Autor

Vanessa Gualandi

Notícias em Geral · 03 de agosto de 2019 às 11:24

Sábado - 11:20 - Cachorro Olavo de raça Shi-Tzu desapareceu nessa madrugada no bairro Boa Fortuna e seu dono pede ajuda para encontra-lo. Veja abaixo

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Olavo, uma cachorro de raça Shi-tzu desapareceu na madrugada do dia 03 de agosto de 2019,no bairro Boa Fortuna perto do supermercado Fluminense.

Seu dono pede ajuda para encontra-lo, deixando qualquer informação com o contato :

(22) 99912-4471

 

 

 

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Notícias em Geral · 03 de agosto de 2019 às 10:50

Sábado - 10:50 - menina de seis anos que já havia sido estuprada pelo ex-padrasto agora é violentada pelo tio. Veja abaixo


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Mãe do suspeito, a avó da vítima foi quem descobriu o abuso e acionou a polícia!


    Uma criança de seis anos, que já havia sido violentada pelo ex-padrasto anteriormente, foi estuprada pelo tio, de 33 anos, nessa quinta-feira (1º). O caso aconteceu no Bairro Tijucal, em Cuiabá.

Conforme o boletim de ocorrência, a menina naquela madrugada.

A avó suspeitou do abuso devido à mudança de comportamento da neta. A mulher perguntou o que tinha acontecido e a menina contou.

A criança relatou que, durante a madrugada, seu tio a pegou no quarto pelos braços, quando a avó estava dormindo, “a levou para o quarto dele e começou a acariciar seu bumbum”. A avó contou que a menina ficou com diarreia.

Após ouvir a avó, policiais prenderam o suspeito, que negou ter cometido o abuso. Ele, a vítima e a avó foram encaminhados à Central de Flagrantes de Cuiabá, onde o caso foi registrado como estupro de vulnerável.

Na delegacia, a avó contou que a neta já havia sido vítima de estupro, cometido pelo ex-padrasto. O novo abusador já possui antecedentes criminais por homicídio, tráfico ilegal de drogas e ameaça.

Fonte: Metrópoles

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Notícias em Geral · 03 de agosto de 2019 às 10:36

Sábado - 10: 35 - Idoso confessa e Polícia encontra ossada de mulher desaparecida há 24 anos. Veja abaixo


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14 anos após cometer o crime, idoso assume autoria e diz onde escondeu corpo
(Foto ilustrativa)





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14 anos após cometer o crime, idoso assume autoria e diz onde escondeu corpo
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A ossada que pode ser de Luzinete Leal Militão, desaparecida há 24 anos, foi localizada pelos peritos na tarde desta sexta-feira (02).

Os restos mortais estavam enterrados em uma cova, dentro do banheiro da residência onde ela morava com a família quando desapareceu, em Sinop.

Junto à ossada da vítima foram encontrados diversos pertences como documentos, joias, carteira e roupas femininas.

Todo material recolhido foi enviado à Gerência de Medicina Legal de Sinop. Amostras serão enviadas para o exame de identificação genética, no Laboratório Forense da Politec, em Cuiabá, para a confirmação da identidade da vítima.

Depois do crime, o suspeito do crime, Jairo Narciso da Silva, vendeu a casa, que hoje era habitada por outra família.

O idoso informou à polícia que os ossos, objetos pessoais e documentos estavam enterrados junto com a vítima em uma cova funda no banheiro da casa onde eles moravam.

A motivação do homicídio foi ciúmes e para fugir da prisão, Jairo falou para os filhos, parentes e autoridades que a mulher tinha fugido com o amante.

Fonte: metrópoles

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Notícias em Geral · 03 de agosto de 2019 às 10:20

Sábado - 10:15 - Bolsonaro admite erro sobre demarcação de terras indígenas. Veja abaixo

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O presidente disse que errou ao insistir que as demarcações de terras indígenas fossem feitas pela Agricultura

O presidente Jair Bolsonaro reconheceu nesta sexta-feira (2) que cometeu um erro ao ter assinado uma nova medida provisória transferindo para o Ministério da Agricultura a responsabilidade de demarcar terras indígenas.

Por unanimidade, o STF (Supremo Tribunal Federal) manteve a suspensão da iniciativa e a prerrogativa de demarcação com a Funai (Fundação Nacional do Índio).

O Poder Legislativo já tinha se posicionado contra a mudança, mas o presidente insistiu e enviou uma nova medida provisória sobre o mesmo assunto, o que a legislação não permite que seja feito na mesma legislatura.

"Teve uma falha nossa. Eu já adverti a minha assessoria, teve uma falha nossa. A gente não poderia no mesmo ano fazer uma medida provisória de um assunto. Houve falha nossa. É falha, é minha, né? É minha porque eu assinei", disse.

Bolsonaro fez questão de ressaltar que a decisão da Suprema Corte foi "acertada". Em seu voto, o ministro Celso o para o Ministério da Agricultura a responsabilidade de demarcar terras indígenas.

Por unanimidade, o STF (Supremo Tribunal Federal) manteve a suspensão da iniciativa e a prerrogativa de demarcação com a Funai (Fundação Nacional do Índio).

O Poder Legislativo já tinha se posicionado contra a mudança, mas o presidente insistiu e enviou uma nova medida provisória sobre o mesmo assunto, o que a legislação não permite que seja feito na mesma legislatura.

"Teve uma falha nossa. Eu já adverti a minha assessoria, teve uma falha nossa. A gente não poderia no mesmo ano fazer uma medida provisória de um assunto. Houve falha nossa. É falha, é minha, né? É minha porque eu assinei", disse.

Bolsonaro fez questão de ressaltar que a decisão da Suprema Corte foi "acertada". Em seu voto, o ministro Celso de Mello disse considerar a reedição da iniciativa "um resquício de autoritarismo".

O presidente reconheceu o equívoco após cumprimentar simpatizantes na entrada do Palácio do Alvorada. No local, ele avaliou ainda que há um mal-entendido no país sobre a atividade de garimpagem.Segundo pesquisa Datafolha, divulgada nesta sexta-feira (2), 86% rejeitam proposta elaborada pelo Palácio do Planalto de permitir a garimpagem em reservas indígenas.

 

"Eu acredito que possa ser um número realmente compatível, porque, do lado de cá, quando se fala em garimpo, vem a imagem de um cara com jato de água desbarrancando tudo", disse. "Não é assim esse garimpo. Esse é o industrial, geralmente", acrescentou.

 

Ele explicou que a iniciativa permitirá a atuação de garimpeiros autônomos, mas reconheceu que é uma medida polêmica. Por isso, avalia divulgar o conteúdo da proposta antes de enviá-la à Câmara dos Deputados. "O que tenho vontade de fazer, antes de apresentar um projeto polêmico, é publicar o anteprojeto de lei, para ter críticas", disse.

 

Bolsonaro lembrou que ele próprio já garimpou e que a ideia é que os garimpeiros passem, a partir de agora, a fazer a atividade respeitando o meio ambiente, sem utilizar mercúrio. "O garimpeiro vive disso. São seres humanos. Se você não regulamentar ou legalizar, eles vão continuar fazendo isso. Algumas vezes de forma inadequada", disse.

O VAIVÉM DA MP DE BOLSONARO

Reforma administrativa - Em janeiro, Bolsonaro editou a MP 870, que reduzia o número de ministérios, propunha mudanças na organização do governo e deixava a cargo da pasta da Agricultura a demarcação de terras indígenas e quilombolas Congresso

No fim de maio, ao votar a MP, o Congresso devolveu a competência sobre terras indígenas e quilombolas para o Ministério da Justiça, onde voltou a estar lotada a Funai (Fundação Nacional do Índio)

Nova MP - Em 19 de junho, o governo editou nova MP para reverter a decisão do Congresso

'Quem manda sou eu' - Logo depois de lançar a medida, Bolsonaro disse que ele tinha o poder de decidir sobre terras indígenas e que não iria autorizar novas demarcações.

Liminar no STF - Em 24 de junho, o ministro Barroso concedeu liminar (decisão provisória) suspendendo a nova MP por entender que o governo tentou reeditar medida provisória já derrubada no Congresso, o que não é permitido.

Definição - Nesta quinta (1º), o plenário do Supremo decidiu manter a MP suspensa.

Fonte: Folhapress

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Notícias em Geral · 03 de agosto de 2019 às 09:04

Sábado - 09:00 - Nova lei reduz em 39% consumo de sacolas em supermercados no Rio. Veja abaixo


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Levantamento feito pela Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (Asserj) revela que o consumo de sacolas de plástico caiu 39%, pouco mais de um mês após a Lei Estadual 8.006/18 entrar em vigor. A lei restringe a distribuição das sacolas pela rede varejista no Rio e vale desde 26 de junho.

“Assim que a lei completou um mês, a gente começou a acompanhar com os associados que aderiram à cobrança das sacolas. A lei permite que você cobre as sacolas ou dê 100% de desconto”, disse hoje (1º) à Agência Brasil a superintendente da Asserj, Keila Prates.

Na pesquisa, 80% dos associados à Asserj aderiram à doação das duas primeiras sacolas ao consumidor, cobrando a partir da terceira unidade. “Os associados que optaram por esse quadro tiveram, em média geral, 39% de redução (do uso das sacolas) nesse primeiro mês”, confirmou Keila.

Metas


O resultado registrado atingiu quase 40% de redução, que foi a meta estabelecida pela lei para a redução da utilização de sacolas plásticas no primeiro ano, no varejo. “Ou seja, no primeiro mês, a gente conseguiu chegar bem perto desses 40%”. No segundo ano, a lei determina mais 20% de redução e, no terceiro ano, mais 10%, o que resulta em uma meta de redução de 70% do consumo de sacolas plásticas no estado.

A diminuição que já atingiu quase a meta do ano foi recebida como positiva pela Asserj. “A Asserj avalia isso como um sucesso. A lei foi muito bem aceita pelo consumidor. Tanto que, em muitos casos, o consumidor não está levando nem essas duas primeiras sacolas, tamanha foi a conscientização da população por amor ao meio ambiente e ao estado”, comentou Keila. “Eu entendo que o consumidor abraçou a causa e tem levado a sacola de casa”.

Sacola de ráfia


   Em contraposição, houve aumento na venda da sacola retornável de ráfia. Teve supermercado que con a terceira unidade. “Os associados que optaram por esse quadro tiveram, em média geral, 39% de redução (do uso das sacolas) nesse primeiro mês”, confirmou Keila.

Metas


O resultado registrado atingiu quase 40% de redução, que foi a meta estabelecida pela lei para a redução da utilização de sacolas plásticas no primeiro ano, no varejo. “Ou seja, no primeiro mês, a gente conseguiu chegar bem perto desses 40%”. No segundo ano, a lei determina mais 20% de redução e, no terceiro ano, mais 10%, o que resulta em uma meta de redução de 70% do consumo de sacolas plásticas no estado.

A diminuição que já atingiu quase a meta do ano foi recebida como positiva pela Asserj. “A Asserj avalia isso como um sucesso. A lei foi muito bem aceita pelo consumidor. Tanto que, em muitos casos, o consumidor não está levando nem essas duas primeiras sacolas, tamanha foi a conscientização da população por amor ao meio ambiente e ao estado”, comentou Keila. “Eu entendo que o consumidor abraçou a causa e tem levado a sacola de casa”.

Sacola de ráfia


   Em contraposição, houve aumento na venda da sacola retornável de ráfia. Teve supermercado que contabilizou 150% a 200% de aumento da venda dessa sacola que é mais resistente e tem duração estimada de dois a cinco anos. O custo médio da sacola de ráfia  é de R$ 2,99 por unidade. “Está entrando na cultura dele (consumidor) comprar essa sacola e levá-la no ato da compra”, reforçou a superintendente da Asserj. “Isso é bem perceptível nos supermercados.” Completou que, “como consumidora, eu tenho sempre a minha (sacola) na bolsa”.

Em termos ambientais, Keila Prates afirmou que o ganho é muito grande. “Foram menos 100 milhões de sacolas no estado inteiro. Cem milhões de sacolas foram evitadas de ser descartadas no meio ambiente. E olhando só para supermercados”, destacou.

Fonte: O diário do Noroeste

 

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