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Notícias em Geral · 29 de junho de 2026 às 14:49

Segunda-feira - 14:50 - Mulher viaja de ônibus para conhecer namorado virtual e é abandonada em rodoviária. Veja Abaixo

Uma viagem para conhecer um homem com quem se relacionava pelas redes sociais terminou de forma inesperada para Erika, moradora de Natal (RN). Ela foi até Camaragibe (PE), mas, ao desembarcar no Terminal Integrado de Passageiros (TIP), em Recife, descobriu que havia sido bloqueada pelo rapaz.

Sem apoio e sem dinheiro para retornar para casa, Erika passou cerca de uma semana dormindo na rodoviária e precisou pedir comida nas ruas para conseguir se alimentar.

A situação só teve um desfecho positivo após o vendedor de paletas e influenciador Natalício Oliveira conhecer a história. Sensibilizado, ele pagou a passagem para que Erika pudesse voltar em segurança para Natal.


Via @paleta_ofc

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Notícias em Geral · 29 de junho de 2026 às 14:28

Segunda-feira - 14:30 - Cães somem antes de proibição da carne de cachorro na Coreia do Sul. Veja Abaixo

Um matadouro canino abandonado na cidade de Pyeongtaek, ao sul de Seul, oferece um retrato de uma indústria que em breve vai desaparecer, com a entrada em vigor, em 2027, da proibição do consumo de carne de cachorro na Coreia do Sul.

Também levanta uma pergunta: o que aconteceu com as centenas de milhares de cães criados para consumo humano? A carne de cachorro, popular entre pessoas mais velhas e em áreas rurais, perdeu espaço entre os jovens sul-coreanos, que veem os cães como animais de estimação.

Em janeiro de 2024, o país aprovou uma lei que proíbe a criação, o abate e a venda de cães para carne. Quando entrar em vigor, em fevereiro de 2027, os infratores poderão ser condenados a até três anos de prisão.

Com a aproximação da proibição, a indústria desaparece rapidamente. Dados do governo indicam que, em 2024, entre 400.000 e 450.000 cães eram criados para carne. O Ministério da Agricultura calcula que restem apenas 20.000.

Para ajudar os criadores na transição, o governo ofereceu até 600.000 wones (390 dólares, R$ 2.000) por cada cão descartado. Até agora, porém, o destino desses animais não foi rastreado.

"Nossa função é verificar se os cães não estão nas fazendas ou nos matadouros antes de entregar a compensação", disse à reportagem um fiscal do ministério, sob condição de anonimato. "Não nos envolvemos no que acontece com os cães", acrescentou.

"Já foram comidos"
Dados obtidos por um parlamentar indicam que, até fevereiro, apenas 623 cães haviam sido adotados e menos de 500 foram enviados a abrigos. Grupos de bem-estar animal e ex-criadores acreditam que os demais tenham sido sacrificados.

"Se muitos cães resgatados tivessem entrado em programas de adoção, grupos de defesa animal como o nosso saberiam", afirmou Kim Young-hwan, da organização CARE.

Em mais de duas décadas, a CARE diz ter resgatado e encaminhado para adoção cerca de 2.500 cães de criadouros, a maioria enviada ao exterior. Os cães criados para carne são grandes, enquanto os sul-coreanos costumam preferir cães pequenos como animais de estimação em apartamentos.

"Na Coreia do Sul, durante muito tempo houve uma diferenciação entre cães criados para carne e animais de estimação", disse à reportagem Ju Yeong-bong, ex-criador. Questionado sobre o paradeiro de milhares de cães, ele reconheceu que talvez "já foram comidos".

Contradição legal

Segundo o Ministério da Agricultura, 1.265 granjas de cães - 82% do total - anunciaram seu fechamento até o fim de maio.

Ju, que também é pastor cristão, abriu sua granja em 1994, depois de concluir que não poderia viver apenas de seu ministério. "Acho que a proibição da carne de cachorro é uma traição", declarou à reportagem.

"Foi imposta por razões políticas, sem diálogo suficiente ou medidas para proteger nossos meios de subsistência", acrescentou.

Para ativistas, a mudança legal também fecha uma lacuna sobre o tratamento dos cães, afirmou o advogado Park Joo-yeon, chefe do grupo PNR. Ao contrário de bovinos ou suínos, os cães nunca foram classificados como gado na Coreia do Sul. Isso significa que a indústria operou durante décadas sem regras sobre criação e abate humanitário.

No local de Pyeongtaek, jornalistas da reportagem viram ferramentas abandonadas aparentemente usadas para eletrocutar cães. A organização KARA resgatou 29 cães em maio da granja de Pyeongtaek e denunciou seu proprietário por crueldade animal, prática proibida no país.
* Reportagem do estagiário Victor Louro, sob supervisão de Raphael Perucci

Fonte: O Dia

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Notícias em Geral · 29 de junho de 2026 às 14:14

Segunda-feira - 14:15 - Homem morre ao cair de pedra durante trilha em Maricá. Veja Abaixo

Rio - Um homem morreu ao cair na trilha da Pedra do Macaco, em Maricá, na Região Metropolitana, neste domingo (28). Caio Rocha Aguiar Azevedo tentou tirar uma foto em uma pedra, escorregou e sofreu uma queda de cerca de 150 metros de altura.

O acidente ocorreu por volta de 11h30. Bombeiros do quartel de Maricá foram acionados ao local, no bairro São José do Imbassaí e, com apoio de militares de Niterói e de um helicóptero, encontraram o corpo, horas depois, em uma área de mata.
O instrutor de Atendimento Pré-Hospitalar (APH) e de Resgate, Matheus Moura, testemunhou o ocorrido e auxiliou os militares nas buscas. Em postagem nas redes sociais, ele contou que as equipes tiveram que entrar mata adentro para localizar a vítima.
"É uma situação bem complicada. O rapaz era experiente, pelo o que fiquei sabendo. Ele subiu em um ponto onde foi fazer uma foto. Ao descer, ele acabou indo pelo lugar errado, não suportando o peso, vindo sofrer a queda. Ele caiu a cerca de 150 a 200 metros de altura. Como não foi possível resgatá-lo tendo acesso com corda, a gente fez o contrário. Contornamos o sítio, chegamos por dentro da mata fechada e conseguimos chegar até ele”, explicou.

Matheus lembrou que Caio, antes de subir a trilha, foi até a sala onde ele dava aula e brincou com todos os presentes. "Super gente boa, muito alegre. Depois, tomou café com sua equipe e retornou para pedir o uso do banheiro. Ainda deu duas Cocas para nossa equipe, como gesto de gentileza pelo uso do sanitário. Duas horas depois, eu estive presente fazendo o resgate. Ainda em choque, sem acreditar. O conheci com muita alegria e vê-lo de maneira diferente não foi nada agradável", comentou.
A vítima tinha uma equipe própria de trilhas, excursões, passeios e viagens. Ele também contribuía com a agência Saquatrilhas, de Saquarema, na Região dos Lagos.
"Rocha era uma pessoa apaixonada pela vida, pela natureza e pelo esporte. Seu espírito aventureiro, alegria e amor pelas montanhas deixarão lembranças inesquecíveis entre todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo. Lamentamos profundamente essa perda e nos solidarizamos com familiares, amigos e todos que tiveram o privilégio de compartilhar momentos ao seu lado. Que Deus conforte o coração de familiares e amigos neste momento de dor. Que as boas lembranças, os sorrisos e as aventuras vividas ao lado de Rocha permaneçam para sempre em nossos corações”, disse a agência nas redes sociais.

Fonte: O Dia

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