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Sexta-feira - 16:10 - POLÍCIA MILITAR PRENDE HOMEM POR FURTO E RECUPERA OBJETOS EM APIACÁ. Veja Abaixo
PF DETERMINA RETORNO DE EDUARDO BOLSONARO AO CARGO DE POLICIAL FEDERAL. Veja Abaixo
Sexta-feira - 15:40 - PF exige retorno imediato de Eduardo Bolsonaro à corporação no RJ. Veja Abaixo
A Polícia Federal determinou que Eduardo Bolsonaro reassuma, imediatamente, suas funções como escrivão na corporação. A decisão consta no Diário Oficial da União desta sexta-feira (2) e encerra oficialmente o período de afastamento que havia sido concedido enquanto ele exercia mandato na Câmara dos Deputados, com efeito desde 19 de dezembro de 2025.
O documento informa ainda que o servidor deve se apresentar à unidade de origem no estado do Rio. Caso não haja cumprimento, podem ser abertas medidas administrativas e disciplinares.
Eduardo está nos Estados Unidos desde março do ano passado. Em dezembro, perdeu o mandato parlamentar após decisão da Mesa Diretora da Câmara, que entendeu que houve faltas acima do limite permitido, já que ele não compareceu a pelo menos um terço das sessões deliberativas.
Fonte: RJ Interior
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EX-ASSESSOR DE BOLSONARO, FILIPE MARTINS É PRESO EM CASA NO PARANÁ. Veja Abaixo
POR QUE ROMARINHO NÃO SE READAPTOU AO FUTEBOL BRASILEIRO?LIVRES NO MERCADO: QUAIS JOGADORES VOCÊ CONTRATARIA PARA 2026? Veja Abaixo
Sexta-feira - 14:43 - Médicos enxertam orelha em pé de paciente na China. Veja Abaixo
Num caso inédito e inusitado, médicos enxertaram uma orelha decepada de uma paciente num dos pés dela, noticiou o "South China Morning Post", citando o relato do caso publicado em 22 de dezembro por revista médica.
A paciente, uma mulher identificada apenas pelo sobrenome Sun, sofreu um terrível acidente de trabalho envolvendo máquinas pesadas, que arrancou grande parte de seu couro cabeludo e, consequentemente, uma orelha, de acordo com Qiu Shenqiang, vice-diretor da unidade de microcirurgia do Hospital Provincial de Shandong, em Jinan, no leste do país.
Os danos ao couro cabeludo e à rede vascular foram tão graves que restaurar a orelha naquele momento era impossível. O procedimento foi realizado para preservar a abertura auricular da paciente, permitindo seu posterior reimplante.
O couro cabeludo, o pescoço e o rosto foram dilacerados e "divididos em múltiplos fragmentos", disse Qiu, acrescentando que a orelha foi "completamente decepada juntamente com o couro cabeludo". A equipe tentou reparar o ferimento imediatamente, mas se deparou o crânio precisava de mais tempo — meses, no mínimo — para cicatrizar. Assim, a orelha foi implantada no pé para "ficar em espera" do cenário ideal para voltar ao seu local de origem.
Como não se pode simplesmente congelar uma parte do corpo por muito tempo, então a equipe cirúrgica optou por uma abordagem radical: salvar a orelha enxertando-a em outra parte do corpo. Qiu salientou que escolheram o pé porque as artérias e veias ali presentes são compatíveis com as da orelha. A pele e os tecidos moles do pé também são finos como os da cabeça.
A escolha fazia sentido na teoria, mas ainda assim representava um risco. Enxertar uma parte do corpo em outro local para preservá-la, procedimento conhecido como enxerto heterotópico, não é incomum em transplantes de órgãos. Mas fazer isso com uma orelha e um pé não tinha precedentes na história da medicina. E o procedimento resultou em sucesso, apesar de preocupante percalço.
O enxerto levou dez horas, durante as quais os cirurgiões conectaram meticulosamente a complexa rede de veias delicadas. Porém, cinco dias depois, a orelha ficou roxa-escura devido à dificuldade das veias em bombear o sangue de volta ao coração, causando o acúmulo de sangue. Nos cinco dias seguintes, a equipe médica salvou a orelha com sangrias manuais, um processo trabalhoso que exigiu quase quinhentas intervenções.
Assim que a orelha foi estabilizada, a equipe reconstruiu gradualmente o couro cabeludo da paciente. Cinco meses após o acidente, o couro cabeludo e o pescoço estavam suficientemente cicatrizados para que a orelha decepada voltasse ao seu lugar. O procedimento final foi realizado em outubro. A paciente já recebeu alta do hospital, com a função facial e tecidual praticamente recuperada.
Fonte: Extra



