Autor

Adilson Ribeiro

📢 Seja nosso anunciante

Brasil · 23 de fevereiro de 2019 às 16:51

Sábado - 16:50 - Confusão envolvendo José Loreto e Marina Ruy Barbosa causa atrasos em 'O sétimo guardião'. Clique na imagem e saiba mais

A confusão envolvendo José Loreto e Marina Ruy Barbosa causou atrasos no andamento da produção de “O sétimo guardião”. O ator, que não conseguiu gravar as cenas com a ruiva, ganhou folga ontem e hoje para colocar a cabeça e a vida pessoal em ordem. Marina e Loreto se estranharam numa gravação e o ator pediu a folga. Já a ruiva segue sua rotina de trabalho. Apesar de todo esse imbróglio, Marina continua gravando normalmente - inclusive está nos Estúdios Globo nesse sábado. O roteiro da semana, enviado na noite de quinta, só tinha as cenas de segunda com um aviso: “cenas do próximo bloco serão incluídas”.

Na segunda-feira, Loreto e Marina gravam cenas do noivado entre Júnior o do ator essa semana vai determinar os rumos do personagem na trama.

Até o capítulo 108, que está com o elenco desde ontem e vai ao ar no dia 16 de março, não há nenhuma cena de sexo entre Júnior e Luz - tipo de sequência que não deve ser escrita.

Fonte: Extra.

📢 Seja nosso anunciante
📢 Seja nosso anunciante

Brasil · 23 de fevereiro de 2019 às 16:34

Sábado - 16:35 - Mulheres trans e travestis devem ficar em presídios femininos, diz Dodge. Clique na imagem e saiba mais

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, defendeu nesta sexta-feira, em um parecer enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), medida cautelar para a transferência imediata de mulheres trans e travestis para prisões femininas, de acordo com sua identidade de gênero. A ação foi movida pela Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABLGT) e será analisada pelo ministro Luís Roberto Barroso.

Para Dogde, a manutenção de mulheres trans e de travestis em presídios masculinos contraria direitos fundamentais previstos na Constituição. A associação argumenta que há decisões conflitantes na Justiça sobre o tema e pede que transexuais somente cumpram pena em estabelecimento prisional compatível com o gênero com o qual se identificam. Para travestis, defende que possam optar por cumprir pena em estabelecimento prisional do gênero feminino ou masculino.





"É patente, assim, a existência de quadro de violação inconstitucional e inconvencional de direitos humanos das mulheres transexuais e de travestis mantidas em estabelecimentos prisionais incompatíveis com sua identidade de gênero", argumenta.

Dodge ressalta que decisões judiciais que negam a alocação de travestis e mulheres trans em presídios femininos contrariam orientação estabelecida pelo próprio STF. Em 2014, segundo a PGR, Barroso concedeu habeas corpus de ofício determinando a transferência de pessoas trans, de penitenciária masculina, para unidade feminina.

No texto, a procuradora-geral rebate argumentos usados para indeferir pedidos de transferência, como a ausência de cirurgia de transgenitalização e o risco à integridade física e sexual de mulheres cisgênero (que se identificam, em todos os aspectos, com o sexo de nascimento).

A PGR cita a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4.275, em que o STF alçou as identidades transgênero a um patamar de proteção constitucional. Na ocasião, os ministros reconheceram aos transgêneros que assim o desejarem, independentemente da cirurgia de transgenitalização, ou da realização de tratamentos hormonais ou patologizantes, o direito à substituição do nome e sexo no registro civil.

Também afirma que premissas "meramente hipotéticas" não podem prevalecer sobre os dados concretos sobre violência física, sexual, moral e emocional a que são submetidas transferência de pessoas trans, de penitenciária masculina, para unidade feminina.

No texto, a procuradora-geral rebate argumentos usados para indeferir pedidos de transferência, como a ausência de cirurgia de transgenitalização e o risco à integridade física e sexual de mulheres cisgênero (que se identificam, em todos os aspectos, com o sexo de nascimento).

A PGR cita a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4.275, em que o STF alçou as identidades transgênero a um patamar de proteção constitucional. Na ocasião, os ministros reconheceram aos transgêneros que assim o desejarem, independentemente da cirurgia de transgenitalização, ou da realização de tratamentos hormonais ou patologizantes, o direito à substituição do nome e sexo no registro civil.

Também afirma que premissas "meramente hipotéticas" não podem prevalecer sobre os dados concretos sobre violência física, sexual, moral e emocional a que são submetidas as travestis e mulheres transexuais mantidas em estabelecimentos prisionais incompatíveis com sua identidade de gênero.

"A invocação seletiva de razões de Estado para negar especificamente a uma categoria de sujeitos o direito à integridade física e psíquica, à dignidade, bem como outros direitos da personalidade, não é compatível com o sentido e alcance do princípio da jurisdição. Em tal sentido, recusar aos transgênero os mecanismos de reparação judicial de danos sofridos, deixando-os privados de qualquer proteção estatal, resultaria em manter excluída do Estado Democrático de Direito parte da população brasileira, o que contraria os valores fundantes da República delineada em 1988. O Direito deve ser capaz de acompanhar as mudanças cotidianas, estar atento às realidades sociais, “libertando-se de preconceitos que nos impedem de aceitar o próximo do jeito que é”. O Judiciário, em sua atuação, deve ter como premissa máxima a garantia da dignidade de todo ser humano, indistintamente", diz o parecer.

Fonte: Extra.

📢 Seja nosso anunciante
📢 Seja nosso anunciante

Brasil · 23 de fevereiro de 2019 às 16:18

Sábado - 16:15 - 'Esse prefeito é feio pra diabo', cantam os foliões do Imaginô, Agora Amassa. Clique na imagem e saiba mais

Em 2019, o Imaginô, Agora Amassa decidiu não desfilar, mas fazer um protesto. A manifestação começou às 9h deste sábado, na Praça Cláudio Coutinho, no Leblon. O alvo das críticas é a prefeitura do Rio e suas regras para o carnaval de rua. Sobrou até para o prefeito Marcelo Crivella, que foi lembrado na letra de marchinhas cantadas pelos foliões.

"Esse prefeito é feio pra diabo", diz uma das músicas. "O prefeito agora é madame Satã", provoca outra. Como se sabe, Crivella é bispo licenciado da Igreja Universal.Diferentemente dos anos anteriores, o tradicional bloco da Zona Sul celebrou o carnaval 2019 parado na praça, sem andar com o carro de som. Uma faixa com o dizer "mesmo proibido, olhai por nós" deu o tom do encontro.


A faixa com o dizer
A faixa com o dizer "mesmo proibido, olhai por nós" deu o tom do encontro Foto: Carolina Callegari

- Essa é uma manifestação para tentar salvaguardar o carnaval do Rio. Não defendemos que vire bagunça. Tem que ser ordenado, mas a prefeitura está se omitindo. Trouxemos até sacos de lixo e vassouras para limpar a praça depois. Sabemos que a Comlurb não deve vir - afirmou o produtor Luís Paulo Campos, um dos organizadores do protesto.

O ponto de encontro escolhido para manifestação fica próximo à esquina das ruas José Linhares e Conde Bernadotte, onde o grupo desfilou por hada por um grupo de amigos, Maria Helena Aquino concorda que deve haver outro modo de organizar o carnaval de rua.

- O prefeito tem feito um trabalho péssimo. Entendo que precise de uma organização porque os cidadãos do Rio são sem educação. Fazem xixi em qualquer lugar, jogam coisas no chão. Só acho que é preciso ter diálogo, o que não está acontecendo - diz a foliã.

Fonte: Extra.

📢 Seja nosso anunciante
📢 Seja nosso anunciante

Brasil · 22 de fevereiro de 2019 às 17:59

Sexta-feira - 18:00 - Pai defende Neymar de críticas e diz que ele não é 'mimado' em campo. Clique na imagem e saiba mais

Neymar da Silva Santos, pai e empresário de Neymar, resolveu falar do filho e o defendeu de críticas recebidas durante e depois da Copa do Mundo da Rússia, em 2018. Em entrevista ao canal SporTV, rebateu os comentários de jornalistas e ex-jogadores de que o meia da seleção brasileira e do Paris Saint-Germain seja "mimado" em campo.

"Quando as coisas são faladas repentinamente, várias vezes, ainda mais por alguém do seu tamanho e de uma emissora como a Globo, isso pode começar a vir l-md-12 col-sm-12 col-xs-12">

Notícias em Geral · 22 de fevereiro de 2019 às 17:46

Sexta-feira - 17:45 - Por tortura, casal que mantinha filhos em cativeiro terá prisão perpétua. Clique na imagem para mais informações

David Turpin, de 57 anos, e Louise Turpin, de 50, deverão ser condenados à prisão perpétua na Califórnia, nos EUA. O casal confessou o crime e se declarou culpado nas 14 acusações, que incluem abuso e tortura contra 12 de seus 13 filhos, nesta sexta-feira. Os dois já haviam sido presos em janeiro do ano passado, depois que um de suas filhas que era mantida em cativeiro conseguiu fugir e denunciou o caso à polícia.

O casal, que recebeu a alcunha de pais da "casa do horror", recebeu 14 acusações pelos crimes de tortura, confinamento e abuso dos próprios filhos. Eles, com idades entre três e 30 anos, também sofreram agressões e foram mantidos em cativeiro desnutridos — era permitido apenas um banho por ano, além de nunca irem ao médico. A residência dos Turpin fica localizada em Perris, a cerca de 95 quilômetros de Los Angeles.

O advogado do condado de Riverside, onde corre o processo, Michael Hestrin disse que, com a confissão dos Turpin, eles serão sentenciados ao máximo que a lei da Califórnia permite. Ressaltou que esse foi "um dos piores casos de abuso infantil que já viu em sua carreira".

Ele afirmou ainda que buscou evitar que as vítimas testemunhassem no tribunal. Os 13 irmãos estão sob os cuidados de autoridades do condado. Hestrin relatou que esteve com os filhos do casal.

— Encontrei-me com todas as vítimas dias atrás, incluindo a criança de três anos. Fiquei bastante cativ foram mantidos em cativeiro desnutridos — era permitido apenas um banho por ano, além de nunca irem ao médico. A residência dos Turpin fica localizada em Perris, a cerca de 95 quilômetros de Los Angeles.

O advogado do condado de Riverside, onde corre o processo, Michael Hestrin disse que, com a confissão dos Turpin, eles serão sentenciados ao máximo que a lei da Califórnia permite. Ressaltou que esse foi "um dos piores casos de abuso infantil que já viu em sua carreira".

Ele afirmou ainda que buscou evitar que as vítimas testemunhassem no tribunal. Os 13 irmãos estão sob os cuidados de autoridades do condado. Hestrin relatou que esteve com os filhos do casal.

— Encontrei-me com todas as vítimas dias atrás, incluindo a criança de três anos. Fiquei bastante cativado por seu otimismo, esperança no futuro e a vontade de viver — disse ele.

Relembre o caso


A família vivia em uma casa na cidade Perris, localizada no condado de Riverside. Uma das vítimas, Jordan Turpin, então com 17 anos, conseguiu escapar por uma janela e, com um aparelho celular, conseguiu acionar a emergência.

Na ocasião, relatou que duas irmãs mais novas foram amarradas a suas camas" por violar regras da casa — as meninas teriam pegado doces sem permissão na cozinha da residência.

"Às vezes minhas irmãs acordam e começam a chorar por conta da dor. Estou ligando para ajudá-las", disse, à época.

Jordan declarou que teve uma educação equivalente à primeira série. Segundo autoridades locais, mostrou problemas para soletrar seu sobrenome.

Manuel Campos, Xerife que respondeu à chamada de emergência, disse à corte em janeiro que a jovem parecia mais "uma menina", tinha cabelos e pele muito sujos e acrescentou que "estava morrendo de medo".

De acordo com a promotoria local, as vítimas foram submetidas a um "abuso prolongado" e, quando foram resgatadas, tiveram de ser internadas e colocadas em tratamento físico e psicológico.

Fonte: Extra.

Hospedado por

Hosteg

Desenvolvido por

SF Dias