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Filho agride mãe porque não queria parar de jogar

A dependência de jogos eletrônicos entre adolescentes pode ter consequências imprevisíveis, como ocorreu na noite desta segunda-feira (21/03), no Centro de Campos (o endereço da família será preservado pelo Campos 24 Horas). Uma mãe de 35 anos tentou fazer com que o filho, de Writing Studio “alignnone size-full wp-image-922065″ src=”https://adilsonribeiro.net/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2021-11-19-at-10.30.10-3.jpg” alt=”” width=”1024″ height=”589″ />
A dependência de jogos eletrônicos entre adolescentes pode ter consequências imprevisíveis, como ocorreu na noite desta segunda-feira (21/03), no Centro de Campos (o endereço da família será preservado pelo Campos 24 Horas). Uma mãe de 35 anos tentou fazer com que o filho, de 12 anos, parasse de jogar e acabou sendo agredida por ele. O menino ainda quebrou vários objetos dentro da casa. A PM foi acionada e o caso foi parar na Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM/Campos).
De acordo com apuração do Campos 24 Horas, a mãe relatou à Polícia que o filho “ficou enfurecido” quando ela pediu para que parasse de jogar e tentou pegar o aparelho que utilizava. (leia mais abaixo)
Na DEAM, o caso foi registrado e será acompanhado. (leia abaixo: Excesso de jogos e telas afetam saúde mental de crianças e adolescentes na pandemia:
Uma pesquisa do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo analisou a saúde mental de crianças e adolescentes entre cinco e 17 anos. Cerca de 8 mil pessoas participaram e os números assustam: a média de uso de eletrônicos é de 9h por dia (excluindo o tempo de estudo) e 85% usando mais do que usava antes da pandemia. (leia mais abaixo)
O estudo mostrou que 21% dos entrevistados dormem depois da uma hora da manhã em dias de semana; 43% não fizeram qualquer atividade física nas duas semanas anteriores à pesquisa; 26% têm acessos de raiva frequentes; 11% estão tristes e desanimados e 17% dizem sentir medo. (leia mais abaixo)
“As crianças ficam expostas ao estresse dos pais, ansiedade, consumo de álcool, violência doméstica. As limitações da pandemia e outros estressores cobram um preço alto. Alguns dos dados preliminares preocupam – 15% das crianças apresentam níveis clínicos de ansiedade e depressão”, alerta o coordenador da pesquisa, Guilherme Polanczyk.
Fonte: Campos 24 horas

