Autor

Cassiane Lessa

📢 Seja nosso anunciante

Notícias em Geral · 28 de junho de 2025 às 17:09

Sábado - 17:08 - Brasileira se forma em Harvard com a nota mais alta da turma e recebe prêmio. Veja Abaixo

A brasileira Sarah Borges se formou em Psicologia na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, e ganhou o Sophia Freund Prize, prêmio destinado aos alunos que tiram as maiores médias de notas da turma e concluem o curso com a distinção acadêmica "summa cum laude" -- "com a mais alta honra", em português, concedida a estudantes com desempenho excepcional nos estudos.

"Meu eu de 17 anos, que sequer tinha escrito uma redação em inglês, jamais imaginaria um dia se formar em Harvard com a maior nota da turma", escreveu Sarah em uma publicação nas redes sociais.

"Depois de quatro anos que transformaram minha vida de formas que ainda não consigo entender, saio com as verdades garantidas no poder de uma boa educação em abrir portas (e mentes) — e na importância de mantê-las abertas para todos", afirmou a estudante.

A Universidade de Harvard divulgou um documento no início deste mês com os nomes dos estudantes que receberam o Sophia Freund Prize em 2025. Além do reconhecimento, cada um dos 54 alunos selecionados ganhará o valor de US$ 1 mil (cerca de R$ 5.540, na cotação atual).

"Depois de muitas aventuras inesperadas, encerro esse capítulo como comecei: com uma gratidão imensa pelas pessoas e oportunidades que possibilitaram tudo isso possível desde pequenininha, em especial minha família, sonhos esperançosos de contribuir para um futuro melhor em tempos tão conturbados, e uma verdadeira paixão por essa busca linda (e difícil!) pelo conhecimento -- que agora continuará na Cambridge britânica, onde começarei meu doutorado! Muito obrigada, Harvard, pelos altos, baixos e tudo mais!", postou ainda Sarah.

Quem é Sarah Borges?

Sarah Borges é natural de Goiânia, em Goiás. A estudante concluiu o curso de Psicologia na Universidade de Harvard em maio deste ano. Sua tese -- similar ao Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) no Brasil -- foi uma pesquisa sobre como o estigma afeta o acesso de jovens brasileiros a serviços de saúde mental.

Em um post sobre a sua trajetória, Sarah também contou que, no último ano da universidade, foi selecionada para a Phi Beta Kappa, a sociedade de honras acadêmicas mais antiga dos Estados Unidos que reconhece estudantes que demonstram excelência intelectual e compromisso com o aprendizado.

Segundo a goiana, durante sua trajetória acadêmica, ela ainda participou da Associação para Cultivo da Democracia Inter-Americana (HACIA Democracy), conferência sobre temas relevantes à democracia com jovens da América Latina.

Além disso, atuou na Brazil Conference no Programa de Pesquisadores, que leva pesquisadores de destaque para apresentarem seus trabalhos em Harvard e no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).


A partir de setembro, com uma bolsa de estudos, Sarah começará um doutorado em Psiquiatria na Universidade de Cambridge, no Reino Unido. "Essas conquistas não surgiram de repente, mas de uma paixão pelos estudos cultivada desde pequenina", destacou a brasileira.
Fonte: Terra
📢 Seja nosso anunciante
📢 Seja nosso anunciante

Notícias em Geral · 28 de junho de 2025 às 16:40

Sábado - 16:40 - Justiça Eleitoral cassa mandato da prefeita de Miracema por compra de votos. Veja Abaixo

Alessandra Freire (Republicanos) e o vice-prefeito Maurício Vô (Solidariedade) tiveram os diplomas cassados e receberam multa de R$ 30 mil cada; decisão cabe recurso.

- A Justiça Eleitoral da 112ª Zona Eleitoral de Miracema cassou, nesta sexta-feira (27), os mandatos da prefeita Alessandra Freire (Republicanos) e do vice-prefeito Maurício Vô (Solidariedade) por compra de votos durante as eleições municipais de 2024. A sentença foi proferida pela juíza Letícia de Souza Branquinho, que também impôs multa de R$ 30 mil a cada um dos condenados.

A decisão atende a uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) movida pela coligação adversária “Aliança Popular”, liderada pelo ex-candidato Charles Magalhães (PP), que foi derrotado no pleito. Segundo a denúncia, Maurício Vô, com ajuda do filho, oferecia R$ 100 a eleitores em troca do voto, e R$ 250 a intermediários que atuavam na captação de votos.

A investigação aponta que o esquema só foi descoberto após o descumprimento de acordos feitos com captadores. Após as eleições, os valores prometidos teriam sido alterados para R$ 250 por família, o que motivou denúncias por parte de alguns eleitores.

Em sua sentença, a juíza destacou a gravidade da conduta, citando reuniões privadas, elaboração de listas de eleitores e a atuação de intermediários. “Não há dúvidas quanto à elevada gravidade qualitativa da conduta, considerando o intrincado esquema arquitetado pelos investigados”, afirmou.

Apesar da cassação, Alessandra Freire e Maurício Vô ainda podem recorrer às instâncias superiores da Justiça Eleitoral. Até que haja decisão definitiva, ambos permanecem nos cargos. A decisão movimenta o cenário político de Miracema e pode gerar novas eleições no município, caso a sentença seja mantida.

Fonte: Rádio Itaperuna 96fm/Foto: Reprodução/Redes Sociais

📢 Seja nosso anunciante

Notícias em Geral · 28 de junho de 2025 às 15:19

Sábado - 15:18 - Grávida é barrada de sair para dar à luz; bebês morrem ao nascer na empresa. Veja Abaixo

A Justiça do Trabalho de Mato Grosso condenou o grupo multinacional do ramo de alimentos BRF a indenizar uma funcionária que entrou em trabalho de parto durante o horário de expediente, não recebeu autorização para procurar um hospital, e acabou perdendo as filhas gêmeas, que nasceram na sede da companhia. O caso ocorreu em abril de 2024, mas a decisão judicial foi proferida nesta semana. O caso foi noticiado pelo g1 e confirmado pelo UOL.

O que aconteceu

BRF foi condenada a indenizar a trabalhadora em R$ 150 mil por danos morais. Além do valor indenizatório, a 2º Vara do Trabalho de Lucas do Rio Verde também determinou que a empresa pague verbas rescisórias à funcionária, como aviso prévio, 13º salário, férias, FGTS acrescido da multa de 40% e assegure que ela tenha acesso ao seguro-desemprego. A sentença foi proferida pelo juiz Fernando Galisteu, na segunda-feira.

Funcionária, que é uma mulher negra de 32 anos, natural da Venezuela, mas que mora no Brasil, trabalhava em um frigorífico da BRF na cidade de Lucas do Rio Verde. No dia do ocorrido, ela, já no oitavo mês de gestação, estava em horário de expediente por volta das 3h40, quando começou a entrar em trabalho de parto e procurou a gerência da unidade, mas não recebeu permissão para sair e procurar ajuda médica.

Tribunal destacou o fato de a trabalhadora ter sido impedida de buscar médico para realizar seu parto. "Com dores intensas, ânsia de vômito, tontura e falta de ar, ela buscou socorro junto à sua líder imediata e ao supervisor. Mesmo após insistentes pedidos, foi impedida de deixar o setor [em que trabalhava] devido ao funcionamento da linha de produção", diz trecho da decisão.

Mulher permaneceu no posto de trabalho, mas as dores aumentaram; ela voltou a pedir licença, novamente negada. Ela então decidiu deixar o expediente por conta própria para buscar um hospital.

Venezuelana foi aguardar o ônibus em um ponto na frente da empresa, quando a bolsa amniótica rompeu e ela precisou realizar o parto na sede da BRF. A primeira filha morreu logo após vir ao mundo por volta das 6h30. A segunda bebê nasceu minutos depois, mas também morreu no local.

BRF negou ter sido negligente ao não autorizar a funcionária a deixar o posto de trabalho para buscar atendimento médico. Nos autos processuais, a empresa alegou que a funcionária não tinha uma gravidez de risco e que ela teria, supostamente, recusado atendimento médico interno da empresa, o que a Justiça rechaçou. Para Fernando Galisteu, "não parece ser crível supor que a trabalhadora nas condições debilitadas em que estava, e no oitavo mês de gestação de gêmeas, se negaria a ir ao centro médico da ré, como pretende a defesa" da empresa.

Empresa disse, ainda, que a mulher deu à luz fora do perímetro da unidade. A justificativa foi contestada por imagens das câmeras de segurança da própria BRF, que mostraram que a mulher teve as filhas dentro da área do frigorífico.

Depoimentos colhidos pela investigação corroboraram a versão apresentada pela venezuelana. Conforme a decisão judicial, ficou comprovado que, embora tenha buscado ajuda, a funcionária não teve acesso ao Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho da empresa. Uma técnica de saúde do local disse que não foi chamada para atender o caso. O enfermeiro responsável pela área médica da unidade também depôs que o protocolo não foi seguido.

Juiz afirmou que a BRF foi "omissa e negligente ao não providenciar atendimento médico com a agilidade necessária". A decisão também ressalta que a trabalhadora não teve o atendimento médico fornecido pela estrutura da empresa, além de ter sido submetida a "sofrimento e humilhação inegáveis".

Justiça do Trabalho também determinou a rescisão indireta do contrato do trabalho entre as partes. Para o juiz, "a grave e injustificável omissão da ré é suficiente para tornar insuportável a manutenção do vínculo [empregatício], caracterizando a justa causa patronal", e determinou, ainda, que a empresa pague as verbas rescisórias à venezuelana de acordo com o tempo de trabalho. Ela estava na empresa desde 2023.

BRF recorreu da decisão judicial, mas disse que instaurou procedimento interno para apurar o ocorrido. "A companhia destaca que instaurou um comitê multidisciplinar para apurar e revisitar o caso específico. Sobre a ação jurídica em curso, a companhia não comenta processos em andamento", informou em nota ao UOL.

Empresa também afirmou possuir "uma política de apoio a gestantes que oferece suporte às mães em todas as fase da gestação". "De adesão voluntária das colaboradoras e com uma equipe técnica dedicada, a iniciativa acompanhou, apenas no último ano, 2.200 colaboradoras", alega a multinacional.

Fonte: uol

📢 Seja nosso anunciante
📢 Seja nosso anunciante

Notícias em Geral · 28 de junho de 2025 às 15:00

Sábado - 15:00 - Turista malaio cai e fica ferido em novo acidente no monte Rinjani, dias após a morte de Juliana Marins. Veja Abaixo

Um turista malaio ficou ferido após cair cerca de 200 metros em um acidente nesta sexta (27) no Monte Rinjani, na Indonésia. É o segundo caso de acidente no parque em menos de uma semana, após a morte da brasileira Juliana Marins.

A informação do novo acidente foi confirmada pela administração do parque em Lombok. Em uma rede social, as autoridades do parque confirmaram que o incidente ocorreu por volta das 15h20 no horário local.

Uma equipe de resgate foi acionada logo após o alerta da queda.

Na manhã deste sábado (28), os responsáveis pelo resgate informaram que o alpinista estava em estado estável e “capaz de realizar atividades”.

O jornal Sinar Harian, da Malásia, disse que a vítima fraturou o quadril e teve feridas na cabeça após cair 200 metros na trilha. A queda parou próximo a uma ponte próxima ao lago Sengara Anak.

A brasileira Juliana Marins tinha 26 anos e morreu após cair de um penhasco na trilha do Monte Rinjani, no dia 21 de junho. O corpo foi encontrado na terça-feira (24), no quarto dia de buscas.

Fonte: g1

📢 Seja nosso anunciante

Notícias em Geral · 28 de junho de 2025 às 14:25

Sábado - 14:24 - Mulher fica ferida ao capotar com carro na 28 de Março, em Campos. Veja Abaixo

Uma mulher, que não teve a identificação divulgada, ficou ferida ao capotar com o veículo, na madrugada deste sábado (28). O acidente aconteceu na Avenida 28 de Março, em frente a um shopping, na pista sentido José Alves de Azevedo, na área central de Campos dos Goytacazes, Norte Fluminense.

Segundo informações apuradas junto ao Corpo de Bombeiros, os militares foram acionados 00h56. No local, encontraram a vítima presa às ferragens, porém, lúcida.

Ainda de acordo com o Bombeiro, a mulher foi socorrida com ferimentos leves para o Hospital Ferreira Machado (HFM).

As causas do acidente não foram divulgadas.

Fonte: NF Notícias

Hospedado por

Hosteg

Desenvolvido por

SF Dias