Blog do Adilson Ribeiro

Quinta-feira – 21:14 – Incêndio no Canadá: imagens de satélite mostram avanço de resíduos da queimada pelo mundo. Veja Abaixo:

Dissipação pelo restante do planeta diminui a ameaça para a respiração civil, mas ainda mudará a cor do céu em outros países, principalmente no norte da Europa.

 

Imagens registradas pelo satélite europeu Copernicus registraram o início e o avanço dos resíduos provenientes das queimadas no Canadá.

Centenas de incêndios florestais descontrolados atingiram o Canadá nesta quarta-feira (7). Cerca de 3,8 milhões de hectares (38 mil km²) já queimaram.

Os incêndios florestais produzem diversos gases, principalmente o Monóxido de Carbono (CO²) que ficam dispersos pela atmosfera. Veja o avanço desses resíduos no vídeo acima e nos mapas abaixo.

Projeção do satélite Copernicus para a próxima segunda-feira (12) mostra partículas do incêndio no Canadá se dispersando — Foto: Reprodução/Copernicus

Projeção do satélite Copernicus para a próxima segunda-feira (12) mostra partículas do incêndio no Canadá se dispersando — Foto: Reprodução/Copernicus

Na primeira parte, o mapa mostra a dissipação de uma nuvem de pequenas partículas ou gotículas líquidas que ficam suspensas na atmosfera. Elas são conhecidas como aerossóis atmosféricos.

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Sua principal concentração está na região do Canadá e dos EUA. A tendência é que com o passar dos dias a região norte da Europa comece a notar a presença dessas partículas na atmosfera. No estado que chegará nos países europeus, ela não será prejudicial para a saúde dos cidadãos.

Projeção do satélite Copernicus para o dia 13 de junho mostra dispersão do monóxido de carbono após incêndios no Canadá — Foto: Reprodução/Copernicus

Projeção do satélite Copernicus para o dia 13 de junho mostra dispersão do monóxido de carbono após incêndios no Canadá — Foto: Reprodução/Copernicus

Já o segundo mapa é uma representação do avanço de uma “nuvem” de Monóxido de Carbono (CO²). Segundo o especialista do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) Alberto Setzer confirmou ao g1, ela indica emissões de combustão incompleta, o que é comum nos incêndios florestais/queimadas, sendo um gás tóxico que permanece na atmosfera por alguns meses.

O pesquisador afirma ainda que essa “nuvem” chegará muito diluída e “apenas mudará a cor do céu e do por/nascer do sol”.

A tendência é que ele fique mais avermelhado.

Fonte: G1

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