Uma tempestade solar causada por uma explosão no Sol ocorrida entre sábado e domingo já vem causando efeito nos Estados Unidos, mesmo antes de chegar à Terra, possivelmente, hoje, terça-feira. A informação é do portal Terra. Rádios nos Estados Unidos já estão sofrendo interferência por conta da grande quantidade de radiação eletromagnética, o que pode afetar também as equipes de resgate que trabalham em função do furacão Ian, que atingiu alguns estados dos EUA, como Flórida e Carolina do Norte. Pelo menos 85 mortes já foram confirmadas.
A preocupação aumenta na medida em que os efeitos dessa tempestade podem ser sentidos em diversos setores estratégicos do país e do mundo. Além das equipes de resgate do furacão Ian, as autoridades se preocupam com possíveis interferências na aviação civil e no controle do tráfego aéreo. A saber que o nível dessa tempestade geomagnética, g2, é considerado moderado pelo Centro de Previsão do Tempo Espacial (SWPC), os riscos desses efeitos serem sentidos são altos não só nos EUA mas em todo o planeta.
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À revista americana Newsweek, George Ho, físico espacial do Laboratório de Física Aplicada Johns Hopkins, da NASA, acrescentou mais uma preocupação ao debate: os militares também são muito dependentes do sistema de comunicação de alta frequência. Sistemas de GPS também sofreram um blecaute e ficaram indisponíveis por causa da explosão.
Agora em 2022, a NASA já divulgou pelo menos outros três avisos parecidos com esse. Um em maio, outro em julho e dois em agosto. A tempestade geomagnética poderá ser uma das maiores já vistas nos últimos anos.
Fonte Writing Studio o do furacão Ian, que atingiu alguns estados dos EUA, como Flórida e Carolina do Norte. Pelo menos 85 mortes já foram confirmadas.
A preocupação aumenta na medida em que os efeitos dessa tempestade podem ser sentidos em diversos setores estratégicos do país e do mundo. Além das equipes de resgate do furacão Ian, as autoridades se preocupam com possíveis interferências na aviação civil e no controle do tráfego aéreo. A saber que o nível dessa tempestade geomagnética, g2, é considerado moderado pelo Centro de Previsão do Tempo Espacial (SWPC), os riscos desses efeitos serem sentidos são altos não só nos EUA mas em todo o planeta.
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À revista americana Newsweek, George Ho, físico espacial do Laboratório de Física Aplicada Johns Hopkins, da NASA, acrescentou mais uma preocupação ao debate: os militares também são muito dependentes do sistema de comunicação de alta frequência. Sistemas de GPS também sofreram um blecaute e ficaram indisponíveis por causa da explosão.
Agora em 2022, a NASA já divulgou pelo menos outros três avisos parecidos com esse. Um em maio, outro em julho e dois em agosto. A tempestade geomagnética poderá ser uma das maiores já vistas nos últimos anos.
Fonte: Extra
