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AM
Sábado - 21:48 - Brasil perde R$ 94,4 bilhões por ano com barreiras a LGBT+. Veja Abaixo
Sábado - 20:44 - Acidente na tarde deste Sábado em Itaperuna. Veja Abaixo
Um acidente envolvendo uma motocicleta e um carro foi registrado no Bairro Aeroporto, em Itaperuna. A colisão aconteceu na esquina da Rua Coronel José Bastos com a Rua Francisco Frias Rabelo.
Segundo informações apuradas no local, um homem teria sofrido uma fratura na perna após o impacto. Ainda não há detalhes sobre as circunstâncias do acidente nem informações oficiais sobre o estado de saúde da vítima.
Equipes de atendimento foram acionadas para prestar socorro. O acidente chamou a atenção de moradores e motoristas que passavam pela região no momento da ocorrência.
Da Redação do Blog do Adilson Ribeiro
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Sábado - 19:00 - Homem é preso com revólver e munições em Itaperuna. Veja Abaixo
POLICIA MILITAR EM AÇAO: ARMA E MUNIÇÕES APREENDIDAS EM ITAPERUNA S
O 29° BPM retirou de circulação mais uma arma de fogo e diversas munições de grosso calibre, interrompendo uma situação de ameaça e garantindo a tranquilidade dos moradores locais.
A ação foi desencadeada após o recebimento de uma denúncia apontando que um indivíduo estaria de posse de uma arma de fogo, no Bairro Carulas, em Itaperuna, gerando medo e insegurança na região.
Ao averiguarem as informações, as equipes realizaram buscas em uma residência devidamente autorizada pelo proprietário.
No imóvel, os policiais localizaram e apreenderam:
01 Revólver calibre.45 (marca Smith & Wesson)
17 Munições intactas de calibre .45
O envolvido recebeu voz de prisão, teve seus direitos constitucionais garantidos e foi conduzido à 143ª DP, onde a ocorrência foi registrada e o acusado foi autuado no Artigo 16 do Estatuto do Desarmamento.
Vale lembrar que toda a ação foi devidamente registrada pelas câmeras corporais dos policiais.
A Policia Militar do Estado do Rio de Janeiro segue firme no combate à criminalidade, tirando armas ilegais das ruas e protegendo a nossa sociedade.
Servir e Proteger!
#PMERJ #29BPM #SegurançaPública #Itaperuna #PolíciaMilitar
Da Redação do Blog do Adilson Ribeiro com informações do 29BPM Itaperuna
Sábado - 18:34 - Câmeras de segurança registram furto em residência em Itaperuna. Veja Abaixo
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Sábado - 00:07 - Quem fala que eu recebi dinheiro de Daniel Vorcaro é mentiroso, diz Eduardo Bolsonaro. Veja Abaixo
Brasília - O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro negou que tenha recebido recursos financeiros do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, em publicação na rede social X, nesta sexta-feira, 15. As declarações ocorreram na mesma data em que o site The Intercept Brasil publicou uma reportagem segundo a qual o ex-parlamentar atuou como produtor-executivo de "Dark Horse", filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e teve poder sobre a gestão financeira do projeto.
De acordo com o site, um contrato de produção, datado de novembro de 2023 e assinado digitalmente por Eduardo em 30 de janeiro de 2024, traz a empresa GoUp Entertainment, sediada nos Estados Unidos, como produtora, e Eduardo à frente da produção executiva, junto ao deputado federal Mario Frias (PL-SP). O contrato previa "envolvimento nas considerações estratégicas relacionadas ao financiamento do filme".
O site também diz que o fundo do advogado Paulo Calixto, advogado encarregado do processo imigratório de Eduardo nos Estados Unidos, recebeu dinheiro de Vorcaro. A reportagem lembra ainda que a Polícia Federal apura se o dinheiro de Vorcaro para "Dark Horse" teria custeado despesas de Eduardo no país norte-americano. Segundo o site, o fundo Havengate Development Fund LP é sediado no Texas.
"Quem fala que Eduardo Bolsonaro recebeu dinheiro de Daniel Vorcaro é mentiroso. Quem fala que Eduardo Bolsonaro recebeu dinheiro desse fundo que foi criado nos Estados Unidos está mentindo", disse Eduardo, em vídeo.
Eduardo afirmou no vídeo que arrecadou dinheiro com um curso intitulado "Ação Conservadora" e que converteu R$ 350 mil em US$ 50 mil para garantir um contrato com um diretor de Hollywood. Segundo o ex-deputado, esse contrato serviu para "segurar" o diretor por dois anos. "Coloquei todo o risco somente para mim", disse Eduardo.
Em seguida, o ex-parlamentar afirmou que, no fim do contrato com o diretor de Hollywood, "surgiu a oportunidade de um grande investidor vir a nos ajudar a fazer o filme". Ele acrescentou: "Depois acabou sendo um pool de vários investidores".
Eduardo disse que, à época, o seu contrato era com a produtora do filme. "Basicamente, (a produtora) disse o seguinte. Bota o seu dinheiro aqui, e como o risco está 100% seu, eu vou te garantir que você seja diretor-executivo no filme".
Mas, depois, disse Eduardo, foi observada a possibilidade de perseguição no Brasil e, portanto, decidiu-se levar a estrutura para os Estados Unidos, com a criação de um fundo de investimentos. "Quando essa estrutura passou a ser de fundo de investimento, eu saí dessa posição de diretor-executivo, que era um contrato antigo com a produtora, e passei a ser somente uma pessoa que assinou a sua cessão de direitos autorais", disse.
Sexta-feira - 23:08 - Caso Refit: policiais federais do RJ usavam números de falecidos para manter anonimato, diz PF. Veja Abaixo
Rio - A investigação da Polícia Federal no âmbito da Operação Sem Refino identificou indícios de que dois escrivães da própria corporação usaram números de WhatsApp registrados em nome de pessoas já falecidas para se comunicar com investigados no esquema envolvendo a antiga Refinaria de Manguinhos, hoje controlada pelo Grupo Refit.
Os policiais citados são Márcio Pereira Pinto e Márcio Cordeiro Gonçalves, lotados há mais de dez anos na Delegacia da Polícia Federal em Nova Iguaçu. Ambos foram alvos da operação desta sexta-feira (15).
Segundo a Polícia Federal, o uso de linhas telefônicas cadastradas em nome de pessoas mortas seria uma estratégia para dificultar a identificação dos usuários e impedir o rastreamento das comunicações. Para os investigadores, esse método reforça a suspeita de que os contatos eram utilizados para manter as atividades do grupo sob anonimato.
Na decisão que autorizou a operação, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, reproduz trechos do relatório da Polícia Federal. O documento aponta evidências de que um telefone interceptado e a conta de WhatsApp vinculada à linha investigada eram operados pelos dois escrivães.
"A constância dos encontros entre Carlos e Márcio, aliada à seleção cuidadosa dos locais e à regularidade com que são organizados, evidencia um padrão de conduta que, somado à adoção de medidas para dificultar a identificação do usuário da linha telefônica 21 xxxx-xxxx, cadastrada em nome de pessoa já falecida, fortalece significativamente as suspeitas de que essa relação está diretamente ligada às ações ilícitas praticadas pelo grupo criminoso", informa um trecho da denúncia.
Fonte: O Dia

