Autor

Cassiane Lessa

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Notícias em Geral · 29 de junho de 2025 às 14:34

Domingo - 14:34 - Acidente no alto da Serra de Pirapanema. Veja Abaixo

ACIDENTE ACONTECEU NA NOITE DESTE SÁBADO (28/06).

“O 2º Pelotão foi acionado via COBOM para atendimento de acidente automobilístico na BR-356, região da Serra de Pirapanema, município de Muriaé. No local, tratava-se de capotamento de um veículo que perdeu o controle direcional, saiu da pista de rolamento e desceu aproximadamente 100 metros por um talude.

A vítima, do sexo masculino, 21 anos, encontrava-se fora do veículo, consciente, orientada e sem ferimentos aparentes, tendo dispensado atendimento médico. Após as ações de verificação e orientação no local, a área permaneceu sob custódia da Polícia Militar”, informou o Corpo de Bombeiros.

Fonte: Silvan Alves

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Notícias em Geral · 29 de junho de 2025 às 14:16

Domingo - 14:16 - Falso médico que assinou mais de 200 óbitos usou identidade de profissional verdadeiro. Veja Abaixo

Fernando Henrique Dardis foi preso nesta semana após ser identificado como responsável por uma série de fraudes e crimes que envolvem o exercício ilegal da medicina em São Paulo. Entre 2011 e 2012, ele atuou como falso médico na Santa Casa de Sorocaba, utilizando o nome, o número do Conselho Regional de Medicina (CRM) e o currículo de um profissional legítimo, de quem obteve documentos enquanto estagiava em um hospital de Guarulhos.

Segundo as investigações, Dardis assinou mais de 200 declarações de óbito, prescreveu medicamentos e indicou tratamentos, mesmo sem ter concluído o curso de medicina, que abandonou no sétimo semestre. Para sustentar o esquema, ele chegou a confeccionar um carimbo com os dados do outro médico e a colocar sua foto em documentos falsificados.

O caso foi descoberto após denúncias de familiares de pacientes, que contestaram a atuação dele na unidade hospitalar. Além de responder por falsidade ideológica, o acusado também se tornou réu por homicídio com dolo eventual, sob a acusação de ter assumido o risco de matar duas pacientes — Helena Rodrigues e Therezinha Monticelli Calvim — ao receitar medicações e não adotar condutas adequadas ao quadro clínico das vítimas. O julgamento de um dos casos está marcado para outubro.

Na tentativa de evitar a responsabilização criminal, Fernando Dardis forjou a própria morte em maio deste ano. De acordo com o Ministério Público, ele apresentou um atestado de óbito falso emitido por um hospital pertencente à sua família, alegando que teria falecido em decorrência de sepse. Além disso, inseriu dados fraudulentos no sistema do Serviço Funerário Municipal de Guarulhos, informando que havia sido enterrado no lugar de um idoso de 99 anos realmente sepultado no local.

Em nota divulgada por sua defesa, Dardis admitiu ter atuado como médico sem formação e reconheceu ter simulado o próprio falecimento “em um momento de desespero”. Já a Med-Tour, empresa da família dele, declarou que não possui relação com as irregularidades e que instaurou procedimentos internos para apuração.

O Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) informou que também vai investigar a conduta. Paralelamente, a Corregedoria da Polícia Civil apura se houve participação de agentes públicos no fornecimento de distintivos e munições apreendidos com Dardis em outro processo, anterior a este, em que ele também se passava por policial civil.

Atualmente, Fernando permanece preso preventivamente e responde por homicídio com dolo eventual, falsidade ideológica e outros crimes conexos.

Fonte: G1

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Notícias em Geral · 29 de junho de 2025 às 13:47

Domingo - 13:47 - Mulher é presa após tentar calote e chamar funcionário de "preto nojento". Veja Abaixo

Uma mulher foi presa em flagrante por injúria racial na tarde desta sexta-feira (27), na estação BRT Boiúna, localizada no bairro da Taquara, Zona Oeste do Rio de Janeiro. A ação foi realizada por agentes do programa BRT Seguro, vinculado à Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop).

A ocorrência teve início quando os agentes perceberam que a mulher estava do lado de fora da plataforma sem ter pago a passagem. Ao ser abordada e orientada a deixar o local, ela se recusou a sair, afirmou que não pagaria a tarifa e passou a insultar um dos agentes com ofensas racistas e homofóbicas.

De acordo com os relatos, a mulher utilizou expressões como “macaco” e “preto nojento” para se referir ao funcionário. A equipe da Seop informou que diante da agressividade e da resistência à abordagem, os agentes precisaram algemá-la para conduzi-la até a 32ª Delegacia de Polícia (Taquara).

No caminho até a unidade, a mulher continuou a ofender o agente com xingamentos de cunho racial.

Na delegacia, o caso foi registrado como injúria racial, e a suspeita permaneceu presa.

Fonte: CNN Brasil.

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Notícias em Geral · 29 de junho de 2025 às 13:31

Domingo - 13:31 - Motorista para onde não deve e carro é erguido por empilhadeira. Veja Abaixo

Um vídeo que viralizou nas redes sociais mostra o momento em que um carro é erguido por uma empilhadeira em Patos de Minas (MG), na manhã de quarta-feira (25).

Segundo a Polícia Militar, o veículo estava estacionado de forma irregular em uma vaga destinada a carga e descarga — uma infração grave, com multa de R$ 195,23, 5 pontos na CNH e possibilidade de remoção ao pátio.

O caso gerou repercussão e reações diversas nas redes sociais.

Fonte: Luiz Bacci

 

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Notícias em Geral · 29 de junho de 2025 às 13:16

Domingo - 13:16 - Esposa mata cabo da PM com tiro na cabeça na casa da sogra após briga por ciúmes. Veja Abaixo

Uma mulher identificada como Auriene Paiva foi presa em flagrante na madrugada dessa sexta-feira (27/6), suspeita de assassinar o cabo da Polícia Militar Silvio Cavalcante com um tiro na cabeça, durante uma discussão conjugal na cidade de Parintins, no interior do Amazonas.



O crime ocorreu dentro da casa da mãe do policial, nas proximidades do Bumbódromo, um dos pontos mais conhecidos do município. Segundo a Polícia Civil, o casal mantinha um relacionamento conturbado, com registros de brigas constantes e tentativas recentes de separação por parte de Auriene.



Notícias em Geral · 28 de junho de 2025 às 17:45

Sábado - 17:44 - Juiz relata esgoto a céu aberto, comida vencida e falta de higiene em abrigos interditados em Campos. Veja Abaixo

Falta de cama, lençol, alimentos vencidos e até esgoto a céu aberto. Essas foram algumas das situações encontradas durante uma fiscalização judicial nos abrigos Portal da Infância e Despertar, administrados pela Prefeitura, através da Fundação Municipal da Infância e Juventude (FMIJ), em Campos. As condições foram consideradas inaceitáveis pela Justiça, que determinou a interdição imediata das duas unidades e a transferência urgente das crianças e adolescentes para locais com estrutura adequada. Através de nota, Prefeitura afirmou que situação é reflexo de um desequilíbrio orçamentário provocado pela suspensão dos repasses estaduais na área da saúde (leia completa ao final).

A vistoria foi realizada no início de junho e revelou o cenário alarmante. Falta de medicamentos e de materiais de limpeza, esgoto à céu aberto, falta de cama, lençol, ausência de vidro nas janelas de todos os quartos, consumo de água fervida e refeições diárias à base de salsicha, linguiça e frango há mais de quatro meses. A fiscalização teve como base o artigo 95 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que garante o direito à dignidade e à proteção integral de menores acolhidos.

Atualmente, Campos conta com oito unidades de acolhimento institucional sob responsabilidade da FMIJ, com cerca de 150 crianças e adolescentes. As duas instituições interditadas receberam a ordem judicial nos dias 11 e 17 de junho, após constatação de que as unidades não possuíam o mínimo necessário para garantir moradia digna.

“Considerando que o ECA é uma lei conhecida como pela proteção integral, há de se garantir os direitos fundamentais previstos também previstos na Constituição Federal. A interdição de unidades nada mais é que a aplicação de disposição legal que eu enquanto juíz tenho o dever de aplicar”, afirmou o juiz Márcio Roberto da Costa, responsável pela decisão.

Além da interdição, a Justiça determinou a abertura de boletim de ocorrência na Polícia Civil para apuração de responsabilidades.

Ministério Público move ação civil pública

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva da Infância e Juventude de Campos, entrou com uma ação civil pública contra o Município e a FMIJ para assegurar o fornecimento adequado de insumos nos oito abrigos institucionais administrados pela fundação.

Durante visitas aos locais, o MP identificou a ausência de itens básicos como carne, leite para bebês, papel higiênico e produtos de higiene e limpeza. A promotora Anik Assed, responsável pela ação, alertou que a falta desses materiais compromete a dignidade e o bem-estar de cerca de 150 crianças e adolescentes acolhidos, em desrespeito ao ECA.

Nota completa da Prefeitura de Campos:

A Prefeitura de Campos reafirma seu compromisso com a política de acolhimento e proteção às crianças e adolescentes, conduzida com responsabilidade e diálogo permanente com as instituições envolvidas.

A atual situação é reflexo de um desequilíbrio orçamentário provocado, dolosamente, pela suspensão dos repasses do cofinanciamento estadual na área da saúde desde o final de 2024, comprometendo significativamente as finanças municipais e exigindo adequações em diversos setores. Ainda assim, o orçamento destinado à Fundação Municipal da Infância e Juventude (FMIJ) permanece, proporcionalmente, acima da média per capita do município, demonstrando a prioridade na política de proteção social. Nos últimos 30 dias, foram promovidas mudanças no organograma da administração municipal e na presidência da FMIJ. As medidas adotadas terão seus efeitos percebidos ao longo do segundo semestre.

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