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Imagem meramente ilustrativa
Nota do leitor:
"Esta semana passei pela mesma situação no trânsito nada fácil de nossa cidade: me vi atrás de um carro de som, que trafegava em velocidade muito baixa e, por causa do forte fluxo, tive dificuldades em trocar de faixa.
Tenho visto, em outras ocasiões, este mesmo carro de som trafegando pela Ca no dos veículos de propaganda para as ruas. Se houve, além de não concordar, acho o momento mais que inoportuno, tendo em vista a situação em que se encontra o trânsito, em razão das obras do DNIT. Se há uma proibição, acho que os órgãos municipais de controle estão sendo negligentes, pois ao menos a guarda municipal já se deparou com o tal carro de som.
Acho que nosso trânsito não comporta mais estes tipos de veículos, pois, em razão da baixa velocidade, favorecem a possibilidade de um acidente.
Entendo que o desemprego assola toda nossa sociedade, mas não pode ser fundamento para prática de atividades proibidas e irregulares, pois isso só interessa aos defensores da desordem e caos social.
Obrigado!"
A lei que proibe a propaganda volante em carros e motos de som do ano de 1977 foi usada para proibir esta atividade no Municíio de Itaperuna no ano de 2012, mas os proprietários desses veículos fizeram contato, na época, com o autor da lei Deputado Estadual luiz Martins do PDT que fez uma emenda em sua própria lei, aprovada em 20 de dezembro daquele mesmo ano , liberando a propaganda volante em carros e motos desde que cada município aprove sua própria regulamentação da lei permitindo entre outas coisas que a propaganda volante seja realizada com o limite máximo de som de 85 decidéis.
Entenda:
- Tabela de Decibéis:
Casa Sossegada: 20
Conversa em tom normal: 60
Televisão em tom normal: 65
Restaurante cheio: 70
Tráfego intenso em SP: 93
Liquidificador: 85
Walkman no volume máximo: 110
Buzina de carro: 110
Britadeira: 110
Show em estádio aberto: 120
-Palavras de Maricota em sua rede social
😞"
-Da Redação do Blog do Adilson Ribeiro / Vanessa Gualandi
Até então, cerca de cem exames de confronto de DNA já tinham sido realizados no caso Raquel.
Quase onze anos depois do crime, a Polícia Civil do Paraná identificou um suspeito pelo assassinato da menina Raquel Genofre, 9, cujo corpo foi encontrado dentro de uma mala abandonada na rodoviária de Curitiba, em novembro de 2008.
Carlos Eduardo dos Santos, de 54 anos, já estava preso na Penitenciária de Sorocaba (SP) e foi identificado a partir do compartilhamento do banco de DNA entre as instituições de segurança de São Paulo e Brasília com a do Paraná.
"Ele já está condenado porque não há como ele negar a autoria desse crime", afirmou o delegado-geral adjunto da Polícia do Paraná, Riad Braga Farhat, em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (19).
Segundo ele, os nos últimos anos.
"Agora o governo federal, por meio do ministro Moro, reimplementou esse programa e deu aporte financeiro gigantesco para que se retomasse a atividade e se procedesse com mais celeridade", disse.
O Banco Nacional de Perfis Genéticos existe desde 2012 e, no final de 2018, contava com 6.500 perfis de condenados, 440 de investigados e 7.800 de vestígios de local de crime.
Para 2019, a previsão é coletar, processar e cadastrar 65 mil. Segundo o Ministério, desde sua implementação, a ferramenta auxiliou em 559 investigações.
A ideia de Moro é coletar o sangue de toda a população carcerária do país, chegando a 750.000 perfis genéticos.
Fonte: Tribuna
O amor pela cadelinha Luna fez o manobrista Nelson Monteiro, de 59 anos, furar o bloqueio do prédio interditado e resgatá-la após o incêndio que destruiu a loja Alves Couros, na tarde de sexta (20), na Vila Rubim, em Vitória. O animal passou a noite inteira lá dentro.
Neste sábado (21), a Defesa Civil começou a entrar com os moradores para a retirada dos pertences mais importantes, mas os prédios seguem interditados. É que ainda existem focos de incêndio que precisam ser controlados pelo Corpo de Bombeiros.
"A Luna está lá desde onte pegá-la. É uma felicidade, porque ela faz parte da família", contou.
Nelson não se arrepende de ter furado o bloqueio do prédio interditado. "Meu filho passou a noite toda chorando muito, achando que a cadelinha tivesse morrido no incêndio", destacou.
Ele comentou ainda que está tudo bem no meu apartamento, que fica no 10º andar, mas que os andares mais baixos estão muito sujos de fuligem.
Fonte: Tribuna
Ainda debilitada física e emocionalmente pela cirurgia, a gestora de negócios não questionou o profissional naquele momento. Acolheu Jéssica nos braços e, posteriormente, foi liberada para ir embora. À época, ela vivia no 4º andar de um prédio no Cruzeiro. No conforto do lar, sentiu-se enganada pela primeira vez. “Tudo passou pela minha cabeça de novo e vi que tinha algo errado. Não conseguia aceitar que tinha sido vítima de um golpe tão cruel. Mas não tinha provas”, conta.
Seis meses depois, Patrícia seguia para o HFA, onde Jéssica havia sido internada mais uma vez. No ônibus, a enfermeira Maria Rodrigues da Silva, 47, reconheceu a mulher. “Ela se aproximou e perguntou se eu tinha encontrado minha outra filha. Eu fiquei perplexa. Ela disse que eu tinha tido gêmeas, sim, e que uma tinha sido levada para substituir a filha de um general. Ela nunca disse me disse o nome dela e, em um momento de desespero, procurei explicações na direção do hospital”, lembra Patrícia.
Na nota de alta: Na nota de alta: "Cesárea por gemelaridade e aprestação de alta"
(foto: Sarah Peres/CB/D.A Press)
Uma apuração interna foi aberta no Hospital das Forças Armadas. Entretanto, a investigação foi arquivada. A reportagem entrou em contato com a assessoria do HFA por e-mail e aguarda retorno da demanda. A matéria será atualizada assim que o posicionamento for encaminhado.
O Correio notificou o caso em 4 de abril de 1998. Na época, o relações públicas do HFA, o tenente-coronel Etevaldo Marques Barbosa alegou que o o ção interna foi aberta no Hospital das Forças Armadas. Entretanto, a investigação foi arquivada. A reportagem entrou em contato com a assessoria do HFA por e-mail e aguarda retorno da demanda. A matéria será atualizada assim que o posicionamento for encaminhado.
O Correio notificou o caso em 4 de abril de 1998. Na época, o relações públicas do HFA, o tenente-coronel Etevaldo Marques Barbosa alegou que o obstetra Álvaro Dacomuni se enganou. “Ele fez uma leitura errada da ecografia. Como o útero da mãe estava cheio de água, a cabeça da criança ficou girando lá dentro de um ponto para outro, dando a impressão de serem duas. Realizamos sindicância e chegamos à conclusão de que houve erro”, afirmou na ocasião. A reportagem também indicou que os prontuários de Patrícia apresentavam indícios de adulteração.
De acordo com a delegada Claudia Alcântara, chefe da 3ª DP, será pedido o processo de investigação arquivado em 1998. “Irei entrar em contato com a Justiça Militar para ter acesso ao documento. Assim, poderei avaliar o que foi apurado ou não. Esse é nosso primeiro passo”, adianta.
Morte da enfermeira
O inquérito por desaparecimento em apuração aberto na 3ª DP também irá investigar a morte da enfermeira Maria Rodrigues, única testemunha que poderia comprovar a suposta existência das duas filhas de Patrícia. A profissional da saúde faleceu em 29 de dezembro do mesmo ano, após dar entrada no HFA para passar por procedimento cirúrgico de histerectomia — retirada completa do útero.
O servidor público José Wesley Rodrigues Bezerra, 39, esteve nesta sexta-feira (20/9) na delegacia. Ele relata ao Correio que acredita que a mãe foi morta por negligência médica, porque a enfermeira seria um “problema”.
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A enfermeira Maria Rodrigues da Silva faleceu meses após relatar ter cuidado das filhas gêmeas de Carla Patrícia(foto: Material cedido ao Correio) A enfermeira Maria Rodrigues da Silva faleceu meses após relatar ter cuidado das filhas gêmeas de Carla Patrícia
(foto: Material cedido ao Correio)
“Quando o desaparecimento ocorreu, em fevereiro, minha mãe contou para mim e para meu pai sobre a história. Ela disse que tinha cuidado de duas meninas, mas que uma delas havia sumido e, para mãe, alegaram erro na ultrassonografia. Só que ela nunca disse o que tinham feito com a menina”, afirma Wesley.
O homem explica que Maria Rodrigues foi internada no HFA em 21 de outubro, para exames pré-cirúrgicos, que indicariam alergias a medicamentos ou a anestesia. Às 7h do dia 22, a enfermeira foi para a mesa de cirurgia e tomou a anestesia. Ela sequer chegou a ser operada.
“Ela teve reação alérgica à anestesia e os médicos levaram mais de 10 minutos para entubá-la. Quando questionamos isso, alegaram que o procedimento tinha sido difícil. Por causa do tempo, diminuiu o oxigênio no cérebro da minha mãe e ela entrou em coma. Ela passou todos os dias na Unidade de Tratamento Intensivo, com visitas restritas. Até hoje não tiro da minha cabeça o quão receosa ela estava por fazer a cirurgia naquele hospital (HFA)”, lamenta Wesley.
Ele destaca que não tinha contato anterior com Patrícia e só a encontrou nos últimos dias, pela internet. “Eu vi a postagem sobre a Jéssica e Nathália. Ao ler sobre o testemunho da enfermeira, que morreu pouco depois, percebi que se tratava da minha mãe. Seria muita coincidência dois desaparecimentos de gêmeas, no mesmo ano, no HFA”, afirma.
Wesley voltará à 3ª DP na semana que vem, para formalizar o depoimento. O pai dele, o aposentado José Bezerra da Silva, 72, também será chamado para prestar esclarecimentos.
Fonte: Correio Braziliense