Blog do Adilson Ribeiro

Quinta-Feira – 23:49 – Bolsonaro diz que medidas de restrição contra a Covid-19 mostram ‘como é fácil impor ditadura’ no Brasil. Veja Abaixo:

O presidente Jair Bolsonaro comparou as medidas restritivas decretadas por prefeitos e governadores contra a Covid-19 a um “estado de sítio”. Para ele, as ações demonstram “como é fácil impor uma ditadura” no Brasil. Ao se colocar novamente contra o ‘lockdown’, ele repetiu a frase dita durante reunião ministerial do dia 22 de abril de 2020, tornada pública por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

— Vou repetir: como é fácil impor uma ditadura. Estamos vendo municípios com guarda municipal de cassetete mantendo todo mundo dentro de casa. Imagina as Forças Armadas com fuzil. Em nome da ciência, da sua vida, você vai ficar em casa mofando. Uma pequena parcela da sociedade até pode ficar em casa mais tempo, mas a grande maioria não pode. Não pode produzir mais nada, todos vão sofrer. Eu sou o garantidor da democracia. Usam o vírus para te oprimir, para quebrar a economia — disse Bolsonaro.

Após discussão entre o ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, Bolsonaro reforçou críticas a uma decisão da Corte que trata das atribuições dos governos federal, estaduais e municipais no combate à pandemia do novo coronavírus.

— No Brasil, o Supremo decidiu que somos concorrentes, eu, estados e municípios (…) O Estado tal toma medidas mais restritiva que a minha, aí dentro do estado o prefeito quer uma restrição mais grave ainda e o cara fecha tudo. Ou seja, quem decide na ponta da linha não sou eu, é muitas vezes o prefeito. Ele que decide. É o estado de sítio — criticou Bolsonaro.

Na realidade, o STF decidiu, em uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI), que estados e municípios também têm autoridade para decretar medidas que possam minimizar os efeitos da pandemia. A decisão, tomada por unanimidade no plenário, não impede a atuação do governo federal, mas explicita que todos os entes da Federação — municípios, estados e a União — têm a atribuição de agir para conter a disseminação do coronavírus.

O presidente disse, ainda, que algumas decisões tomadas no país por outros gestores sobre a pandemia são “absurdas”, mas que precisa aceitá-las para cumprir a Constituição:

— Têm decisões que são absurdas. Busco o diálogo com alguns, digo que o caldo vai entornar. Vai entornar por parte de quem? O povo com fome, a pessoa com fome perde a razão, topa tudo. Estou antevendo um problema sério no Brasil. Não quero falar que problemas são esses porque não quero que digam que estou estimulando a violência, mas teremos problemas sérios pela frente.

Na transmissão, Bolsonaro falou que as Forças Armadas acompanham o que está acontecendo, reclamou de críticas feitas a militares, mas evitou opinar sobre a ditadura militar, a qual já defendeu no passado.

— Eu faço o que o povo quiser. Digo mais: eu sou o chefe supremo das Forças Armadas. As Forças Armadas acompanham o que está acontecendo. As críticas em cima de generais, não é o momento de fazer isso. Se um general errar, paciência. Vai pagar. Se errar, eu pago. Se alguém da Câmara dos Deputados errar, pague. Se alguém do Supremo errar, que pague. Agora, esta crítica de esculhambar todo mundo? Nós vivemos um momento de 1964 a 1985, você decida aí, pense, o que que tu achou daquele período. Não vou entrar em detalhe aqui — declarou.

O presidente Jair Bolsonaro comparou as medidas restritivas decretadas por prefeitos e governadores contra a Covid-19 a um “estado de sítio”. Para ele, as ações demonstram “como é fácil impor uma ditadura” no Brasil. Ao se colocar novamente contra o ‘lockdown’, ele repetiu a frase dita durante reunião ministerial do dia 22 de abril de 2020, tornada pública por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

— Vou repetir: como é fácil impor uma ditadura. Estamos vendo municípios com guarda municipal de cassetete mantendo todo mundo dentro de casa. Imagina as Forças Armadas com fuzil. Em nome da ciência, da sua vida, você vai ficar em casa mofando. Uma pequena parcela da sociedade até pode ficar em casa mais tempo, mas a grande maioria não pode. Não pode produzir mais nada, todos vão sofrer. Eu sou o garantidor da democracia. Usam o vírus para te oprimir, para quebrar a economia — disse Bolsonaro.

Após discussão entre o ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, Bolsonaro reforçou críticas a uma decisão da Corte que trata das atribuições dos governos federal, estaduais e municipais no combate à pandemia do novo coronavírus.

— No Brasil, o Supremo decidiu que somos concorrentes, eu, estados e municípios (…) O Estado tal toma medidas mais restritiva que a minha, aí dentro do estado o prefeito quer uma restrição mais grave ainda e o cara fecha tudo. Ou seja, quem decide na ponta da linha não sou eu, é muitas vezes o prefeito. Ele que decide. É o estado de sítio — criticou Bolsonaro.

Na realidade, o STF decidiu, em uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI), que estados e municípios também têm autoridade para decretar medidas que possam minimizar os efeitos da pandemia. A decisão, tomada por unanimidade no plenário, não impede a atuação do governo federal, mas explicita que todos os entes da Federação — municípios, estados e a União — têm a atribuição de agir para conter a disseminação do coronavírus.

O presidente disse, ainda, que algumas decisões tomadas no país por outros gestores sobre a pandemia são “absurdas”, mas que precisa aceitá-las para cumprir a Constituição:

— Têm decisões que são absurdas. Busco o diálogo com alguns, digo que o caldo vai entornar. Vai entornar por parte de quem? O povo com fome, a pessoa com fome perde a razão, topa tudo. Estou antevendo um problema sério no Brasil. Não quero falar que problemas são esses porque não quero que digam que estou estimulando a violência, mas teremos problemas sérios pela frente.

Na transmissão, Bolsonaro falou que as Forças Armadas acompanham o que está acontecendo, reclamou de críticas feitas a militares, mas evitou opinar sobre a ditadura militar, a qual já defendeu no passado.

— Eu faço o que o povo quiser. Digo mais: eu sou o chefe supremo das Forças Armadas. As Forças Armadas acompanham o que está acontecendo. As críticas em cima de generais, não é o momento de fazer isso. Se um general errar, paciência. Vai pagar. Se errar, eu pago. Se alguém da Câmara dos Deputados errar, pague. Se alguém do Supremo errar, que pague. Agora, esta crítica de esculhambar todo mundo? Nós vivemos um momento de 1964 a 1985, você decida aí, pense, o que que tu achou daquele período. Não vou entrar em detalhe aqui — declarou.

 

 

Fonte: Extra

6 comentários sobre “Quinta-Feira – 23:49 – Bolsonaro diz que medidas de restrição contra a Covid-19 mostram ‘como é fácil impor ditadura’ no Brasil. Veja Abaixo:

  1. Bravo

    Toque de recolher em favela do Brasil é normal, é só matar um traficante, que o povo trabalhador é acuado e tem q fechar o comércio.

  2. Profeta

    Tá tudo Escrito. O salário do pecado é a morte. Por muito menos Sodoma e Gomorra foi destruída. Por que João Batista foi DEGOLADO por ORDEM do Rei Herodes? Por que Herodiades a AMANTE de Herodes e esposa de FILIPE pediu a CABEÇA DE JOÃO BATISTA NUMA BANDEJA? AQUELE PECADO DE ADULTÉRIO É UMA PRÁTICA COMUM HOJE? PERMITIDA NAS IGREJAS?

  3. Rogério

    Ele só não diz que tudo isso que ele critica no combate à pandemia está previsto na lei número 13979 do início de 2020, assinada por ele. Por que não vetou?
    Afinal, se fossem atos arbitrários, sem embasamento na lei, a presidência da república, por meio do ministério da Justiça e da Advocacia Geral da União, poderia tomar medidas para anulá-los. Por que não fazem nada? Alguém já se perguntou? Esse mimimi dele é pra jogar pra sua torcida, que cada vez mais diminui. Hj, no auge da pandemia, ele está sendo solenemente ignorado pelos governadores e prefeitos. Nenhum vem a público defender as ideias de um presidente inepto.

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