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Notícias em Geral · 05 de agosto de 2025 às 09:21

Terça-feira - 09:20 - JOVEM DE 13 ANOS É DETIDO APÓS TENTAR ESTUPR4R A AVÓ. Veja Abaixo

Policiais militares da 7ª Companhia foram acionados para uma ocorrência brutal no município de Canoa da Lagoa, agreste de Alagoas. Vizinhos de uma senhora idosa pediram ajuda policial após constatarem que o neto dela tentou cometer estupro e asfixiar a mulher. O caso foi registrado na noite deste sábado, 2, no bairro Centro da cidade.

O adolescente, de 13 anos apenas, tentou fugir do flagrante se escondendo num armário guarda-roupas, mas foi pego pelos policiais.

Fonte: Extra Alagoas

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Notícias em Geral · 05 de agosto de 2025 às 09:12

Terça-feira - 09:10 - HOMEM QUE AGREDIU MULHER COM 61 SOCOS PEDE PERDÃO EM CARTA DIZENDO QUE LAMENTA O QUE FEZ. Veja Abaixo

Transferido na última sexta-feira (1º/8) para a Cadeia Pública Dinorá Simas, em Ceará-Mirim (RN), o ex-jogador de basquete Igor Eduardo Cabral, de 29 anos, escreveu uma carta com um pedido de desculpas à ex.

Na mensagem, Igor inicia dizendo: “Eu, Igor Eduardo P. Cabral, venho, com profundo respeito, me manifestar diante dos acontecimentos recentes que abalaram tantas pessoas. Reconheço que houve dor, angústia e sofrimento, especialmente para Juliana“.

Ele continua: “Lamento profundamente que minha conduta, influenciada por um contexto de uso de substâncias e instabilidade emocional, tenha contribuído para essa situação. Embora as circunstâncias ainda estejam sendo apuradas, sinto a necessidade sincera de expressar meu pedido de perdão a todos que, de alguma forma, foram afetados”.

O ex-jogador também declarou que não tem “intenção de justificar nada, tampouco de minimizar o impacto dos fatos”. “Apenas desejo que Juliana consiga encontrar força para seguir em frente, com serenidade, coragem e paz.”

Juliana Garcia de 35 anos foi brutalmente agred1da com 61 socos dentro do elevador de um condomínio no bairro de Ponta Negra, zona sul de Natal (RN). O vídeo do ataque mostra que o crime durou cerca de 36 segundos.

Antes das agr3ssões, os dois tinham discutido na área de lazer do residencial por causa de uma mensagem enviada a uma dos amigos de Igor. Em fúria, ele pegou o celular da vítima e arremessou o aparelho na piscina.

Fonte: Sudeste Agora

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Notícias em Geral · 05 de agosto de 2025 às 08:40

Terça-feira - 08:38 - Jovem com 86 passagens pela polícia é solto pela sétima vez pela Justiça do Rio. Veja Abaixo

Patrick Rocha Maciel, de 21 anos, foi solto novamente pela Justiça do Rio. Com um histórico de 86 citações em registros de ocorrência — por delitos como ameaça, roubo, invasão de domicílio e lesão corporal —, ele havia sido preso pela última vez em 29 de junho. Após menos de um mês no Presídio Evaristo de Moraes, foi novamente liberado por decisão judicial.

De acordo com a polícia, antes da última prisão, ele havia sido identificado no furto de bens de dois apartamentos em Copacabana, de um templo evangélico e, por último, em um furto de produtos em uma farmácia, em Ipanema. Na época, a juíza que manteve a prisão na audiência de custódia argumentou que a "habitualidade dos indiciados na prática de crimes contra o patrimônio indica que suas liberdades representariam risco de reiteração delitiva e, consequentemente, atentado à ordem pública".

Agora, porém, outro juiz decidiu que Maciel vai responder ao processo em liberdade. Na decisão que revogou a prisão preventiva, o magistrado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro afirmou que “inexistem dados concretos” que justifiquem a necessidade da manutenção da prisão.

"Importante observar que a existência de eventuais anotações na folha penal, ainda que com sentença transitada em julgado, não é requisito ou pressuposto da prisão cautelar. Aliás, a valoração jurídico-penal da folha de antecedentes criminais só teria importância se aqui adotássemos o odioso modelo do direito penal do autor. De igual sorte, não se pode presumir que os acusados retornarão a delinquir, posto que, no Estado Democrático de Direito, não há espaço para exercício de futurologia", escreveu o juiz.

A partir da decisão, foi concedido a Maciel o direito de responder ao processo em liberdade, mediante cumprimento de medidas cautelares. Ele deixou o presídio no dia 24 de julho de 2025. A informação foi divulgada nesta segunda-feira.

Quem é Patrick Rocha Maciel?

 

Patrick Rocha Maciel, de 21 anos, morava no Morro da Providência, no Centro do Rio de Janeiro. Desde pequeno, descia a comunidade para vender bala em Copacabana. Foi nessas idas ao bairro da Zona Sul carioca que conheceu as praias, as ruas e acabou se familiarizando com o local onde cometeria os primeiros delitos, ainda uma criança. Aos 10 anos, Patrick foi levado pela primeira vez a uma delegacia por policiais. Desde então, seu histórico criminal só aumentou. Hoje, com pouco mais de duas décadas de vida, ele acumula 86 citações em registros de ocorrência, por delitos como ameaça, roubo, invasão de domicílio e lesão corporal.

O histórico criminal de Patrick começa em 2 de abril de 2014. Consta no registro de ocorrência que o então garoto foi abordado por policiais enquanto andava com dois amigos em bicicletas de aluguel por uma rua movimentada da Zona Sul. Já passava das 19h. Os PMs desconfiaram das crianças e mandaram que elas parassem. Segundo o registro, os meninos confessaram aos policiais terem “conseguido arrancar as bicicletas de uma estação da Lagoa”. O caso foi registrado como furto. Por ter menos de 12 anos, Patrick era inimputável, ou seja, não poderia responder por aquele delito.

Também naquele ano, em 25 de agosto, um grupo de crianças e adolescentes abordou uma mulher na Rua da Constituição, no Centro do Rio. A vítima relatou que um dos menores arrancou o cordão de ouro que ela usava e saiu correndo. Consta no registro feito naquele dia que a mulher perseguiu o grupo e, com a ajuda de pessoas que estavam no local, conseguiu pegar quatro garotos e levá-los à delegacia. Patrick era um deles.

Na época, fazia uma semana que ele havia completado 11 anos — e ainda não poderia receber uma medida socioeducativa. A terceira ocorrência, também em 2014, envolveu o furto de objetos em um estabelecimento na Avenida Nossa Senhora de Copacabana. O menino foi novamente levado à delegacia, desta vez com outros dois amigos.




Drogas e Degase



 

O histórico criminal de Patrick revela uma infância precoce não apenas no crime, mas também no uso de drogas. Embora não seja possível determinar com exatidão a idade em que começou a usar entorpecentes, aos 13 anos ele já possuía um registro por porte de drogas. De acordo com uma ocorrência registrada em 2016, ele foi flagrado por policiais na Lagoa, na Zona Sul do Rio, portando entorpecentes “para consumo próprio”. Ao longo daquele ano, o adolescente foi levado à delegacia outras quatro vezes por furto — e encaminhado ao Degase pela segunda vez.

Como os processos envolvendo menores tramitam em segredo de Justiça, não é possível saber com precisão por quanto tempo permaneceu nas unidades. Ainda assim, o histórico criminal dá a dimensão da rotina de delitos cometidos por Patrick na infância e adolescência: entre os 10 e 17 anos, ele foi levado para o Degase ao menos 12 vezes.

A primeira entrada dele foi em abril de 2014 e a última, em 2020. Nesse período de sete anos, Patrick também se envolveu em confusões na unidade socioeducativa em pelo menos três ocasiões, todas registradas na Polícia Civil. Em 2021, aos 17 anos, foi encaminhado à delegacia por lesão corporal e por participação num motim de internos.

Patrick não avançou nos estudos. Quando precisa informar sua escolaridade em questionários, declara não ter concluído sequer o ensino fundamental. Em todos os processos judiciais a a que respondeu, assinou apenas o primeiro nome, com uma caligrafia típica de quem teve pouco contato com a escrita.

Seus documentos não registram o nome do pai, apenas o da mãe, com quem vivia. De acordo com a polícia, a mulher tem sete passagens criminais. Também foi investigada por maus-tratos, abandono de incapaz e por submeter criança ou adolescente a vexame ou constrangimento.

Pedido de ajuda

 

Alguns meses após completar 18 anos, em dezembro de 2021, Patrick foi preso por furtar itens de uma drogaria. Na audiência de custódia, o juiz concedeu liberdade provisória mediante o cumprimento de medidas cautelares. Consta no processo criminal que, durante o atendimento de uma equipe técnica interdisciplinar na Central de Custódia, ele solicitou gratuidade para a emissão de documentos e atendimento assistencial especializado, alegando estar em situação de “fragilidade familiar e socioeconômica”.

Patrick também pediu ajuda aos assistentes sociais para retornar à sua residência, mas foi informado que o alvará de soltura não incluía transporte. Acabou voltando para as ruas com um encaminhamento para uma unidade do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas). A Defensoria Pública citou o episódio na defesa e criticou a ausência de assistência ao jovem, que já tinha ficado sob responsabilidade do Estado, mas não possuía nem os documentos básicos.

Preso sete vezes

 

No ano seguinte, Patrick foi novamente preso e, pela primeira vez, deu entrada em um presídio. O que mais chamou a atenção dos investigadores foi o fato de ele se envolver em novos crimes poucos dias após deixar a prisão. Em abril de 2022, cerca de seis dias após sair do Presídio José Frederico Marques, em Benfica, Patrick voltou a ser preso por assaltar uma casa em Ipanema, na Zona Sul do Rio.

Segundo denúncia do Ministério Público à época, o rapaz invadiu, durante a madrugada, um imóvel alugado por um turista para o carnaval e ameaçou o homem com um espeto de churrasco. Durante a ação, encheu uma mala com pertences da vítima, como celular, fone de ouvido, notebook, tênis e dinheiro. Foi preso ainda no prédio, após a polícia ser acionada para uma denúncia de violação de domicílio. Permaneceu quase um ano na cadeia e foi solto em abril de 2023. Desde que completou 18 anos, Patrick Maciel já entrou no sistema penitenciário pelo menos sete vezes.

Fonte: Extra

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Notícias em Geral · 05 de agosto de 2025 às 08:28

Terça-feira - 08:18 - PM estoura central ilegal de mineração de criptomoedas e prende guarda municipal. Veja Abaixo

CAMPOS - Policiais do 8º BPM descobriram neste domingo (3) uma central de mineração de criptomoedas instalada ilegalmente em um imóvel no bairro Santa Rosa, em Guarus, Campos, e prendeu um guarda municipal no local. A operação aconteceu na Rua 26, após denúncia sobre a presença de um homem armado na região.

No local, as equipes encontraram um portão entreaberto e barulho vindo de dentro da casa. Ao averiguarem, notaram uma ligação elétrica clandestina e diversos equipamentos eletrônicos. Entre o material apreendido estavam 8 CPUs, 1 notebook, 2 switches e 1 climatizador de ar.

egundo a polícia, o imóvel foi alugado por L.B.S., que é Guarda Civil Municipal em Campos. Ele foi preso em flagrante por furto de energia elétrica e encaminhado à 146ª DP/Guarus. A corregedoria da GCM também acompanhou o caso.

O suspeito pode responder por furto qualificado, previsto no artigo 155, parágrafo 3º do Código Penal.

Fonte: Campos 24 Horas

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Notícias em Geral · 04 de agosto de 2025 às 21:04

Segunda-feira - 21:04 - Oruam é transferido para cela compartilhada com detentos do Comando Vermelho. Veja Abaixo

Rio - O rapper Oruam foi transferido, nesta segunda-feira (4), para uma cela compartilhada com presos do Comando Vermelho. Mauro Davi dos Santos Nepomuceno está preso no complexo da Penitenciária Dr. Serrano Neves, em Bangu, Zona Oeste.
Segundo a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), a transferência aconteceu após audiência de custódia no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ).

Oruam, de 25 anos, virou réu por tentativa de homicídio qualificada contra um delegado e um policial civil durante uma operação na mansão no Joá, também na Zona Oeste. Willyam Matheus Vianna Rodrigues Vieira, 22, amigo do músico, também responderá pelo crime. O cantor se entregou na Cidade da Polícia, na Zona Norte, uma semana antes da decisão judicial.
A denúncia do Ministério Público do Rio (MPRJ) encaminhada ao TJRJ, na segunda-feira (28), Oruam e um grupo de amigos atacaram agentes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) com pedras e soco. O objetivo deles seria impedir a apreensão de um adolescente identificado como "Menor Piu", que estava escondido no imóvel.
Os promotores afirmam que Oruam e Willyam agiram com dolo eventual, ou seja, assumiram o risco de matar. A denúncia destaca que algumas das pedras arremessadas pesavam até 4,85 kg, com potencial para causar lesões fatais. Ao todo, sete pedras teriam sido jogadas do de uma janela do andar superior, em uma altura de 4,5 metros. Diante da gravidade dos fatos, o MPRJ pediu a prisão preventiva dos dois, alegando risco à ordem pública e à condução das investigações.

"A doutrina nacional é pacífica ao reconhecer que o dolo eventual se caracteriza quando o agente não deseja diretamente o resultado típico, mas prevê sua ocorrência como possível e, mesmo assim, assume o risco de produzi-lo", ressalta a denúncia da 1ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Territorial da Área Zona Sul e Barra da Tijuca.

Na decisão, a juíza Tula Corrêa de Mello, da 3ª Vara Criminal do Rio, destacou que os acusados assumiram o risco da letalidade da ação. "Da mesma forma que uma arma de fogo pode instrumentalizar um delito de lesão - dependendo da região do corpo, distância e eventual socorro fornecido à vítima -, o instrumento eleito pelos denunciados, aliado à pontaria (cabeça das vítimas), dimensão, volume e quantidade das pedras, bem como método de arremesso de cima para baixo, ganha especial relevância em termos de análise do elemento subjetivo, no caso o dolo eventual, na medida em que as circunstâncias e comportamento subsequente dos agentes não revela arrependimento, indiciando que assumiram o risco da letalidade da ação", escreveu.


Um vídeo gravado por câmeras de segurança flagrou o cantor socando diversas vezes o carro no qual estavam o delegado Moyses Santana e o policial Alexandre Ferraz. A confusão fez com que o rapper fosse preso e indiciado por tráfico de drogas, associação ao tráfico, dano ao patrimônio público, desacato, lesão corporal, ameaça e resistência qualificada, além de tentativa de homicídio.
Nas imagens, é possível ver Oruam e vários amigos discutindo com os agentes, que entram no veículo. Eles estavam no local para cumprir mandado de busca e apreensão contra um adolescente apontado como ladrão de carros. Em certo momento, o artista atinge ao menos quatro vezes a janela do motorista, onde estava Moysés. Em seguida, um dos homens puxa o cantor para que ele se afastasse do carro. Enquanto isso, outros continuam gritando e gesticulando em direção aos policiais.
Prisão preventiva

Além de aceitar a denúncia contra os acusados, a juíza Tula de Mello manteve a prisão preventiva de ambos. Para a magistrada, Oruam desprezou as forças policiais, desafiando os agentes a prendê-lo no Complexo da Penha, na Zona Norte, para onde foi após a ação no Joá. A região é dominada pelo Comando Vermelho.
De acordo com Mello, a postura do rapper abala a ordem pública, pois ele se trata de uma figura conhecida e pode incitar fãs a terem o mesmo tratamento contra policiais.
"O acusado Mauro, com visibilidade em razão de suas apresentações como 'artista', é referência para outros jovens e que, como o ora acusado, podem acreditar que a postura audaciosa de atirar pedras e objetos em policiais é a mais adequada e correta, sem quaisquer consequências. A paz pública, portanto, depende de medidas firmes e extremas, como a prisão, a fim de que seja preservada", justificou.
Na ocasião, o policial Alexandre foi golpeado nas costas e no calcanhar esquerdo, enquanto o delegado Moyses conseguiu se abrigar atrás da viatura. Os veículos utilizados na operação foram danificados.
Processo por outros crimes
Além do processo da tentativa de homicídio, o MPRJ denunciou, nesta terça-feira (29), Oruam e outras três pessoas por lesão corporal, tentativa de lesão corporal, resistência com violência, desacato, ameaça e dano ao patrimônio público.
A denúncia foi protocolada pela Promotoria de Justiça junto à 27ª Vara Criminal da Capital. Assim como o rapper, respondem pelos crimes: Willyam Vieira, Pablo Ricardo de Paula Silva de Morais - preso em flagrante no dia da confusão - e Victor Hugo Vieira dos Santos.
O que diz a defesa de Oruam
Na ocasião da da decisão da Justiça por tornar Oruam réu, o filho de Marcinho VP, um dos líderes do Comando Vermelho, admitiu, por nota, que atirou pedras contra os agentes, mas alegou que o fez após ser ameaçado com armas. "Só joguei pedras depois de ser ameaçado com armas de fogo, e tenho provas", iniciou.
Segundo o rapper, mais de 20 viaturas entraram na casa "de forma abrupta e agressiva", com policiais descaracterizados, que revistaram o local, rasgaram pertences seus e de sua noiva, Fernanda Valença, e apontaram fuzis contra os dois.
A defesa do músico falou ainda em "caça às bruxas" para se referir a processo contra o cliente: "Tudo indica que estamos diante de uma construção jurídica e midiática, baseada em suposições e testemunhos frágeis, e não em provas concretas capazes de sustentar uma acusação de tentativa de homicídio qualificada. Nosso compromisso é com a Justiça e a prova material como base para qualquer condenação".


Fonte: O Dia

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