Leitora perdeu a Carteira na manhã desta sexta-feira (01) em Itaperuna.
Nome: Maria Lúcia Rodrigues de Paula
Quem encontrar por favor entre em contato: (22) 999693436
Da Redação do Blog do Adilson Ribeiro com informações do 29BPM.
Autor
Leitora perdeu a Carteira na manhã desta sexta-feira (01) em Itaperuna.
Nome: Maria Lúcia Rodrigues de Paula
Quem encontrar por favor entre em contato: (22) 999693436
Da Redação do Blog do Adilson Ribeiro com informações do 29BPM.
Miradouro - A 13ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJMG) deu parcial provimento ao recurso de um cidadão, contra sentença proferida pela Vara Única da Comarca de Miradouro, para receber indenização por danos morais por conta de um vazamento de dados pessoais por um órgão de proteção ao crédito, em desacordo com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
O homem entrou com recurso para receber R$ 20 mil e os desembargadores votaram por conceder indenização por danos morais no valor de R$ 10 mil.
O autor da ação descobriu que, em 2020 e 2021, seus dados particulares foram expostos sem o seu consentimento e ele tomou conhecimento disso por meio de certificação da própria empresa ré. Por conta disso, ele buscou a justiça para impedir a divulgação, o acesso e o compartilhamento de suas informações a terceiros não autorizados. A ré alegou que não houve ato ilícito. O pedido de indenização foi negado em 1ª instância.
Na visão do relator, desembargador Newton Teixeira Carvalho, “a Lei Geral de Proteção de Dados assegura ao consumidor/usuário a segurança de suas informações pessoais. A instituição financeira que não emprega segurança suficiente a fim de evitar que os dados bancários e pessoais do consumidor sejam entregues a terceiros, estará infringindo as disposições legislativas vigentes”.
E também acrescentou que é completamente admissível a pretensão indenizatória do autor. “Constatada a vulnerabilidade do consumidor e a hipossuficiência em relação a empresa de poderio econômico importante deverão os pagamentos das indenizações serem realizados de forma direta aos consumidores”, alegou.
Os desembargadores Lúcio Eduardo de Brito e Maria Luíza Santana Assunção votaram de acordo com o relator.
Fonte: Paulo Roberto da Rádio
“O uso de temas virais como isca é uma técnica muito comum entre golpistas. Eles se aproveitam do engajamento alto e da curiosidade das pessoas para induzir cliques apressados”, afirma Daniel Barbosa, pesquisador de segurança da informação da ESET no Brasil.
O golpe se espalhou enquanto o doce se tornou uma febre nacional. Dados da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) mostram que o preço médio do morango subiu 77% em julho, saltando de R$ 27 para R$ 48 a caixa de 1,2 a 1,5 kg.
- Nunca forneça dados pessoais ou financeiros em páginas suspeitas.
O Ministério Público do Rio (MPRJ) denunciou Marlon Brandon Coelho, o MC Poze do Rodo, e outras nove pessoas por tortura e extorsão mediante sequestro do ex-empresário dele, Renato Medeiros, em 2023. O MPRJ pediu a prisão preventiva do cantor e outras seis pessoas. As informações são do portal g1.
Segundo a denúncia, Poze e seus amigos atuaram de maneira coordenada para agredir e obrigar Renato a confessar que teria roubado uma joia do cantor, o que nunca ficou comprovado.
De acordo com as investigações da 42ª DP (Recreio), Renato foi agredido com socos, chutes, arma artesanal feita com madeira e pregos, além de ter sido queimado com cigarros acesos. Na época, Poze negou as acusações e acusou Renato de tê-lo roubado.
— A acusação foi apresentada com base em elementos concretos colhidos ao longo da investigação, os quais apontam de forma consistente para a materialidade do crime e os indícios de autoria — diz o advogado Rodrigo Castanheira, que representa Renato.
O advogado Fernando Henrique Cardoso Neves, responsável pela defesa de Poze, afirma que o pedido de prisão não tem fundamento. Segundo ele, o cantor vem cumprindo todas as medidas cautelares impostas pela Justiça.
— Desde o início dessa investigação, tanto o Ministério Público como o Poder Judiciário entenderam ser desnecessária qualquer decretação de prisão. Aplicaram medidas cautelares, que vêm sendo respeitadas e seguidas. Marlon segue respeitando toda decisão do Poder Judiciário e, no processo, provará sua inocência — disse o advogado.
Em outro inquérito, Poze é investigado por apologia ao crime e por envolvimento com o tráfico de drogas.
Fonte: Extra