Blog do Adilson Ribeiro

Segunda Feira 10:25h – Temendo rebeliões, governo desiste de acabar com auxílio-reclusão

O presidente Michel Temer recuou da intenção de acabar com o auxílio-reclusão, benefício concedido às famílias de presidiários que contribuem para o INSS. Na reunião de domingo à noite, o ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, convenceram Temer a desistir da proposta a fim de evitar rebeliões nos presídios.

O corte no benefício era um desejo da equipe econômica porque geraria uma economia de R$ 600 milhões em 2018, segundo dados do Ministério da Fazenda. Um ministro ouvido pela Coluna alegou ter alertado que não havia sentido manter o benefício diante da atual situação fiscal do País, mas perdeu a queda de braço.

Fonte: Estadão.

RELEMBRE:

 

Segunda Feira – 10:40 – NÃO É PIADA! GOVERNO TEMER QUER ACABAR COM AUXÍLIO-RECLUSÃO PARA PRESOS

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Fonte: Estadão.

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Segunda Feira – 10:40 – NÃO É PIADA! GOVERNO TEMER QUER ACABAR COM AUXÍLIO-RECLUSÃO PARA PRESOS

Em coluna das jornalistas Andreza Matais e Naira Trindade no jornal Estadão, na última sexta-feira [10], o governo de Michel Temer estuda acabar com o auxílio-reclusão, que é concedido às famílias de presidiários que contribuem para o INSS. A medida gerará uma economia de R$ 600 milhões em 2018, segundo cálculos do Ministério da Fazenda, a qual a Coluna teve acesso. A proposta ainda está em fase de estudo pelo governo, mas é defendida por vários ministros pela economia gerada em um momento de crise como o que o País está passando. “Não é pra fazer caixa. Isso é um absurdo. Na situação que o país está? Benefício para preso?”, disse um dos ministros. A proposta de modificação no benefício será encaminhada pelo governo por meio de uma PEC, que precisa ser aprovada pelo Congresso.

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Fonte: Estadão

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3 comentários sobre “Segunda Feira 10:25h – Temendo rebeliões, governo desiste de acabar com auxílio-reclusão

  1. Mouraci Stephen Carecho

    TÁTICA STALINISTA…

    Esse é o modus operandi do comunismo, qual seja, quando se pretende implantar alguma medida realmente grave no ambiente social, primeiro vai anunciando-se outras medidas, também de impacto, mas recua-se, e dessa forma anestesiando-se a consciência popular. Depois de tanto recuar em várias medidas anunciadas, implanta-se aquela que, de fato, se pretendia, de modo que o povo acaba aceitando-a sem questionamentos, numa espécie de troca entre um maior mal por um mal menor. Podem aguardar que em breve vem chumbo grosso. Já são 3 medidas que Temer recua em menos de 1 ano.

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