Autor

Adilson Ribeiro

Notícias em Geral · 11 de dezembro de 2018 às 10:56

Rio de Janeiro - Terça-feira - 11:55 - Dupla é presa com 110 quilos de pasta base de cocaína escondidos em carro. Clique na imagem e saiba mais

Uma operação conjunta da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Delegacia Especializada em Armas, Munição e Explosivos (Desarme), da Polícia Civil do Rio, resultou na apreensão de 110 quilos de pasta base de cocaína, na manhã desta terça-feira. A droga, dividida em 111 tabletes, estava escondida no fundo falso de um Kia Sorento e seguiria para o Complexo do Alemão, na Zona oga, dividida em 111 tabletes, estava escondida no fundo falso de um Kia Sorento e seguiria para o Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio.

No veículo estavam Jean Marcos Santos Silva, de 39 anos, e Bruno Matias da Silva, de 40. Os dois são de São Paulo e foram parados na Rodovia BR-040, altura de Três Rios, no Centro-Sul Fluminense. Ao revistarem o veículo, os policiais encontraram o fundo falso, que classificaram como "sofisticado": eles tiveram que arrancar o forro do veículo e recortar parte da lataria utilizando uma talhadeira para chegar à droga.

A pasta base de cocaína foi levada para a Desarme, na Cidade da Polícia, no Jacarezinho, Zona Norte do Rio. Os dois presos foram autuados em flagrante na delegacia por tráfico de drogas e associação para o tráfico. A operação realizada pela PRF e pela Desarme tinha como objetivo reprimir o tráfico de armas e drogas na divisa dos estados do Rio de Janeiro e de Minas Gerais.

Fonte: Extra.

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Notícias em Geral · 11 de dezembro de 2018 às 10:35

Vila Velha - Terça-feira - 11:35 - "Queria pelo menos o corpo do meu filho para enterrar", diz mãe de menino que sumiu no mar. Clique na imagem para mais informações

“Queria pelo menos o corpo do meu filho para enterrar. A vontade que tenho é de sumir. Tinha ainda a esperança de achar ele num hospital. Até numa delegacia. Mas disseram que ele bateu a cabeça, então dá um vazio dentro de mim.”

O desabafo da catadora de lixo Rosilene Custódio, de 49 anos, traduz angústia e incerteza. Seu filho Geanderson Custódio, de 9 anos, continua desaparecido após sumir no mar da Barra do Jucu, em Vila Velha, onde foi visto pela última vez no fim da tarde de sábado.

“Ele dizia que o sonho quando crescer era ser professor ou policial. Mas o sonho acabou”, lamentou na areia da praia, enquanto aguardava a cena que a acalentaria, mas não aconteceu: os bombeiros saindo do mar com Geanderson nos braços.

Escondidos da família, Geanderson e o amigo Dhanyel Brandão dos Santos, 12, foram tomar banho de mar. O Corpo de Bombeiros disse que Geanderson foi arrastado pela correnteza até as pedras, onde bateu a cabeça e desmaiou. Dhanyel tentou, então, socorrer o amigo e também sumiu. O tempo estava muito fechado e a brincava com os irmãos. Apesar de ter mentido, ele era um menino muito tranquilo e amoroso. A verdade é que está tudo sem explicação. A gente até ia fazer uma festa no Natal, mas com que clima? Está tudo acabado”, lamentou.

A mãe de Dhanyel foi até o Departamento Médico Legal reconhecer o corpo do próprio filho e, muito abalada, não quis conversar com a reportagem.

Fonte: Tribuna Online.

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Notícias em Geral · 11 de dezembro de 2018 às 10:31

Terça-feira - 11:30 - Saques de ex-auxiliar de Flávio Bolsonaro ocorriam após depósitos de valor similar. Clique na imagem e entenda o caso

Os maiores saques feitos em 2016 pelo policial militar Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), foram precedidos, geralmente na véspera, de depósito de valores de mesmo patamar.

Essa movimentação é característica de uma conta de passagem, na qual o real destinatário do valor creditado não é o seu titular. O uso de dinheiro em espécie nas duas pontas da operação reforça esse indício.

Queiroz foi citado num relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) como tendo apresentado uma movimentação financeira atípica de R$ 1,2 milhão em 2016. O alerta se deve tanto ao volume como à forma com que as transações foram feitas. O documento, contudo, não é o suficiente para apontar algum ato ilegal.

O Ministério Público do Rio de Janeiro instaurou uma investigação criminal sigilosa com base no relatório, que cita membros do gabinete de 22 deputados estaduais -entre eles Flávio Bolsonaro.
Do total movimentado, R$ 324,8 mil se referem a saques e R$ 216,5 mil a depósitos em espécie –os demais valores são transferências identificadas, entre outras operações.

Dos 176 saques realizados pelo policial militar naquele ano, 50 foram de valores acima de R$ 2.000. Apenas um, contudo, superou os R$ 10 mil, no qual a comunicação ao Coaf é automática.
Na maioria desses mentação é característica de uma conta de passagem, na qual o real destinatário do valor creditado não é o seu titular. O uso de dinheiro em espécie nas duas pontas da operação reforça esse indício.

Queiroz foi citado num relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) como tendo apresentado uma movimentação financeira atípica de R$ 1,2 milhão em 2016. O alerta se deve tanto ao volume como à forma com que as transações foram feitas. O documento, contudo, não é o suficiente para apontar algum ato ilegal.

O Ministério Público do Rio de Janeiro instaurou uma investigação criminal sigilosa com base no relatório, que cita membros do gabinete de 22 deputados estaduais -entre eles Flávio Bolsonaro.
Do total movimentado, R$ 324,8 mil se referem a saques e R$ 216,5 mil a depósitos em espécie –os demais valores são transferências identificadas, entre outras operações.

Dos 176 saques realizados pelo policial militar naquele ano, 50 foram de valores acima de R$ 2.000. Apenas um, contudo, superou os R$ 10 mil, no qual a comunicação ao Coaf é automática.
Na maioria desses casos, o saque foi precedido de um depósito em espécie de valor em patamar semelhante. Nenhum, contudo, acima dos R$ 10 mil.

Nos dias 16 e 17 de fevereiro, por exemplo, Queiroz fez três saques de R$ 5.000 cada um, totalizando R$ 15 mil. O movimento foi acompanhado de cinco depósitos em espécie feitos em sua conta entre os dias 15 e 17 de fevereiro, que somam R$ 15,3 mil.

Movimento sincronizado também ocorreu em junho, quando nos dias 14 e 15 ele fez dois saques de R$ 5.000, tendo recebido no mesmo período em depósito de dinheiro vivo R$ 13,2 mil.

A ocorrência desses saques maiores mantém como padrão o fato de ocorrerem poucos dias após depósito em espécie de patamar semelhante. Em 35 dos 50 casos de retiradas acima de R$ 2.000, depósito acima do mesmo valor ocorreu até um dia antes –algumas vezes, no mesmo dia.

Ampliando o intervalo entre o depósito e o saque para três dias, a sincronia se repete em 40 dos 50 maiores saques de Queiroz.

A correlação entre depósitos em dinheiro vivo e saque imediato também fica evidenciado em dezembro, quando o total sacado aumenta muito, assim como a entrada de dinheiro vivo.

No último mês do ano, por 12 vezes ele fez retiradas de dinheiro vivo acima de R$ 2.000, num total de R$ 58 mil. O volume de entrada também cresce e alcança R$ 41,6 mil distribuído em oito depósitos em espécie.

Procuradores, policiais federais e auditores fiscais afirmam que o uso de dinheiro vivo em transações bancárias costuma ter como objetivo ocultar o destinatário ou remetente dos recursos. A prática dificulta a identificação dos responsáveis pelas transações.

Uma das hipóteses já levantadas é de que o policial militar fosse o responsável por recolher uma parcela dos salários de assessores do gabinete de Flávio Bolsonaro –sete aparecem no relatório transferindo recursos a Queiroz.

Essa é uma prática comum no Legislativo, embora ilegal. Os recursos arrecadados podem tanto servir para campanhas políticas como para entrega ao titular do gabinete, entre outras possibilidades.

Não há até o momento, contudo, qualquer indício sobre o destino do dinheiro sacado por Queiroz. O relatório do Queiroz não foi localizado para comentar as informações do relatório. Flávio Bolsonaro afirmou que o ex-assessor lhe deu explicações plausíveis que deverão ser dadas ao Ministério Público Federal quando convocado.

Fonte: Tribuna Online.


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