Autor

Adilson Ribeiro

Notícias em Geral · 26 de dezembro de 2018 às 10:46

Quarta-feira - 11:45 - Saiba como será a posse presidencial de Bolsonaro em 1º de janeiro. Clique na imagem

Em 1º de janeiro, Jair Bolsonaro, o 38º presidente da República do Brasil, participa da cerimônia de posse que dá inicio ao primeiro de seus quatro anos de mandato. A expectativa do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), órgão ligado à defesa da Presidência, é de que até 500 mil pessoas participem do evento que ocorre na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. O presidente deve chegar à Esplanada por volta das 14h30.

Conforme mostrou a reportagem, a posse presidencial dobrou a taxa de ocupação de hotéis em Brasília para a virada do ano, segundo estimativas do setor. A ocupação média está em 67%, com expectativa de alcançar 75%. Os hotéis de luxo são os mais procurados até agora.

Segurança
Devido ao atentado a faca sofrido por Bolsonaro em setembro, durante a campanha, o esquema de segurança da cerimônia será reforçado. Ainda não foi definido se o presidente eleito desfilará a bordo do Rolls-Royce conversível, tradicional veículo usado durante cerimônias pelos presidentes desde a década de 1950. O carro foi utilizado no primeiro ensaio na Esplanada, realizado no domingo (23/12).

A Esplanada será bloqueada desde o início da madrugada de 31 de dezembro e será reaberta apenas na manhã de 2 de janeiro. Será proibida a entrada de pessoas com bebidas alcoólicas, garrafas, fogos de artifício, apontadores de laser, animais, bolsas, mochilas, máscaras, produtos inflamáveis, armas de fogo, objetos cortantes, drones e até carrinhos de bebê. Haverá revista manual e detector de metais para entrar na cerimônia.

O trajeto
Jair Bolsonaro deve sair por volta das 14h da Granja do Torto, uma das residências oficiais da Presidência, com destino à Catedral Metropolitana de Brasília, um dos marcos arquitetônicos da cidade, localizada na Esplanada. Ali, Bolsonaro encontrará o vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão, e em carros separados seguirão ao Congresso Nacional. Diferente de outras posses, não haverá cerimônia religiosa na Catedral.

Em um cortejo que deve durar 15 minutos, Bolsonaro, acompanhado de sua esposa Michelle Bolsonaro, e Mourão, também acompanhado pela esposa, Paula Mourão, serão recebidos pelo presidente do Congresso e do Senado, Eunício de Oliveira (MDB-CE) e pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Na Casa, também estará presente o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, e a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, além de outros líderes políticos. Haverá uma sessão solene no Plenário da Câmara, fechada para convidados, conduzida por Eunício, que deve discursar após o presidente eleito. O Hino Nacional será executado pela Banda dos Fuzileiros Navais, e então o presidente e o vice-presidente serão considerados empossados.

Após essa cerimônia, Bolsonaro desfilará em direção ao Palácio do Planalto, trajeto que contará com a tradição de 21 tiros de canhão e desfile das tropas do Exército Brasileiro. Ao subir a rampa do Palácio, Bolsonaro será recebido pelo presidente Michel Temer, que entregará a faixa presidencial ao novo presidente. A cerimônia se encerra com um discurso público de Bolsonaro, que também deve empossar seus ministros e posar para a foto oficial.

Para finalizar, um coquetel ocorrerá no Palácio do Itamaraty com a presença de aproximadamente 2.500 convidados, entre eles autoridades nacionais e internacionais.

Convidados
Cerca de 60 delegações estrangeiras são esperadas na posse. Uma delas é a dos Estados Unidos, chefiada pelo secretário de Estado Mike Pompeo. Apesar da aproximação com o país, nem o presidente Donald Trump nem o vice-presidente, Mike Pence, participarão do evento.

Desde a campanha, Bolsonaro tem se alinhado a medidas tomadas pelos EUA, como a pretensão de mudar a embaixada brasileira em Israel para a cidade de Jerusalém, atualmente não considerada a capital oficial do país. A medida é polêmica e desagradou países árabes, importantes parceiros comerciais do Brasil.

Por razão disso, o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, seria um dos destaques presentes na posse. O premiê deve vir ao Brasil para se reunir com Bolsonaro no Rio de Janeiro antes da cerimônia, e havia confirmado presença no evento, mas por conflitos internos não ficará até o dia 1 no país. É a primeira vez que um premiê de Israel vem ao Brasil em viagem oficial.

“Desconvites”
Enquanto Bolsonaro consolida laços com alguns países, três chefes de Estado foram proibidos de comparecer à posse: Venezuela, Cuba e Nicarágua. Criou-se polêmica em relação aos convites para os presidentes da Venezuela, Nicolás Maduro, e de Cuba, Miguel Díaz-Canel.

Em 16 de dezembro, Bolsonaro publicou em sua conta no Twitter que “regimes que violam as liberdades de seus povos e atuam abertamente contra o futuro governo do Brasil por afinidade ideológica com o grupo derrotado nas eleições, não estarão na posse presidencial em 2019”.

O tuíte gerou a reação do chanceler venezuelano Jorge Arreaza, que publicou na mesma rede social fotos do convite da embaixada brasileira a Maduro, reforçando que o presidente venezuelano “jamais considerou assistir à posse de um governo como o de Bolsonaro”.

O futuro chanceler brasileiro, Ernesto Araújo, veio a público explicar que o Itamaraty recomendou o convite a todos os chefes de Estado, assim sendo enviado o comunicado, mas que posteriormente a equipe de Bolsonaro julgou adequado desconvidar os líderes venezuelano e cubano.

Após essa cerimônia, Bolsonaro desfilará em direção ao Palácio do Planalto, trajeto que contará com a tradição de 21 tiros de canhão e desfile das tropas do Exército Brasileiro. Ao subir a rampa do Palácio, Bolsonaro será recebido pelo presidente Michel Temer, que entregará a faixa presidencial ao novo presidente. A cerimônia se encerra com um discurso público de Bolsonaro, que também deve empossar seus ministros e posar para a foto oficial.

Para finalizar, um coquetel ocorrerá no Palácio do Itamaraty com a presença de aproximadamente 2.500 convidados, entre eles autoridades nacionais e internacionais.

Convidados
Cerca de 60 delegações estrangeiras são esperadas na posse. Uma delas é a dos Estados Unidos, chefiada pelo secretário de Estado Mike Pompeo. Apesar da aproximação com o país, nem o presidente Donald Trump nem o vice-presidente, Mike Pence, participarão do evento.

Desde a campanha, Bolsonaro tem se alinhado a medidas tomadas pelos EUA, como a pretensão de mudar a embaixada brasileira em Israel para a cidade de Jerusalém, atualmente não considerada a capital oficial do país. A medida é polêmica e desagradou países árabes, importantes parceiros comerciais do Brasil.

Por razão disso, o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, seria um dos destaques presentes na posse. O premiê deve vir ao Brasil para se reunir com Bolsonaro no Rio de Janeiro antes da cerimônia, e havia confirmado presença no evento, mas por conflitos internos não ficará até o dia 1 no país. É a primeira vez que um premiê de Israel vem ao Brasil em viagem oficial.

“Desconvites”
Enquanto Bolsonaro consolida laços com alguns países, três chefes de Estado foram proibidos de comparecer à posse: Venezuela, Cuba e Nicarágua. Criou-se polêmica em relação aos convites para os presidentes da Venezuela, Nicolás Maduro, e de Cuba, Miguel Díaz-Canel.

Em 16 de dezembro, Bolsonaro publicou em sua conta no Twitter que “regimes que violam as liberdades de seus povos e atuam abertamente contra o futuro governo do Brasil por afinidade ideológica com o grupo derrotado nas eleições, não estarão na posse presidencial em 2019”.

O tuíte gerou a reação do chanceler venezuelano Jorge Arreaza, que publicou na mesma rede social fotos do convite da embaixada brasileira a Maduro, reforçando que o presidente venezuelano “jamais considerou assistir à posse de um governo como o de Bolsonaro”.

O futuro chanceler brasileiro, Ernesto Araújo, veio a público explicar que o Itamaraty recomendou o convite a todos os chefes de Estado, assim sendo enviado o comunicado, mas que posteriormente a equipe de Bolsonaro julgou adequado desconvidar os líderes venezuelano e cubano.

Posteriormente, Araújo publicou também no Twitter que “frente às violações do regime Ortega contra a liberdade do povo da Nicarágua, nenhum representante desse regime será recebido no evento do dia 1°”. A crítica direta ao presidente nicaraguense, Daniel Ortega, marcou o terceiro país a ser barrado da posse de Bolsonaro.

Confira o cronograma previsto:
14h00 – Bolsonaro sai da Granja do Torto;

14h25 – Chega à Catedral de Brasília, de onde parte para o desfile até o Congresso

14h50 – Chega ao Congresso

15h – Começa a solenidade de posse no plenário da Câmara dos Deputados

16h – Execução do Hino Nacional

16h20 – Deslocamento para Palácio do Planalto

16h30 – Pronunciamento oficial

18h15 – Fotografia Oficial

18h25 – Chegada ao Itamaraty para receber autoridades

Fonte: Metrópoles.

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Notícias em Geral · 26 de dezembro de 2018 às 10:30

Quarta-feira - 11:30 - Polícia Militar do Rio tem mais chefes do que comandados. Clique na imagem e saiba mais

Com a promessa de assumir diretamente a responsabilidade pela segurança pública do Rio, o governador eleito Wilson Witzel (PSC) encampa, entre outros, o desafio de solucionar o colapso na organização hierárquica da Polícia Militar. Hoje, a corporação sofre o fenômeno da “pirâmide invertida”: conta com mais chefes do que comandados. Dados fornecidos pela PM mostram que, no quadro operacional, há 15.200 sargentos contra 11.894 cabos e 9.216 soldados. Já entre os oficiais, o número de majores supera o de capitães ou tenentes.

O cenário atual remonta a medida adotada pelo Estado desde a década de 80, com a criação de planos de carreira prevendo promoção pelo tempo de serviço, tanto para oficiais quanto para praças. Sem a necessidade de concursos internos, as ascensões de cargo levaram a improvisos operacionais e, segundo especialistas, interferiram diretamente na qualidade do policiamento. Por conta disso, é comum ver graduados serem escalados para funções subalternas, como dirigir uma viatura ou levantar a cancela na entrada de um quartel. Outro efeito provocado pela questão foi um rombo na previdência estadual, já que os salários cresceram mesmo sem, necessariamente, ocorrer mudança de tarefa.

Na tentativa de corrigir as distorções, a cúpula da corporação traçou uma proposta para frear as promoções pelo tempo de serviço. Na semana passada, dez deputados eleitos do Rio, entre estaduais e federais, foram recebidos pelo Estado Maior da PM para uma apresentação sobre o tema. O plano já havia sido exposto à Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), em junho, e ao interventor federal, general Braga Netto, em agosto. Durante a corrida eleitoral, a sugestão foi levada aos candidatos a governo do estado, inclusive Witzel.

Promoções por decreto

No caso dos oficiais, a promoção de oficiais por tempo de serviço está balizada em leis estaduais — sancionadas em 1984, 2002 e 2011 —, e permite, por exemplo, que um tenente-coronel com 32 anos de serviço seja promovido automaticamente ao posto de coronel e passado imediatamente para a reserva remunerada, mesmo sem ter exercido o cargo.

Já o plano de carreira de praças foi editado por decretos. No ano eleitoral de 1996, o então governador Marcello Alencar (PSDB) possibilitou a promoção de soldados, cabos e sargentos da PM pelo tempo de serviço. Dessa forma, um soldado com dez anos de serviço se tornaria cabo e, cinco anos depois, era promovido a sargento sem a necessidade de concursos ou meritocracia. No ano seguinte, em novo decreto, foi alterada a obrigação de o PM ter uma ficha com classificação de comportamento “ótimo” e “excepcional”. Para ser promovido, bastava estar classificado como “bom”. Em 2012, nova mudança no decreto, na gestão Sérgio Cabral reduziu os intervalos de promoção: o primeiro, de dez para seis anos e o segundo, de 15 para 12 anos.

Atualmente, o déficit no número considerado ideal de soldados na PM é de 28.270.

A proposta estudada pela PM ataca diretamente a forma de promoção por tempo de serviço. quadro de policiais militares. No início do próximo ano, será divulgada a data de convocação dos aprovados no concurso da PM.



Fonte: Extra.

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Notícias em Geral · 26 de dezembro de 2018 às 10:20

Quarta-feira - 11:20 - Japão vai retomar caça às baleias em 2019. Clique na imagem para mais informações

O secretário-geral do Gabinete do governo do Japão, Yoshihide Suga, informou hoje uisa.

Representantes japoneses propuseram retomar a atividade baleeira comercial mais de 20 vezes nos últimos anos, alegando que o número de algumas espécies se recuperou. Mas essas tentativas foram bloqueadas por nações anticaça.

*Com informações da NHK, emissora pública de televisão do Japão.

Fonte: Agência Brasil.

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Notícias em Geral · 26 de dezembro de 2018 às 10:10

Quarta-feira - 11:10 - Rio notifica cinco casos suspeitos de malária. Clique na imagem para mais informações

A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES) confirmou hoje (26) que foi notificada de cinco casos suspeitos de malária. Segundo a nota enviada pela Superintendência de Vigilância Epidemiológica e Ambiental da SES, as cinco pessoas foram juntas a Moçambique, onde teriam contraído a doença.

Dois casos já foram confirmados, incluindo o de Robinson Natanael Teodoro, que faleceu na noite do dia 24 em Valença, no sul do estado, onde ficou internado. O outro caso confirmado é de um homem que está internado na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), com quadro evoluindo bem. Segundo as informações preliminares, o grupo seria de missionários de uma igreja e teriam voltado ao Brasil no dia 23 de dezembro, quando começaram a apresentar os sintomas da doença.

De acordo com o médico infectologista Alexandre Chieppe, assessor da SES, os outros três casos, ainda não confirmados, não são graves. “A gente ainda não tem detalhes da citopatologia do quadro clínico desses três ainda. Mas a princípio se trata de casos suspeito de malária, tanto por conta dos sintomas apresentados como pelo vínculo epidemiológico, por terem visitado a área no mesmo momento da infecção dos outros dois casos confirmados.

Segundo Chieppe, a SES está investigando os três casos e deve ter mais informações ao longo do dia. Ele disse que a notificação de malária no Rio de Janeiro é de poucos casos e de pouca gravidade.

“A malária que temos aqui é de baixo potencial de gravidade. Os casos graves que temos da doença geralmente são importados, de pessoas que adquirem essa infecção fora do Rio de Janeiro. Então, não há porque a população ficar preocupada, primeiro porque não é uma doença que se transmite de pessoa a pessoa e segundo porque a gente não tem circulação dos tipos de Plasmodium [protozoário que causa a doença] que causam a malária de maior gravidade”.

Sintomas


A malária é transmitida pelo mosquito anófeles, que só existe em áreas de mata, sendo uma doença tipicamente silvestre. Segundo cartilha da Fiocruz, após a picada por um mosquito infectado pelo Plasmodium, os parasitas se alojam no fígado, onde se multiplicam. Depois eles vão para a corrente sanguínea, onde destroem os glóbulos vermelhos. Os sintomas podem demorar de oito a 30 dias após a picada para aparecer. A malária causa febre que pode ser acompanhada de calafrios, tremores, suor intenso, dor de cabeça e dores no corpo. Outros sintomas incluem vômito, diarreia, dor abdominal, falta de apetite, tontura e cansaço.

Atualmente, 88 países são considerados áreas de transmissão natural da malária, a maioria na faixa tropical, como na África subsaariana; Américas Central e Caribe; centro, Sul e Sudeste da Ásia; Oriente Médio e Extremo Oriente (China); Papua Nova Guiné, Ilhas Salomão e Vanuatu; além do Paraguai e todos os países amazônicos da América do Sul (Brasil, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Guiana, Suriname, Guiana Francesa). No Brasil, a área endêmica é formada pelos estados da Amazônia Legal e regiões a oeste do Maranhão, noroeste do Tocantins e ao norte do Mato Grosso.

Não existe vacina para malária. Segundo Chieppe, a prevenção é feita por uso de proteção individual e quimioprofilaxia, ou seja, tomando remédios pa ter mais informações ao longo do dia. Ele disse que a notificação de malária no Rio de Janeiro é de poucos casos e de pouca gravidade.

“A malária que temos aqui é de baixo potencial de gravidade. Os casos graves que temos da doença geralmente são importados, de pessoas que adquirem essa infecção fora do Rio de Janeiro. Então, não há porque a população ficar preocupada, primeiro porque não é uma doença que se transmite de pessoa a pessoa e segundo porque a gente não tem circulação dos tipos de Plasmodium [protozoário que causa a doença] que causam a malária de maior gravidade”.

Sintomas


A malária é transmitida pelo mosquito anófeles, que só existe em áreas de mata, sendo uma doença tipicamente silvestre. Segundo cartilha da Fiocruz, após a picada por um mosquito infectado pelo Plasmodium, os parasitas se alojam no fígado, onde se multiplicam. Depois eles vão para a corrente sanguínea, onde destroem os glóbulos vermelhos. Os sintomas podem demorar de oito a 30 dias após a picada para aparecer. A malária causa febre que pode ser acompanhada de calafrios, tremores, suor intenso, dor de cabeça e dores no corpo. Outros sintomas incluem vômito, diarreia, dor abdominal, falta de apetite, tontura e cansaço.

Atualmente, 88 países são considerados áreas de transmissão natural da malária, a maioria na faixa tropical, como na África subsaariana; Américas Central e Caribe; centro, Sul e Sudeste da Ásia; Oriente Médio e Extremo Oriente (China); Papua Nova Guiné, Ilhas Salomão e Vanuatu; além do Paraguai e todos os países amazônicos da América do Sul (Brasil, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Guiana, Suriname, Guiana Francesa). No Brasil, a área endêmica é formada pelos estados da Amazônia Legal e regiões a oeste do Maranhão, noroeste do Tocantins e ao norte do Mato Grosso.

Não existe vacina para malária. Segundo Chieppe, a prevenção é feita por uso de proteção individual e quimioprofilaxia, ou seja, tomando remédios para evitar e infecção, a depender da indicação médica. “As pessoas que vão viajar para fora do país, para áreas em que há transmissão de malária, devem passar por uma avaliação médica para ver a necessidade de uma quimioprofilaxia que vai depender muito do local que a pessoa vai e época do ano. E também adoção das medidas de proteção individual, a gente não tem como controlar o vetor, o mosquito, então tem que evitar a exposição”.

Em novembro, um relatório da Organização Mundial da Saúde alertou para o aumento da doença no mundo. Em 2017, a estimativa é que tenha havido 219 milhões de casos, número que voltou a crescer em 2015 após cinco anos de queda, sendo o continente africano o mais afetado. O Brasil não ficou de fora da estatística, com estimativa de 217 mil infectados em 2017, enquanto em 2016 a incidência foi 133 mil casos, a maioria na região amazônica.

Fonte: Agência Brasil.

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Notícias em Geral · 26 de dezembro de 2018 às 09:58

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