres (quatro anos) seguidos de queda, o emprego no setor privado com carteira de trabalho assinada voltou a crescer. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua (Pnad-C), o indicador cresceu 1,5% no trimestre encerrado em abril deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado.
De acordo com o IBGE, foram gerados 480 mil postos de trabalho formais no período, totalizando 33,1 milhões de trabalhadores nessa situação.
Apesar da alta dos empregos com carteira de trabalho assinada, houve também uma alta nos empregos informais, isto é, aqueles sem carteira. A alta foi 3,4%, ou seja, 368 mil pessoas a mais do que no trimestre encerrado em abril do ano passado. No total, 11,2 milhões de pessoas estavam nessa situação no trimestre encerrado em abril deste ano.
Apesar das altas na comparação com abril do ano passado, os dois tipos de trabalho (formal e informal) mostraram estabilidade em relação ao trimestre encerrado em janeiro deste ano.
O rendimento médio real habitual do trabalhador ficou em R$ 2.295, ficou estável tanto em relação ao trimestre encerrado em janeiro deste ano quanto na comparação com abril do ano passado. A massa de rendimento real habitual chegou a R$ 206,8 bilhões, estável em relação a janeiro, mas 2,8% superior a abril do ano passado.
Fonte: Ururau.