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EUA aprovam novas sanções
Nessa quinta-feira (3/3), o presidente norte-americano, Joe Biden, reuniu-se com o alto escalão do governo norte-americano para discutir o que pode ser feito para pressionar ainda mais o presidente russo, Vladimir Putin.
A nova rodada de punições atinge 50 oligarcas russos, que tiveram bens congelados, por exemplo. O presidente anunciou novas sanções também ao bilionário Alisher Burhanovich Usmanov e ao porta-voz de Putin, Dmitry Peskov.
Além de restrições econômicas, os norte-americanos vão suspender os vistos e proibir viagens para seus territórios a estes indivíduos.
Ataques continuam na Ucrânia
As tropas russas estão avançando de forma vertiginosa no território ucraniano. Os balanços apresentados pelos dois países dão dimensão de como as cidades estão sendo invadidas e bombardeadas pelos militares.
Em apenas um dia, as cidades sitiadas por tropas da Rússia subiram de 16 para 26. Os soldados de Vladimir Putin miram em províncias estratégicas e alvos que, se destruídos, causam grande impacto. Civis são alvo das tropas e tentam impedir a aproximação dos soldados com barricadas, como em Lviv.
A Ucrânia vive o oitavo dia de bombardeios. Um nova tentativa de cessar-fogo nessa quinta-feira (3/3) fracassou. Representantes russos e ucranianos se reunirão pela terceira vez nesta sexta-feira (4/3).
Fonte: Metrópoles
Todas as nações democráticas repelem, com vigor, esse ataque à Ucrânia. Mas o Bolsonaro é solidário à Rússia, assim como são também a Venezuela, Cuba, Síria, Coreia do Norte, entre outras nações. São países marxista-leninistas. Assim como o PT o é. Mas, o PT nunca enganou ninguém quanto a sua ideologia.
Na verdade, o Bolsonaro tem como balize dois extremos; a extrema esquerda (marxismo-leninismo) da Rússia, por exemplo; e a extrema direita (nazifascismo) da antiga Itália fascista e da antiga Alemanha nazista, por exemplo. Veja bem, trata-se apenas de se abalizar por esses extremos ideológicos. Mesmo porque o Bolsonaro não tem coragem de se manifestar de forma clara quem ele é de fato, como faz o Lula com o seu marxismo-leninismo. A não ser pelos seus secretários e assessores.
Não é por menos que, o Presidente do Brasil se apresentou ao Kremlin, pouco antes da invasão russa à Ucrânia, usando coturnos, uma forma de apoiar a invasão militar do ditador Vladimir Putin, um líder ditador de natureza marxista-leninista, de fato. Nossa vestimenta, muitas vezes, fala quem somos e a nossa intenção. Calçar coturnos em véspera de guerra, num encontro com quem vai promover a guerra, é apoiar a guerra.
Essa guerra não é nossa. Mas, o Bolsonaro, que, para a União Europeia, é um ser desprezível e um marxista disfarçado de democrata, agora, ele (Bolsonaro) resolveu adotar política contra Joe Biden, Presidente estadunidense.
Como já levantado aqui, neste blog, desde as manifestações do secretário nacional da Cultura, Roberto Alvim, fazendo apologia ao nazismo; a do assessor Internacional do presidente Bolsonaro, Filipe Martins, fazendo o gesto de supremacia branca; e a resistência do governo Bolsonaro à imunização coletiva do povo brasileiro por meio da vacina; tudo foi se tornando mais claro. Esse último pensamento, de fato, seria para alcançar a imunidade coletiva de forma natural, com muitas mortes, ou seja, todos deveriam ser expostos ao vírus in natura da Covid-19. Na cabeça dos comandados do Bolsonaro, só os resistentes iriam sobrevir à doença, os demais (quantidade imensurável) morreriam. A eugenia é um pensamento nazista. Mas, os secretários e assessores do Bolsonaro já sinalizaram esse sistema político, quando se manifestaram, conforme suas atitudes já descritas acima. Graças às forças democráticas externas e às internas, o povo brasileiro alcançou a imunidade coletiva pela vacina. Caso tivesse prevalecido a vontade tirana do Governo brasileiro, o Brasil teria virado o maior campo de concentração já visto, com experiências in natura com o vírus da Covid-19. A coisa foi se tornando cada vez mais nítida para aqueles que não se isolaram/isolam e nem se renderam/rendem aos caprichos da necessidade dos políticos, sejam eles de esquerda ou de direita.
Agora, para terminar de montar esse jogo de peças soltas, mas tão ligadas ao mesmo tempo, o Bolsonaro vai até o Kremilin e se apresenta ao ditador Putin, dizendo: “Somos solidários à Rússia”. Traduzindo o bolsonarês para o português, fica assim: “Eu apoio a invasão militar do marxista-leninista, Putin, à Ucrânia.”
Nota: o “nós” no bolsonarês é o “eu” no português.
O seu comentário é digno ser aplaudido de pé. São verdades inquestionáveis.
As verdades que envolvem o ex-secretário Roberto Alvim e o ex-assessor Filipe Martins estão gravadas, portanto, inquestionáveis. As ações do Bolsonaro calçando coturno para fazer alusão à guerra e alusão de apoio ao ditador marxista e dizendo que (somos solidários à Rússia), ao Putin, também estão gravadas. Também verdades inquestionáveis.
O seu comentário sobre a eugenia – pensamento de purificação de uma raça – , que o governo brasileiro
tentou impor de forma velada, foi de uma reflexão divina.
Agora eu fico pensando; como as coisas acontecem sob o nosso olhar e mesmo assim passamos batidos, sem percebê-las. Penso ainda que o motivo é a falta de conhecimento político-histórico de um povo.
Esse fato (eugenia, que o atual governo tentou impor) também é inquestionável à luz dos acontecimentos recentes, durante a pandemia. Como também de acontecimentos passados, como os ocorridos na Alemanha nazista de Hitler, à luz da História Universal.
Aplausos de pé!
Eu também endosso a sua fala, Rômulo. Nós brasileiros somos realmente ingênuos demais. Quando você fala do comportamento do ex-secretário nacional de Cultura fazendo apologia ao nazismo e do comportamento do ex-assessor do Bolsonaro fazendo apologia à supremacia branca, fica claro que eles reproduziram pensamentos comuns que se dissolvem no meio da cúpula do atual governo.
Outro ponto importante é o fato do Presidente do Brasil ter apoiado a invasão da Ucrânia por um ditador marxista-leninista.
Um presidente que lança mão de quase 900.000 (novecentos mil reais) para gastar durante às férias em Santa Catarina, demonstra a sua vocação para ditador. Qualquer cidadão pode ter acesso à informação desse gasto amparado pela Lei nº 12.527 de 18 de novembro de 2011 que regulamento o direito constitucional de acesso às informações públicas. Ele não pensou hora nenhuma que o Brasil é rico, mas de pobres. Pobres ingênuos. Pobres humildes que não conseguem enxergar que são usados como massa de manobra política da pior espécie. Ele não pensou também nas consequências dessa invasão russa à Ucrânia, quando foi solidário à Rússia de Putin.
Mas, o que me chamou a atenção, de forma arrebatadora no seu comentário, foi a forma como esse governo se comportou durante a pandemia da Covid-19. Agora, para mim, fica tudo realmente claro. Esse governo tentou mesmo implantar aqui a metodologia da eugenia para alcançar a imunidade coletiva.
Parece um pesadelo. Muitos ainda não têm essa informação, pelo menos para refletir sobre esse caso bizarro.
Eu também sou obrigado a te aplaudir de pé.
Rômulo, parabéns pelo seu comentário.
Às vezes, nossas paixões nos cegam. Muitas vezes vemos, mas não enxergamos. Quando o ex-secretário e o ex-assessor do Bolsonaro fizeram apologia ao nazismo e apologia à supremacia branca, respectivamente, o povo brasileiro não entendeu a gravidade disso tudo. Sendo que na ocasião de cada manifestação, tanto do ex-secretário como do ex-assessor, todos os veículos de comunicação, dentro e fora do Brasil, divulgaram amplamente tais fatos como sendo um atentado contra a democracia e contra a humanidade. São as nossas paixões que nos cegam. Nós somos racionais, mas nos comportamos de maneira irracional quando nos permitimos ser auditório de um líder qualquer para ocupar a nossa mente.
De posse das regras do jogo do atual governo, e lendo cada item do jogo, e prestando bastante atenção naquilo que os jogadores lançaram na mesa – trata-se de um jogo horripilante.
Estão na mesa; carta do nazismo, carta do marxismo-leninismo, carta da guerra na Ucrânia e a carta mais assustadora e a mais mortífera, é a que foge o campo das ideias e ocupa o campo do real – a eugenia -, que, manifestada de forma disfarçada, conseguiu seduzir muita gente por paixão, fazendo com que muitos defendessem a imunização in natura pelos vírus da Covid-19 durante o auge da pandemia. Caso a ideia da eugenia se convertesse em prática, o Brasil se tornaria, de fato, um campo de concentração jamais visto e o povo serviria de cobaia para mentes insanas. E o povo, por falta de conhecimento histórico-político, de fato, se ofereceu à navalha, tamanha humildade. Reitero, o número de mortos seria exponencial caso a ideia de seleção na coletividade brasileira (eugenia) prevalecesse.
Nota: O Dicionário Eletrônico Houaiss traz como acepção da palavra “eugenia” o seguinte:
Teoria que busca produzir uma seleção nas coletividades humanas, baseadas em leis genéticas, eugenismo.
Para um governo que faz apologia ao nazismo; ao marxismo-lininismo; à guerra na Ucrânia… ora, o cálculo para a seleção natural com humanos brasileiros se tornaria simples… iriam morrer os idosos; as pessoas portadoras de alguma comorbidade; os que não fossem compatíveis geneticamente com o vírus… ou seja, iriam morrer os considerados mais “fracos” e, os considerados mais “fortes”, aqueles resistentes ao vírus da Covid-19, sobreviveriam.
A coisa é diabólica!
prímeíro morre você depoís você mata ele ísso e apalavra de DEUS na terra estar perto dele voltar múitas coísa haínda estão para vir bém píor só quém estíver do lado dele quê vaí ter proteção