Operação conjunta PM e Civil deflagrada na manhã desta sexta-feira na área de Guarus
As polícias Civil e Militar desencadearam a “Operação Isis 2” na manhã desta sexta-feira (21), em Campos, e prenderam os suspeitos dos assassinatos de uma mulher e de um adolescente que tiveram as cabeças arrancadas no início de agosto, além de prender envolvidos em outras mortes na área de Guarus. Os policiais foram recebidos a tiros nos bairros Sapo 3 e Chatuba do Lebret. Eles revidaram, mas não houve feridos. Mandados também foram cumpridos no Parque Santa Rosa e Sapo 1. A operação é realizada por equipes do 8º BPM e da 146ª DP/Guarus, e mobiliza 70 policiais e 25 viaturas desde às 5 horas.De acordo com a polícia, seis homens foram presos, entre os quais dois irmãos que foram os mentores das mortes da mulher decapitada e do adolescente esquartejado. O mandante, também de acordo com a polícia, foi o pai dos dos irmão. O pai, revela a polícia, está preso e deu a ordem de dentro do presídio. O delegado da 146ª DP/Guarus, Pedro Emílio Braga, e o comandante do 8º BPM, tenente-coronel Luiz Henrique Monteiro, concederam uma coletiva após a operação .
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Writing Studio mens foram presos, entre os quais dois irmãos que foram os mentores das mortes da mulher decapitada e do adolescente esquartejado. O mandante, também de acordo com a polícia, foi o pai dos dos irmão. O pai, revela a polícia, está preso e deu a ordem de dentro do presídio. O delegado da 146ª DP/Guarus, Pedro Emílio Braga, e o comandante do 8º BPM, tenente-coronel Luiz Henrique Monteiro, concederam uma coletiva após a operação .
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Ao todo, segundo também o delegado e o coronel, a polícia cumpre oito mandados de prisão por homicídios cometidos por membros de uma facção facção criminosa. Um dos presos estava com uma pistola calibre 380 e uma moto Honda Fan vermelha, que foi usada para matar e arrancar a cabeça do adolescente Guilherme Gomes Bravo, de 17 anos, na rua Antônio de Castro, conhecida como rua da Vala, no Parque Presidente Vargas. Segundo a polícia, Guilherme não tinha antecedentes criminais e o assassinato foi cometido para que uma facção criminosa desse demonstração de força no Parque Boa Vista, onde residia a vítima.
Já o assassinato da mulher, de acordo ainda com a polícia, foi cometido porque a facção desconfiou que ela era informante da polícia.
Fonte: Campos 24 Horas.
