Clique na imagem acima e inscreva-se no Vest Writing Studio ane depois que ela entrou para o crime. “Essa é a Hello Kitty na igreja, fazendo a obra do Senhor. Infelizmente, ela saiu da igreja e agora tá no mundo fazendo a obra do mal”, diz o texto, referindo-se a uma foto da jovem
Hello Kitty se envolveu com traficantes quando ainda morava no Morro da Ilha da Conceição, mas entrou na mira da polícia em 2018, ao ser identificada por vítimas de roubos na região.
Nos relatos, ela é descrita como uma mulher com uma grande tatuagem na coxa, que pilota uma moto preta com um rapaz na garupa. O rapaz, segundo investigadores, era namorado e comparsa da jovem. Ele morreu no ano passado, em Minas Gerais.
Após a morte do namorado, Hello Kitty buscou abrigo na Favela do Sabão, em São Lourenço, Niterói, onde começou a atuar no tráfico de drogas, exercendo a função de segurança armada.
Hoje, no ‘‘Bonde do Vinte Anos’’, que articula invasões a comunidades controladas por facções rivais, Hello Kitty participa de quase todas as ações.
Criminosa foi homenageada em funk
Com mais de 10 mil visualizações, o funk “Tropa da Nova Grécia”, que foi divulgado há três meses no Youtube, cita o nome de Hello Kitty e a sua participação no bonde do traficante Vinte Anos. A letra, além de fazer apologia ao tráfico de drogas, revela planos da facção que a criminosa integra de invadir outras comunidades de São Gonçalo.
Embora esteja na mira da polícia, Hello Kitty mantém em atividade perfis nas redes sociais, onde debocha do fato de ser procurada. Em uma de suas contas, o status que define seu perfil diz: “Foragida e Preocurada da Justiça” (sic).
Apesar da aparente despreocupação, Hello Kitty adotou medidas para não ser facilmente encontrada pela polícia. Investigadores descobriram que a grande tatuagem que ela traz na coxa era originalmente um dragão, mas foi alterada para representar uma gueixa. Além disso, a jovem usa calça comprida quando transita em áreas desconhecidas e muda o corte de cabelo com frequência.
O Portal dos Procurados, do Disque-Denúncia (2253-1177), oferece R$ 1 mil por informações sobre ela.
Fonte: Extra Writing Studio
Selou seu próprio destino.