Autor

Adilson Ribeiro

Notícias em Geral · 03 de janeiro de 2019 às 10:05

Quinta-feira - 11:05 - Entenda o que é socialismo, citado em discurso de posse de Bolsonaro. Clique na imagem

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) declarou, no discurso de posse, que naquele momento o país começava a se livrar "do socialismo, da inversão de valores, do gigantismo estatal e do politicamente correto". Pela definição clássica, expressa na “Enciclopédia Mirador Internacional”, o socialismo é uma teoria sócio-econômica e uma prática política que “pretendem abolir o conflito social, criado pela Revolução Industrial na segunda metade do século XVIII, entre a burguesia, proprietária dos meios de produção, e, o proletariado, os operários que vivem de alugar a sua força de trabalho”. As diferentes teorias socialistas pretendem abolir essa situação, acabando com o trabalho assalariado e transferindo a propriedade dos meios de produção dos patrões para a comunidade.

Nos governos republicanos do Brasil, mesmo nas gestões dos presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010) e Dilma Rousseff (2011-2016), ambos do PT, nunca houve a pretensão de superar o capitalismo nem de acabar com a propriedade privada, como sustentam historiadores consultados. Apesar do alto crescimento do tamanho do Estado nos governos Lula e Dilma, a atuação de iniciativas privadas, como os bancos, não foi suprimida. De acordo com o historiador Carlos Fico, da UFRJ, o discurso anticomunista no Brasil tem longa tradição e sempre apontou falsas ameaças e riscos inexistentes.

O presidente citou o socialismo durante o pronunciamento à população feito no parlatório do Palácio do Planalto.

— É com humildade e honra que me dirijo a todos vocês como Presidente do Brasil. E me coloco diante de toda a nação, neste dia, como o dia em que o povo começou a se libertar do socialismo, da inversão de valores, do gigantismo estatal e do politicamente correto.

Ao fim da fala, o governante pegou uma bandeira do Brasil e disse que e , em referência à cor adotada tradicionalmente pelos movimentos de esquerda.

— Essa é a nossa bandeira, que jamais será vermelha. Só será vermelha se for preciso nosso sangue para mantê-la verde e amarela.

Fonte: Extra.

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Notícias em Geral · 03 de janeiro de 2019 às 09:58

Muriaé - Quinta-feira - 11:00 - Vídeo mostra momento em que ladrão armado assalta supermercado. Clique na imagem e veja

Um bandido armado assaltou um supermercado, no bairro Santana, na tarde desta quarta-feira (2). O ladrão rendeu duas funcionárias que estavam nos caixas e segundo informações obtidas pela Polícia Militar (PM), roubou cerca de R$ 450,00 em dinheiro.

A ação do criminoso durou menos de um minuto e foi registrada por câmeras de segurança do estabelecimento. As imagens mostram que o crime foi cometido por um homem mulato, aparentemente jovem, magro e de baixa estatura, que usava boné vermelho, camisa azul com desenho de um tridente nas costas, bermuda preta e branca, e levava uma mochila no ombro.

Nas nhando e, ao menos a princípio, fugiu a pé. A PM realizou rastreamento, mas o criminoso não foi localizado.

Fonte: Rádio Muriaé.

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Notícias em Geral · 03 de janeiro de 2019 às 09:53

Quinta-feira - 10:52 - Governo começa a anunciar nos próximos dias medidas como decreto sobre armas, diz Onyx. Clique na imagem e saiba mais

BRASÍLIA (Reuters) - O governo começará a apresentar nos próximos dias as 50 novas medidas estabelecidas pelos ministérios, inclusive o decreto para facilitar a posse de armas de fogo, preparado pelo Ministério da Justiça, disse nesta quarta-feira o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, ao final da cerimônia de transmissão de cargo no Palácio do Planalto.

“Vamos concluir hoje à tarde a totalização das mais de 50 medidas propostas e na reunião de quinta-feira vamos levar a ele para que comece a montar o cronograma de medidas que vamos fazer”, disse o ministro. “A depender da escolha do presidente, começamos na sexta ou na segunda a anunciar um conjunto de medidas para facilitar a vida das pessoas.”

O presidente Jair Bolsonaro encomendou a cada ministério duas propostas para serem levadas a cabo nos primeiros dias de governo, o que será apresentado em uma reunião ministerial na quinta-feira, a primeira do novo governo. Entre elas, está a decisão de facilitar a posse de armas através de decreto.

O texto, que está sendo preparado pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro, prevê a facilitação da posse de arma para cidadãos que cumpram as normais atuais —maiores de idade, sem antecedentes criminais— para que a posse seja permanente, não necessitando de revisão periódica.

PACTO


Em seu discurso, Onyx afirmou que o governo Bolsonaro irá “surpreender por sua capacidade de diálogo” e propôs um pacto com a oposição.

“Eu conversei com o presidente hoje pela manhã e nos cabia fazer o primeiro gesto. Nós significamos uma linha ideológica completamente diferente, em uma aliança liberal-conservadora, o que nos norteia é completamente diferente do que o Brasil viveu nos últimos 30 anos. A gente tem clareza sobre isso e vai estar muito firme no que acreditamos”, disse Onyx a jornalistas, após a cerimônia.

“Mas isso não quer dizer que não sejamos capazes com humildade estender a mão e pedir um entendimento porque tem um valor maior que é o nosso país.”

Onyx ressaltou que a eleição deste ano los ministérios, inclusive o decreto para facilitar a posse de armas de fogo, preparado pelo Ministério da Justiça, disse nesta quarta-feira o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, ao final da cerimônia de transmissão de cargo no Palácio do Planalto.

“Vamos concluir hoje à tarde a totalização das mais de 50 medidas propostas e na reunião de quinta-feira vamos levar a ele para que comece a montar o cronograma de medidas que vamos fazer”, disse o ministro. “A depender da escolha do presidente, começamos na sexta ou na segunda a anunciar um conjunto de medidas para facilitar a vida das pessoas.”

O presidente Jair Bolsonaro encomendou a cada ministério duas propostas para serem levadas a cabo nos primeiros dias de governo, o que será apresentado em uma reunião ministerial na quinta-feira, a primeira do novo governo. Entre elas, está a decisão de facilitar a posse de armas através de decreto.

O texto, que está sendo preparado pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro, prevê a facilitação da posse de arma para cidadãos que cumpram as normais atuais —maiores de idade, sem antecedentes criminais— para que a posse seja permanente, não necessitando de revisão periódica.

PACTO


Em seu discurso, Onyx afirmou que o governo Bolsonaro irá “surpreender por sua capacidade de diálogo” e propôs um pacto com a oposição.

“Eu conversei com o presidente hoje pela manhã e nos cabia fazer o primeiro gesto. Nós significamos uma linha ideológica completamente diferente, em uma aliança liberal-conservadora, o que nos norteia é completamente diferente do que o Brasil viveu nos últimos 30 anos. A gente tem clareza sobre isso e vai estar muito firme no que acreditamos”, disse Onyx a jornalistas, após a cerimônia.

“Mas isso não quer dizer que não sejamos capazes com humildade estender a mão e pedir um entendimento porque tem um valor maior que é o nosso país.”

Onyx ressaltou que a eleição deste ano foi “muito acirrada do ponto de vista ideológico”, mas que precisa ser superada.

Na terça-feira, durante o discurso no parlatório do Palácio do Planalto, o presidente eleito reforçou, no entanto, o discurso de campanha, repetindo frases como “nossa bandeira jamais será vermelha” e afirmando que o Brasil começa a “se libertar do socialismo e do politicamente correto”.

Por seu lado, PT, PCdoB e PSOL, de oposição, nem compareceram à posse do novo presidente da República como forma de protesto a posições assumidas por Bolsonaro durante a campanha eleitoral.

“Nós precisamos construir entendimento. Um grande país como o Brasil, que viveu momentos de crise, não conseguirá vencer se não for com um grande pacto nacional”, defendeu o ministro.


Onyx disse em seu discurso na cerimônia de transmissão de cargo no Palácio do Planalto, disse que o Congresso precisa de diálogo e o presidente sabe disso, diante do desafio de aprovar reformas necessárias para o país.

Também assumiram oficialmente os cargos na mesma cerimônia os ministros da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, da Secretaria de Governo, general da reserva Carlos Alberto Santos Cruz, e do Gabinete de Segurança Institucional, general da reserva Augusto Heleno.



Reportagem de Lisandra Paraguassu

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Notícias em Geral · 03 de janeiro de 2019 às 09:42

Quinta-feira - 10:42 - Onyx anuncia exoneração de cerca de 320 cargos na Casa Civil para "despetizar" governo. Clique na imagem para mais informações

BRASÍLIA (Reuters) - O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, anunciou nesta quarta-feira a exoneração de cerca de 320 cargos em comissão no ministério para “despetizar” o governo federal, e afirmou que vai sugerir durante reunião ministerial com o presidente Jair Bolsonaro na quarta-feira que os demais ministros façam o mesmo.

Onyx afirmou que serão ressalvadas desta medida os integrantes da Subchefia de Assuntos Jurídicos e da Imprensa Nacional, responsável pela publicação do Diário Oficial da União.

“Isso faz parte um pouco daquela frase que o presidente Bolsonaro dizia na campanha, fazer a despetização do governo federal. E amanhã na reunião ministerial eu vou sugerir que os ministros possam também seguir neste caminho”, disse Onyx em entrevista a jornalistas para anunciar a exoneração em massa.

“O governo é novo, veio um novo Brasil. Ou afina com a gente, ou troca de casa. É simples assim”, acrescentou o ministro, que reconheceu a existência de riscos ao funcionamento da máquina coma exoneração de mais de 300 funcionários.


O ministro disse ainda que aqueles que forem exonerados e quiserem continuar no governo serão entrevistados pela equipe para que haja certeza de que estão alinhados ao projeto de Bolsonaro e que o prazo “auto-dado” é de reconstituir a equipe em duas semanas.

O anúncio da exoneração em massa feito pelo chefe da Casa Civil acontece horas depois de Onyx fazer no discurso de transmissão de cargo na pasta um convite à oposição a Bolsonaro para que faça um pacto a favor do Brasil. [nE6N1YF04C]

Fontes com conhecimento da máquina pública disseram à Reuters que as redes sociais de integrantes da administração pública têm sido analisadas por integrantes do novo governo e que alguns funcionários, inclusive, apagaram seus perfis e criaram novos para escapar deste escrutínio.


MARUN E CONGRESSO


Ao mesmo tempo que anunciou uma “despetização” da máquina pública, Onyx disse que Bolsonaro resolveu manter a decisão do ex-presidente Michel Temer que, nos últimos dias de seu mandato, nomeou o ex-ministro da Secretaria de Governo Calos Marun para o conselho de Itaipu Binacional para um mandato de dois anos.

O atual titular da Casa Civil disse que a decisão é um “gesto de boa vontade” de Bolsonaro para com Temer, até pela contribuição que o atual ocupante do Planalto recebeu de seu antecessor na transição de governo.

No mesmo dia em que o presidente do PSL, partido de Bolsonaro, deputado eleito Luciano Bivar (PE), anunciou apoio da sigla à reeleição do deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) à presidência da Câmara e defendeu a candidatura do senador eleito Major Olimpio (PSL-SP) ao comando do Senado, Onyx voltou a afirmar que o Executivo não vai interferir nas eleições para a presidênci mos dias de seu mandato, nomeou o ex-ministro da Secretaria de Governo Calos Marun para o conselho de Itaipu Binacional para um mandato de dois anos.

O atual titular da Casa Civil disse que a decisão é um “gesto de boa vontade” de Bolsonaro para com Temer, até pela contribuição que o atual ocupante do Planalto recebeu de seu antecessor na transição de governo.

No mesmo dia em que o presidente do PSL, partido de Bolsonaro, deputado eleito Luciano Bivar (PE), anunciou apoio da sigla à reeleição do deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) à presidência da Câmara e defendeu a candidatura do senador eleito Major Olimpio (PSL-SP) ao comando do Senado, Onyx voltou a afirmar que o Executivo não vai interferir nas eleições para a presidência das duas Casas do Congresso.



Reportagem de Lisandra Paraguassu

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Notícias em Geral · 03 de janeiro de 2019 às 09:30

Quinta-feira - 10:30 - Bolsonaro diz em reunião com presidente de Portugal que dará valor que Mercosul merece. Clique na imagem e saiba mais

BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira em reunião bilateral com o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, que vai valorizar o Mercosul.

De acordo com informações do Palácio do Planalto, os presidentes trataram do acordo Mercosul-União Europeia durante o encontro em Brasília.


Bolsonaro afirmou, segundo resumo da reunião divulgado pelo Planalto, que o Brasil dará o valor que o Mercosul merece, diferentemente do que vem sendo noticiado. Para o presidente, isso passa pela eliminação de questões ideológicas e da retomada da vocação comercial do bloco econômico.

O presidente já disse em outras ocasiões ser mais favorável a negociações bilaterais do que a engajamentos em grupos multilaterais, como no caso do Mercosul.


Na terça-feira, dia da posse de Bolsonaro, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou que o presidente sabe da importância div>

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