Uma advogada de 48 anos, moradora de Vila Velha, por pouco não teve um enorme prejuízo. Ela foi vítima do “golpe do motoboy”, onde um suposto atendente do banco liga para a casa do cliente informando que o cartão de crédito foi clonado. Com uma estratégia quase impecável, ele consegue obter os dados da vítima e ainda encaminha à residência dela um motoboy para resgatar o cartão.
O golpe não é novo, mas muita gente ainda é enganada pelos criminosos. No caso da advogada, os criminosos até tentaram fazer uma compra em uma loja no valor de R$ 4 mil, mas o esposo dela já tinha feito o bloqueio do cartão.
Ela conta que achou que a ligação se tratava de um golpe, porém, como ligou para o número da empresa que fica atrás do cartão e foi atendida por um suposto atendente, achou que realmente estava com o cartão de crédito clonado. O caso aconteceu na última quinta-feira (30).
No mesmo dia, um suposto funcionário do banco foi até a casa dela e recolheu o cartão de crédito, que estava cortado ao meio, mas o chip estava intacto. “O cara veio, envelopei tudo e entreguei. Fotografei o crachá. Ele falou os dados da pessoa que tinha o encaminhado até minha casa. Não fotografei a cara dele, mas o crachá”, afirmou.
O mais estranho, é que os criminosos também conseguiram bloquear o telefone dela. Os supostos funcionários da operadora de cartão ligaram para empresa de telefonia celular e cancelaram a linha telefônica dela e de outras pessoas da família. “Ninguém podia se comunicar, não sei como conseguiram fazer isso porque o titular da linha era meu marido”.
No edifício onde a advogada mora há câmeras de videomonitoramento. Após receber cópias das imagens do dia do golpe, a vítima fará o boletim de ocorrência.
Golpe antigo
No ano passado, uma dona de casa de 59 anos teve um prejuízo de R$13 mil ao ser vítima do mesmo golpe. Na ocasião, a Polícia Civil informou que até desembargador, médico e psicólogo foram vítimas do mesmo golpe.
O especialista em Tecnologia e Segurança da Informação e comentarista da rádio CBN Vitória, Gilberto Sudré, explica que esse tipo de ataque não é tecnológico, mas algumas dicas podem evitar que a pessoa caia no golpe.
“Uma sugestão é ligar para o banco de um outro telefone, um outro aparelho celular, por exemplo. No fixo não há garantia de que o telefone foi realmente desligado e a vítima pode achar que ligou para o banco mas ainda está falando com os criminosos. Ligando de um outro aparelho celular ela tem a garantia que a ligação é verídica”.
Outra dica do especialista é ativar o alerta de cartão de crédito. Aplicativos de cartão disponibilizam uma ferramenta que toda vez que o cartão é utilizado, o cliente recebe uma mensagem na tela do seu Smartphone.
A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) orienta que o cliente jamais revele sua senha a terceiros, mesmo que a pes Writing Studio número da empresa que fica atrás do cartão e foi atendida por um suposto atendente, achou que realmente estava com o cartão de crédito clonado. O caso aconteceu na última quinta-feira (30).
No mesmo dia, um suposto funcionário do banco foi até a casa dela e recolheu o cartão de crédito, que estava cortado ao meio, mas o chip estava intacto. “O cara veio, envelopei tudo e entreguei. Fotografei o crachá. Ele falou os dados da pessoa que tinha o encaminhado até minha casa. Não fotografei a cara dele, mas o crachá”, afirmou.
O mais estranho, é que os criminosos também conseguiram bloquear o telefone dela. Os supostos funcionários da operadora de cartão ligaram para empresa de telefonia celular e cancelaram a linha telefônica dela e de outras pessoas da família. “Ninguém podia se comunicar, não sei como conseguiram fazer isso porque o titular da linha era meu marido”.
No edifício onde a advogada mora há câmeras de videomonitoramento. Após receber cópias das imagens do dia do golpe, a vítima fará o boletim de ocorrência.
Golpe antigo
No ano passado, uma dona de casa de 59 anos teve um prejuízo de R$13 mil ao ser vítima do mesmo golpe. Na ocasião, a Polícia Civil informou que até desembargador, médico e psicólogo foram vítimas do mesmo golpe.
O especialista em Tecnologia e Segurança da Informação e comentarista da rádio CBN Vitória, Gilberto Sudré, explica que esse tipo de ataque não é tecnológico, mas algumas dicas podem evitar que a pessoa caia no golpe.
“Uma sugestão é ligar para o banco de um outro telefone, um outro aparelho celular, por exemplo. No fixo não há garantia de que o telefone foi realmente desligado e a vítima pode achar que ligou para o banco mas ainda está falando com os criminosos. Ligando de um outro aparelho celular ela tem a garantia que a ligação é verídica”.
Outra dica do especialista é ativar o alerta de cartão de crédito. Aplicativos de cartão disponibilizam uma ferramenta que toda vez que o cartão é utilizado, o cliente recebe uma mensagem na tela do seu Smartphone.
A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) orienta que o cliente jamais revele sua senha a terceiros, mesmo que a pessoa diga que é funcionário da instituição bancária. Quando o banco liga para o cliente, ele nunca solicita que a senha seja informada ou digitada. O banco também nunca realiza a coleta do cartão dos clientes.
A Polícia Civil orienta que a vítima de golpe procure qualquer delegacia o quanto antes para registrar a ocorrência.
Fonte: gazetaonline Writing Studio

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