Morreu neste sábado (09/02) mais uma vítima da chuva intensa no Rio de Janeiro, ocorrida nessa quarta-feira (06/02). Áureo Paz, de 64 anos, foi vítima de um deslizamento de terra em Barra de Guaratiba, Zona Oeste do Rio. No desmoronamento, já tinham morrido a mulher, Isabel, e o filho Mauro. Às 10h30 deste sábado, o Centro de Operações suspendeu o estágio de crise implantado às 22h15 de quarta e pôs a cidade em estágio de atenção. A escala do COR é graduada em três níveis: normalidade, atenção e crise. A estiagem foi determinante para o recuo, mas a inter Janeiro, ocorrida nessa quarta-feira (06/02). Áureo Paz, de 64 anos, foi vítima de um deslizamento de terra em Barra de Guaratiba, Zona Oeste do Rio. No desmoronamento, já tinham morrido a mulher, Isabel, e o filho Mauro. Às 10h30 deste sábado, o Centro de Operações suspendeu o estágio de crise implantado às 22h15 de quarta e pôs a cidade em estágio de atenção. A escala do COR é graduada em três níveis: normalidade, atenção e crise. A estiagem foi determinante para o recuo, mas a interdição da Avenida Niemeyer ainda pesou para a manutenção do sobreaviso.
Outras vítimas
– Avenida Niemeyer: Tamires Alves dos Santos e Mário Salles de Lucena estavam no ônibus soterrado por uma árvore; – Barra de Guaratiba: Isabel Paz, 56 anos, e Mauro Paz, 33 anos, esposa e filho de Áureo; morreram na hora com o desabamento; – Rocinha: Adriana Santos morreu depois de ser soterrada e sofrer uma para cardíaca; – Vidigal: uma mulher identificada como Marisa morreu na queda de um muro. Na manhã dessa quinta-feira (07/02), a Defesa Civil visitou o local onde vivia a família e interditou cinco casas na vizinhança.
A socialite e diretora da Vogue Brasil, Donata Meirelles comemorou seu aniversário de 50 anos com uma festa na noite desta sexta-feira, no Palácio da Aclamação, em Salvador, Bahia. Com a presença de famosos e um show de Caetano Veloso, a festança tinha temática escravocrata e até "trono de sinhá" para que os convidados tirassem fotos ao lado de mulheres vestidas de escravas, que ficavam com abanadores. Nas redes sociais, os internautas acusam a socialite de racismo.
"A branquitude ama vivenciar o ranço da escravidão, porque afinal de contas eles gostariam que não tivesse acabado mas, será que acabou? acusam a socialite de racismo.
"A branquitude ama vivenciar o ranço da escravidão, porque afinal de contas eles gostariam que não tivesse acabado mas, será que acabou? Vivemos na tal escravidão moderna, onde nossas dores viram fantasias, decoração de festas pra beneficiar o mal gosto das sinhás e sinhores", escreveu nas redes sociais a cantora Joyce Fernandes, conhecida como Preta Rara.
Donata Meirelles comemorou seu aniversário de 50 anos com uma festa em Salvador - Reprodução Facebook
"Mulher, que tema de festa absurdo, Tão inteligente e descolada fazer uma imundície dessa? Fim de carreira total", comentou outra.
Até o momento Donata Meirelles ainda não se pronunciou sobre as acusações de racismo.
Rio - O ex-pastor Paulo Giovanni Moraes Bezerra, da Segunda Igreja Batista de Vieira Fazenda, na comunidade do Jacarezinho, Zona Norte do Rio, está sendo denunciado por pelo menos três pessoas de abuso sexual contra menores. Segundo as vítimas, os crimes teriam acontecido entre os anos de 2013 e 2016, quando elas, membros da mesma igreja, tinham entre 12 e 16 anos. O suspeito já foi absolvido em outro caso semelhante, que tramitou na 40ª Vara Criminal em 2010, também envolvendo estupro de vulnerável. Na ocasião, o processo foi arquivado.
O caso veio à tona quando a mãe de um dos menores desconfiou da mudança de comportamento do filho, que passou a demorar mais no banheiro, dormir pouco e ficar muito tempo no celular. Segundo a mulher, que não quis se identificar, um quadro de depressão fez com que ela investigasse o que estava acontecendo com o filho. Ao checar o telefone do adolescente, ela encontrou mensagens antigas e fotos de partes íntimas de Giovanni, que pedia para o menor enviar também.
“Ele se sentia ameaçado, tinha medo, porque o Giovanni falava que ninguém ia acreditar nele. Meu filho entrou em depressão duas vezes. Em novembro de 2017 ele não levantava da cama, não tomava banho, não abria o olho, tudo devido a essa situação”, desabafa.
O primeiro abuso aconteceu quando o filho tinha apenas 13 anos. Durante um passeio da igreja, os dois estavam dentro da piscina e Giovanni esfregou as partes íntimas no menino. Depois, entre os 13 e 14 anos, ele foi abusado sexualmente pelo ex-pastor.
Para a mãe, descobrir o que havia ocorrido foi frustrante.
"Foi um sentimento de decepção, por ser um local no qual você tem segurança, por você conhecer, pela pessoa estar ali para liderar, aconselhar e acontecer isso. Fiquei muito decepcionada, por tudo que eu tive a possibilidade de ver".
Ela contou ainda que procurou representantes da igreja após tomar conhecimento do caso e foi convocada uma sessão administrativa extraordinária para discutir a exoneração de Paulo Giovanni. Além de ser afastado da Segunda Igreja Batista em Vieira Fazenda, ele perdeu o título de pastor, não podendo exercer o cargo em nenhuma outra igreja batista.
Nessa época, outra vítima, um jovem de 22 anos, que não quis se identificar, aproveitou a denúncia para expor que também havia passado por uma situação semelhante. Inclusive, fez uma publicação em sua rede social relatando o caso.
Uma das vítimas denunciou em sua rede social o caso de abuso sexual envolvendo o ex-pastor. - Reprodução
Uma das v - Reprodu
Em entrevista ao DIA, a vítima afirma que aos 16 anos o ex-pastor o abusou pelo menos duas vezes. A primeira, ocorreu dentro da igreja.
“A gente estava conversando numa sala isolada da igreja e do nada ele parou atrás de mim e começou a se esfregar. Primeiro, achei que era coisa da minha cabeça, nunca pensei que faria isso”, conta.
O segundo abuso aconteceu quando o jovem estava sozinho em casa. Como a mãe era amiga do ex-pastor, ele acredita que o suspeito sabia da ausência dela.
“Mais ou menos um mês depois (do primeiro episódio), ele apareceu na porta da minha casa pedindo para subir para beber água. Eu deixei... não ia imaginar que ele faria isso de novo. Mas veio atrás de mim e se esfregou outra vez”.
O jovem e a mãe da vítima menor de idade registraram boletim de ocorrência contra Giovanni no final de 2018, na 21ª DP (Bonsucesso), e afirmam conhecer outras vítimas.
“O meu filho não foi o único. Tiveram outros meninos que conversaram comigo e disseram que aconteceu a mesma coisa com eles. Alguns, estão tão traumatizados que não conseguem falar mais sobre o assunto”, conta a mulher.
Relatos em grupos da comunidade do Jacarezinho no Facebook mostram que outras pessoas também acusam o ex-pastor por abusos.
O jovem e a mãe da vítima menor de idade registraram boletim de ocorrência contra Giovanni no final de 2018, na 21ª DP (Bonsucesso), e afirmam conhecer outras vítimas.
“O meu filho não foi o único. Tiveram outros meninos que conversaram comigo e disseram que aconteceu a mesma coisa com eles. Alguns, estão tão traumatizados que não conseguem falar mais sobre o assunto”, conta a mulher.
Relatos em grupos da comunidade do Jacarezinho no Facebook mostram que outras pessoas também acusam o ex-pastor por abusos.
Em postagem de um grupo do Jacarezinho no Facebook, pessoas comentavam o caso de pedofilia denunciado na igreja. Algumas diziam também ter sofrido abusos do ex-pastor. - Reprodução
Apesar dos relatos, de acordo com informações da Polícia Civil, existem apenas três boletins de ocorrência com acontecimentos semelhantes. O delegado Flávio Narcizo, que assumiu o caso, afirma que ainda não há provas suficientes para a prisão de Giovanni e, por isso, pede que mais denúncias sejam feitas.
“A nossa demanda é a de que outras supostas vítimas compareçam à delegacia para denunciar", ressalta.
O DIA entrou em contato com o ex-pastor Paulo Giovanni, que aceitou conversar com o jornal, mas não atendeu às ligações.
O crime de estupro de vulnerável está previsto no artigo 217-A do Código Penal e consiste na prática de relações sexuais ou outro ato libidinoso com menor de 14 anos, pessoa com deficiência mental ou enferma. A pena prevista nesses casos é de 8 a 15 anos de prisão.
Um traficante ofereceu R$ 100 mil aos policiais do Batalhão de Choque (BPChq) para não ser preso durante a operação nos morros da Coroa, Fallet e Fogueteiro e dos Prazeres, em Santa Teresa e no Catumbi, no Centro da cidade, nesta sexta-feira. A informação é de um comunicado publicado no perfil oficial do Choque, que participou da ação junto do Batalhão de Operações Especiais (Bope). A oferta foi recusada.
"Na tentativa de ser liberado, o número 02 na hierarquia do tráfico daquela localidade tentou subornar os Policiais do Choque, oferecendo uma quantia de R$ 100 mil em propina, como consta nos autos", afirma o texto.
O acusado de tentar subornar os policiais é Gilmar Douglas Quintanilha Braz, o vulg essas comunidades.
A Polícia Militar informou ainda que, além dos dez suspeitos que estavam na casa do Fallet, três foram mortos ao reagirem a uma incursão do Batalhão de Operações Especiais (Bope) no Morro dos Prazeres.
Parentes ouvidos pelo GLOBO disseram que os baleados na operação tinham ligação com o tráfico, mas acusaram a polícia de execução. Segundo eles, os que foram mortos no Fallet haviam fugido para a casa da Rua Eliseu Visconti quando o Batalhão de Choque chegou. Imagens registradas dentro do imóvel mostram cadáveres no chão antes de serem colocados na caçamba de viaturas e levados para o Souza Aguiar.
— Ninguém era inocente. Mas, se nossos filhos foram executados, os policiais têm que pagar. A PM tem que prender, não matar quem está rendido — disse a mãe de um dos mortos.
Uma mulher disse que deixou seus dois filhos em casa para ir ao supermercado e, quando voltou, encontrou Maicon, de 17 anos e David, de 22, mortos. Ela acredita que os filhos foram mortos enquanto dormiam. Os moradores da favela afirmam, no entanto, que ambos era traficantes. Eles ainda não foram identificados oficialmente.
— Tinham sono pesado — conta a mãe. — Quero saber o que aconteceu.
Segundo a PM, os policiais “foram recebidos a tiros e houve confronto. Após cessarem os disparos, dez criminosos feridos foram encontrados em vias da comunidade e socorridos”.