Blog do Adilson Ribeiro

Domingo – 10:30 – A importância do “Escola sem Partido”. Veja abaixo:

 

Na última quarta-feira tivemos manifestações contra o contingenciamento de verbas para a educação pública superior. Além de estudantes e professores universitários, outras categorias foram às ruas a fim de militar nessa causa… Ou seria para gritar “Lula livre”?

No espaço democrático, como o brasileiro, é livre a manifestação do pensamento, vedado o anonimato. Nessa linha, é normal que a esquerda, mesmo após 14 anos na presidência, se mantenha como mestre em oposição. Tudo o que Bolsonaro fizer será motivo para que essa oposição se inflame, passando a condenar as mesmas práticas que Lula e Dilma já tiveram.

Mais um problema ocorre quando, ao invés de ensinar, professores se transformam em militantes políticos, contrariando todas as regras pelas quais foram contratados para ensinar. É legítimo que um docente abandone sua disciplina para se posicionar contra ou a favor do governo (federal, estadual ou municipal)? Claro que não!

Nessas últimas manifestações inúmeros casos de ideologização escolar foram identificados. Eu, particularmente, tive acesso a uma dessas situações. Um colega “trabalhador-mirim” do TJMG, aluno em uma escola municipal de Juiz de Fora, MG, relatou sua situação: o professor de português ofereceu cinco pontos para cada aluno que participasse das manifestações no último dia 15. Aliás, segundo o rapaz, “meu professor não gosta do Bolsonaro”. Trata-se de um típico sistema de doutrinação.

Também por isso precisamos defender o “Programa Escola sem Partido”, que atualmente tramita na Câmara dos Deputados como o Projeto de Lei nº 246/2019. Não há qualquer tentativa de policiamento aos professores. Apesar de o Supremo Tribunal Federal interpretar de outra forma, a liberdade de cátedra não significa que os docentes possam falar sobre o que quiserem.

Aliás, no caso de professores de instituições públicas, o princípio da eficiência confirma que eles devem se ater exclusivamente ao conteúdo de suas disciplinas. Eles são pagos pelo Estado para ensinar uma matéria (po Writing Studio áticas que Lula e Dilma já tiveram.

Mais um problema ocorre quando, ao invés de ensinar, professores se transformam em militantes políticos, contrariando todas as regras pelas quais foram contratados para ensinar. É legítimo que um docente abandone sua disciplina para se posicionar contra ou a favor do governo (federal, estadual ou municipal)? Claro que não!

Nessas últimas manifestações inúmeros casos de ideologização escolar foram identificados. Eu, particularmente, tive acesso a uma dessas situações. Um colega “trabalhador-mirim” do TJMG, aluno em uma escola municipal de Juiz de Fora, MG, relatou sua situação: o professor de português ofereceu cinco pontos para cada aluno que participasse das manifestações no último dia 15. Aliás, segundo o rapaz, “meu professor não gosta do Bolsonaro”. Trata-se de um típico sistema de doutrinação.

Também por isso precisamos defender o “Programa Escola sem Partido”, que atualmente tramita na Câmara dos Deputados como o Projeto de Lei nº 246/2019. Não há qualquer tentativa de policiamento aos professores. Apesar de o Supremo Tribunal Federal interpretar de outra forma, a liberdade de cátedra não significa que os docentes possam falar sobre o que quiserem.

Aliás, no caso de professores de instituições públicas, o princípio da eficiência confirma que eles devem se ater exclusivamente ao conteúdo de suas disciplinas. Eles são pagos pelo Estado para ensinar uma matéria (português, matemática, história, geografia…) e não para formar militantes políticos. Ainda, não é demais lembrarmos que as questões de ordem moral e religiosa estão sob os cuidados dos pais, e em caráter prioritário.

Finalmente, te convido a perceber quem são os contrários ao “Programa Escola sem Partido”. São justamente os professores doutrinadores, em sua imensa maioria esquerdistas, que transformam suas aulas em palanques ideológicos. Por outro lado, os docentes sem esse tipo de postura doutrinadora em nada se constrangem ao terem suas aulas gravadas; eles sabem que atuam em conformidade com os limites do cargo que ocupam.

Por tudo isso devemos ser favoráveis ao “Escola sem Partido”: contra a ideologização e a favor de uma educação pública de qualidade. E sem “Lula livre” ou “Ele não” nas salas aula!

Fonte: Gospel PRime Writing Studio

2 comentários sobre “Domingo – 10:30 – A importância do “Escola sem Partido”. Veja abaixo:

  1. Desacocheio

    O professor que ofereceu pontos aos alunos pediu que participassem do protesto pedindo a liberdade do Lula ou contra o contingenciamento/corte dos recursos para a educação? Isso não ficou claro.
    Outra coisa, não gostar do Bolsonaro não significa ser de esquerda. Eu também acho ele um imbecil inútil e, embora tenha frequentado uma universidade federal, não sou doutrinado ou de esquerda.
    Escola sem partido é demagogia, pois proíbe o professor de abordar temas sociais e políticos, mas, por exemplo, os que passam boa parte do tempo das aulas falando de futebol pode, né!
    Pergunte aos pais dos alunos de ensino médio, seja público ou privado, o que seus filhos conversam em casa. Se 10% responder que é sobre política e problemas sóciais vai acontecer uma revolução no país. O que todos querem saber é de balada, futebol e a cultura inútil das redes sociais.

  2. Mouraci Stephen Carecho

    SE A ESCOLA PRETENDE ENSINAR…por qual razão o conteúdo está cada vez menor?

    Considere quatro pessoas de caráter ilibado e idoneidade confiável opinando a respeito de um automóvel: um consumidor comum, um motorista profissional, um mecânico e um engenheiro projetista de automóvel.
    Em qual dessas opiniões o conteúdo de informações estará mais próximo da realidade funcional desse automóvel?

    É certo que preferências e necessidades são critérios de caráter pessoal e diferentes entre os consumidores. Porém, no momento de comprar, a probabilidade maior de decidir satisfatoriamente, sem enganos, exige compreender bem o funcionamento geral de um automóvel. E para tal, somente o conjunto de informações completo é capaz de promover o entendimento na cabeça do pretenso comprador.

    Nesse prisma questiona-se: como pode haver ideologia sem que se saiba como as coisas funcionam?

    Opinião é evento simples de ser produzido, uma vez que o cérebro processa automaticamente qualquer tipo de informação absorvida, consistente ou não, e disso brota a opinião.

    O consumidor comum tem a sua opinião sobre um automóvel baseada apenas em critérios simples, de conforto e beleza. O motorista profissional se baseia mais na adaptação dos controles internos do carro. O mecânico avança um pouco mais em alguns poucos critérios de potência e consumo. Por sua vez, o engenheiro projetista conhece a fisiologia de cada uma das peças com as suas devidas conexões, porque aprendeu muito mais coisas que o permitem ligar uma coisa em outra.

    Uma sociedade somente poderá se organizar quando adquirir um mínimo conteúdo de conhecimentos capaz de fazer os seus cidadãos compreenderem como as coisas funcionam. Do contrário, sempre o que se terá serão pequenos grupos intolerantes se arrastando num jogo de salve-se quem puder.

    O brasileiro não tem como fazer a conexão entre os fatos e eventos porque as informações são sempre mutiladas e chegando fragmentadas, os problemas são tratados como que coisas isoladas e de simples solução, a espera apenas de um messias de boa vontade.

    Ora, o cidadão precisa aprender a procurar pelo sentido das coisas, porque não bastam argumentos desconexos, do tipo efeito borboleta. Tudo tem de fazer sentido. Os eventos não voam por aí soltos, sem uma razão de ser. Se a realidade atual mostra que até existem meios e instrumentos para se fazer furos lá no chão da Lua e de Marte, como pode não haver um modo de resolver problemas seculares como o contrabando por exemplo?

    Os problemas pode que não sejam problemas. Quem sabe são soluções travestidas de problemas?

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