Familiares apontam negligência no socorro a Leônidas, adolescente morto em frente a um supermercado na altura da Nova Holanda
Rio – A doçura de Leônidas é o que vai ficar para a família: a lembrança do menino amável, flamenguista fanático, torcedor da Beija-Flor e fã do desenho Naruto. Familiares do adolescente, de apenas 12 anos, que morreu na tarde de sexta-feira, após ser baleada na cabeça em frente a um supermercado na Avenida Brasil, apontam omissão de socorro do Estado. Os parentes estiveram no IML, na manhã deste sábado, para o reconhecimento do corpo.
“Quantos vamos ter que enterrar? Hoje minha tia está desamparada, com sentimento de culpa por ter deixado ele acomp Writing Studio text-align: center;”>Familiares apontam negligência no socorro a Leônidas, adolescente morto em frente a um supermercado na altura da Nova Holanda
Rio – A doçura de Leônidas é o que vai ficar para a família: a lembrança do menino amável, flamenguista fanático, torcedor da Beija-Flor e fã do desenho Naruto. Familiares do adolescente, de apenas 12 anos, que morreu na tarde de sexta-feira, após ser baleada na cabeça em frente a um supermercado na Avenida Brasil, apontam omissão de socorro do Estado. Os parentes estiveram no IML, na manhã deste sábado, para o reconhecimento do corpo.
“Quantos vamos ter que enterrar? Hoje minha tia está desamparada, com sentimento de culpa por ter deixado ele acompanhá-la no mercado”, questiona o primo Guilherme.
“A avó percebeu o que tinha acontecido e que ninguém parou para fazer o resgate. Aí, começou a quebrar tudo na Avenida Brasil, a tentar parar os carros. A polícia só ajudou depois que pessoas que estavam no local começarem a gritar ‘leva, leva’. O socorro da ambulância só veio depois de meia hora”, afirma Leonice, tia de Leônidas, criado por ela, pelo pai e pela avó, a quem chamava de mãe. “A avó está inconsolável em casa, se sentindo culpada de ter levado a criança no mercado”, conta o primo Guilherme.
A Comissão de Direitos Humanos e Cidadania (CDHC) da Alerj está prestando assistência a família de Leônidas. Uma representante da CDHC da Alerj esteve no Hospital Federal de Bonsucesso (HFB) ontem a noite para orientar a família em relação ao atendimento psicológico e jurídico.