Autor

Adilson Ribeiro

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Notícias em Geral · 12 de novembro de 2018 às 17:00

Bom Jesus Segunda-feira 18:23 - Coordenador da Cedae garante que a água não está Contaminada. Clique na foto abaixo assista ao Vídeo e saiba mais

Assista ao Vídeo da Denúncia abaixo:

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Notícias em Geral · 12 de novembro de 2018 às 16:05

Segunda-feira 16:45 - O Homem Aranha ficou Órfão, morre Stan Lee aos 95 anos. Clique AQUI e saiba mais

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Ex-editor da Marvel ajudou a criar alguns dos super-heróis mais conhecidos da cultura pop, como Homem-Aranha e os X-Men.

Stan Lee, um dos principais nomes da editora Marvel e criador de super-heróis mundialmente conhecidos, morreu nesta segunda (12/11), aos 95 anos. A informação foi dada pela filha do autor ao site TMZ.

Aguarde mais informações

Fonte Metrópoles

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Notícias em Geral · 12 de novembro de 2018 às 13:49

Itaperuna Segunda-feira 14:51 - Secretaria de Saúde e Unig juntas no Novembro Azul. Clique AQUI e Saiba mais

Implementação da campanha contra o câncer de próstata---------------------------

Estamos no "Novembro Azul", mês de conscientização  dos homens sobre a importância do cuidado e do diagnóstico precoce do câncer de próstata. A Prefeitura de Itaperuna através da Secretaria de Saúde em parceria com a UNIG – Universidade Iguaçú, Atenção Básica, NICES,Laboratório Roberto Braga, Programa Saúde do Homem e Programa IST/AIDS aderiram à campanha, neste sábado, 10/11, das 08 às 12 horas na Feira Livre de Itaperuna, com ações voltadas especificamente à saúde do homem em geral, esclarecendo dúvidas relacionadas ao câncer de próstata, prevenção e tratamento da doença, além de realização requisição de exame de PSA, Teste Rápido para Sífilis e aferição de pressão.
O médico urologista Dr. Paulo Cesar, participou ativamente da Campanha juntamente com os alunos do quarto, oitavo e décimo período de medicina da UNIG, Coordenador de Planejamento Uenes Macedo, Enfermeiro Robinho, Coordenadora do Programa IST/AIDS, Débora Hypólito; Coordenador >O Secretário Olliver Barros ao comentar sobre o eventou, salientou sobre a implementação que vem sendo feita na Secretaria de Saúde de Itaperuna, no sentido de alertar a população sobre a importância da prevenção. De acordo com Olliver é mil vezes melhor prevenir do que remediar e a Secretaria Municipal de Saúde vem cumprindo o seu papel junto à comunidade.
Por Lael Santos
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Notícias em Geral · 12 de novembro de 2018 às 11:13

Segunda-feira 12:16 - Medicina: por que o suicídio nesse curso é tão comum? Clique na foto abaixo e Saiba mais

Por Natália Plascak Jorge em 03/09/18*----------

A campanha Setembro Amarelo, que busca conscientizar as pessoas sobre a prevenção ao suicídio, acontece no mês de setembro desde 2015 e levanta uma discussão importante: falar sobre o assunto é sempre a melhor solução.

A questão ainda é considerada um grande tabu pela sociedade, e a sua repercussão envolve diferentes pontos de vista. Nos últimos tempos, foi possível acompanhar algumas delas, como a série 13 Reasons Why, da Netflix, que mostrou a história de uma adolescente e suas razões de ter tirado a própria vida; o jogo da Baleia Azul, baseado em tarefas que resultavam em automutilações compartilhadas nas redes sociais do mundo todo, e até mesmo os casos de estudantes de Medicina da USP (Universidade de São Paulo), uma das mais renomadas do país, que tentaram suicídio e mostraram como eles estão inseridos em um meio de grandes vulnerabilidades.

Segundo o CVV (Centro de Valorização da Vida), uma organização não governamental que faz atendimento de apoio emocional, 32 brasileiros se suicidam por dia (1 a cada 45 minutos). De acordo com a Organização Mundial da Saúde, 9 em cada 10 casos poderiam ser prevenidos.

O que pode ficar difícil de entender nisso tudo é como buscar ajuda se a pessoa não sabe que pode ser ajudada ou como é possível ajudar um amigo ou familiar se as pessoas não sabem quais são os sinais e a abordagem mais adequada com alguém que está prestes a cometer suicídio.

Os números sobre o suicídio


A Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), em suas orientações sobre como abordar esse tema, mostra que as estatísticas sobre o suicídio são difíceis de ser buscadas e comprovadas de uma forma geral. Nem sempre os atestados de óbito trazem a natureza da morte, por isso a grande dificuldade de saber se as mortes foram por homicídio, suicídio ou até mesmo acidente. Os métodos da pesquisa também podem variar conforme cada país, por isso, os dados precisam ser divulgados com responsabilidade.

Outro ponto levantado por essa publicação da ABP é que a estimativa de tentativas de suicídio supera o número de suicídios em pelo menos dez vezes.

Fatores que podem desencadear o suicídio entre estudantes


Atualmente, o suicídio é a terceira causa de morte na faixa dos 15 e 35 anos e, nas últimas décadas, tem aumentado o percentual entre os jovens em todo o mundo. Na perspectiva da saúde pública, ele é um fenômeno social de distribuição bastante irregular, por isso, fica difícil definir uma causa única. O que existe, de fato, são situações de vulnerabilidade que podem acometer as pessoas e fazer com elas vejam no suicídio a única alternativa.

Para a Dra. Juliana Bernardo Vicente Alves, médica psiquiatra voluntária no NAE (Núcleo de Apoio aos estudantes da Unifesp) e no Núcleo Trans (Núcleo de Estudos, Pesquisa, Extensão e Assistência à Pessoa Trans Professor Roberto Farina Unifesp), existem alguns fatores de risco para o suicídio consolidados para toda a população, inclusive, adolescentes: gênero masculino, não ter um relacionamento estável, extremos de situação socioeconômica, residir em área urbana, ser ateu, isolamento social, situação de perdas recentes, ter história familiar de suicídio, ter tido uma tentativa anterior de suicídio, ter doença física incapacitante, etc.

A questão química também deve ser considerada. Sabe-se que o cérebro funciona às custas de neurotransmissores e que eles têm uma importância muito grande no ato final do suicídio. A serotonina é responsável pelas atitudes ligadas ao impulso e a noradrenalina tem um papel fundamental no interesse que as coisas despertam no indivíduo. Diversos fatores podem influenciar tal funcionamento como, por exemplo, as patologias psiquiátricas. Entre os suicidas, estima-se que 15% apresentam depressão grave, 15% alcoolismo e 10% esquizofrenia. Outro aspecto que chama atenção é o notório e crescente diagnóstico de transtornos de personalidade nesses indivíduos.

Os estudantes e os adolescentes apresentam características inerentes à fase de transição em que vivem. Eles podem apresentar fatores de risco adicionais para o suicídio: a tendência natural para se comunicar por meio da ação (uso de substâncias psicoativas, por exemplo); as mudanças biopsicossociais anteriores ao início da vida adulta (inclusive com uma maior instabilidade emocional) e o fato de estar inserido em uma sociedade que cobra, cada vez mais precocemente, responsabilidades e desempenhos máximos em uma atmosfera de grande competitividade.

A campanha Setembro Amarelo é uma oportunidade de falar sobre o assunto. Ajudamos a quebrar um tabu e a prevenir o suicídio. Carlos Correia, voluntário no CVV

O que o curso de Medicina tem de tão complicado


Cursos como os de Medicina lidam com muita pressão. Eles são, na maioria das vezes, em período integral, por isso, requerem uma grande dedicação dos estudantes e possuem uma rotina muito desgastante.

Quem faz o curso, geralmente, sonhou muito com isso e passou muitos anos fazendo cursinho para conquistar a tão almejada aprovação. Muitas vezes, aquelas grandes expectativas se transformam em uma realidade frustrante, cheia de cobranças e responsabilidades gigantescas, afinal, esses estudantes estão lidando com o fato de assistirem às aulas, fazerem atendimentos, provas e procedimentos e cuidando de outra vida humana.

Além disso, a carga emocional administrada é grande porque esse estudante ida:


  • Tem perdido prazer nas coisas rotineiras, ou perdido sentido da vida?

  • Perdeu a esperança, seria melhor morrer?

  • Sente-se útil?

  • Tem esperança no futuro?

  • Às vezes, pensa em simplesmente sumir?

  • Pensa que é melhor morrer?

  • Quer ser ajudado?


Uma vez identificado, é importante não desqualificar o sofrimento, mantendo uma atitude não crítica e não julgadora. É fundamental orientar sobre as possibilidades de apoio existentes, como os serviços de ajuda. É importante também acionar os familiares dessa pessoa. No caso de risco de suicídio iminente, é necessária uma intervenção imediata buscando um serviço de urgência para uma avaliação melhor.
“90% dos casos de suicídio podem ser prevenidos, desde que existam condições mínimas para oferta de ajuda voluntária ou profissional”

Mitos e verdades


O estigma é um dos grandes vilões do suicídio. Ele faz com que muitas pessoas não busquem ajuda e não recebam o auxílio adequado.

Algumas posturas e crenças são errôneas e devem ser evitadas. Frases como: “Quem quer se matar se mata mesmo”; “Está ameaçando para manipular”; “Na próxima, faça de verdade”; “Quem se mata é diferente de quem apenas fica tentando”; “Quem quer se matar mesmo, não fica ameaçando”; “Quem já teve várias tentativas não quer morrer mesmo”; entre outras, levam a uma conduta muito equivocada.

Não se deve menosprezar nenhuma tentativa de suicídio. Segundo a Dra. Juliana, de 15% a 25% dos que tentaram suicídio cometem outra tentativa em 1 ano e 10% conseguem se matar em 10 anos. Sabe-se também que 80% das pessoas que tentaram suicídio avisaram de alguma forma sua intenção. Infelizmente, os números têm crescido de forma significativa mundialmente.

Outro mito sobre o suicídio é acreditar que não se deve abordar o tema diretamente. Falar sobre ele não induz ao suicídio. Deve-se questionar, de uma forma neutra e empática (colocando-se no lugar do outro), sobre o pensamento e o planejamento suicida em pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade. Também é importante falar sobre o assunto com a finalidade de educar, prevenir e orientar a população. A educação e a desmistificação do tema são fundamentais para diminuir esse fenômeno.

Por muito tempo não se falou abertamente sobre o suicídio por medo do chamado "Efeito Werther". Muitos acreditam que falar sobre o assunto poderia inspirar ondas de casos por imitação. O nome desse efeito vem do protagonista do livro Os Sofrimentos do Jovem Werther, de Goethe, publicado em 1774, com a história de um rapaz que tira a própria vida após uma desilusão amorosa e cujo exemplo teria causado outros suicídios de jovens.

Algumas iniciativas para combater o suicídio


Na Unifesp, há um trabalho bastante interessante do Núcleo de Apoio aos Estudantes para tentar identificar os alunos que estão em situação de maior vulnerabilidade. A Dra. Juliana trabalha como médica psiquiatra na triagem e atendimentos dessas pessoas. No NAE, são realizadas diversas intervenções (como acompanhamento psicológico e psiquiátrico) com o propósito de impedir que possíveis alterações psíquicas levem a algum comprometimento do aluno. O serviço também tem feito, junto a vários departamentos da Unifesp, encontros e eventos para promover uma psicoeducação aos graduandos da universidade: são feitas palestras sobre a qualidade de vida ao longo da graduação, sobre o que são as doenças mentais e quais suas relações com o suicídio. Mostram-se também dados epidemiológicos sobre o suicídio, sobre os recursos disponíveis que o aluno tem dentro da universidade (para buscar ajuda se necessário), entre outros. Trata-se de um núcleo com a finalidade de educar e assistir o aluno que apresenta alguma demanda em relação à sua saúde mental.
A fraternidade é a vacina para tudo. Se a gente conseguisse ser mais fraterno e aprendesse a ouvir e respeitar o outro, as coisas poderiam ser diferentes. Carlos Correia, voluntário no CVV

Outra iniciativa é o projeto da Dra. Natália Cruz Rufino, médica psiquiatra vinculada ao Cria-Unifesp (Centro de Referência da Infância e da Adolescência), que avalia os fatores de risco e proteção para tentativa de suicídio na adolescência e suas implicações na aderência ao tratamento.

O Conselho Regional de Medicina de São Paulo lançou uma cartilha sobre Saúde Mental voltada para médicos jovens e estudantes de Medicina. A ideia é que isso ajude a identificar, acompanhar e dar suporte aos transtornos mentais de uma forma mais precoce para prevenir o suicídio na área médica.

Como pedir ajuda:


Centro de Valorização da Vida (CVV): 141
O atendimento de apoio emocional do CVV acontece 24 horas por dia, via telefonee-mail, chat, Skype e nos postos do CVV.

E você? Apoia a discussão sobre o suicídio? O que acha da campanha Setembro Amarelo?

Matéria publicada originalmente em 21/09/2017.
*Natália Plascak Jorge
Jornalista de formação e de coração. Acredita que a educação é a melhor forma de transformar a vida de uma pessoa.
Transcrito do Site Quero Bolsa
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Notícias em Geral · 11 de novembro de 2018 às 16:10

Itaperuna Domingo 17:23 - Acidente com Ônibus, Táxi e Camionete na Cidade Nova. Clique na foto e Assista ao Vídeo

 

 

O Acidente aconteceu por volta das 12:30 deste Domingo 11/11/18, em frente ao Centro Poliesportivo, e de acordo com o motorista, o ônibus estava vazio, no Táxi estavam o Motorista e sua esposa e na camionete Toro, apenas o condutor da mesma. Um encarregado da Viação Santa Lúcia que compareceu ao local, não confirmou ter aco acontecido uma falha mecânica.

Da redação do Blog do Adilson Ribeiro

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