Blog do Adilson Ribeiro

Segunda-Feira -13:25- Ex-advogado de Cabral assume a defesa de Flávio Bolsonaro. Veja abaixo:

                    Ele dividirá a Writing Studio “, escreveu o senador.

 

No sábado (20), o advogado havia dito que o presidente Jair Bolsonaro e seu filho Flávio não sabiam onde estava Queiroz.

 

À Polícia Civil, um dos caseiros que estavam na casa em Atibaia no dia da prisão afirmou que Queiroz morava no local havia cerca de um ano.

 

Wassef, porém, afirmou no sábado que o ex-assessor não morava na casa de Atibaia. “O Queiroz não mora lá. O Queiroz estava no Rio de Janeiro. As pessoas que estavam lá dizem que ele chegou há menos de quatro dias”, disse.

 

Investigação das rachadinhas

Flávio Bolsonaro é apontado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro como chefe de uma organização criminosa que teria atuado em seu gabinete no período em que foi deputado da Assembleia Legislativa (Alerj), de 2003 a 2018.

No esquema conhecido como “rachadinha”, segundo a apuração, os funcionários devolviam parte dos salários ao parlamentar, e o dinheiro era lavado com aplicação em uma loja de chocolates no Rio da qual o senador é sócio e em imóveis. A estimativa é que cerca de R$ 2,3 milhões tenham sido movimentados.

Flávio Bolsonaro nega todas as acusações, diz ser vítima de perseguição e critica o vazamento das informações do processo, que corre em segredo de Justiça.

Fabrício Queiroz é apontado pelo MP como operador do esquema. Ele empregava funcionários fantasmas e exigia parte do salário (ou mesmo a integralidade dele) de volta.

Ao todo, 13 funcionários participaram da chamada “rachadinha”. A Promotoria identificou o recebimento de 383 depósitos na conta bancária de Queiroz, em valores que, somados, passam de R$ 2 milhões.

 

Fonte: G1

 

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