Blog do Adilson Ribeiro

Rio – Sexta-Feira – 15:14 – Braço-direito do Ecko e mais 11 morrem em confronto com a Core e a PRF. Veja Abaixo:

O ex-PM Carlos Eduardo Benevides Gomes, o Cabo Benê, era chefe da milícia que age em Itaguaí

Rio – O homem apontado com o chefe de uma m Writing Studio s Ecko e outros cabeças do bando sempre conseguem escapar. Cabo Benê chegou a ser preso em junho de 2008, quando ainda era PM, coma uma pistola calibre 9 mm. Na época, ele ainda era suspeito de fazer parte da milícia da região e foi levado ao Batalhão Especial Prisional da Polícia Militar (BEP).

OPERACÃO FREEDOM
Cabo Benê era investigado pelo Ministério Público estadual (MPRJ) no âmbito da Operação Freedom, que teve sua primeira fase realizada em maio de 2018, contra milicianos de Itaguaí. Contra ele, havia oito mandados de prisão em aberto, o primeiro deles expedido em outubro de 2018 e o mais recente em março deste ano.
O ex-PM era procurado pelos crimes de organização criminosa, extorsão, roubo majorado (quando há o emprego da força), receptação qualificada e posse ilegal de arma de fogo de uso restrito.
Em agosto de 2018, em um desdobramento da Freedom, a polícia encontrou um cemitério clandestino, que seria usado pelo grupo paramilitar. No local, estavam enterradas seis ossadas, que seriam de opositores do bando.
FORÇA-TAREFA
A força-tarefa conta milícias da Baixada foi criada pela Polícia Civil após as mortes de dois candidatos a vereador de Nova Iguaçu, Mauro Miranda da Rocha (PTN) e Domingos Barbosa Cabral (DEM). Na noite de quarta, uma outra ação também da Core e da PRF, mas no Km 32, no município da Baixada Fluminense, terminou com cinco milicianos mortos e cinco pistolas, uma réplica de fuzil, fardas, colete, radiotransmissores, além de veículos no apreendidos.
Em outra frente da força-tarefa, no mesmo momento e também em Nova Iguaçu, a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) conseguiu prender um suspeito de fazer parte do grupo paramilitar.
A milícia de Nova Iguaçu é chefiada por Danilo Dias Lima, o Tandera, 35, contra quem há um mandado de prisão preventiva expedido em fevereiro do ano passado por organização criminosa. O grupo paramilitar da região também é considerado “filial” do bando liderado por Ecko.
O Disque Denúncia oferece R$ 1 mil de recompensa por informações que levem à prisão de Tandera. Já a recompensa por Ecko é de R$ 10 mil. O chefe da quadrilha é um dos criminosos mais procurados do estado, contra quem há 10 mandados de prisão em aberto por homicídio, extorsão, associação criminosa, dentre outros crimes.
Fonte: O Dia

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *