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Notícias em Geral · 19 de maio de 2026 às 00:54

Terça-feira - 00:50 - Vorcaro é transferido para cela comum na carceragem da PF enquanto aguarda análise de delação. Veja Abaixo

A Polícia Federal transferiu internamente o banqueiro Daniel Vorcaro para uma cela comum na carceragem da Superintendência do Distrito Federal.
Com isso, ele passa a ser submetido às regras do normativo interno da PF para a visita de advogados. Essas regras permitem duas visitas por dia por um período de meia hora.
Antes, ele estava alocado em uma sala de Estado-Maior que havia sido reformada para abrigar o ex-presidente Jair Bolsonaro no cumprimento de sua prisão. Vorcaro ficou no local para trabalhar na sua proposta de delação premiada com seus advogados e passava quase o dia inteiro reunido com eles.
A PF já havia solicitado ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça que Vorcaro fosse transferido de volta para um presídio, sob o argumento de que as condições dele na prisão na Superintendência alteravam e afetavam a rotina da administração.
O ministro ainda não proferiu uma decisão sobre essa mudança de endereço, mas autorizou a mudança de celas dentro da PF. Vorcaro está na Superintendência desde o dia 19 de março, quando começou a negociar sua delação premiada.
Como a defesa de Vorcaro já entregou sua proposta de colaboração, a PF decidiu aplicar a ele as regras usadas para todos os demais presos e colocá-lo em uma carceragem comum.
A Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República (PGR) ainda analisam a proposta apresentada. Como mostrou o Estadão, a tendência é que essa proposta seja devolvida aos advogados com um pedido para complemento dos temas abordados.
Fonte: O Dia
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Notícias em Geral · 18 de maio de 2026 às 23:10

Segunda-feira 23:14 - Polícia Militar apreende grande quantidade de drogas em Itaperuna. Veja Abaixo

Guarnição de PATAMO, em incursão realizada em um matagal às margens do rio, nos fundos de uma residência, logrou êxito em localizar uma grande quantidade de material entorpecente, totalizando: 09 pinos grandes de cocaína, 05 pinos pequenos de cocaína, 04 tabletes de erva seca prensada, 01 bucha de erva seca picada e R$ 20,00. E com dois acusados, também foram encontrados 01 aparelho celular da marca Samsung e a quantia de R$ 1.004,80 em espécie.


Da Redação do Blog do Adilson Ribeiro com informações do 29BPM Itaperuna

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Notícias em Geral · 18 de maio de 2026 às 23:00

Segunda-feira - 23:03 - Nos bastidores da política, existe um silêncio que pesa mais do que muitos discursos em palanque. Veja Abaixo

Enquanto apoiadores caminham nas ruas, defendem projetos, enfrentam críticas, levantam bandeiras e dedicam tempo por um grupo político, existem articulações silenciosas acontecendo longe dos olhos da população. Indicações, acordos e decisões que parecem ignorar completamente a vontade de quem verdadeiramente construiu uma campanha.

O questionamento que ecoa hoje entre muitos apoiadores não é apenas sobre nomes. É sobre reconhecimento, valorização e respeito. Como explicar para militantes e lideranças que lutaram por votos, carregaram bandeiras e acreditaram em um projeto coletivo, que uma pessoa com uma votação insignificante em 2024 poderá assumir a presidência de um partido importante ? Seria estratégia? Conveniência? Ou apenas mais um retrato do distanciamento entre a base e os bastidores do poder?

A política deveria ser construída pela representatividade, pela confiança popular e pela força do trabalho coletivo. Quando escolhas parecem ignorar a voz das urnas, nasce um sentimento perigoso: a frustração. E ela cresce silenciosamente dentro dos próprios grupos políticos.

O desgaste não vem apenas das derrotas eleitorais. Muitas vezes ele nasce dentro de casa, alimentado pelo ego, pela vaidade, pela disputa interna e pela desvalorização daqueles que realmente vestiram a camisa de um projeto. A sociedade observa. Os apoiadores percebem. E a pergunta começa a tomar força: afinal, qual é o verdadeiro critério para ocupar espaços de liderança?

Uma eleição não termina nas urnas. Ela continua nos bastidores, nas decisões tomadas após os aplausos, nos acordos feitos longe dos palanques e nas escolhas que podem unir ou destruir um grupo político.

Até outubro, muita coisa ainda pode acontecer. Porque quando a base se sente usada, ignorada ou substituída, o reflexo aparece inevitavelmente nas próximas votações. O povo pode até se calar por um tempo, mas o descontentamento sempre encontra uma forma de ser ouvido.

Nathália Schwartz

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