Autor

Adilson Ribeiro

Itaperuna e região · 04 de março de 2019 às 15:07

Leopoldina - Segunda-feira - 15:08 - Troca de tiros deixa duas pessoas feridas. Clique na imagem e saiba mais

Um homem e uma adolescente foram baleados, na cidade de Leopoldina - a 60 km de Muriaé - na noite deste domingo (3). O fato aconteceu no bairro Bela Vista e, conforme o site O Vigilante Online, de Leopoldina, as vítimas foram feridas durante uma troca de tiros entre ocupantes de um utilitário Ford Ecosport e homens que estavam na rua. Uma terceira pessoa teria sido atingida de raspão.

Ainda de acordo com o site, relatos iniciais informavam que o homem baleado havi te, relatos iniciais informavam que o homem baleado havia sido ferido nas costas e a menor na perna esquerda, sendo ambos socorridos pelo Corpo de Bombeiros e Samu e lavados à Casa de Caridade Leopoldinense.

Não há detalhes sobre o estado de saúde das vítimas, bem como da identidade dos envolvidos no tiroteio e sua motivação.

A PM recebeu informações de que o Ecosport teria seguido pela estrada que dá acesso à localidade de Vista Alegre - distrito de Cataguases -, e a cena do crime foi periciada pela Polícia Civil (PC), que irá investigar o caso.

Fonte: Rádio Muriaé.

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Brasil · 04 de março de 2019 às 14:54

Segunda-feira - 14:55 - Governo federal aposta em escolas compartilhadas com militares para combater a violência. Clique na imagem e saiba mais

A guinada militar na educação brasileira é uma das apostas do presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), para reduzir a criminalidade no país. Ancoradas em conceitos como respeito à hierarquia, disciplina, patriotismo e valorização da meritocracia, as escolas cívico-militares despontam com uma das principais políticas do Ministério da Educação (MEC), sobretudo para os ensinos fundamental e básico de áreas vulneráveis.

O Executivo federal finaliza um projeto que irá expandir esse modelo pelo país. O texto prevê a administração de escolas com auxílio das polícias, Forças Armadas e do Corpo de Bombeiros. Inicialmente, a adesão de estados e municípios será voluntária. Para cuidar do assunto, o MEC criou a Subsecretaria de Fomento às Escolas Cívico-Militares.

A tendência de militarização de unidades de ensino já tem crescido na capital federal. Um mês após quatro escolas públicas do Distrito Federal iniciarem o modelo de gestão compartilhada com a Polícia Militar (PMDF), outros colégios manifestaram interesse em participar do projeto. Diretores, professores e pais de alunos procuraram as regionais de ensino das cidades do DF para saber como ocorrerá o processo de expansão e verificar a probabilidade de fazerem parte da iniciativa: o governo local pretende ampliar a proposta, chegando a 200 instituições até 2023.

Outra unidade da Federação se prepara para implantar esse modelo de escola. Em Minas Gerais, o governador Romeu Zema (Novo) estuda a possibilidade para instituições com baixos índices educacionais e alta taxa de violência.

No país, já existem 120 escolas do tipo, em 17 unidades da Federação. Goiás é o estado com mais instituições cívico-militares: 60 colégios estaduais coordenados pela Polícia Militar oferecem educação a 65 mil alunos. Policiais da reserva ou com algum tipo de restrição assumem a gestão dos colégios.

Medida polêmica
Apesar da arrancada dessas escolas, as opiniões de quem monitora o setor são divergentes. Os escalados para implantar o modelo se baseiam nos bons resultados alcançados pelas unidades já existentes no território nacional, como, por exemplo, no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Na contramão, especialistas temem doutrinação ideológica e excesso de rigidez no ambiente escolar, além de outros possíveis efeitos que a medida pode acarretar.

Valter Marques, especialista em combate à violência e educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), é categórico: militarizar não resolve nenhum dos problemas. “Violência é uma construção de fatores sociais, onde interferem o desemprego, a desigualdade social, a falta de saneamento básico, de saúde e de construção familiar. Não é um policial na escola que resolverá toda essa questão”, pondera.

Para ele, a solução “simplifica” o problema. “A expertise militar tem que se dedicar à violência, não à questão educacional. A juventude brasileira enfrenta uma situação de vida delicada, sem perspectivas. Militarizar escolas não significa produzir uma boa educação”, conclui.

O sociólogo Antônio Carlos Mazzeo, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp), é mais incisivo: “Nenhum educador vai dizer que militarizar um colégio ajuda no processo do conhecimento e desenvolvimento pedagógico”. E acrescenta: “Fico preocupado com esse tipo de investida na educação, sobretudo quando se pensa em que tipo de educação se quer dar ao país. Ela será cidadã, democrática ou com mentalidade limitada?”.

Sucesso em Goiás
O governo goiano investe neste modelo há 20 anos e é categórico: os colégios militares alc o civismo e a questão disciplinar são diferenciais”, explica.

Para se ter dimensão do interesse crescente, no ano passado, segundo a secretária, foram oferecidas 5 mil vagas em escolas cívico-militares goianas. Os responsáveis interessados fazem um cadastro e concorrem a uma vaga por meio de sorteio. O governo goiano recebeu mais de 20 mil inscrições.

Lá, um dos exemplos do sucesso da experiência é o Colégio Estadual da Polícia Militar Dr. César Toledo, em Anápolis, distante 151 km de Brasília. A nota da instituição do Ideb saltou de 4,7 em 2007 para 7,5 em 2017. No Entorno do DF, Valparaíso de Goiás, Novo Gama e Luziânia contam com esse modelo de escola.

Fátima Gavioli acredita que esse tipo de educação será tendência nos próximos anos. “A escola [cívico-]militar funciona bem, está estruturada e é construída por meio do diálogo com a comunidade. Ela funciona de maneira eficaz e tem dado certo para as demandas do século 21”, conclui a secretária de Educação de Goiás.

DF segue mesmo roteiro


Igo Estrela/Metrópoles


Na mesma rota do governo federal, o Palácio do Buriti pretende ampliar ainda neste ano a militarização na educação. O Executivo local prepara um projeto de lei a ser enviado à Câmara Legislativa para formalizar o modelo.

O governo distrital pretende terminar 2019 com, ao menos, 40 instituições com o novo sistema de administração. O número pode chegar a 200 até 2023. Em duas semanas de aula, aumentou a procura por vagas em colégios militarizados no DF.

Mauro Oliveira, assessor especial do gabinete da Secretaria de Estado de Educação do DF, tem feito as amarras do projeto que o Executivo encaminhará ao Legislativo local. Para ele, essa é a solução para colégios com problemas de aprendizagem e violência.

“Não estamos falando de uma escola em condições razoavelmente normais. Não se reflete o tempo efetivo de aula que o professor consegue dar”, pondera. Apesar do foco nas instituições mais problemáticas, Mauro garante que os maus alunos não serão excluídos. “Há uma busca por segurança. Esse é um tema recorrente para as pessoas, foi muito visível no período eleitoral e se faz presente. É uma saída inteligente corrigir o problema da segurança dentro da sala de aula”, pondera.

Ele emenda: “A primeira grande dúvida foi se a rigidez seria algo extremamente forte. O resultado não é alcançado pelos militares, mas pela disciplina. Se fala demais do corte de cabelo, do horário, da farda, que são importantes, mas acessórios, não o foco do trabalho”.

Apesar de defender a proposta, Oliveira não acredita que ela será expandida em larga escala. “Chega uma hora que não há policial da reserva disponível. Com isso, tem que optar por ter policial na rua ou na escola. É um modelo de sucesso, mas que se torna limitado”, avalia.

Outro lado
Em nota, o Ministério da Educação informou que a Subsecretaria de Fomento às Escolas Cívico-Militares busca fortalecer a “sinergia de atuação entre os governos federal, estaduais e municipais, atuando de forma sistêmica, por meio de termos de cooperação nos quais serão estabelecidos os requisitos para criação e manutenção das escolas cívico-militares, como suporte orçamentário, recursos humanos e materiais necessários ao desenvolvimento e sucesso deste modelo educacional”.

A escolha da escola será feita após a observação das recomendações da pasta. “[São critérios] apresentar baixo desempenho no Ideb, localização em áreas de alta vulnerabilidade social, consulta e aceitação do modelo pela comunidade escolar e a disponibilidade de militares em cada localidade”, conclui o texto.

Fonte: Metrópoles.

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Brasil · 04 de março de 2019 às 14:33

Segunda-feira - 14:32 - No Twitter, Bolsonaro defende a criação da “Lava Jato da Educação”. Clique na imagem e entenda

Após dias sem se manifestar, Jair Bolsonaro (PSL) voltou às redes sociais. Se na noite de domingo (3/3) o presidente da República fez apenas comentários menos relevantes, às 6h desta segunda-feira (4) de Carnaval, ele deu mais detalhes sobre a operação batizada por ele de Lava Jato da Educação.

“Há algo de muito errado acontecendo: as prioridades a serem ensinadas e os recursos aplicados. Para investigar isso, o Ministério da Educação junto com o Ministério da Justiça, Polícia Federal, Advocacia e Controladoria-Geral da União, criaram a Lava-Jato (sic) da Educação”, explicou o chefe do Executivo brasileiro.

Ainda de acordo com o presidente, “dados iniciais revelam indícios muito fortes que a máquina está sendo usada para manutenção de algo que não interessa ao Brasil”. Bolsonaro dá a entender também que as investigações podem recair sobre os temas ensinados nas escolas do país.

Entenda
Em fevereiro, o ministro da Educação, Ricardo Vélez, disse que uma investigação na pasta pretendia “apurar indícios de corrupção, desvios e outros tipos de atos lesivos à administração pública”. O ministério afirma já ter identificado favorecimentos indevidos no Programa Universidade para Todos (ProUni), desvios no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), envolvendo o Sistema S, concessão ilegal de bolsas de ensino a distância e irregularidades em universidades federais.

Fonte: Metrópoles.

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Brasil · 04 de março de 2019 às 11:55

Rio de Janeiro - Segunda-feira - 11:55 - Pais deixam filho em casa para curtir carnaval e criança é vítima de incêndio. Clique na imagem para mais informações

Uma criança de 3 anos teve 90% do corpo queimado, na madrugada desta segunda-feira, após ser deixada sozinha em casa e a mesma pegar fogo, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio. Segundo informações iniciais, as chamas teriam começado a partir de um curto-circuito no retaria Municipal de Saúde, o estado de saúde é grave e a criança segue internada no Centro de Tratamento Intensivo (CTI).

Segundo a Polícia Militar, agentes foram acionados após a criança dar entrada no hospital com a ajuda de vizinhos, onde foi informado que a vítima estava em casa sozinha enquanto seus pais estavam curtindo carnaval da região. As chamas foram controladas pelos vizinhos e os pais foram presos em flagrante no Hospital.

Em nota, a Polícia Civil informou que "de acordo com a 35ª DP (Campo Grande) o caso foi registrado e pais foram presos em flagrante por abandono de incapaz. Perícia foi realizada", disse.

Fonte: O DIA.

Brasil · 04 de março de 2019 às 11:39

São João da Barra - Segunda-feira - 11:40 - [VÍDEO] Homem é assassinado durante desfile de carnaval. Clique na imagem e veja mais

Um homem foi assassinado na madrugada desta segunda-feira (04/03), durante os desfiles carnavalescos no município de São João da Barra.

De acordo com a Polícia Militar, a vítima identificada como Wagner Pereira Gonçalves, 26 anos foi atingida por disparos a queima roupa. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.

Vídeos que circulam nas redes sociais mostram os foliões correndo desesperados após os tiros. O desfile da escola Congos, que aconteceria depois da apresentação da Chinês, foi cancelado.

O corpo do homem foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Campos. A autoria e a motivação do crime são desconhecidas. A ocorrência foi registrada na 145 ª Delegacia de Polícia.

A Prefeitura de São João da Barra emitiu a seguinte nota:

A programação do carnaval 2019 em São João da Barra prossegue nesta segunda-feira. Lamentamos profundamente o ocorrido e informamos que todas as medidas foram adotadas, junto aos órgãos de segurança, para que a festa no município transcorra de forma ordeira e pací se cancelada. Qualquer informação acerca do episódio será de grande valia para as investigações da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ)

Fonte: Ururau.

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