Um pedreiro de 33 anos foi agredido até a morte na noite de quinta-feira (4), e teve o corpo abandonado em São Conrado, Vila Velha. Um amigo estava com Jusélio Calisto Barbosa e contou para a polícia que os dois trabalhavam em uma e, ao encontrarem os criminosos, foram agredidos com pauladas e coronhadas durante três ou quatro horas. Segundo o amigo, a vítima tentou escapar e, por isso, apanhou mais. Eles foram colocados de volta no Santana preto e deixados em São Conrado.
Protestos contra a reforma da Previdência e outras medidas do polêmico governo Jair Bolsonaro não são usualmente associados a oportunidade de negócios. Uma exceção pode ser encontrada na Condor, empresa que domina o me ão letais, onipresentes quando a situação engrossa nas ruas: granadas de efeito moral, gás lacrimogêneo, spray de pimenta e balas de borracha.
"É um dos pontos em que prevemos crescimento neste ano, que deverá ao todo ser na casa de dois dígitos sobre os números de 2018", diz Luiz Monteiro, diretor de Relações Institucionais da empresa.
Segundo ele, a promoção de políticas para armar a população pelo governo Bolsonaro não afeta em nada seu negócio, que é o de vender produtos que não matem pessoas. "Podemos imaginar até a criação de um mercado intermediário civil para nosso produto. Não vejo uma cultura de armas do brasileiro, mas sim a vontade de ter o direito de tê-las, então por que não uma alternativa?", disse, citando o spray de pimenta e o Spark, pistola de imobilização por descarga elétrica.
A Condor, com sede em Nova Iguaçu (RJ), é a única fabricante nacional desse tipo de produto e uma das dez existentes no mundo. Com uma competição tão fechada, tem virtual monopólio no Brasil, onde fornece para todas as polícias e para as Forças Armadas. "Nenhum estrangeiro quer bancar o custo Brasil e abrir fábrica aqui", diz.
O grosso de sua produção, de 150 itens em catálogo, vai para o exterior. Como a empresa tem capital fechado, não existe balanço disponível, e nenhum número é divulgado. "Seria fatal, meus competidores lá fora saberiam onde estamos mirando", afirma Monteiro, que apenas diz que bem mais de 50% das vendas ocorre para outros países, grande parte em áreas conturbadas como África e Oriente Médio.
"Empresa de defesa no Brasil precisa exportar, senão morre", disse. Ele nega preconceitos: a empresa estuda atentamente a todos os embargos de fornecimento de armamentos para países sob sanções internacionais. "Invariavelmente há a exceção para a venda de armas não letais, e aí nós entramos."
Assim, a Condor enfrenta inevitável má publicidade toda vez que seus produtos aparecem em atos repressivos mundo afora, da Venezuela à África. Monteiro dá de ombros, dizendo que o que ele vende, se bem aplicado, evita mortes por regimes opressivos. "Quando começou a Primavera Árabe, a Tunísia foi à França e aos EUA atrás de gás lacrimogêneo. Recebeu um não deles, alegando motivos políticos. Nós fornecemos", disse, sobre os eventos iniciados no país norte-africano no fim de 2010, que se espalharam por todo o Oriente Médio.
Em resumo, seu ponto de venda é que é melhor fornecer armas que não matam do que o contrário ou, pior, não fazer nada.
É uma noção contraintuitiva, admite o diretor. "Dizem que o Estado tem o monopólio da violência. Errado, ele tem o monopólio da força. Quando abusa dela, está sendo violento, ilegal. Nosso papel é tentar mostrar que é possível ter proporcionalidade em todo confronto."
Ele admite, contudo, que o discurso não encontra exatamente eco nas ações policiais, como se viu durante os protestos de junho de 2013. "Por isso precisamos investir muito em treinamento", afirmou ele no estande da empresa na LAAD, a maior feira de defesa e segurança da América Latina, que ocorre no Rio. A Condor tem um centro de treinamento, mas não possui convênios específicos com ONGs ou universidades.
"É difícil convencer as pessoas, mas o fato é que segurança é política pública que vem antes da educação e da saúde. Sem a segurança, você não permite o acesso do cidadão às outras duas."
Um empresário, de 39 anos, foi preso, acusado de agredir com socos a mulher, de 37, no bairro Ilha dos Ayres, em Vila Velha. Além disso, o suspeito teria ameaçado matar a vítima. Dentro da casa da família, a polícia encontrou um revólver de calibre 38 com cinco munições. O caso ocorreu às 22h30 de terça-feira (02).
De acordo com informações da vítima, que não será identificada, o crime ocorreu na casa onde mora. A vítima informou para a polícia o marido chegou na residência agressivo e que pediu que a mulher guardasse os carros da empresa dele, que estavam na rua, dentro de um terreno. Segundo a vítima, dois carros não teriam ligado.
Nesse momento o empresário teria ficado mais nervoso e começado a xingar a mulher. Em seguida, ele teria dado dois socos na cabeça da vítima e caminhado na direção de seu escritório, dizendo que iria pegar uma arma. Segundo a mulher, ele teria dito: “cadê minha arma, vou matar vocês”. Além da m Em seguida, ele teria dado dois socos na cabeça da vítima e caminhado na direção de seu escritório, dizendo que iria pegar uma arma. Segundo a mulher, ele teria dito: “cadê minha arma, vou matar vocês”. Além da mulher, estavam no local a filha do casal, uma adolescente de 16 anos, e a mãe da vítima, de 58.
As três aproveitaram o momento em que o empresário foi até o escritório e correram para fora da casa. Elas trancaram o portão e levaram o controle. Depois, pediram ajuda. A PM foi acionada e uma radiopatrulha foi até o local. A princípio, o empresário se recusou a sair da casa, mas depois acabou indo ao encontro dos policiais.
A mulher informou aos PMs que o marido guardava uma arma dentro de casa e autorizou a entrada dos militares no local. Em um dos quartos da residência, embaixo de um gaveteiro, o revólver foi encontrado. O empresário foi levado até o Plantão Especializado da Mulher (PEM), na Ilha de Santa Maria, em Vitória. Ele foi ouvido e negou que tivesse agredido e ameaçado e mulher.
O suspeito ainda informou que guardava um revólver dentro de casa para se proteger e que não possui porte de armas. Já a mulher, relatou que o marido é ciumento e que tenta controlá-la, vigiando seu telefone e as roupas que veste. Ela declarou para a polícia que já foi agredida e ameaçada de morte outras vezes pelo suspeito.
O empresário foi autuado por posse ilegal de arma, lesão corporal, ameaça e injúria. Ele foi encaminhado para o Centro de Triagem de Viana (CTV).
Um idoso, de 78 anos, foi preso, na noite de terça-feira (02), acusado de assediar uma passageira, 33, dentro de um ônibus do sistema Transcol, na orla da Praia de Camburi, em Vitória. A vítima afirmou que estava indo para a casa onde mora quando sentiu o suspeito a tocando. O ônibus foi parado por PMs que estavam na região.
De acordo com informações da passageira, que não terá a identidade revelada, o crime ocorreu den em de Viana (CTV) na manhã de ontem.
Dois gêmeos idênticos, de 31 anos, deverão ter os seus nomes registrados na certidão de nascimento de uma menina de 8 anos e pagar pensão alimentícia. A criança mora em Cachoeira Alta (213 km de Goiânia).
A decisão é do juiz Filipe Luís Peruca e foi divulgada nesta segunda-feira (1º) pe a paternidade. Esse comportamento não deve receber guarida do Poder Judiciário, que deve reprimir comportamentos torpes no caso em que os requeridos [gêmeos] buscam se beneficiar da própria torpeza, prejudicando o reconhecimento da paternidade biológica da autora, direito constitucional, inalienável e indisponível, intrinsecamente ligado à dignidade da pessoa humana", afirmou o juiz em um trecho da sentença.
À reportagem, a mãe da menina comemorou a decisão. "É muito importante porque a minha filha é uma criança. Só tive uma relação casual e, por isso, nunca mais houve contato. Depois [da gravidez], eles começaram a agir de má-fé", disse ela, referindo-se ao fato de nenhum dos gêmeos assumir a paternidade.
A jovem conta que conheceu o pai da criança em uma festa de amigos em comum. "Na ocasião, ele me contou que tinha um irmão gêmeo, mas não cheguei a ser apresentada. Na hora, não desconfiei de nada. Depois da gravidez, eles passaram a se aproveitar da semelhança para fugirem da responsabilidade."
O advogado da mulher, Eduardo Paula Alves, disse acreditar que nenhum dos irmãos tem interesse em assumir a paternidade porque hoje são casados.
"É claro que quem teve relação com ela [mãe] lembra. O problema é que nenhum quer assumir a obrigação e ela não soube diferenciá-los depois", afirmou ele.
As advogadas Débora Franco Medeiros e Geórgia Santos de Jesus, representantes dos gêmeos, disseram que não vão se manifestar.
Os gêmeos univitelinos têm DNAs idênticos, já que se originam da divisão de um único óvulo fertilizado pelo mesmo espermatozoide. Um teste laboratorial comum de paternidade analisa apenas algumas sequências do genoma dos pais e da criança; para um resultado mais conclusivo, seria necessária uma análise das 3 bilhões de letras do DNA de cada um deles, da criança e da mãe.
Uma história semelhante foi registrada nos Estados Unidos, em 2007, quando Holly Marie Adams se relacionou com os gêmeos Raymon and Richard Miller e teve uma filha.
Os testes laboratoriais também não conseguiram identificar o pai da garota e o caso chegou à Suprema Corte americana. No entanto, Holly não estava sendo enganada pelos homens e apontou Raymon como pai. A Justiça decidiu que a paternidade deveria ser, então, de Raymon, com quem a criança já havia criado laços afetivos.
Uma pistola não-funcional foi furtada em um dos estandes da LAAD Defence & Security 2019, feira de defesa e segurança que acontece no Riocentro. O vice-presidente da República, Hamilton Mourão; o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva; o governador do Rio Wilson Witzel; e o prefeito do Rio Marcelo Crivella eram algumas das personalidades presentes no evento.
A arma que foi levada do estande da empresa Beretta Defense Technologies não tinha o chamado percursor. Esse dispositivo é o que faz a pistola disparar. É uma regra da feira que nenhuma arma em exposição contenha o mecanismo.
A pistola roubada é uma APX Compact, 9mm, de origem americana. Vale cerca de 400 euros. O roubo aconteceu pouco antes da abertura da feira, que contou com a presença do vice-presidente Hamilton Mourão. No estande, ninguém quis comentar o episódio. Depois do roubo, algumas armas que estavam sendo exibidas no estande foram recolhidas.
Por meio de nota, a organização da feira informou que "as autoridades militares responsáveis pelo licenciamento de armas de fogo na LAAD foram informadas e compareceram imediatamente ao local do incidente". "Estamos ajudando as autoridades relevantes em suas investigações", afirmaram ainda os organizadores. Por segurança, todas as armas que estavam no estande furtado foram retiradas.
Em discurso na abertura do evento hoje mais cedo, Witzel defendeu maior integração entre as áreas de inteligência das Forças Armadas e a Polícia Federal e as autoridades estaduais para combater crimes no ". "Estamos ajudando as autoridades relevantes em suas investigações", afirmaram ainda os organizadores. Por segurança, todas as armas que estavam no estande furtado foram retiradas.
Em discurso na abertura do evento hoje mais cedo, Witzel defendeu maior integração entre as áreas de inteligência das Forças Armadas e a Polícia Federal e as autoridades estaduais para combater crimes no país.
- A intervenção das Forças Armadas na segurança do Rio deixou um importante legado e mostrou como é importante a integração delas com a PM. A Polícia Federal deve estar mais próxima das polícias civis. As investigações sobre o tráfico de drogas devem ser recrudescidas para apurar a circulação de grande quantidade de dinheiro e de armas. O Rio de Janeiro é um exemplo dessa influência. É preciso integração - disse o governador.
Um vídeo de duas clientes da lanchonete Bob's destratando um funcionário que fazia a limpeza do local viralizou nas redes sociais. Nas imagens, gravadas por uma das jovens, identificada como Júllia Rodrigues, ela e uma amiga filmam um rapaz trabalhando enquanto gritam para ele expressões como "isso mesmo, limpa pra eu ver", "lambe o chão".
Jullia ainda publicou outro vídeo após o episódio na lanchonete, dizendo que "não era porque o menino era preto não, porque ainda tem pretos bonitinhos, mas ele é um preto feio e horroroso". Ela ainda fez menção ao órgão sexual do rapaz e disse que ela e a amiga fizeram um "auê no trabalho do garoto".
No Twitter, a repercussão do vídeo foi o terceiro assunto mais comentado no site na manhã desta terça-feira. Internautas definem o caso como racismo, e pedem a punição da dupla. A jovem que aparece ao lado de Jullia no vídeo gravado na lanchonete se chama Thaís Araújo. Ao contrário da amiga, que excluiu a conta que mantinha no Instagram, Thais usou a rede social para se posicionar sobre o que aconteceu.
Ela diz que namorou o funcionário da lanchonete por seis anos, e que o conhece há oito. Diz ainda que admite que agiu de forma errada, mas que não considera que a atitude que teve foi racista.
"Eu namorei com esse rapaz durante seis anos da minha vida. São seis anos com ele, não foram quatro dias, não foi uma semana. Eu conheço ele há oito anos. Não é qualquer coisinha não. Ele sabe que não sou racista. Ele está ciente disso. O mesmo sabe que eu sempre lutei contra isso. Qualquer coisinha eu já fazia um "auê". Eu realmente tomei decisões naquele dia que não foram legais, atitudes horríveis. Por isso estou pedindo desculpas a ele, estou pedindo desculpas para quem se ofendeu, para quem está tomando as dores", disse.
A jovem comentou ainda que no dia em que o caso ocorreu "estava fora de si" e ressaltou que o rapaz não foi demitido por conta do caso, como foi compartilhado nas redes sociais. Segundo ela, toda a situação "foi resolvida no mesmo dia". Thais publicou ainda fotos ao lado do jovem nos anos de 2014, 2017 e 2019, uma delas beijando o rapaz, como forma de mostrar aos internautas que ela tinha uma realação íntima com ele.
"E não adianta falar agora que não adianta mais. Adianta sim. Quando você se arrepende do que fez, você é perdoado. Eu estou arrependida e quero que isso acabe. Não me mandem mais mensagens. Eu não vou acabar com as minhas redes sociais, eu não fui racista", comentou.
Injúria racial
Apesar das acusações de racismo feitas nas redes sociais, a professora de Direito Penal e Processo Penal da UFRRJ, Fernanda Freixinho, esclarece que o vídeo na verdade configura crime de injúria racial.
— As expressões utilizadas pela autora ofendem a uma pessoa determinada, na sua dignidade e decoro, utilizando elementos referentes à raça e cor. O crime é de ação penal pública condicionada, o que significa queaquele que for ofendido deve manifestar seu desejo de ver o autor do crime processado criminalmente — explicou.
Segundo Freixinho, a atitude das jovens não constitui crime de racismo, pois este deve ser praticado contra um grupo de pessoas indeterminadas em razão da sua raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.
Em nota, o Bob’s informou que "repudia qualquer tipo de discriminação ou assédio e l pública condicionada, o que significa queaquele que for ofendido deve manifestar seu desejo de ver o autor do crime processado criminalmente — explicou.
Segundo Freixinho, a atitude das jovens não constitui crime de racismo, pois este deve ser praticado contra um grupo de pessoas indeterminadas em razão da sua raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.
Em nota, o Bob’s informou que "repudia qualquer tipo de discriminação ou assédio e lamenta que cenas como essa, até hoje, ainda sejam vistas nas relações entre pessoas. O funcionário segue trabalhando normalmente na empresa, sendo inverídicas as declarações de desligamento dele. Para preservar sua privacidade, o Bob’s não divulga o local do ocorrido, mas está à disposição para qualquer esclarecimento na apuração dos fatos". Procurada, a Polícia Civil do Rio não informou se o caso foi registrado em alguma delegacia.
Um soldado da Polícia Militar, 33 anos, atirou para o alto dentro de um bar e agrediu o proprietário do local, 49, na madrugada desta terça-feira (2), em Jardim Camburi, Vitória. De acordo com o comerciante, o PM estava jogando com mais quatro clientes e consumiu 16 cervejas. Na hora de pagar a conta, ele alegou que só teria tomado 11 e a confusão começou.
A vítima disse que foi agredida com uma coronhada na cabeça e um soco no nariz. Além disso, o soldado teria atirado para o teto do bar. O comerciante afirmou que foi ameaçado de morte e, por is De acordo com o comerciante, o PM estava jogando com mais quatro clientes e consumiu 16 cervejas. Na hora de pagar a conta, ele alegou que só teria tomado 11 e a confusão começou.
A vítima disse que foi agredida com uma coronhada na cabeça e um soco no nariz. Além disso, o soldado teria atirado para o teto do bar. O comerciante afirmou que foi ameaçado de morte e, por isso, se trancou nos fundos do local e depois correu.
Por meio de nota, a Polícia Militar informou que “Nesta madrugada (02), policiais militares foram acionados para irem até um bar localizado no bairro Jardim Camburi, em Vitória, pois no local estaria acontecendo vias de fato e também havia uma pessoa armada fazendo ameaças. Chegando ao local, para averiguar a situação, a equipe visualizou um grupo de indivíduos, entre eles estava um militar, com sinais de embriaguez. Ele confirmou que estava no local, que havia acontecido uma confusão e logo após o fato saiu. Durante a abordagem, os militares receberam a informação via Ciodes que o proprietário do bar estava lesionado devido a confusão. Ao entrar no bar, a equipe foi informada que o policial estava jogando pôquer com outras pessoas e após o encerramento da partida o militar discordou do valor consumido e discutiu, sacando a arma, realizando um disparo para o alto e desferindo uma coronhada na nuca do proprietário do estabelecimento, fazendo com que ele corresse para o interior do bar para se proteger. Diante dos fatos, as partes envolvidas foram encaminhadas para a Delegacia Regional de Vitória.
A Polícia Militar informa que a conduta esperada de seus integrantes é a de agente promotor da paz social e ressalta veementemente que não coaduna com ações ilegais, que exponham ao risco pessoas inocentes. O ocorrido será analisado através do devido processo legal para que as circunstâncias sejam avaliadas adequadamente."
Já a Polícia Civil afirmou que “o conduzido foi autuado em flagrante por disparo de arma de fogo, ameaça e lesão corporal, e foi encaminhado ao presídio militar”.
Subiu para 17 o número de pessoas infectadas pelo surto de diarreia, que ating únior, a criança foi internada nos primeiros dias após apresentar os sintomas, mas chegou a receber alta e estava sob acompanhamento em casa.
O governador Wilson Witzel decidiu tirar da Polícia Militar a atribuição de realizar blitzen de trânsito nas ruas do Rio. A decisão foi tomada após o Conselho de Segurança do governo do estado analisar a sugestão indicada pelo deputado estadual ar, coronel Rogério Figueredo, para tratar o tema. Segundo fontes do GLOBO, o governador já levantou a bandeira no sentido de que a PM possa focar em questões de segurança pública, agora que a Operação Detran Seguro (que fará vistorias nos veículso) será iniciada na próxima segunda-feira.
Nos dois primeiros meses deste ano, a Polícia Militar emitiu 62.473 autos de infração. Em todo o ano de 2018, 532.085 motoristas foram multados pela corporação, segundo dados disponíveis no site do Detran.