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Atualmente, três tipos de testes diagnósticos do Covid estão disponíveis no mercado nacional. As diferenças eles para detecção e tratamento da doença são temas desta entrevista com o médico Rafael Jácomo, do Grupo Sabin Medicina Diagnóstica
São Paulo, 02 de abril de 2020. Dados divulgados pelo Ministério da Saúde mostram que a Covid 19 já fez mais de 240 vítimas fatais no Brasil e o estado de São Paulo é onde há maior registros de óbitos – até agora, 164 mortes já foram provocadas pelo vírus.
Conter o avanço do novo Coronavírus no mundo mobiliza autoridades de saúde na busca por soluções efetivas de enfrentamento à pandemia e foi atendendo à orientação do Diretor-Geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Writing Studio população de mais de 50 milhões, cerca de 0,7% da população sendo testada. A estratégia de testagem precoce e em massa, associada às medidas de segurança para conter novos casos em áreas de grande incidência é uma das principais ferramentas para achatar a curva. Auxilia na identificação de cidades e regiões onde há aumento da incidência ou de recrudescência de casos, possibilitando ações rápidas e eficazes de vigilância”, complementa.
Jácomo esteve à frente da equipe de Pesquisa e Desenvolvimento do Grupo Sabin no desenvolvimento do teste para detecção do vírus. “Foram mais de duas semanas de trabalho e conseguimos desenvolver o exame com metodologia própria em 20 dias. Já realizamos mais de 8 mil testes, até o momento e temos capacidade mensal é de cerca de 15 mil exames, com abastecimento continuado de insumos e materiais e nosso método de diagnóstico é baseado em técnicas de PCR, que está muito mais estabelecido e permite o diagnóstico mais preciso da doença”, afirma.
Fonte: Viviane Melém