Notícias em Geral · 15 de junho de 2026 às 19:04

Segunda-feira - 19:04 - Pastor evangélico é preso por estuprar filhas, enteada e outras cinco vítimas no Ceará. Veja Abaixo

Um pastor evangélico de 51 anos foi preso na manhã desta sexta-feira (12) em Acaraú, interior do Ceará, por ter estuprado suas duas filhas, uma enteada e outras cinco vítimas que moram na região. A captura ocorreu durante a Operação Sagrada Infância, deflagrada pela Polícia Civil.

Além do pastor, outros dois homens foram presos por suspeita de crime de estupro de vulnerável. A operação tem o objetivo de combater crimes contra a dignidade sexual de crianças e adolescentes. Durante a ação, três mandados de prisão foram cumpridos. O suspeito não teve a identidade informada para proteger as vítimas.

"Conforme as investigações policiais, um dos homens, de 51 anos, seria líder de um templo religioso e teria se aproveitado da ocupação para praticar crimes sexuais contra ao menos oito vítimas, das quais duas seriam suas filhas e uma outra sua enteada", detalhou a polícia.

As prisões ocorreram nas localidades de Aranaú, Macajuba e Lagoa do Mato, após trabalho investigativo conduzido pela Polícia Civil. Os outros suspeitos têm 47 e 56 anos. Após o cumprimento das ordens judiciais, os homens foram conduzidos à Delegacia de Acaraú para a realização dos trâmites legais cabíveis, sendo, em seguida, colocados à disposição do Poder Judiciário.

Fonte:  G1

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Notícias em Geral · 15 de junho de 2026 às 18:50

Segunda-feira - 18:50 - Delegado esquece chaves, atira contra o próprio portão e assusta moradores em Bom Jesus do Itabapoana. Veja Abaixo

Moradores da Rua Maria Gomes Teixeira, no bairro Jardim Valéria, em Bom Jesus do Itabapoana, viveram momentos de pânico no início da noite deste domingo (14), após ouvirem disparos de arma de fogo em uma área residencial.

Segundo informações apuradas, a Polícia Militar do 29º BPM foi acionada e, ao verificar a ocorrência, constatou que o delegado da Polícia Civil do Espírito Santo, Adhemar Pereira Fully, de 40 anos, teria efetuado três disparos contra o portão de sua própria residência.

Ainda de acordo com as informações, o delegado estaria sem as chaves do imóvel e teria utilizado a arma de fogo para danificar o portão e conseguir entrar em casa.

O episódio causou grande susto entre os moradores. Testemunhas relataram que havia crianças na rua no momento dos disparos, que correram assustadas para evitar qualquer risco de serem atingidas. Apesar da tensão, ninguém ficou ferido.

O caso gerou repercussão entre moradores do bairro, que questionaram o perigo da ação em uma área residencial. Até o momento, não há informações sobre possíveis medidas administrativas relacionadas ao ocorrido.

Fonte: Blog Alan Gonçalves

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Notícias em Geral · 15 de junho de 2026 às 18:29

Segunda-feira - 18:29 - Erika Hilton aciona PF contra comentários criminosos sobre corpo de mulher atirada de ponte sem corda. Veja Abaixo

Nesta segunda (15), a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) acionou a Polícia Federal (PF) para apurar perfis que incitaram crimes de violência s3xual e n3crofilia contra a vítima de um caso fatal.

Após a circulação de notícias sobre a jovem que morreu ao saltar de uma ponte sem estar presa à corda, comentários feitos por perfis masculinos nas redes sociais passaram a sugerir atos s3xuais violentos contra o corpo da vítima. As publicações têm teor misógino e fazem apologia à violência s3xual e à n3crofilia.

A vítima, de 21 anos, tentava praticar “rope jump” quando, segundo relatos, a equipe responsável não teria checado corretamente a colocação da corda. Ela caiu de uma ponte de mais de 40 metros de altura e morreu.

Mesmo após denúncias feitas por outros usuários, os comentários seguem disponíveis nas redes sociais.

 
Fonte: midianinja
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Notícias em Geral · 15 de junho de 2026 às 17:46

Segunda-feira - 17:49 - Após morte de motociclista, comunidade do IFF protesta por melhorias na BR-356, em Itaperuna. Veja Abaixo

A morte de um motociclista em um acidente no acesso ao Instituto Federal Fluminense (IFF) de Itaperuna, no Noroeste Fluminense, motivou uma manifestação de estudantes, professores e servidores que cobram melhorias na segurança do trecho da BR-356.

O ato foi realizado na última sexta-feira (12) e reuniu integrantes da comunidade acadêmica em frente ao campus. Entre as reivindicações estão a instalação de redutores de velocidade, faixa de pedestres, melhorias na sinalização, adequações no sistema de drenagem e a construção de um abrigo para usuários do transporte público.

Segundo os manifestantes, os pedidos já foram encaminhados ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e ao Ministério Público Federal em outras ocasiões, mas as intervenções ainda não foram executadas.

A mobilização ocorreu poucos dias após a morte de Roberto Carlos Arruda Valentim. Ele se envolveu em um acidente entre uma motocicleta e um ônibus no último dia 5, nas proximidades do instituto. A vítima chegou a ser socorrida em estado grave, mas morreu dois dias depois no Hospital São José do Avaí.

Durante a manifestação, além das homenagens ao motociclista, os participantes cobraram medidas urgentes para evitar novos acidentes no local.

•O que diz o DNIT

Em nota, o DNIT informou que mantém tratativas com a direção do IFF e com a Prefeitura de Itaperuna para a implantação de melhorias no trecho, dentro do contrato de manutenção da BR-356.

Segundo o órgão, estão previstas ações de reforço da sinalização por meio do programa BR-Legal, além da readequação da interseção em frente ao campus. O projeto também inclui ajustes na área de retorno e estudos para a instalação de um ponto de ônibus em local considerado mais adequado.

De acordo com o DNIT, a expectativa é que as intervenções avancem nos próximos meses, com conclusão das tratativas prevista para agosto, conforme o andamento dos procedimentos necessários.

O órgão informou ainda que irá reforçar a sinalização nas áreas onde estão sendo realizados serviços de fresagem na rodovia, com o objetivo de aumentar a segurança de motoristas.

 

Fonte: Guia do Estado

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Notícias em Geral · 15 de junho de 2026 às 17:00

Segunda-feira - 17:00 - Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte vão regular as redes sociais banindo menores de 16 anos. Veja Abaixo

O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, anunciou nesta segunda-feira (15) que vai proibir menores de 16 anos de usar as principais plataformas de redes sociais, incluindo TikTok, Facebook, Instagram e X, o antigo Twitter. Aplicativos de mensagens como o WhatsApp não serão afetados.

Crianças e parte dos adolescentes também não poderão mais fazer transmissões ao vivo nem conversar com estranhos em aplicativos de jogos. A regulamentação deve ser implementada até o Natal, com efeitos práticos previstos para o início de 2027, segundo o primeiro-ministro.

O governo britânico também informou que avalia a adoção de toques de recolher noturnos para interromper o que chamou de "uso infinito da internet". A medida poderia ser aplicada não apenas a menores de 16 anos, mas também a adolescentes de até 18 anos.

As autoridades também estudam impor restrições ao uso de chatbots de inteligência artificial por essa faixa etária. Mais detalhes deverão ser divulgados em julho.

Em comunicado à imprensa, Starmer descreveu a segurança online das crianças como "um dos maiores debates da nossa época". Segundo o governo britânico, a decisão foi tomada após a realização de uma pesquisa na qual cerca de 90% dos pais apoiaram a idade mínima de 16 anos para o acesso às redes, enquanto 85% afirmaram que os riscos superam os benefícios.

"É por isso que vamos acabar com um sistema que está falhando com nossas crianças e tomar medidas ousadas para dar a cada criança o melhor começo de vida possível", disse o primeiro-ministro.
Ele afirmou ainda que as redes impedem as crianças de fazer a lição de casa, ler, brincar com os amigos e ir para a cama em um horário adequado. "Isso pode não parecer muito, mas são atividades que ajudam uma criança a se desenvolver e se tornar um adulto", disse.

Starmer acrescentou que "não será fácil" implementar as mudanças e que algumas empresas de tecnologia querem que as pessoas acreditem que as coisas são "imutáveis".

"Sim, é difícil legislar, regulamentar e fiscalizar", disse. Mas, segundo o primeiro-ministro, foi justamente por isso que o governo "ouviu as pessoas" e aprendeu com a experiência de países como a Austrália.

A Austrália implementou a primeira proibição total do mundo ao uso das redes por menores de 16 anos em dezembro de 2025, e interlocutores do governo britânico descrevem o plano do Reino Unido como "uma versão aprimorada do modelo australiano".

"Não estamos apenas propondo uma proibição", afirmou Starmer, mas "indo além", com "ações pioneiras" voltadas também para serviços de jogos e plataformas de transmissão ao vivo.
As mudanças também abrangerão plataformas que permitem que estranhos entrem em contato com qualquer criança "sem qualquer verificação", explicou.

YouTube critica medida
O YouTube criticou a proposta, afirmando que ela pode empurrar crianças e adolescentes para "serviços anônimos e menos seguros".

"Investimos em experiências guiadas por especialistas e adequadas à idade, além de proteções padrão para adolescentes, há mais de uma década, e continuaremos a fazê-lo", disse um porta-voz da empresa.
"O YouTube é um recurso vital para jovens, educadores e pais. Proibições generalizadas afastam as crianças dessas experiências selecionadas, supervisionadas e benéficas."

Starmer foi questionado por jornalistas sobre uma possível reação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à medida. Em resposta, afirmou ser "fã de tecnologia e inteligência artificial" e rejeitou a ideia de que seja impossível conciliar inovação tecnológica e proteção de crianças e adolescentes.

"Não me digam que é impossível", disse, referindo-se à capacidade das empresas de desenvolver mecanismos de proteção para menores de idade. As companhias de tecnologia "sabem muito bem" que têm responsabilidade nessa área, acrescentou.
Nigel Farage, líder do Reform UK, principal partido de oposição ao Labour, de Starmer, afirmou que a proibição é "bem-intencionada", mas "improvável de funcionar", diante da popularidade das redes virtuais privadas, conhecidas como VPNs.

As VPNs permitem conexões privadas e seguras à internet e podem ser usadas para contornar mecanismos de verificação de idade ao ocultar a localização e a identidade do usuário.

Farage também argumentou que as verificações de idade podem levar à "introdução da identidade digital por vias indiretas". Como alternativa, defendeu o uso de dispositivos voltados para crianças, com funcionalidades limitadas.

Como funciona a proibição na Austrália
Após a implementação da proibição na Austrália, menores de 16 anos deixaram de poder criar novas contas, e os perfis já existentes foram desativados.

Crianças e pais não são punidos por descumprirem as regras. As penalidades recaem sobre as empresas responsáveis pelas redes sociais, que podem ser multadas em até 49,5 milhões de dólares australianos, equivalentes a cerca de R$ 177 milhões, em casos de violações graves ou recorrentes.

Segundo as autoridades australianas, as plataformas devem adotar "medidas razoáveis" para impedir o acesso de menores de idade, recorrendo a diferentes tecnologias de verificação etária.

Essas tecnologias podem incluir documentos de identidade emitidos pelo governo, reconhecimento facial ou de voz e sistemas de "inferência de idade", que analisam o comportamento online de uma pessoa para estimar sua faixa etária.

As plataformas não podem se basear apenas na idade declarada pelos usuários nem aceitar a confirmação dos pais como prova da idade dos filhos.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já declarou que considera adotar medidas semelhantes às implementadas na Austrália e às discutidas no Reino Unido, mas, por enquanto, não há uma proibição do uso de redes sociais por menores em vigor no país.

"Vamos ser cada vez mais duros porque, se o Estado não agir, a gente não controla as chamadas plataformas digitais, que, de rede social, não tem nada. Pouco social e muito ódio, muita promiscuidade, muito sexo, muita jogatina e muito pouco social", disse o presidente em visita a Barcelona, na Espanha há dois meses.

Atualmente, contas de usuários menores de 16 anos devem estar vinculadas a seus responsáveis legais, sendo exigido o consentimento dos pais ou responsáveis.

A legislação também determina que as plataformas ofereçam configurações de privacidade adequadas à idade e adotem medidas para evitar mecanismos que incentivem o uso compulsivo dos serviços.

Entre eles estão sistemas de recompensas aleatórias, como caixas de brindes ("loot boxes") e técnicas de perfilamento ou personalização voltadas a aumentar o engajamento dos usuários.

Com isso, o Brasil se tornou o primeiro país da América Latina a aprovar uma legislação específica voltada à segurança online de crianças e adolescentes.

Fonte: G1

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