Autor
Adilson Ribeiro
Sábado - 16:30 - Grave acidente entre Campos e São João da Barra mata um homem. Clique na imagem e saiba mais
Uma pessoa morreu em um grave acidente na BR-356 (Campos/São João da Barra), no Km 163, na altura de Barcelos, em SJB, na madrugada deste sábado (02/02). A vítima identificada como Antunes Pereira da Silva, 33 anos, estava em um Corolla, quando o condutor do veículo teria perdido o controle da direção, saído da pista e capotado, às margens da estrada.
Com o impacto, o motorista não resistiu aos ferimentos e morreu no local. U o, o motorista não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Uma equipe do Corpo de Bombeiros Militar foi ao local e confirmou o óbito. Após perícia, o corpo da vítima foi removido para o Instituto Médico Legal (IML) de Campos. O acidente será investigado na 145ª Delegacia Legal de SJB.
Fonte: Ururau.
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Campos dos Goytacazes - Sábado - 16:20 - Homem assassinado e outro baleado em Guarus. Clique na imagem e saiba mais
Acabou o Calor!
Rio de Janeiro - 17:55 - Ministro da Educação chama turistas brasileiros de 'ladrões' e canibais. Clique na imagem para mais informações
Rio - O ministro da Educação do governo Jair Bolsonaro, Ricardo Vélez Rodríguez, voltou a polemizar. Em entrevista à revista Veja, publicada nesta sexta-feira, ele chamou turistas brasileiros de "ladrões" e canibais. Ele também defendeu o fim do sistema de cotas, mensalidade nas universidades federais e a volta da "educação moral e cívica".
"O brasileiro viajando é um canibal. Rouba coisas dos hotéis, rouba o assento salva-vidas do avião; ele acha que sai de casa e pode carregar tudo. Esse é o tipo de coisa que tem de ser revertido na escola", falou, justificando a sua defesa do retorno da disciplina de educação moral e cívica.
Sobre o sistema de cotas, ele disse que deveria ser "uma solução emergen e imediato, não vamos abolir as cotas, até porque me matariam quando eu saísse à rua. Mas as cotas têm de ser eliminadas com o tempo", falou.
Fonte: O DiaParticipe do Grupo do Blog do Adilson Ribeiro no Facebook e tenha acesso direto às Notícias. Clique na foto abaixo para participar
Sexta-feira - 17:47 - Site diz que traficantes estão prontos para a guerra contra Bolsonaro. Clique na imagem e saiba mais
Rio - O portal de notícias canadense-americano Vice News publicou uma reportagem em vídeo que fala sobre o poder bélico do tráfico de drogas e a rotina da polícia do Rio contra o crime organizado. A produção mostra a rotina dos criminosos, a grande apreensão de armas e dá um aviso, baseado no depoimento dos bandidos: os traficantes brasileiros estão preparados par ir à guerra contra (Jair) Bolsonaro. O Ministério Público do Estado do Rio (MPRJ) e a Polícia Civil vão investigar as ameaças ao presidente.
A reportagem é conduzida pela americana Mariana Van Zeller, que em uma das passagens "passeia" com traficantes fortemente armados pela Favela Parque Belém, em Angra dos Reis, controlada pela facção Terceiro Comando Puro (T 'polícia' para matar aquele cara que é policial, diz o traficante, afirmando que é impossível acabar com o tráfico. O vídeo também traz ainda trechos do discurso de posse de Bolsonaro, quando ele defende sua política de combate ao crime, do direito a "legítima defesa" e de acabar com a "ideologia que defende bandidos".
A repórter também pergunta ao traficante sobre os armamentos que eles usam e ele afirma que "devido ao índice de guerra na cidade, aumentaram (as armas). Antes quem via um fuzil na rua ficava doido, com medo. (Hoje) Já está normal chega a manusear uma pistola", fala o criminoso, dizendo que perdeu vários amigos na "guerra" e que matou mais de 35 pessoas.
Van Zeller chega a manusear uma pistola com "kit rajada" que estava com um dos traficantes, capaz de disparar 30 tiros de uma só vez. "É a Glock rajada. Se apertar sai tudo, vai rasgando tudo que tá pela frente (sic), diz o criminoso.
A reportagem também acompanhou a apreensão de vários tabletes de drogas dentro de um carro durante uma batida da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na Via Dutra, que os agentes alegaram que abasteceria favelas do Rio. Ela também visitou um depósito da Polícia Civil, mostrando a grande quantidade de armas apreendidas nas mãos de criminosos.
"No Brasil, em geral, há uma resposta muito tímida do estado. Um criminoso que é preso hoje portando uma arma de guerra, um fuzil, uma pistola semiautomática, normalmente ficará menos de um ano na cadeia. E quando um criminoso efetua disparos contra uma equipe e não chega a matar um policial e ele é preso, fica pouquíssimo tempo na cadeia também. (...) Isso causa uma sensação de impunidade, de que o crime compensa", diz à reportagem o delegado Fabrício Oliveira Pereira, que já foi titular da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos .
Assista abaixo a reportagem da 'Vice News'
Fonte: O Dia.Liquigás BR Petrobras BOMGÁS LIGUE e peça o seu: (22) 3822-0757 ou (22) 99731-3955 ( vivo e ZAP). Rua coronel José Bastos, 1530 - Aeroporto- Itaperuna. Atende também em
Sexta-feira - 17:26 - Flávio Bolsonaro pede ao STF para suspender investigação de Queiroz e ministro Marco Aurélio nega pedido. Clique na imagem e saiba mais
BRASÍLIA – O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), arquivou sem ao menos julgar o pedido do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) para que fosse transferido para a Corte a investigação sobre movimentações bancárias suspeitas de seu ex-assessor Fabricio Queiroz. Com isso, as apurações poderão ser retomadas peloMinistério Público do Rio de Janeiro.No mesmo processo, Flavio Bolsonaro pediu a anulação das provas obtidas até agora pelos investigadores. Marco Aurélio sequer analisou esse trecho antes de arquivar.
Em janeiro, o ministro Luiz Fux, que estava interinamente na presidência do STF durante o recesso, suspendeu as investigações até a retomada as atividades do tribunal. Marco Aurélio é o relator da causa e nesta sexta-feira, primeiro dia de funcionamento do Supremo, tomou a decisão definitiva.
A apuração não é uma investigação judicial, mas um procedimento interno do Ministério Público do Rio de Janeiro. Flavio argumentou que, como tem direito ao foro privilegiado, o caso deveria ser conduzido pelo STF.
Flavio era deputado estadual até o ano passado. Em outubro, ele foi eleito senador. Segundo a nova regra do foro privilegiado, investigações que citam senadores e deputados federais devem tramitar no STF apenas se os fatos ocorreram durante o mandato atual, por razão do cargo ocupado. Como as supostas ilegalidades ocorreram antes de Flavio tomar posse no Senado, quando ele ainda era deputado estadual, o caso deve ficar na primeira instância do Judiciário, se for aberto inquérito.
“A Lei Maior, ao prever cumprir ao Supremo julgar Deputados e Senadores, há de ter abrangência definida pela conduta criminosa: no exercício do mandato e relacionada, de algum modo, a este último. Neste processo, a leitura da inicial revela que o reclamante desempenhava, à época dos fatos narrados, o cargo de Deputado Estadual na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, tendo sido diplomado Senador da República no último dia 18 de dezembro. A situação jurídica não se enquadra na Constituição Federal em termos de competência do Supremo”, escreveu Marco Aurélio.
Queiroz faltou a quatro depoimentos convocados pelo Ministério Público. A família dele também não foi prestar depoimento nas datas ma ados, o cargo de Deputado Estadual na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, tendo sido diplomado Senador da República no último dia 18 de dezembro. A situação jurídica não se enquadra na Constituição Federal em termos de competência do Supremo”, escreveu Marco Aurélio.
Queiroz faltou a quatro depoimentos convocados pelo Ministério Público. A família dele também não foi prestar depoimento nas datas marcadas. Em janeiro, Flavio não foi prestar depoimento ao Ministério Público, argumentando que iria marcar nova data após ter acesso à investigação sobre Queiroz.
De acordo com o Coaf, foi registrada movimentação financeira de R$ 1,2 milhão, considerada atípica, na conta de Queiroz. O ex-assessor recebeu sistematicamente em suas contas bancárias transferências e depósitos feitos por oito funcionários que foram ou estão lotados no gabinete parlamentar de Flávio na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). A suspeita é de que houve desvio dos salários dos assessores, mas até agora não há provas de que Flávio Bolsonaro participou de irregularidade.
Entre as movimentações atípicas registradas pelo Coaf, há também a compensação de seis cheques de R$ 4 mil cada, que somam R$ 24 mil, pagos à primeira-dama, Michelle Bolsonaro, além de saques fracionados em espécie. O presidente afirma que o cheque é parte do pagamento de uma dívida de R$ 40 mil.
Fonte: Extra.
