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Notícias em Geral · 04 de agosto de 2025 às 10:09

Segunda-feira - 10:06 - BRIGA NA RODOVIÁRIA DE ITAPERUNA. Assista ao vídeo Abaixo

O blog do Adilson Ribeiro recebeu um vídeo enviado por seus seguidores mostrando uma briga na rodoviária de Itaperuna. Segundo informações, seriam dois taxistas que saíram no tapa, mas esta informação ainda não foi confirmada.
O fato é que a briga aconteceu. Taxistas ou não, dois homens chegaram às vias de fato.

Imagens e informações enviadas ao Blog do Adilson Ribeiro via WhatsApp (22) 9.9601-1115(22) 9-2000-3260

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Notícias em Geral · 04 de agosto de 2025 às 09:37

Segunda-feira - 09:33 - Vídeo mostra momento em que casa. Assista ao vídeo Abaixo

GUARUS - Uma casa desabou na Rua Hemetério Martins, no bairro Parque Vicente Dias, em Guarus, Campos. O desabamento aconteceu na manhã desta segunda-feira (04), às 06h29. Um vídeo registrou o momento do desabamento. A família que morava no local conseguiu sair a tempo e ninguém ficou ferido. Segundo moradores, há risco de o restante da estrutura também cair.

Fonte: Campos 24 Horas

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Notícias em Geral · 04 de agosto de 2025 às 09:07

Segunda-feira - 09:05 - Filha de youtuber morre após cair na piscina enquanto pai fazia live; entenda. Veja Abaixo

O influenciador digital Renato Tsukasa, conhecido como Fanho RP, usou as redes sociais para lamentar a morte trágica de sua filha de apenas 3 anos, Giulia, que se afogou na piscina de casa. A menina teria pulado a grade de proteção enquanto o pai transmitia uma live. Ela teve uma parada cardíaca e chegou a ser levada ao hospital, mas não resistiu.
Fanho RP, que produz conteúdo gamer, fazia uma transmissão ao vivo de gameplay quando tudo aconteceu. Após o grito da sogra, deixou a câmera ligada e se ausentou. Ao retornar, visivelmente abalado, confirmou a morte da filha aos prantos.

Em seguida, deixou um recado nos stories do Instagram em que resumia o que aconteceu: "Minha filhinha Giulia faleceu hoje. Infelizmente, ela pulou a grade que cerca a piscina enquanto eu trabalhava. Minha sogra não viu o momento que ela pulou, mas quando viu ela na piscina gritou e eu corri lá... Quando eu cheguei na piscina, ela já estava desmaiada. Tentei reanimar, mas não consegui. Levamos ao hospital, mais não conseguiram tirar ela da parada cardíaca devido ao afogamento".
Nos vídeos publicados por Fanho, era possível ver que realmente toda a área da piscina era cercada com proteção para crianças. Antes do ocorrido, ele chegou a publicar um vídeo em lágrimas enquanto estava no hospital aguardando notícias da filha. O caso aconteceu na última quinta-feira (31).
Juliana Ramos, mãe da menina, que também produz conteúdo relacionado a jogos eletrônicos, compartilhou alguns textos de despedida e lamentou a perda da menina.

"Esse sorriso vou carregar para sempre. Mãe te ama tanto, filha. Você era o meu mundo todinho e essa culpa vou carregar para sempre comigo. Perdão por falhar com você", disse. "Mamãe abriu os olhos esperando que tudo fosse um pesadelo e você tivesse aqui na cama com a gente, como sempre, mas tudo que encontrei foi sua bonequinha ali do lado, me esperando", escreveu.

Além de Giulia, o casal tem outros dois filhos.
O influenciador ainda divulgou o último vídeo gravado ao lado da filha. "Essa imagem que vai ficar comigo. Dela sorrindo, correndo por aí e gritando 'yaa yaa' pra dizer 'tchau tchau'", escreveu.

Fonte: O Dia

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Notícias em Geral · 04 de agosto de 2025 às 08:35

Segunda-feira - 08:31 - Desafios na internet levam adolescentes à mutilação. Veja Abaixo

Eles são novos, têm inúmeras dúvidas e uma vida inteira pela frente, mas a adolescência pode ser muito cruel quando aqueles que mal deixaram de ser crianças encaram uma série de desafios. E não estamos falando de uma prova na escola, do primeiro beijo ou da briga com a melhor amiga. Plataformas da internet como a Discord roubam a inocência de quem jamais precisaria passar por mutilações e tentativas de suicídio. Pensando nisso e com o objetivo de alertar a outros pais, Paulo Zsa Zsa escreveu o livro Aconteceu com a Minha Filha, da editora Geração. Ele preferiu usar um pseudônimo para não expor sua filha, que no livro tem o nome de Júlia, e a idade correta, 13 anos. A intenção ´maior é mostrar o que pode estar por trás da tela de um computador ou de um celular.

"Se eu tivesse em mãos um livro como esse, talvez não passasse por coisas como a que aconteceram com Júlia". Ele é viúvo e cria a menina sozinha, com a ajuda de uma funcionária, desde que a mãe dela morreu de câncer há cerca de oito anos. "Um dia fomos tomar banho de mar e uma amiga percebeu que ela tinha marcas de cortes na virilha. Júlia já vinha se mutilando há algum tempo e disse que fazia porque sentia um vazio. Meses depois vi cortes nos braços e pelo corpo todo. Eram 23 horas de um domingo, eu estava assistindo a um filme quando a vi toda cortada. Ela estava de calcinha e sutiã e disse: pai, eu surtei, me interna. Eu me desesperei e a levei ao hospital e posteriormente procuramos ajuda com psiquiatra e psicóloga", diz Paulo Zsa Zsa.

Ele conta que ficou surpreso quando sua funcionária pegou o celular da Júlia e descobriu que ela participava de desafios na internet. "Nós, pais, não fazemos a menor ideia destes absurdos. Em um dos diálogos de uma das participantes a seguinte frase: Eu não fico feliz enquanto alguém não se suicidar", disse ele, que recebe de 10 a 15 mensagens no Instagram falando sobre o assunto. Atualmente, o livro está em sexto lugar entre os de não ficção.



O autor doou 100% da arrecadação para um instituto que dá apoio para alunos de escolas públicas do Rio de Janeiro também envolvidos nesses desafios nefastos. "Eu tive como pagar psiquiatra e psicóloga para minha filha, mas muita gente não tem. O livro virou uma causa e eu já recebi quatro propostas para que seja transformado em filme’’, conta Paulo.

Ele critica a forma como acontecem os 'encontros' com os adolescentes, as chamadas panelas: são servidores fechados nos grupos que não tem como monitorar. "As plataformas não param porque ganham milhões. Quanto maior a polêmica, mais vendem. O Discord é uma terra de ninguém e não tem fiscalização. O negócio é bizarro. Você usa o Discord para jogar e esse jogo acaba virando comunidades incontroláveis, sem nenhum controle e é usado para o mal. A ferramenta deveria ter filtro".

Depois do episódio com a filha, que, além das mutilações, também tentou o suicídio duas vezes, Paulo tirou o celular e quando ela está com o aparelho sempre fiscaliza. "Adolescente não tem que ter privacidade. Se ela pegar o celular tem recaída. Depois de muito tempo, dei de volta, mas tirei as redes sociais e espelhei no meu. É um processo de vigia constante e a primeira solução é o conhecimento’’, explica.




Quando viu a palavra 'lulz' no celular da fllha achou que estava escrito errado. Somente depois entendeu que se trata de uma brincadeira horrorosa ao estilo do mestre mandou de antigamente, mas com ordens do mal do tipo: "Hoje quero fazer lulz – quero que você jogue seu cachorro na privada e de descarga e filme, agora quero que você corte seu braço e jogue álcool. Só quem está vendo é quem participa ao vivo". Uma infinidade de horrores via internet.

A dinâmica desses grupos virtuais é marcada pelo anonimato. Atrás de avatares e apelidos, as verdadeiras identidades dos participantes ficam ocultas, o que dificulta saber com quem se está falando. Em muitos casos, adultos se passam por adolescentes — mas há também uma grande presença de jovens reais. "São adolescentes induzindo outros adolescentes a participar de práticas perigosas, em busca de aceitação", alerta o autor do livro Aconteceu com Minha Filha.

"A lógica desses grupos é perversa: quanto mais vulnerável o jovem, maior a chance de ser manipulado por esse ambiente tóxico, onde se formam laços virtuais com quem parece ser um 'amiguinho' compreensivo, mas pode ser alguém com intenções criminosas. Para enfrentar esse cenário, a polícia tem atuado com agentes infiltrados nesses grupos online, justamente por conta da dificuldade de identificar os responsáveis pelas postagens. O objetivo é monitorar comportamentos suspeitos, reunir provas e punir possíveis autores de crimes digitais".




Segundo o escritor, vários delegados de secretarias de segurança pública, especialmente os que atuam no combate a crimes cibernéticos seguem o perfil. "Eles têm nos procurado por meio do perfil do livro nas redes sociais para relatar que vêm recomendando a leitura a suas equipes. Segundo eles, o livro apresenta de forma clara e didática como esses grupos funcionam e os riscos que representam para crianças e adolescentes", explica o autor.

Investigação digital avançada

Lidar com a adolescentes nesta época de internet é difícil e a tarefa de identificar pessoas que cometem crimes virtuais não é fácil, mas possível. O delegado da Prerrogativas da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ) e vice-presidente da Comissão do Tribunal do Júri da Anacrim (Associação Nacional dos Advogados Criminalistas), Carlos Alberto Almeida Moreira da Silva, fala sobre o assunto. De acordo com o profissional, o ambiente digital é tão perigoso quanto chegar em casa depois das duas da manhã, principalmente se não houver acompanhamento.


"Não temos acesso a quem está do outro lado. Pode ser outro adolescente mal-intencionado, uma criança inocente ou até um adulto pedófilo. Não dá para saber. Muitos pais usam o dispositivo Family Link, que estipula horários, bloqueia o celular e permite que eles saibam o que os filhos estão fazendo", orienta.
Segundo o advogado criminalista, a investigação digital está bastante avançada no país. "Para a preservação da prova digital, existe um site chamado Verifact, que grava tudo. Mas acho que deveríamos ter uma Política Pública de combate aos crimes cibernéticos, e não temos. Existe apenas uma delegacia no Estado do Rio dedicada a isso, e não é suficiente para combater tantos crimes digitais", afirma.

Ainda assim, ele explica que a justiça vem tentando melhorar a investigação. "A internet não foi feita para ser fiscalizada, mas é a investigação que impede a impunidade. Imagine quantos casos passaram despercebidos até chegar à iniciativa de publicar este livro. Quantos mais acontecem até que o judiciário seja acionado? E, nesse meio tempo, muitas pessoas já ficaram prejudicadas, com mortes ou automutilações. Não tenho dúvida", exemplifica.




Apesar das dificuldades durante o processo, é possível obter mais acesso a dados, claro, sempre com o aval da justiça."Pouca gente sabe, mas hoje é possível fazer a quebra da nuvem de aparelhos Android e iPhone, além de computadores. Isso é chamado de Quebra de Dado Telemático. Todos nós temos uma garantia constitucional sobre nossos dados telemáticos e comunicações, como correspondências e ligações telefônicas. O meio digital também é protegido pelo sigilo. Assim, a justiça, o delegado de polícia e o Ministério Público podem solicitar ao judiciário a quebra de dado telemático", salienta.


Ele acrescenta que o Ministério Público e a Polícia Civil adquiriram do Estado de Israel um programa chamado Celebrite (que oferece softwares e serviços de análise forense de dispositivos eletrônicos). "Esse software é capaz de analisar qualquer equipamento eletrônico, quebrar senhas — seja qual for — e até mesmo descriptografar dados e recuperar arquivos que tenham sido apagados de dispositivos digitais, que nós já tenhamos apagados e não temos mais acesso, mas ele é capaz de recuperar. E tudo isso em, no máximo, uma hora", conclui o advogado criminalista.

Necessidade de pertencimento


Psiquiatra dos hospitais Universitário Cajuru e São Marcelino Champagnat, de Curitiba/PR, Marcelo Heyde aborda o fato de muitos adolescentes seguirem esses desafios na internet. "Existem vários fatores envolvidos e esses desafios e comportamentos são cíclicos. Por natureza, os seres humanos são fortemente influenciados pelo ambiente em que estão inseridos, e isso é ainda mais intenso nos adolescentes que ainda estão moldando a personalidade e tem menos mecanismos de freios comportamentais".

O especialista afirma que os adolescentes têm, geralmente, uma forte necessidade de pertencimento a um grupo. "Se estes comportamentos e desafios estão presentes no convívio dele, ele pode se sentir tentado a reproduzir para fazer parte. Mesmo em adolescentes, existem pessoas com algum grau de perversidade já desenvolvido, e esta pessoa pode forçar outras mais frágeis a realizar essas práticas. Adolescentes mais fragilizados, com algum transtorno de humor não diagnosticado ou tratado, ou em uma personalidade mais instável emocionalmente (o que chamamos de transtorno de personalidade borderline na vida adulta), encontra, nesse comportamento, uma forma de 'alívio' da dor emocional", pontua.

Para Heyde, a exposição as telas e redes sociais devem ser adiadas ao máximo, mesmo que a pressão social seja alta. "Quando o adolescente ganhar um celular, ele deve ser supervisionado pelos pais, com o uso preferencialmente quando estiverem todos no mesmo ambiente. A questão da privacidade neste momento é secundária, e com o passar do tempo e maturidade, ele pode ir ganhando mais privacidade gradativamente. Deve haver, por parte dos responsáveis, um ensinamento sobre as possíveis armadilhas, e, em caso de dúvidas, deve existir a confiança para avisar os responsáveis, bem como existem aplicativos de barreira que permitem apenas o uso adequado para cada faixa etária".

‘Isolamento pode indicar vício’

A psicóloga clínica e jurídica Andreia Calçada fala sobre a consequência que esses desafios online podem trazer para adolescentes e jovens. "O uso excessivo das redes sociais já se configura como um dos principais fatores de risco para a saúde mental na juventude. Entre os sinais de alerta estão os longos períodos diante de telas, o abandono de atividades cotidianas, alterações no sono, perda de apetite, isolamento familiar e social e queda no rendimento escolar’’, explica.


Se esse adolescente ou jovem tiver uma família disfuncional, a situação se agrava. "Para jovens que já enfrentam conflitos familiares ou apresentam distúrbios emocionais, o impacto pode ser ainda mais intenso. Muitos acabam buscando nas redes sociais uma forma de suprir carências afetivas ou de expressar sua dor, tornando-se alvos fáceis para influenciadores e pessoas mal-intencionadas e comunidades virtuais perigosas. Podemos citar como exemplo, os grupos que incentivam os jovens a não se alimentarem visando a magreza, promovem comportamentos autodestrutivos com desafios e jogos, o que representa uma ameaça real, principalmente para adolescentes emocionalmente fragilizados", afirma.

De acordo com a profissional, os pais devem ficar atentos quando observarem que o adolescente deixa de interagir com a família, passa a virar a noite em jogos online ou navegando em redes sociais. Esse isolamento pode indicar vício digital ou até esconder quadros mais graves, como depressão ou ansiedade. Mas ela alerta que a melhor forma de proteger os adolescentes não é a proibição total do uso das redes, mas sim o acompanhamento ativo.

"Ferramentas de controle parental, limites de tempo de uso e, principalmente, o diálogo aberto e sincero entre pais, filhos e educadores são fundamentais para prevenir danos. Os pais precisam estar presentes, conversar, entender o que os filhos consomem e com quem interagem e até pedir sugestões para eles, mas sempre lembrando que eles precisam ter limites e monitoramento. Pais devem estabelecer uma relação de autoridade e respeito com os filhos", orienta.



Fonte: O Dia
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Notícias em Geral · 04 de agosto de 2025 às 08:28

Segunda-feira - 08:20 - O que o trabalhador deve fazer se a empresa não depositar o FGTS? Veja Abaixo

Com a informalidade grande no Brasil, muitos trabalhadores sonham com esse direito. Além disso, muitas vezes profissionais formais que operam no regime CLT acabam não tendo o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) depositado.
O que fazer se a empresa em que trabalha não deposita os valores corretos? E se não deposita valor de nenhum? O DIA conversou com especialistas para ajudar a resolver esta questão.
Segundo levantamento do Instituto Fundo de Garantia do Trabalhador (IFGT) junto à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), 219.337 empresas estão inscritas na Dívida Ativa da União por inadimplência no recolhimento do FGTS.
A dívida supera R$ 50,4 bilhões e afeta diretamente cerca de 11,7 milhões de trabalhadores com carteira assinada, o que representa uma perda média de R$ 4.500 por pessoa. O número pode ser ainda maior, se forem considerados os empregados informais e aqueles que recebem parte do salário "por fora".
Ainda de acordo com dados do IFGT, atualmente mais de 19 milhões de trabalhadores atuam na informalidade. Além disso, entre 1,5 milhão e 2 milhões de pessoas trabalham como PJ ou MEI de forma irregular, com vínculos que deveriam ser formais.
"Recomendamos que o trabalhador consulte mensalmente seu extrato do FGTS e, ao identificar atrasos no recolhimento, denuncie ao seu sindicato ou ao Ministério do Trabalho para que atuem para a regularização", explica José Ferreira, presidente do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro.
Ele também lembrou que hoje há o aplicativo do FGTS que permite o acompanhamento no próprio aparelho celular.
Trabalhadores lesados
Deise Coutinho, de 53 anos, briga na Justiça para receber o valor que sua antiga empresa não depositou. Ela trabalhou em uma companhia de alimentos entre 2015 e 2019.
"Entrei com uma ação trabalhista e estou fazendo a reconstituição para ver quanto tenho a receber sobre os meses não depositados e a multa de 40%", contou ela, que mora em Anchieta, na Zona Norte do Rio.
"Fui demitida sem receber os meus direitos trabalhistas. Isso me atrapalhou muito, pois eu fui ‘castigada’ financeiramente durante o período da pandemia de covid-19, que veio logo depois", lembra. Ela está desde 2022 neste processo.

Rubens Honorato, de 38 anos, morador da Tijuca, passa por uma situação semelhante. Ele trabalhou em uma empresa entre 2022 e 2024 e, quando saiu do cargo que ocupava, notou que a companhia não havia depositado o valor do FGTS.

"Na hora do saque o saldo estava zerado, a empresa não depositava o valor", disse ele, que atua como analista de recursos humanos. O processo de Rubens tramita na Justiça desde 2024.




Clarisse Oliveira, professora de Direito da Universidade Federal Fluminense de Volta Redonda, analisa a questão: "A princípio, o profissional pode ajuizar uma ação judicial contra empresa que não realiza os depósitos. Como isso é uma situação complexa para quem ainda tem contrato ativo, ele pode fazer uma denúncia anônima no site do Ministério Público do Trabalho".

"Passando mais de três meses sem solução, trabalhador pode ingressar com um pedido de rescisão indireta na Justiça do Trabalho, rompendo o contrato por culpa da empresa e pedindo todas as indenizações devidas como se estivesse sendo dispensado pela empresa", explicou.

Mas cabe indenização? O professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) Rodrigo Lychowski, especialista em Direito Trabalhista disse que em processos como esse, só caberia uma indenização "se o empregado comprovar que sofreu dano moral" por cobrar o depósito do FGTS.

FGTS

O FGTS é um direito trabalhista criado no Brasil em 1966, com o objetivo de proteger o trabalhador demitido sem justa causa. Todos os meses, os empregadores depositam o equivalente a 8% do salário do funcionário em uma conta vinculada no nome dele, administrada pela Caixa Econômica Federal.


O valor acumulado pode ser sacado em situações específicas, como demissão sem justa causa, aposentadoria, compra da casa própria, ou em caso de doenças graves. O FGTS também pode ser utilizado em modalidades como o saque-aniversário, que permite retiradas anuais de parte do saldo.



Fonte: O Dia

Notícias em Geral · 02 de agosto de 2025 às 11:26

Sábado - 11:24 - ATUALIZAÇÃO: HOMEM É MORTO A TIROS NO BAIRRO VINHOSA. Veja Abaixo

ITAPERUNA - Na noite de 01 de agosto de 2025, por volta das 21:00 horas, os policiais militares do 29º BPM, foram acionados para atender uma ocorrência de Homicídio em Itaperuna, no Bairro Vinhosa - Guaritá (Parte alta).

Ao chegarem no local, os militares encontraram a vítima em óbito, caída em via pública, sendo um homem de 31 anos de idade, identificado pelo nome de Pedro Henrique de Queiroz Souza, conhecido pelo apelido de "QUEIROZ".

De acordo com os relatos dos moradores, a vítima estava em um churrasco com colegas, quando homens em 3 motocicletas, efetuaram vários disparos de arma de fogo. Ainda segundos os moradores, os autores fugiram sentido o Bairro Aeroporto.

A Divisão de Homicídio da 143ª Delegacia de Polícia Civil, esteve no local e arrecadou imagens de câmeras de segurança.

A Perícia Criminal esteve no local e arrecadou 17 cápsulas do calibre 9mm.

O corpo foi levado para o IML de Itaperuna, onde será realizado o Exame de Necrópsia.

O Velório será na Casa de Oração, na Rua Júlio César, no Bairro Vinhosa.

A Polícia Civil segue a investigação no encalço dos autores.

A Polícia Militar reforçou o policiamento ostensivo na cidade de Itaperuna, dobrando o número de viaturas nos bairros Vinhosa e São Matheus, Cehab, Surubi, Matinada e Morro do Cristo.

REPORTAGEM: MLD / BLOG DO ADILSON RIBEIRO

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