Blog do Adilson Ribeiro

Sexta-feira – 18:38 – Indígenas denunciam abusos de garimpeiros e 30 meninas ianomâmis grávidas. Veja Abaixo:

O secretário nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Ariel de Castro, afirmou ontem haver denúncias de que pelo menos 30 meninas e adolescentes ianomâmis teriam engravidado por abusos cometidos por garimpeiros em Roraima.

Castro informou à Agência Brasil e à Rádio Eldorado que os relatos foram apresentados pelo Conselho Indígena de Roraima a uma comitiva do governo federal, que esteve na segunda-feira na sede do Distrito Especial Yanomami de Roraima.

Pedimos mais informações ao CIR para termos os nomes das jovens e solicitarmos apurações dos possíveis estupros de vulneráveis para a Polícia Civil de Roraima, Polícia Federal e para o Ministério Público Federal — afirmou Castro.

O secretário informou que há relatos de seis casos suspeitos de acolhimento irregular de crianças ianomâmis, e em dois casos, os processos de adoção estariam em andamento por famílias que não são indígenas. Castro afirmou que os relatos das entidades são de que os governos federal, estadual e municipal negligenciaram a proteção e a prestação de atendimento aos povos indígenas da região, nos últimos anos.

“Descaso encerrado”

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, reconheceu ontem que a mudança nas políticas ambientais implementadas no início do governo Lula poderá não ter efeito imediato. Marina e o advogado-geral da União, Jorge Messias, reuniram-se com a ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal, para apresentar as primeiras medidas do governo na área.

— O importante é que o tempo da ilegalidade e o tempo do descaso com a implementação das políticas públicas está sendo encerrado. E que as ações e determinações corretas da Justiça estão sendo implementadas. Obviamente que ninguém consegue implementar aquilo que foi parado por quatro anos da noite para o dia — afirmou Marina após a reunião.

Messias destacou uma série de medidas assinadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no primeiro dia de governo, a maioria revogando ou redirecionando políticas implementadas no governo Jair Bolsonaro.

Entre as ações tomadas, estão o restabelecimento do Fundo Amazônia, a revogação de um decreto sobre garimpo, mudanças nas regras de multas ambientais e a retomada de planos de desmatamento na Amazônia e no Cerrado, além da criação de planos para os outros quatro biomas.

Além disso, também houve a determinação para que sejam reavaliadas mudanças no Conselho Nacional do Meio Ambiente.

No Supremo, as medidas de Bolsonaro na área ambiental foram alvo de uma série de ações que integram a chamada “pauta verde”. Em abril de 2022, Cármen Lúcia votou por determinar que o governo Writing Studio Meio Ambiente, Marina Silva, reconheceu ontem que a mudança nas políticas ambientais implementadas no início do governo Lula poderá não ter efeito imediato. Marina e o advogado-geral da União, Jorge Messias, reuniram-se com a ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal, para apresentar as primeiras medidas do governo na área.

— O importante é que o tempo da ilegalidade e o tempo do descaso com a implementação das políticas públicas está sendo encerrado. E que as ações e determinações corretas da Justiça estão sendo implementadas. Obviamente que ninguém consegue implementar aquilo que foi parado por quatro anos da noite para o dia — afirmou Marina após a reunião.

Messias destacou uma série de medidas assinadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no primeiro dia de governo, a maioria revogando ou redirecionando políticas implementadas no governo Jair Bolsonaro.

Entre as ações tomadas, estão o restabelecimento do Fundo Amazônia, a revogação de um decreto sobre garimpo, mudanças nas regras de multas ambientais e a retomada de planos de desmatamento na Amazônia e no Cerrado, além da criação de planos para os outros quatro biomas.

Além disso, também houve a determinação para que sejam reavaliadas mudanças no Conselho Nacional do Meio Ambiente.

No Supremo, as medidas de Bolsonaro na área ambiental foram alvo de uma série de ações que integram a chamada “pauta verde”. Em abril de 2022, Cármen Lúcia votou por determinar que o governo federal apresentasse um plano de combate ao desmatamento em até 60 dias e declarou um “estado de coisas inconstitucional em matéria ambiental no Brasil”.

O julgamento foi suspenso por um pedido de vista do ministro André Mendonça e até agora não foi remarcado.

Com informações do Jornal O GLOBO.

 

Um comentário sobre “Sexta-feira – 18:38 – Indígenas denunciam abusos de garimpeiros e 30 meninas ianomâmis grávidas. Veja Abaixo:

  1. SABEDORIA

    É, cadé estaes safados, quê pegaram está meninas puras e hinnocenti, tudo gravidas agora vocês vão falar quê foi o presidente, BOLSONORO .quê foi o mandete, ou foi o responsavel, por esté tragedia, eu só não estou entendedo, porquê tantas meninas por quê ninguém viu íssó não ou elás foram vedidas por falta de comida, tém algo muito estranho nestá história, sé foce uma ou duas maís 30, trintás india zinhas maís elás não era tão crianças assim não foram mãe.

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