Mulher sofre de depressão e tentou tirar a própria vida após assassinar a filha na cidade de Andradas, no Sul do Estado
Uma tragédia chocou a pequena cidade de Andradas, localizada no Sul de Minas Gerais, quando uma mãe de 42 anos confessou ter assassinado sua própria filha de apenas sete meses. O crime ocorreu na manhã desta quarta-feira (7) e deixou a comunidade local abalada.
A mulher, que sofria de depressão, admitiu às autoridades ter usado um remédio destinado a animais para cometer o terrível ato. Após ministrar o medicamento chamado ripercol, um tipo de vermífugo, na criança por meio de uma seringa, a mãe tentou tirar sua própria vida da mesma forma. No entanto, ela não obteve êxito em seu intento.
O crime aconteceu na residência onde a mulher vivia com seu companheiro. Naquele momento, o homem havia saído para o trabalho, deixando-a sozinha com a bebê. Segundo informações da Polícia Militar (PM), a mãe relatou que a criança vomitou e desmaiou logo após a administração do remédio. Infelizmente, a mulher não conseguiu obter o mesmo efeito, o que a levou a ligar para o companheiro e confessar seu terrível ato. O homem, ao receber a ligação, dirigiu-se imediatamente para casa e encontrou a filha sem sinais vitais.
Desesperada, a mãe deixou um bilhete de despedida na geladeira da residência. A bebê foi prontamente encaminhada para um centro de saúde no bairro Horto, onde a equipe médica confirmou sua morte.
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Preocupados com possíveis efeitos do remédio administrado pela mãe em si mesma, as autoridades decidiram transferi-la para um hospital, sob escolta policial. Ela permanecerá em observação e, posteriormente, será entregue às autoridades responsáveis.
Segundo caso em MG nesta semana
Tragicamente, este é o segundo caso ocorrido em menos de uma semana na região de Minas Gerais, em que mães com problemas de saúde mental põem fim à vida de seus próprios filhos. Na última sexta-feira (2), uma jovem de 21 anos e seu filho de apenas 4 anos foram encontrados mortos em Arcos, cidade localizada na região Centro-Oeste de Minas. De acordo com uma carta deixada pela mãe, ela estava endividada e temia ser presa, o que a levou a cometer esse ato extremo.
O ocorrido em Andradas e o caso anterior em Arcos destacam a importância de identificar e tratar adequadamente doenças mentais, especialmente em mães e crianças. É essencial fornecer apoio e assistência adequada a indivíduos que lutam contra essas condições, a fim de evitar tragédias tão dolorosas como essas.
As autoridades locais estão investigando ambos os casos com rigor, a fim de esclarecer os fatos e garantir que a justiça seja feita. Enquanto a comunidade lamenta a perda dessas vidas preciosas, também é um momento para refletir sobre a necessidade de conscientização e suporte em relação à saúde mental, visando prevenir futuras tragédias similares.
Fonte: Guia Muriaé, com informações do Jornal O Tempo
ela tém que ficar e presa para sempre pobrema mental, eu não acredito íssó foi coisa do demônio, ele não gosta de criança criação de DEUS, quem mata morre,