Autor

Adilson Ribeiro

Notícias em Geral · 22 de setembro de 2018 às 21:46

Entretenimento - Sábado - 21:45 - 9ª noite do Festival de Brasília celebra diversidade de gênero e exibe filme intitulado "Bixa Travesty". Clique na imagem e saiba mais

A diversidade de gênero marcou a nona e última noite da mostra competitiva no 51° Festival de Brasília. Foram exibidos os curtas Reforma (PE), de Fábio Leal, e BR3 (RJ), de Bruno Ribeiro, e o documentário Bixa Travesty (SP), longa de Claudia Priscilla e Kiko Goifman estrelado pela cantora Linn da Quebrada.

“Neste crescimento, no Brasil e do mundo, desse moralismo careta, de direita, é importante aprendermos com o afeto”, disse Goifman, vencedor do festival com FilmeFobia (2007).

“Que delícia fazer parte disso, estar neste festival. Acho que não havia melhor forma de estrear o filme no Brasil, neste festival tão político. Cada vez mais tenho percebido que não estamos sozinhas. Isso não deixa de ser celebração das nossas vidas”, discursou Linn, muito aplaudida pelo público.

“É disputa por territór ta, de direita, é importante aprendermos com o afeto”, disse Goifman, vencedor do festival com FilmeFobia (2007).

“Que delícia fazer parte disso, estar neste festival. Acho que não havia melhor forma de estrear o filme no Brasil, neste festival tão político. Cada vez mais tenho percebido que não estamos sozinhas. Isso não deixa de ser celebração das nossas vidas”, discursou Linn, muito aplaudida pelo público.

“É disputa por território, por novo espaço no imaginário social. E, principalmente, por nossos corpos. Que esse festival seja ação e motor para novas estratégias entre nós, principalmente nesse momento político de crise. Toda criação envolve também destruição. E eu estou aqui para matar, roubar e destruir”, disse, ovacionada. “O patriarcado, né, gente?!”, completou.

BR3 foi gravado no Complexo da Maré. Bruno Ribeiro falou sobre o orgulho de estar em Brasília apresentando o filme. “Tem sido dias muito especiais aqui. As trocas e conversas. Já estou sentindo saudades. Inclusive do chuveiro do hotel, muito bom”, brincou o cineasta.

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Notícias em Geral · 22 de setembro de 2018 às 21:34

Mundo - Sábado - 21:35 - Papa aceita renúncia de mais 2 bispos chilenos por pedofilia; Igreja Católica chilena enfrenta 119 inquéritos.

O Vaticano informou nesta sexta-feira (21/9) que o papa Francisco aceitou o afastamento de mais dois bispos chilenos envolvidos em escândalos de pedofilia. Tratam-se dos bispos de San Bartolomé de Chillan, monsenhor Carlos Eduardo Pellegrin Barrero, e de San Felipe, monsenhor Cristian Enrique Contreras Molina.

O Papa nomeou administradores apostólicos para o dois postos, com base no “sede vacante et ad nutum Sanctae Sedis”, até que seja tomada uma decisão à respeito dos casos. Barrera, de 60 anos, é ex-reitor do Colégio do Verbo Divino e foi investigado em 2011 pela Procuradoria-Geral do Chile devido a uma denúncia anônima, via e-mail, sobre um caso de abuso sexual contra um estudante.

O e-mail menciona “festinhas”, com bebida alcoólica, envolvendo estudantes menores de idade, e relatava que dois jovens teriam se suicidado após sofrerem abusos.

Molina, por sua vez, é um dos sete bispos citados no relatório da Procuradoria nacional do Chile sobre casos de pedofilia no país. Uma investigaçã ado em 2011 pela Procuradoria-Geral do Chile devido a uma denúncia anônima, via e-mail, sobre um caso de abuso sexual contra um estudante.
O e-mail menciona “festinhas”, com bebida alcoólica, envolvendo estudantes menores de idade, e relatava que dois jovens teriam se suicidado após sofrerem abusos.

Molina, por sua vez, é um dos sete bispos citados no relatório da Procuradoria nacional do Chile sobre casos de pedofilia no país. Uma investigação contra o religioso chileno foi aberta em 28 de junho, com suspeitas de crimes “contra a ordem da família, a moralidade pública e a integridade sexual”.

O escândalo de pedofilia no Chile tem afetado a Igreja Católica e já acumula 119 inquéritos. Isso provocou uma renúncia em massa dos religiosos locais. Com os dois afastamentos desta sexta, chega a sete o número de bispos removidos por Jorge Mario Bergoglio, o Papa Francisco, no país. Os outros cinco foram afastados em junho.

Fonte: Metrópoles

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Notícias em Geral · 22 de setembro de 2018 às 21:22

Eleições 2018: Centrais sindicais divulgam nota de repúdio a Bolsonaro alertando para "ameaça de retorno à ditadura". Clique na imagem e leia a nota na íntegra

Assinado por seis entidades, texto chama presidenciável do PSL de “antitrabalhadores” e alerta para “ameaça de retorno à ditadura”

Representantes de seis centrais sindicais divulgaram neste sábado (22) uma nota de repúdio ao candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro. O texto, intitulado “Sindicalistas contra o projeto fascista de Bolsonaro”, é assinado por representantes da Força Sindical, Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Nova Central Sindical, Intersindical e Conlutas.

A nota classifica Bolsonaro como “antitrabalhadores” e repudia o candidato do PSL “por sua postura antidemocrática, intolerante com minorias, que faz apologia da violência, e pela sua conivência com práticas repugnantes, como a defesa de torturadores”. Para os sindicalistas, a ele nização sindical, portanto, antitrabalhadores, por sua postura antidemocrática, intolerante com minorias, que faz apologia da violência, e pela sua conivência com práticas repugnantes, como a defesa de torturadores.

O horizonte que ele nos apresenta é de um país marcado pela exploração do trabalhador, pela violência, pelo racismo, pela discriminação, pela repressão, pela dilapidação do patrimônio nacional, pelo desrespeito aos direitos humanos e pelo desrespeito aos direitos democráticos, garantidos na Constituição, e ameaça de retorno à ditadura militar.

E nossa luta, como sindicalistas, é justamente o oposto disso: queremos um país com geração de empregos, trabalhadores valorizados e com poder aquisitivo, com licença-maternidade, férias, décimo-terceiro salário, com a PEC das Domésticas, com aposentadoria e respeito aos aposentados, valorização dos servidores públicos, um país marcado pela convivência pacífica e produtiva entre pessoas das mais diversas raças, origens, gêneros e culturas. Queremos um Estado laico e, sobretudo, respeito aos direitos sociais e democráticos garantidos pela Constituição e à soberania nacional.

Por eleições democráticas e por dias melhores para o Brasil, conclamamos a que todos digam não a Bolsonaro.

São Paulo, 22 de setembro de 2018

Miguel Torres, presidente interino da Força Sindical

João Carlos Gonçalves, Juruna, secretário-geral da Força Sindical

Adilson Araújo, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)

Wagner Gomes, secretário-geral da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)

José Avelino Pereira, Chinelo, presidente interino da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB)

Álvaro Egea, secretário-geral da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB)

José Calixto Ramos, presidente da Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST)

Moacyr Auersvald, secretário-geral da Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST)

Edson Índio, secretário-geral da Intersindical

Nilza Pereira, da Direção Nacional da Intersindical

Atnagoras Lopes, da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas

Joaninha de Oliveira, Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas

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Notícias em Geral · 22 de setembro de 2018 às 21:13

Famosos - Sábado - 21:10 - Atriz Yasmin Brunet e marido postam foto sensual e chocam fãs. Clique na imagem e saiba mais

Yasmin Brunet chamou atenção no Instagram no sábado (22/9) de manhã. A atriz e modelo compartilhou um clique no qual aparece só de calcinha com o marido, Evandro Soldati, que está sem camisa.

A foto ousada causou e os seguidores elogiaram o casal. “Que boy magia delícia”, comentou uma fã. “Pode me falar o segredo?”, pediu outra. A dupla está junta há mais de 10 anos e mostra que a paixão deles ainda está vivíssima.


Uma publicação compartilhada por 🌜✨Yasmin Brunet ✨🌛 (@yasminbrunet1) em

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Notícias em Geral · 22 de setembro de 2018 às 20:59

Brasília - Sábado - 21:00 - Mulher é torturada e mantida em cativeiro pelo companheiro por 22 horas.

Um homem de 40 anos foi preso em flagrante por torturar e manter a companheira em cárcere privado. A vítima, uma aposentada de 53 anos, contou com a ajuda de uma amiga para denunciar à polícia as agressões, que duraram mais de 20 horas. Renato Chaves Sobrinho foi autuado por injúria, ameaça, tortura, violência doméstica e cárcere privado, e encaminhado ao Complexo Penitenciário da Papuda.

Com cortes e hematomas no rosto, braços e pescoço, a vítima contou à equipe da 27ª Delegacia de Polícia, no Riacho Fundo, que foi espancada com socos, chutes e golpes de cinto. Indignado com uma suposta traição, o companheiro teria tentado asfixiar a mulher, primeiro com as mãos e depois com um saco plástico e um travesseiro.

As agressões começaram por volta das 15h da última quinta-feira (20/9) e só cessaram às 13h do dia seguinte – horário que o agressor precisava se apresentar ao trabalho, na Administração Regional da cidade. Conforme o relato da vítima, durante todo o tempo em que foi mantida em cárcere privado, a aposentada teria sido ameaçada com uma faca e um revólver. Ela disse ter ficado na mira da arma em diversos momentos, enquanto ouvia xingamentos. O agressor também teria pressionado uma faca no pescoço da companheira.

Antes de ir embora, Renato ainda cortou o cabelo da mulher. A aposentada conseguiu pedir ajuda de uma amiga e se dirigiu à 27ª DP para registrar ocorrência. Uma equipe da delegacia se deslocou até o trabalho do agressor, onde realizou a prisão. Ao ser detido, o homem alegou ter apenas “empurrado” a companheira para se defender durante uma discussão. Após as pro em cárcere privado. A vítima, uma aposentada de 53 anos, contou com a ajuda de uma amiga para denunciar à polícia as agressões, que duraram mais de 20 horas. Renato Chaves Sobrinho foi autuado por injúria, ameaça, tortura, violência doméstica e cárcere privado, e encaminhado ao Complexo Penitenciário da Papuda.

Com cortes e hematomas no rosto, braços e pescoço, a vítima contou à equipe da 27ª Delegacia de Polícia, no Riacho Fundo, que foi espancada com socos, chutes e golpes de cinto. Indignado com uma suposta traição, o companheiro teria tentado asfixiar a mulher, primeiro com as mãos e depois com um saco plástico e um travesseiro.

As agressões começaram por volta das 15h da última quinta-feira (20/9) e só cessaram às 13h do dia seguinte – horário que o agressor precisava se apresentar ao trabalho, na Administração Regional da cidade. Conforme o relato da vítima, durante todo o tempo em que foi mantida em cárcere privado, a aposentada teria sido ameaçada com uma faca e um revólver. Ela disse ter ficado na mira da arma em diversos momentos, enquanto ouvia xingamentos. O agressor também teria pressionado uma faca no pescoço da companheira.

Antes de ir embora, Renato ainda cortou o cabelo da mulher. A aposentada conseguiu pedir ajuda de uma amiga e se dirigiu à 27ª DP para registrar ocorrência. Uma equipe da delegacia se deslocou até o trabalho do agressor, onde realizou a prisão. Ao ser detido, o homem alegou ter apenas “empurrado” a companheira para se defender durante uma discussão. Após as providências de praxe, ele foi encaminhado à Papuda.

Fonte: Metrópoles

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