Blog do Adilson Ribeiro

Sexta-Feira – 13:20 – Rio segue em risco alto para a covid-19 pela terceira semana, aponta Prefeitura. Veja Abaixo:

Até o momento, há 191.038 casos confirmados de covid-19 na cidade e 17.535 mortes. A taxa de letalidade está em 9,2%

Rio – Pela terceira semana consecutiva, todas as 33 regiões administrativas da cidade do Rio continuam com a classificação de alto risco de contágio de covid-19. A informação foi divulgada em entrevista coletiva, na manhã desta sexta-feira, no Centro de Operações Rio.

Até o momento, há 191.038 casos confirmados de covid-19 na cidade e 17.535 mortes. A taxa de letalidade está em 9,2%. No entanto, a taxa de ocupação de leitos operacionais na cidade, que está em 77%, e a fila por internação – quatr Writing Studio equívocos no acondicionamento, Soranz comentou que este tipo de problema pode acontecer, mas não há dados de doses deterioradas:

“Isso pode acontecer o tempo todo numa campanha de vacinação deste tamanho. Acontecendo, vamos analisar e tomar todas as medidas necessárias”.

FISCALIZAÇÃO NO CARNAVAL

O prefeito Eduardo Paes fez um apelo à apelo à população para que não haja blocos clandestinos neste Carnaval, e que não comprem ingressos para festas que já estão sendo divulgadas na internet.

“Não vamos ter Carnaval neste ano”, afirmou o prefeito: “Não comprem ingressos porque vocês têm uma enorme chance de perder o dinheiro, pois estamos monitorando esses eventos e eles serão cancelados. Desculpe a expressão chula, não sejam otários para dar dinheiro para quem não vai entregar o produto que está vendendo”, reforçou.

O secretário de Ordem Pública, Breno Carnevale informou que a prefeitura está monitorando e notificando sites de vendas de ingresso. Segundo ele, um dos eventos de Carnaval identificados iria acontecer no Arpoador, nos dias 14 e 16.

O prefeito Eduardo Paes reforçou o apelo para à população manter as medidas de segurança. “Todos estamos tristes por não poder pular o Carnaval. Falo isso com dor no coração e pessoalmente, mas, nós temos que manter esses cuidados’, completou.

Segundo ele, não há, no momento, necessidade de medidas mais drásticas em relação ao isolamento social:

“Queremos seguir sem necessidade de medidas radicais, como fechamento de comércio e restrição da liberdade das pessaos. Não há motivo para isso no momento é queremos continuar assim.

Fonte: O Dia

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