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Notícias em Geral

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Notícias em Geral · 10 de outubro de 2025 às 09:39

Sexta-feira - 09:36 - Homem é morto dentro de casa e assassino deixa cair granada após crime em Guarus. Veja Abaixo

Vítima foi surpreendida dentro de sua casa na noite desta quinta-feira

Um jovem identificado como Josafa Batista Alvarenga, de 26 anos, foi assassinado a tiros, na noite desta quinta-feira (10), dentro de sua casa, na Rua "3", do Parque Novo Eldorado, em Guarus, Campos. Perto da casa, policiais militares acharam uma granada.

Segundo a Polícia, os autores invadiram a casa de Josafa, conhecido como "Cafa", e aguardaram a sua chegada.

A granada teria sido deixada para trás por um dos autores do homicídio. A Polícia Civil foi acionada. Até esta publicação, nenhuma prisão havia sido feita.

Fonte:  Campos 24 Horas.

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Notícias em Geral · 10 de outubro de 2025 às 09:09

Sexta-feira - 09:09 - Polícia Civil prende acusado de matar homem em bar em São Fidélis. Veja Abaixo

Segundo investigações, o acusado chegou em um carro, desceu e efetuou os disparos em um homem que estava em um bar

Policiais civis da 141ª Delegacia de Polícia de São Fidélis prenderam o acusado de ter assassinou um homem em um bar na localidade do Morro do Gambá, que fica às margens da RJ-158. O crime aconteceu em outubro do ano passado. Contra o acusado foi cumprido um mandado de prisão preventiva.

Segundo investigações, o acusado chegou em um carro, desceu e efetuou os disparos em um homem identificado como Lucas, de 29 anos, que estava em um bar. Ele chegou correr para uma estrada de terra, mas foi perseguido e baleado.

O homem chegou a ser socorrido em estado grave, mas morreu dias depois no Hospital Ferreira Machado. Ainda segundo a investigação da polícia, o assassinato teria ligação com outro assassinato ocorrido na mesma localidade.

Fonte:  SFN Notícias

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Notícias em Geral · 10 de outubro de 2025 às 08:37

Sexta-feira - 08:37 - Ministério Público Federal pede arquivamento de denúncia contra Hospital de Natividade. Veja Abaixo

O Ministério Público Federal (MPF), através da Procuradoria da República no Rio de Janeiro, solicitou o arquivamento de uma “Notícia de Fato” que apurava supostos desvios de verbas, superfaturamento e má gestão no Hospital Natividade, que se trata de entidade filantrópica. A decisão, que foi homologada pelo Subprocurador-Geral da República, Paulo Queiroz, considerou as alegações iniciais como “ilações e narrativas desprovidas de qualquer elemento mínimo de prova”.

A investigação teve início a partir de uma representação anônima, enviada por carta, que narrava um suposto esquema de desvio de milhões de reais de emendas parlamentares, superfaturamento em obras e uma folha de pagamento inflada, o que estaria prejudicando o atendimento à população.

O ponto central da denúncia investigado pelo MPF foi a questão de um empréstimo associado à instalação de energia fotovoltaica no hospital. Ao ser oficiado, o Hospital Natividade apresentou uma defesa que o órgão ministerial considerou clara e plausível.

O hospital demonstrou que enfrentava uma “severa crise financeira” com um déficit acumulado superior a R$ 8 milhões. Nesse contexto, a contratação de uma linha de crédito especial do Governo Federal foi justificada como uma medida de gestão crucial para a manutenção dos serviços essenciais da instituição, que é a única unidade hospitalar do município.

O MPF destacou que o empréstimo foi utilizado não apenas para a energia fotovoltaica – vista como uma medida de significativa economia de custos operacionais – mas também para outras aquisições vitais, como uma ambulância UTI, reformas estruturais e a regularização de dívidas trabalhistas e com fornecedores.

“Tal explicação abrange a gestão dos recursos de forma ampla, justificando a integralidade do empréstimo recebido e demonstrando que os valores foram aplicados na sustentabilidade e melhoria da infraestrutura e serviços da instituição,” afirma o despacho do MPF.

O Ministério Público concluiu que a ausência de elementos concretos adicionais na denúncia anônima, aliada à coerência das explicações fornecidas pelo hospital, não permitem a subsistência da suspeita inicial.

As demais acusações, como a de salários incompatíveis ou a condenação prévia de um dos diretores, foram classificadas como genéricas e desprovidas de “verossimilhança”.

O órgão ministerial fundamentou o arquivamento na Orientação nº 26 do próprio MPF, que permite o encerramento da investigação quando há o esgotamento das diligências razoavelmente exigíveis ou a inexistência de linha investigatória potencialmente idônea.

Fonte: Rádio Natividade

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Notícias em Geral · 10 de outubro de 2025 às 08:14

Sexta-feira - 08:13 - Condenado por assalto é preso pela delegacia de Cambuci. Veja Abaixo

Um elemento condenado a oito anos de reclusão pelos crimes de roubo (assalto) e lesão corporal grave em 2010, foi preso nesta quinta-feira (09), por agentes da 142ª DP/Cambuci.

De acordo com a Polícia Civil, E.S.P., de 49 anos, foi localizado e preso no bairro Pinheiros, em Aperibé, apresentado na distrital e já transferido ao sistema prisional, onde cumprirá a sentença.

Fonte:  Rádio Natividade

 

 

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Notícias em Geral · 10 de outubro de 2025 às 00:50

Sexta-feira - 00:47 - Wepink: empresa de Virginia é alvo de ação do MP de Goiás por práticas abusivas. Veja Abaixo

O Ministério Público de Goiás (MPGO) ajuizou Ação Civil Pública nesta quarta-feira (8) com pedido de urgência contra a empresa Wepink – Savi Cosméticos Ltda. e seus sócios, incluindo a influenciadora Virginia Fonseca, por práticas abusivas nas vendas on-line de cosméticos. A empresa acumula mais de 90 mil reclamações em 2024 no site Reclame Aqui e é acusada de vender produtos sem estoque, atrasar entregas por até sete meses, dificultar reembolsos e realizar publicidade enganosa durante transmissões ao vivo nas redes sociais.

Na ação protocolada em Goiânia, é apontado que a empresa, que comercializa cosméticos por meio de lives nas redes sociais, acumula também 340 denúncias formais no Procon de Goiás entre 2024 e 2025.

De acordo com a ação proposta pelo promotor de Justiça Élvio Vicente da Silva, titular da 70ª PJ, em transmissão ao vivo, os sócios da empresa teriam confessado publicamente que venderam produtos sem ter estoque suficiente.

"A gente tinha 200 mil faturamentos por mês. A gente saltou de 200 mil faturamentos por mês para 400 mil faturamentos por mês", afirmou um dos sócios, Thiago Stabile, durante live gravada e compartilhada por consumidores nas redes sociais.

Na mesma transmissão, segundo o promotor, o sócio ainda reconheceu que houve um problema de abastecimento, porque a empresa "cresceu muito rápido".

"Algumas matérias-primas acabam, porque a gente vende muito", acrescentou o sócio na live.

A declaração do sócio, de acordo com a promotoria, revelaria que a empresa teria continuado vendendo mesmo sabendo que não teria condições de entregar os produtos no prazo prometido de 14 dias úteis, caracterizando publicidade enganosa e má-fé contratual.

A investigação do MP constatou uma série de práticas abusivas: falta de entrega de produtos, descumprimento de casos, dificuldade de reembolso, atendimento deficiente, exclusão de críticas e produtos entregues com defeito.

Élvio Vicente da Silva explica que o Procon de Goiás lavrou auto de infração contra a empresa em 26 de agosto de 2025, após constatar violações à legislação consumerista. Em um dos casos analisados, a consumidora aguardou sete meses pela entrega de produto que nunca chegou, e a empresa se recusou a fazer o estorno dos valores pagos.

O MP de Goiás sustenta ainda que os empresários devem responder solidária e pessoalmente pelos danos, pois participaram ativamente das lives promocionais, tinham conhecimento das falhas operacionais e, mesmo assim, mantiveram a estratégia de vendas massivas.

A investigação aponta ainda que a estratégia de "flash sales" (ofertas-relâmpago) cria senso artificial de urgência, induzindo à compra impulsiva e explorando a vulnerabilidade psicológica das consumidoras e dos consumidores, especialmente jovens com menor experiência em compras on-line.

Fonte: Extra

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