Autor

Adilson Ribeiro

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Notícias em Geral · 21 de setembro de 2018 às 11:29

Famosos - Sexta-feira - 11:30 - Chico Buarque, Anitta e IZA são indicados ao Grammy Latino 2018.

O Grammy Latino 2018 ocorre no dia 15 de novembro e, nesta quinta-feira, 20, a premiação revelou seus indicados – e há vários brasileiros na lista.

Nas categorias específicas de língua portuguesa, figuram artistas como Iza, Erasmo Carlos, Ana Vilela, Rubel, Lenine, Chitãozinho & Xororó e Michel Teló. Já nas categorias que englobam músicas de vários idiomas, as representantes brasileiras são Anitta e Pabllo Vittar.

Confira abaixo a lista de todos os brasileiros indicados:

Melhor Álbum de Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa


  • Noturno – Anaadi

  • Amor É Isso – Erasmo Carlos

  • Dona de Mim – Iza

  • Ana Vilela – Ana Vilela

  • Xenia – Xenia


Melhor Álbum de Rock ou de Música Alternativa em Língua Portuguesa

  • Recomeçar – Tim Bernardes

  • Relax – Kassin

  • Lenine em Trânsito – Lenine

  • Casas – Rubel

  • Ecos do Acaso e Caos de Caos – Jay Vaquer

  • Melhor Álbum de Música Sertaneja

  • Sentimento de Mulher – Solange Almeida

  • 70 Anos – As Galvão

  • Contraste – Naiara Azevedo

  • Elas em Evidências – Chitãozinho & Xororó

  • Dois Tempos, Parte 2 – Zezé Di Camargo & Luciano

  • Sou do Interior (ao vivo) – Fernando & Sorocaba

  • Bem Sertanejo – O Show – Michel Teló


  • Melhor Álbum de Música de Raízes em Língua Portuguesa


  • Daquele Jeito – Anastácia

  • Mariza – Mariza

  • +AR – Almir Sater & Renato Teixeira

  • Fitxadu – Sara Tavares

  • Borghetti Y rol G, Antonio Rayo e Omar Sabino

  • Sensualidad – J Balvin, Bad Bunny, Juan M. Frías, Luian Malave, Prince Royce, Edgar Semper e Xavier Semper

  • X-J. Balvin, Nicky Jam & Juan Diego Medina Vélez

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Notícias em Geral · 21 de setembro de 2018 às 10:59

Brasília - Sexta-feira - 11:00 - Vídeo mostra momento da prisão de diplomata por agredir namorada. Clique na imagem e assista

Veja imagens do momento em que policiais militares prenderam o diplomata Renato de Ávila Viana, na manhã desta quarta-feira (19/9). Ele foi detido após vizinhos ouvirem gritos de socorro da namorada dele no imóvel, na 304 Norte.

De acordo com os policiais, a vítima apresentava vários ferimentos nos braços. Autuado por dano ao patrimônio, desacato, lesão corporal e violência doméstica, Viana foi liberado horas depois de ser levado para a 5ª Delegacia de Polícia (área central). Ele pagou cerca de R$ 1 mil de fiança.

De acordo com apuração da reportagem, Viana teve um ataque de ciúmes por causa de mensagens e ligações que estavam no celular da namorada. Ele teria jogado no chão o aparelho, que ficou destruído, agarrado a vítima pelos braços e a sacudido. Em seguida, a mulher teria se debruçado na janela e gritado por socorro.

Ao chegarem ao apartamento, os policiais teriam sido recebidos com xingamentos. Entres eles, “safados” e “vagabundos”. Como nem o diplomata nem a namorada abriram a porta, os PMs a arrombaram com um pontapé.


“Ouvi os gritos e ela [a namorada] pedindo socorro, mas não sei quem acionou a polícia. Provavelmente foi um vizinho que viu a confusão”, disse um dos moradores do bloco onde o diplomata mora, que preferiu não se identificar.

Advogada de Viana, Dênia Érica Gomes Magalhães assegurou que o episódio com a namorada não envolveu violência doméstica. “Tanto que o acusado pagou fiança e foi liberado”, disse a defensora. Logo após ser solto, o diplomata foi visto no prédio. A reportagem interfonou três vezes para o apartamento do acusado, mas o sinal só dava ocupado.

Reação
Em nota, a presidente da Associação dos Diplomatas do Brasil, Vitoria Cleaver, pediu celeridade na apuração dos fatos e “aplicação urgente de medidas cabíveis ao caso”.

Ainda segundo o texto, o órgão “manifestou preocupação junto à alta esfera do Ministério das Relações Exteriores (MRE) diante dos atos de agressão repetidamente praticados pelo diplomata Renato de Ávila Viana”.

Um dia após ser preso pela Polícia Militar suspeito de agredir uma mulher, o diplomata brasileiro Renato de Ávila Viana foi demitido do Ministério das Relações Exteriores. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (20/9). Ele ocupava o cargo de primeiro-secretário.

A demissão não está relacionada diretamente à prisão, ocorrida nessa quarta-feira (19). A medida é resultado de processo administrativo contudo, configurar uma patologia psíquica. Desta forma, as reações emocionais reveladas pelo servidor não chegam a caracterizar, em termos psicopatológicos, alterações de comportamento significativas”, diz o laudo.

Em 2015, a Embaixada do Brasil em Caracas encaminhou ao MRE denúncia de uma venezuelana que alegava ter “sofrido ameaças, maltrato psicológico e tentativa de sequestro por parte de Renato de Ávila Viana”, como consta na sindicância à qual tivemos acesso. A vítima enviou uma cópia da medida cautelar expedida contra o diplomata pela Divisão de Investigações e Proteção à Mulher da Venezuela.

A mesma investigação apurou comportamento agressivo do brasileiro em um evento no Instituto Cultural Brasil-Venezuela, quando ele agrediu verbalmente colegas e prestadores de serviços, durante uma festa após um jogo do Brasil na Copa do Mundo de 2014. O processo concluiu que não havia provas suficientes para puni-lo sobre a agressão à venezuelana. O servidor do Itamaraty ficou afastado das funções por 10 dias, pelo comportamento inadequado no evento diplomático.

Com esse histórico, Viana, que era primeiro-secretário, perdeu cargos de confiança no Itamaraty e foi alocado em uma seção conhecida como “depósito” de servidores, o Departamento de Assistência Administrativa e Operacional (Gaoa).

Prisão
Nessa quarta (19), Renato foi detido após vizinhos ouvirem gritos de socorro da atual namorada dele em um apartamento na 304 Norte. De acordo com os policiais, a vítima apresentava vários ferimentos nos braços. Autuado por dano ao patrimônio, desacato, lesão corporal e violência doméstica, Viana foi liberado horas depois de ser levado para a 5ª Delegacia de Polícia (área central). Ele pagou cerca de R$ 1 mil de fiança.

Renato teria tido um ataque de ciúmes por causa de mensagens e ligações que estavam no celular da namorada. Ele teria jogado o aparelho no chão, agarrado a vítima pelos braços e a sacudido. Em seguida, ela teria se debruçado na janela e gritado por socorro.

Ao chegarem ao apartamento, os policiais teriam sido recebidos com xingamentos. Entres eles, “safados” e “vagabundos”. Como nem o diplomata nem a namorada abriram a porta, os PMs arrombaram o lugar com um pontapé.

Fonte: Metrópoles

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Notícias em Geral · 21 de setembro de 2018 às 10:24

Campos dos Goytacazes - Sexta-feira - 10:25 - Homem preso com ecstasy, LSD, maconha, lança-perfume, éter, cocaína e dinheiro.

Um homem foi preso na noite desta quinta-feira (20/09) , no Jardim Carioca, em Campos, com cocaína, maconha, ecstasy, dinheiro e material para embalar drogas. Os PMs faziam patrulhamento de rotina e abordaram o motorista de um Fiat Uno.

De acordo com a ocorrência, os policiais encontraram resíduos de maconha no interior do carro e o condutor teria informado ser usuário. Ainda segundo os PMs, o homem identificado como M. V. M. de S. teria dito que em sua casa havia uma certa quantidade de droga.

Os policiais foram até a residência do suspeito que fica no mesmo bairro e encontraram uma sacola contendo maconha, duas embaladoras, diversas caixas de seda, 01 caderno de anotações, R$ 10.000,00 em espécie e um controle de portão automático. Após buscas pela vizinhança, os PMs encontraram um apartamento, a qual as chaves se encontravam no interior do veículo. No imóvel os embalar

*diversas caixas fechadas de seda.

Fonte: Ururau

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Notícias em Geral · 21 de setembro de 2018 às 10:02

Rio de Janeiro - Sexta-feira - 10:05 - Segundo pacientes, funcionários do Hospital Albert Schweitzer deixam de atender por falta de pagamento.

Pacientes que foram à emergência do Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, na madrugada desta sexta-feira, tiveram que voltar para casa sem atendimento. Isso porque, de acordo com eles, os funcionários da unidade se negam a atender pessoas que não estiveram em estado de saúde considerado grave porque estariam sem receber salários.

O instalador de blindex Sidnei Ramos, de 38 anos, chegou ao Albert Schweitzer por volta da 1h40 da madrugada desta sexta para ser atendido de dores nas costas. Teve que voltar para casa sem uma consulta. Segundo ele, os funcionários da unidade disseram que não há ortopedista por falta de pagamento.

Eu vim de Santíssimo. Trabalhei o dia inteiro e não pude do noite desta quinta, os funcionários disseram que não podiam atender Celio e que ele deveria ser levado para outro hospital.

— Agora que vocês (imprensa) chegaram, me chamaram e disseram que vão fazer hemograma e ultrassonografia do abdômen. Mas, mesmo assim, a médica disse que vai demorar muito para sair o resultado. — completou Ruth.

A estudante Kethelen Karoline Manhães Quefes, de 17 anos, conseguiu ser atendida após uma longa espera. Grávida de 13 semanas, ela chegou ao hospital às 15h desta quinta-feira com muitas dores abdominais. Conseguiu fazer um exame de sangue às 20h, cinco horas depois. O resultado só saiu por volta das 2h:

— Estou com infecção urinária e cheguei com muitas dores no hospital. Fiquei esperando muito tempo para fazer o exame. E agora que saiu o resultado, eles disseram que não é nada. Só me passaram um remédio para dor. Vi muitas pessoas que chegaram aqui e voltaram sem serem atendidas. Os funcionários do hospital disseram que só vão atender em caso de vida ou morte, porque estão sem receber o pagamento — afirmou Kethelen.

PROBLEMA RECORRENTE

Na madrugada do último dia 13, a falta de maqueiros na unidade foi superada pela solidariedade. Familiares e amigos de pacientes ajudaram a levá-los para dentro do hospital. A redução do número de funcionários naquele dia devido ao atraso de três meses no pagamento. O Albert Schweitzer é administrado pela Organização Social Cruz Vermelha do Rio Grande do Sul.

Na ocasião a Secretaría Municipal de Saúde emitiu a seguinte nota:

"O Hospital Municipal Albert Schweitzer (HMAS) é uma unidade de urgência e emergência que funciona de porta aberta e não recusa pacientes que necessitem de assistência. Em virtude disso, podem, em algumas ocasiões, funcionar acima de sua capacidade ideal, dificultando o acolhimento e transportes dos pacientes. Não procede a informação sobre falta de maqueiros.

O plantão diurno de hoje (13) conta com ortopedistas e com maqueiros. Vale esclarecer também que, das 11h às 14h, a unidade realizou 58 atendimentos na emergência. Portanto, não procede a informação de restrição no atendimento neste período. No entanto, casos mais graves têm prioridade.

A Secretaria Municipal de Saúde conta com quatro pontos de referência para emergências neurocirúrgicas. Um que atende ao Centro e Grande Tijuca, no Hospital Municipal Souza Aguiar; um que atende à Zona Sul e região da Barra da Tijuca, no Hospital Municipal Miguel Couto; outro que atende à Zona Norte, no Hospital Municipal Salgado FIlho; e outro que atende na Zona Oeste, no Hospital Municipal Pedro II. Entretanto todos os hospitais de urgência e emergência estão aparelhados para estabilizar os pacientes e realizar os exames necessários. Em caso de paciente grave, a unidade hospitalar irá transferir com prioridade o paciente via Central de Regulação para as unidades de referência na especialidade na rede.

A SMS informa que não há como responder sobre pacientes desconhecidos em unidades não informadas com diagnósticos ignorados pela demanda do jornal e solicita que envie mais informações sobre o caso, como a identificação do paciente, para que seja mais específica a apuração da situação.

Sobre a questão dos pagamentos, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informa ainda que já liquidou os processos de pagamento das organizações sociais e demais prestadores de serviços e que os repasses dependem de disponibilidade de caixa do Tesouro Municipal.

Não há orientação da SMS para restrição ou suspensão de quaisquer serviços e as Organizações Sociais gestoras de unidades de saúde foram notificadas de que não está autorizado o fechamento de unidades ou suspensão/restrição de serviços".

Fonte: Extra

Notícias em Geral · 21 de setembro de 2018 às 09:30

Brasil - Sexta-feira - 09:30 - Futuro presidente terá de enfrentar financiamento do SUS que atualmente atende 75% dos brasileiros.

A revitalização do Sistema Único de Saúde (SUS), responsável pelo atendimento exclusivo de cerca de 75% da população brasileira, hoje estimada em 208,5 milhões de pessoas, está entre os principais desafios do próximo presidente da República, juntamente com a segurança pública e a geração de empregos. Segundo dados do Ministério da Saúde, o SUS é um dos maiores sistemas de saúde do mundo: em 2017 foram realizados 3,9 bilhões de atendimentos na rede credenciada.

Entre os procedimentos mais frequentes, ao longo do ano passado, estão, por exemplo, consulta médica em atenção básica e especializada, visita domiciliar, administração de medicamentos em atenção básica e especializada, aferição de pressão arterial e atendimento médico em UPA (Unidade de Pronto Atendimento). A estrutura do SUS em todo o Brasil envolve 42.606 unidades básicas de saúde e o mesmo número de equipes do programa Saúde da Família, 596 UPAs, 2.552 centros de atenção psicossocial (Caps), 1.355 hospitais psiquiátricos, 436.887 leitos, 3.307 ambulâncias, 219 bancos de leite humano e 4.705 hospitais conveniados (públicos, filantrópicos e privados).

 



Info sus 2018



Info sus 2018 - EBC



Para financiar essa rede de atendimento, a pasta da Saúde tem o maior orçamento da Esplanada dos Ministérios. Em 2018, a previsão no Orçamento Geral da União é de R$ 130,2 bilhões, sendo R$ 119,3 bilhões para ações e serviços públicos. Quem está na ponta do sistema, no entanto, reclama de subfinanciamento da saúde pública.

Diagnóstico


Segundo o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Leonardo Vilela, as verbas federais são “absolutamente insuficientes” para custear o sistema público, o que vem obrigando os estados e os municípios a ampliarem sua participação. Isso, conforme Vilela, resulta em hospitais privados conveniados quebrando, filantrópicos endividados e atendimento precário nos hospitais públicos. “Se o próximo presidente não resolver a questão do financiamento, o sistema vai entrar em colapso”, afirmou.

O diagnóstico do presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Mauro Guimarães Junqueira, segue a mesma linha. “Os repasses federais vêm caindo nos últimos tempos. Não levam em conta aumento da população, nem o aumento do desemprego que joga mais pessoas no SUS, nem o envelhecimento da população, com consequente aumento das doenças crônicas. Também não considera os avanços tecnológicos, que custam caro”, argumentou.

Cálculos feitos pelos dois conselhos, com base em dados do Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (Siops), do Ministério da Saúde, mostram uma linha decrescente no fluxo de recursos federais para financiamento da saúde pública. Em 1993, a participação da União era de 72%, dos municípios, 16%; e dos estados, 12%. Em 2002, a União entrou com 52,4% das verbas, os municípios, com 25,5%; e os estados, com 22,1%.

No ano passado, a União aplicou R$ 115,3 bilhões em saúde, o que representa 43,4% do total de recursos públicos investidos no SUS. Os municípios entraram com R$ 81,8 bilhões (30,8%), e os estados com R$ 68,3 bilhões (25,8%).

Os dois secretários reconhecem a necessidade de melhorar a gestão do sistema público, por meio do treinamento e capacitação de gestores dos hospitais e unidades de saúde, mas argumentam que, ainda assim, a verba é insuficiente para atender a demanda da população. Segundo Vilela, a crise econômica, além de reduzir a arrecadação de impostos, colocou no sistema os trabalhadores desempregados que perderam planos de saúde, sobrecarregando ainda mais a rede pública. “Até para melhorar a gestão precisamos de mais recursos, pois um dos caminhos, a informatização, custa dinheiro”, disse.

Para o Conasems, um dos caminhos para ampliar o financiamento da saúde pública é a revisão da política de isenções fiscais concedidas a setores produtivos. “As desonerações representam mais do que o dobro do orçamento do Ministério da Saúde”, afirmou. Além disso, os conselhos defendem revisão das competências dos três entes da Federação e da repartição da arrecadação, bem como de leis que engessam a administração pública, refletindo diretamente na gestão do sistema de saúde.

Referência


Apesar das dificuldades, o Ministério da Saúde vê no SUS áreas de referência mundial. São bons exemplos a terapia antirretroviral, o sistema público de transplantes, o programa de imunizações, o banco de leite materno e a assistência farmacêutica. O SUS fornece 22 antirretrovirais, em 38 apresentações farmacêuticas, para o tratamento de portadores do HIV em todo o país. A organização do banco de leite humano brasileiro é referência para 40 países, sendo que 23 têm cooperação internacional com o Brasil para utilização do modelo.




Doação de leite materno



SUS é referência em banco de leite humano - Elza Fiúza/Arquivo/Agência Brasil



 

Segundo o Ministério da Saúde, o SUS mantém o maior sistema público de transplantes de órgãos do mundo, servindo de referência para outros países. No Brasil, 87% dos transplantes de órgãos sólidos são feitos no SUS, cujo paciente tem acesso à assistência integral – exames preparatórios, cirurgias, acompanhamento e medicamentos pós-transplantes.

A rede brasileira tem centrais de transplantes nas 27 unidades da Federação e conta com 13 câmaras técnicas nacionais, além de 494 estabelecimentos que realizam transplantes e 1.244 equipes habilitadas. Há também 70 organizações de busca de órgãos e 62 bancos de tecidos.

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