MPF vê suspeitas de crime na compra da vacina indiana a preço superior às demais. Ministro alega que nenhuma dose foi adquirida
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, reafirmou na manhã desta quarta-feira (23) que a pasta não adquiriu nenhuma dose da vacina Covaxin. A Procuradoria da República abriu uma investigação preliminar para avaliar se houve crime no contrato firmado entre o ministério e a empresa Precisa Medicamentos para a compra do imunizante indiano contra covid-19, citando o risco temerário no acerto firmado.
Essa transação, a preço superior comparado aos demais imunizantes, também está sendo investigada pela CPI da Covid do Senado. Na quarta-feira, o colegiado marcou depoimento de Francisco Emerson Maximiano, sócio da Precisa, que não compareceu alegando estar de quarentena após viagem à Índia.
Questionado uma vez mais se a pasta vai comprar o fármaco a esse preço, Queiroga se irritou. “Eu falei em que idioma? Eu falei em português. Não foi comprada uma dose sequer da Covaxin nem da Sputnik. Futuro é futuro”, afirmou, abandonando a entrevista na sequência.
& Writing Studio República abriu uma investigação preliminar para avaliar se houve crime no contrato firmado entre o ministério e a empresa Precisa Medicamentos para a compra do imunizante indiano contra covid-19, citando o risco temerário no acerto firmado.
Essa transação, a preço superior comparado aos demais imunizantes, também está sendo investigada pela CPI da Covid do Senado. Na quarta-feira, o colegiado marcou depoimento de Francisco Emerson Maximiano, sócio da Precisa, que não compareceu alegando estar de quarentena após viagem à Índia.
Questionado uma vez mais se a pasta vai comprar o fármaco a esse preço, Queiroga se irritou. “Eu falei em que idioma? Eu falei em português. Não foi comprada uma dose sequer da Covaxin nem da Sputnik. Futuro é futuro”, afirmou, abandonando a entrevista na sequência.
Fonte: R7
