O diretor-presidente do instituto, Dimas Covas, disse que a matéria-prima precisa chegar para não parar o processo de produção
“Nós temos um intervalo de quase um mês para iniciar a segunda dose. Já temos 4 milhões de doses prontas. Dependemos ainda da chegada de matéria-prima para totalizar essas 6 milhões”, disse o diretor.
“Nós estamos fazendo esse cálculo para inclusive oferecer como sugestão ao governo que não precisa reservar 50%, em vista do que já existe. Obviamente que isso precisa de autorização emergencial da Anvisa. Mas isso pode ocorrer brevemente e pode-se definir o cenário de utilização dessa parcela inicial de 6 milhões”, completou
Além das 4 milhões de doses que já estão prontas, outras 800 mil doses estão em produção, que ficam prontas na quarta-feira (20). Segundo o portal, o novo pedido de uso emergencial feito à Anvisa se refere ao lote de 4,8 milhões e às demais que serão produzidas a partir da chegada da matéria-prima.
Fonte: O Dia
O chefe do executivo; Relações Exteriores; Deputado e Senador esqueceu de usar as formas diplomáticas e nesse momento as Vacinas liberadas pela Anvisa são de insumos Chineses e agora qual representantes federal para usar a diplomacia com a China nesse momento um Estado poderá ser o caminho para tal solução.Tenho que Repeitar aopiniões deles como cidadão entretanto eles representam um povo.
Infelizmente, nosso presidente, seus filhos e alguns ministros, especialmente o das relações exteriores, sempre atacaram a China, dizendo que o vírus foi criado por lá em laboratório e fazia parte de uma estratégia de conquista do mundo ocidental. Também, por causa de disputa politica com o governador de SP, criticou abertamente a vacina desenvolvida pelo Butantan, comemorando até a morte de um voluntário da vacina.
Hj, a realidade se impõe: o governador de SP ganhou a guerra política e só temos disponível a vacina chinesa no país, mas dependemos do insumo chinês para continuar a produção. O governo está de Pires na mão e de cabeça baixa solicitando aos chineses a liberação dos insumos adquiridos por SP.
Nada como um dia atrás do outro.
O problema é que a população é a maior perdedora.