Blog do Adilson Ribeiro

Itaocara – Sábado – 11:05 – Região segue em risco crítico para incêndios florestais. Veja Abaixo:

Mesmo com verão chuvoso, queimadas continuam frequentes no inverno

Sem chuva volumosa há quase três meses, a região Noroeste volta a sofrer com os incêndios. As últimas previsões do Instituto de Pesquisas Espaciais (INPE) alertavam para risco crítico de incêndios florestais em grande parte do interior fluminense. Aos poucos, o fogo muda o cenário, transformando a vegetação seca em cinzas.

Somente nessa sexta-feira (07), foram relatados focos no Morro do Eucalipto, área urbana de Itaocara, no Morro da São João Batista, área urbana de Pádua, e no Vale do Cedro, área urbana de Miracema. Em Miracema, já foram 21 focos contabilizados e combatidos pela Defesa Civil do município neste ano.

Os incêndios em 2020 no Noroeste Fluminense deixaram um morto. A morte ocorreu em São José de Ubá. Um veterinário tentava conter as chamas que avançavam por sua propriedade rural, mas acabou encurralado pelo fogo.

 

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Writing Studio de Pádua, e no Vale do Cedro, área urbana de Miracema. Em Miracema, já foram 21 focos contabilizados e combatidos pela Defesa Civil do município neste ano.

Os incêndios em 2020 no Noroeste Fluminense deixaram um morto. A morte ocorreu em São José de Ubá. Um veterinário tentava conter as chamas que avançavam por sua propriedade rural, mas acabou encurralado pelo fogo.

 

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A soma das áreas queimadas este ano é bem inferior à registrada no ano passado. São algumas dezenas de hectares atingidos em 2020, até o momento. Em 2019, foram mais de 6 mil hectares incendiados. No entanto, os incêndios no ano passado ocorreram principalmente no mês de setembro. Situação semelhante ocorreu em 2017.
   Como a previsão é de tempo seco nas próximas semanas, com temperaturas máximas acima da média para esta época e ventos fortes, a situação deve ser de atenção. E é nesse estágio que opera a Defesa Civil de Itaocara, que instruiu os produtores rurais a monitorarem se há focos na propriedade rural, a criarem aceiros (desbaste do pasto que evita propagação das chamas) nas cercas e a evitarem a incineração de lixo na zona rural.
Fonte: Folha Itaocarense

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