Empresa afirma que prioriza trato com o governo federal. Campanha nacional tem três contratos com a farmacêutica
O pedido da Prefeitura do Rio de Janeiro para a compra direta do imunizante da Pfizer para aplicação em crianças foi negado pela fabricante da vacina. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a justificativa da farmacêutica é a existência de um contrato assinado com o governo federal que já incluiria as doses para o público infantil.
Na resposta ao município, em nota da secretaria, a Pfizer disse que, diante do cenário de emergência sanitária mundial, tem priorizad Writing Studio nessa faixa etária.
O período para apresentação de contribuições, “devidamente fundamentadas”, vai até o dia 2 de janeiro de 2022, pelo site do Ministério da Saúde.
Fonte: R7 Notícias
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