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Brasil · 02 de fevereiro de 2019 às 16:32

Sábado - 17:30 - Candidato à presidência do Senado, Reguffe quer cortar regalias de senadores. Clique na imagem e saiba mais

O senador José Antônio Reguffe (sem partido-DF) foi o segundo candidato a presidente do Senado a discursar neste sábado (1º/2). Ao apresentar sua “plataforma eleitoral”, o congressista declarou que, se eleito, focará no corte de gastos na Casa e benefícios aos parlamentares.

“O Senado precisa mudar. A minha candidatura visa colocar alguns temas em debate. Apresento um conjunto de sete propostas objetivas”, iniciou o brasiliense. “Fim do salário extra, fim da verba indenizatória, fim dos carros oficiais, redução do número de assessores de 55 para 12, redução para verba de pagamento de assessores, fim do plan iais, redução do número de assessores de 55 para 12, redução para verba de pagamento de assessores, fim do plano de saúde vitalício, fim da aposentadoria especial para parlamentares”, listou.

Corre o risco de ganhar… o ódio dos colegas de Senado.

Fonte: Metrópoles.

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Brasil · 01 de fevereiro de 2019 às 16:46

Sexta-feira - 17:47 - Site diz que traficantes estão prontos para a guerra contra Bolsonaro. Clique na imagem e saiba mais

Rio - O portal de notícias canadense-americano Vice News publicou uma reportagem em vídeo que fala sobre o poder bélico do tráfico de drogas e a rotina da polícia do Rio contra o crime organizado. A produção mostra a rotina dos criminosos, a grande apreensão de armas e dá um aviso, baseado no depoimento dos bandidos: os traficantes brasileiros estão preparados par ir à guerra contra (Jair) Bolsonaro. O Ministério Público do Estado do Rio (MPRJ) e a Polícia Civil vão investigar as ameaças ao presidente.

A reportagem é conduzida pela americana Mariana Van Zeller, que em uma das passagens "passeia" com traficantes fortemente armados pela Favela Parque Belém, em Angra dos Reis, controlada pela facção Terceiro Comando Puro (T 'polícia' para matar aquele cara que é policial, diz o traficante, afirmando que é impossível acabar com o tráfico. O vídeo também traz ainda trechos do discurso de posse de Bolsonaro, quando ele defende sua política de combate ao crime, do direito a "legítima defesa" e de acabar com a "ideologia que defende bandidos".

A repórter também pergunta ao traficante sobre os armamentos que eles usam e ele afirma que "devido ao índice de guerra na cidade, aumentaram (as armas). Antes quem via um fuzil na rua ficava doido, com medo. (Hoje) Já está normal chega a manusear uma pistola", fala o criminoso, dizendo que perdeu vários amigos na "guerra" e que matou mais de 35 pessoas.

Van Zeller chega a manusear uma pistola com "kit rajada" que estava com um dos traficantes, capaz de disparar 30 tiros de uma só vez. "É a Glock rajada. Se apertar sai tudo, vai rasgando tudo que tá pela frente (sic), diz o criminoso.

A reportagem também acompanhou a apreensão de vários tabletes de drogas dentro de um carro durante uma batida da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na Via Dutra, que os agentes alegaram que abasteceria favelas do Rio. Ela também visitou um depósito da Polícia Civil, mostrando a grande quantidade de armas apreendidas nas mãos de criminosos.

"No Brasil, em geral, há uma resposta muito tímida do estado. Um criminoso que é preso hoje portando uma arma de guerra, um fuzil, uma pistola semiautomática, normalmente ficará menos de um ano na cadeia. E quando um criminoso efetua disparos contra uma equipe e não chega a matar um policial e ele é preso, fica pouquíssimo tempo na cadeia também. (...) Isso causa uma sensação de impunidade, de que o crime compensa", diz à reportagem o delegado Fabrício Oliveira Pereira, que já foi titular da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos .

Assista abaixo a reportagem da 'Vice News'

Fonte: O Dia.
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Brasil · 01 de fevereiro de 2019 às 16:27

Sexta-feira - 17:26 - Flávio Bolsonaro pede ao STF para suspender investigação de Queiroz e ministro Marco Aurélio nega pedido. Clique na imagem e saiba mais

BRASÍLIA – O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), arquivou sem ao menos julgar o pedido do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) para que fosse transferido para a Corte a investigação sobre movimentações bancárias suspeitas de seu ex-assessor Fabricio Queiroz. Com isso, as apurações poderão ser retomadas peloMinistério Público do Rio de Janeiro.No mesmo processo, Flavio Bolsonaro pediu a anulação das provas obtidas até agora pelos investigadores. Marco Aurélio sequer analisou esse trecho antes de arquivar.

Em janeiro, o ministro Luiz Fux, que estava interinamente na presidência do STF durante o recesso, suspendeu as investigações até a retomada as atividades do tribunal. Marco Aurélio é o relator da causa e nesta sexta-feira, primeiro dia de funcionamento do Supremo, tomou a decisão definitiva.




A apuração não é uma investigação judicial, mas um procedimento interno do Ministério Público do Rio de Janeiro. Flavio argumentou que, como tem direito ao foro privilegiado, o caso deveria ser conduzido pelo STF.

Flavio era deputado estadual até o ano passado. Em outubro, ele foi eleito senador. Segundo a nova regra do foro privilegiado, investigações que citam senadores e deputados federais devem tramitar no STF apenas se os fatos ocorreram durante o mandato atual, por razão do cargo ocupado. Como as supostas ilegalidades ocorreram antes de Flavio tomar posse no Senado, quando ele ainda era deputado estadual, o caso deve ficar na primeira instância do Judiciário, se for aberto inquérito.

“A Lei Maior, ao prever cumprir ao Supremo julgar Deputados e Senadores, há de ter abrangência definida pela conduta criminosa: no exercício do mandato e relacionada, de algum modo, a este último. Neste processo, a leitura da inicial revela que o reclamante desempenhava, à época dos fatos narrados, o cargo de Deputado Estadual na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, tendo sido diplomado Senador da República no último dia 18 de dezembro. A situação jurídica não se enquadra na Constituição Federal em termos de competência do Supremo”, escreveu Marco Aurélio.

Queiroz faltou a quatro depoimentos convocados pelo Ministério Público. A família dele também não foi prestar depoimento nas datas ma ados, o cargo de Deputado Estadual na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, tendo sido diplomado Senador da República no último dia 18 de dezembro. A situação jurídica não se enquadra na Constituição Federal em termos de competência do Supremo”, escreveu Marco Aurélio.

Queiroz faltou a quatro depoimentos convocados pelo Ministério Público. A família dele também não foi prestar depoimento nas datas marcadas. Em janeiro, Flavio não foi prestar depoimento ao Ministério Público, argumentando que iria marcar nova data após ter acesso à investigação sobre Queiroz.

De acordo com o Coaf, foi registrada movimentação financeira de R$ 1,2 milhão, considerada atípica, na conta de Queiroz. O ex-assessor recebeu sistematicamente em suas contas bancárias transferências e depósitos feitos por oito funcionários que foram ou estão lotados no gabinete parlamentar de Flávio na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). A suspeita é de que houve desvio dos salários dos assessores, mas até agora não há provas de que Flávio Bolsonaro participou de irregularidade.

Entre as movimentações atípicas registradas pelo Coaf, há também a compensação de seis cheques de R$ 4 mil cada, que somam R$ 24 mil, pagos à primeira-dama, Michelle Bolsonaro, além de saques fracionados em espécie. O presidente afirma que o cheque é parte do pagamento de uma dívida de R$ 40 mil.

Fonte: Extra.

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Brasil · 01 de fevereiro de 2019 às 16:12

Sexta-feira - 17:13 - Mourão diz que está 'pacificado' nas Forças Armadas elevar para 35 anos contribuição de militares. Clique na imagem e saiba mais

O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou nesta sexta-feira (1º) que está "pacificado" nas Forças Armadas aumentar de 30 para 35 anos o tempo de contribuição dos militares para aposentadoria.

Mourão almoçou nesta sexta com o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, para tratar da questão previdenciária dos militares.

Ao final do almoço com o titular da Defesa, o vice-presidente foi questionado por repórteres sobre se estava pacificada a proposta de elevar para 35 anos a contribuição dos integrantes das Forças Armadas.

"Tá, tá pacificado", respondeu Mourão aos jornalistas.

A reforma da Previdência é o primeiro grande projeto que o governo Jair Bolsonaro deve enviar ao Congresso Nacional. Nesta sexta, o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse que o texto da proposta de reforma da Previdência que será enviada ao Congresso pelo governo já está pronto e aguarda apenas uma definição do presidente Jair Bolsonaro.

A mudança nas regras previdenciárias é considerada pela equipe econômica como essencial para sanear as contas públicas, que vêm registrando rombos bilionários.

Os militares não fazem parte da Previdência Social, que é sustentada pelos trabalhadores da iniciativa privada e por subsídios do Tesouro Nacional.

As contribuições que os militares pagam em toda a vida profissional e mesmo quando se tornam inativos são os 7,5% sobre a remuneração bruta mais 3,5% para custear saúde e assistência social. Ao se aposentar, eles recebem o salário do último vencimento da ativa.

Regime diferenciado

O governo está negociando nos últimos meses com as Forças Armadas uma forma de incluir os militares na reforma da Previdência, ainda que com regras diferenciadas dos demais trabalhadores. As reuniões entre os militares e a equipe econômica tem ocorrido semanalmente.

As Forças Armadas nunca tiveram um regime previdenciário. O argumento dos militares para não serem enquadrados no regime de previdência é o fato de que mesmo quando vão para a reserva remunerada podem ser convocados a qualquer momento.

Além disso, eles ponderam que a maioria dos países trata a previdência dos militares separadamente. Os únicos regimes previdenciários que juntam civis com militares são os de oito países: Lituânia, Luxemburgo, Romênia, Bulgária, Síria, Líbano, Kuwait e Vietnã.

Flávio Bolsonaro

H iária dos militares.

Ao final do almoço com o titular da Defesa, o vice-presidente foi questionado por repórteres sobre se estava pacificada a proposta de elevar para 35 anos a contribuição dos integrantes das Forças Armadas.

"Tá, tá pacificado", respondeu Mourão aos jornalistas.

A reforma da Previdência é o primeiro grande projeto que o governo Jair Bolsonaro deve enviar ao Congresso Nacional. Nesta sexta, o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse que o texto da proposta de reforma da Previdência que será enviada ao Congresso pelo governo já está pronto e aguarda apenas uma definição do presidente Jair Bolsonaro.

A mudança nas regras previdenciárias é considerada pela equipe econômica como essencial para sanear as contas públicas, que vêm registrando rombos bilionários.

Os militares não fazem parte da Previdência Social, que é sustentada pelos trabalhadores da iniciativa privada e por subsídios do Tesouro Nacional.

As contribuições que os militares pagam em toda a vida profissional e mesmo quando se tornam inativos são os 7,5% sobre a remuneração bruta mais 3,5% para custear saúde e assistência social. Ao se aposentar, eles recebem o salário do último vencimento da ativa.

Regime diferenciado

O governo está negociando nos últimos meses com as Forças Armadas uma forma de incluir os militares na reforma da Previdência, ainda que com regras diferenciadas dos demais trabalhadores. As reuniões entre os militares e a equipe econômica tem ocorrido semanalmente.

As Forças Armadas nunca tiveram um regime previdenciário. O argumento dos militares para não serem enquadrados no regime de previdência é o fato de que mesmo quando vão para a reserva remunerada podem ser convocados a qualquer momento.

Além disso, eles ponderam que a maioria dos países trata a previdência dos militares separadamente. Os únicos regimes previdenciários que juntam civis com militares são os de oito países: Lituânia, Luxemburgo, Romênia, Bulgária, Síria, Líbano, Kuwait e Vietnã.

Flávio Bolsonaro

Hamilton Mourão também foi indagado pelos jornalistas sobre a decisão desta sexta-feira do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), de negar pedido do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) para suspender as investigações sobre movimentações financeiras consideradas "atípicas" pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

"A Justiça faz o seu papel, né? Segue o baile", comentou o vice-presidente.

Questionado sobre se considerava adequada a decisão do ministro do STF, ele disse que não é "advogado" e nem "jurista".

"Acho que foi . O ministro Marco Aurélio que tomou a decisão e deve ter tomado aquilo que é o mais coerente, correto", enfatizou.

Fonte: G1.

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Brasil · 31 de janeiro de 2019 às 17:02

Rio de Janeiro - Quinta-feira - 18:00 - DJ preso injustamente por morte ganha equipamento de Dennis DJ para voltar ao trabalho. Clique na imagem e saiba mais

Na última semana, Leonardo Nascimento viveu emoções cruéis. Preso injustamente no dia 15, o morador de Guaratiba passou uma semana detido por um crime que não cometeu. Batimentos acelerados. O jovem foi solto após a própria família levantar provas de sua inocência. Num encontro com a mãe da vítima do latrocínio, Leonardo consolou a mulher que o havia apontado como autor do crime. Batidões. A pedido do EXTRA, Dennis DJ, que também havia se emocionado com a história do carioca, recebeu seu colega de profissão — conhecido na Zona Oeste como DJ Leo — para uma parceria nas picapes.

O que Leonardo não esperava era que o encontro renderia mais do que mixagens com o DJ mais tocado do Brasil (segundo dados do Spotify): no moderno estúdio do astro, o jovem de 26 anos foi presenteado com um equipamento novinho em folha para retomar a vida.

— Eu estava com minha aparelhagem toda queimada. A única coisa que sobrou foi o notebook que eu comprei e fui consertando com o dinheiro do trabalho das festas lá do bairro. Eu não estou acreditando que isso está acontecendo. Às vezes, a gente passa por certas situações e não sabe o motivo. Lá na frente, descobre — diz Leo, choroso ao receber o novo instrumento de trabalho.

Leonardo Nascimento se emociona com presente de Dennis DJ
Leonardo Nascimento se emociona com presente de Dennis DJ Foto: Marcio Alves / Agência O Globo

Aos 38 anos, Dennis, que também passou por dificuldades no início da carreira, em Caxias, na Baixada, detalha por que se identificou com a história de Leonardo:

— Tenho um amigo que passou pela mesma situação que você, mas ficou oito meses até provar sua inocência. Hoje, ele me conta muitas coisas, e por isso eu digo que posso imaginar o que você passou — conta Dennis a Leonardo.

O jovem relembra:

— É. Eu passei por poucas e boas na prisão... Foi muito difícil. A luta dos meus pais me ajudou a me manter vivo.

Dennis DJ e DJ Leo em ação
Dennis DJ e DJ Leo em ação Foto: Marcio Alves

O recomeço, no entanto, já está acontecendo. Além de poder estudar em casa com o equipamento, Leonardo, que até então vinha fazendo bicos como eletricista, receberá orientações técnicas da equipe do DJ, que faz questão de enfatizar:

— Eu comecei a fazer festinhas com 15 anos. Desde aquela época, quem tivesse os discos e o equipamento se sobressaía. Mas é tudo muito caro e as pessoas querem contratar um DJ que já tenha CDJ (Compact Disc Jockey, um aparelho com recursos próprios para utilização por DJs). Por isso, é importante ele tocar em casa, se manter em sintonia comigo e com outros caras para pegar dicas e nunca deixar de estudar.

Na companhia da mãe, Eliane dos Santos, que ao lado do pai, Jorge Benjamin, ajudou a provar sua inocência, Leonardo frisa:

— Depois de tudo o que aconteceu, decidi entregar minha vida para Deus. De repente, posso tentar carreira gospel. Vou treinar, estudar e ligar para o Dennis dizendo: “Tô pronto”.

Dennis DJ e DJ Leo tocam em estúdio do Recreio
Dennis DJ e DJ Leo tocam em estúdio do Recreio Foto: Marcio Alves / Agência O Globo

Dennis DJ diz: ‘É importante Leonardo não desistir’

Dennison de Lima Gomes, mais conhecido pelo público como Dennis DJ, começou a carreira trabalhando numa rádio comunitária, em Duque de Caxias. Dedicado, o então morador da Baixada Fluminense, poucos anos depois, passou a gravar com MCs da Furacão 2000 e ganhou os primeiros contratos profissionais na década de 90.

— Desde que produzi o “Cerol na mão”, em 2000, percebi que o beat do funk era um caminho sem volta. Se perceber, de lá pra cá sempre teve pelo menos um funk estourado por ano — frisa.

Hoje premiado nacional e internacionalmente , ele está no top cinco dos artistas mais tocados nos aplicativos de música e faz parcerias com nomes de destaque no Brasil todo, em vários estilos.

— É importante Leonardo não desistir. Lá atrás, no início, passei por dificuldades também. Claro que nada comparado ao que ele viveu, mas pensei em largar tudo. Então, descobri que havia oportunidades como DJ produtor. E esse é um bom caminho para ele se dedicar — orienta que também passou por dificuldades no início da carreira, em Caxias, na Baixada, detalha por que se identificou com a história de Leonardo:

— Tenho um amigo que passou pela mesma situação que você, mas ficou oito meses até provar sua inocência. Hoje, ele me conta muitas coisas, e por isso eu digo que posso imaginar o que você passou — conta Dennis a Leonardo.

O jovem relembra:

— É. Eu passei por poucas e boas na prisão... Foi muito difícil. A luta dos meus pais me ajudou a me manter vivo.

Dennis DJ e DJ Leo em ação
Dennis DJ e DJ Leo em ação Foto: Marcio Alves

O recomeço, no entanto, já está acontecendo. Além de poder estudar em casa com o equipamento, Leonardo, que até então vinha fazendo bicos como eletricista, receberá orientações técnicas da equipe do DJ, que faz questão de enfatizar:

— Eu comecei a fazer festinhas com 15 anos. Desde aquela época, quem tivesse os discos e o equipamento se sobressaía. Mas é tudo muito caro e as pessoas querem contratar um DJ que já tenha CDJ (Compact Disc Jockey, um aparelho com recursos próprios para utilização por DJs). Por isso, é importante ele tocar em casa, se manter em sintonia comigo e com outros caras para pegar dicas e nunca deixar de estudar.

Na companhia da mãe, Eliane dos Santos, que ao lado do pai, Jorge Benjamin, ajudou a provar sua inocência, Leonardo frisa:

— Depois de tudo o que aconteceu, decidi entregar minha vida para Deus. De repente, posso tentar carreira gospel. Vou treinar, estudar e ligar para o Dennis dizendo: “Tô pronto”.

Dennis DJ e DJ Leo tocam em estúdio do Recreio
Dennis DJ e DJ Leo tocam em estúdio do Recreio Foto: Marcio Alves / Agência O Globo

Dennis DJ diz: ‘É importante Leonardo não desistir’

Dennison de Lima Gomes, mais conhecido pelo público como Dennis DJ, começou a carreira trabalhando numa rádio comunitária, em Duque de Caxias. Dedicado, o então morador da Baixada Fluminense, poucos anos depois, passou a gravar com MCs da Furacão 2000 e ganhou os primeiros contratos profissionais na década de 90.

— Desde que produzi o “Cerol na mão”, em 2000, percebi que o beat do funk era um caminho sem volta. Se perceber, de lá pra cá sempre teve pelo menos um funk estourado por ano — frisa.

Hoje premiado nacional e internacionalmente , ele está no top cinco dos artistas mais tocados nos aplicativos de música e faz parcerias com nomes de destaque no Brasil todo, em vários estilos.

— É importante Leonardo não desistir. Lá atrás, no início, passei por dificuldades também. Claro que nada comparado ao que ele viveu, mas pensei em largar tudo. Então, descobri que havia oportunidades como DJ produtor. E esse é um bom caminho para ele se dedicar — orienta Dennis.

Dennis DJ na adolescência: pioneiro
Dennis DJ na adolescência: pioneiro Foto: Acervo pessoal

Os fatos

A prisão

No dia 15 , Matheus Lessa, de 22 anos, foi morto após um assalto a um mercado em Guaratiba. Leonardo Nascimento, de 27, apontado pela mãe da vítima como autor do crime, foi preso.

Liberdade

A família de Leo entregou à polícia imagens que mostravam que, na hora do crime, ele estava em outro endereço. O injustiçado foi libertado após uma semana de detenção.

Sem rancor

Em liberdade, Leonardo encontrou a mãe da vítima e a consolou. “Sinto muito pela perda do seu filho”, disse.

Leonardo abraça a irmã, após ser liberado no presídio de Benfica
Leonardo abraça a irmã, após ser liberado no presídio de Benfica Foto: Reprodução / TV Globo
Fonte: Extra.
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Brasil · 31 de janeiro de 2019 às 16:43

Quinta-feira - 17:45 - Secretário da Previdência diz que Bolsonaro determinou reforma para 'todos os segmentos', inclusive militares. Clique na imagem e saiba mais

O secretário especial de Previdência do Ministério da Economia, Rogério Marinho, disse que o presidente Jair Bolsonaro determinou uma reforma nas regras de aposentadoria para "todos os segmentos" da sociedade.

Marinho deu a declaração nesta quarta-feira (30) em um evento organizado por um instituto de liderança pública em Brasília. Na plateia havia deputados e senadores recém-eleitos.

A reforma da Previdência é o primeiro grande projeto que o governo Bolsonaro deve enviar ao Congresso. A medida é considerada pela equipe econômica como essencial para sanear as contas públicas.

No entanto, representantes de algumas categorias, como militares das Forças Armadas, já argumentaram que devem ficar de fora da reforma, devido a características especiais de suas carreiras.

"Existem no Brasil pessoas que conquistaram privilégios e têm dificuldade de abrir mão desses privilégios. Mas o presidente [Jair Bolsonaro] determinou que todos têm que contribuir. Todos os segmentos. Ninguém vai ficar de fora. [A reforma da Previdência] vai levar em consideração todos os segmentos da sociedade brasileira", afirmou Marinho.

De acordo com o secretário, Bolsonaro quer uma reforma com justiça social. Segundo ele, isso significa que deve ser mantida a rede de proteção social do sistema previdenciário.

Marinho acrescentou que o projeto da reforma também vai modificar a previdência de estados e municípios, que têm dificuldades em honrar suas folhas de pagamento por conta do peso dos benefícios previdenciários. Marinho disse que o sentimento dos governadores é de que não é possível adiar a necessidade de fazer uma nova previdência para o país.

De acordo com dados do Ministério da Economia, o déficit somado do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), sistema público que atende aos trabalhadores do setor privado, e dos Reg as Armadas, já argumentaram que devem ficar de fora da reforma, devido a características especiais de suas carreiras.

"Existem no Brasil pessoas que conquistaram privilégios e têm dificuldade de abrir mão desses privilégios. Mas o presidente [Jair Bolsonaro] determinou que todos têm que contribuir. Todos os segmentos. Ninguém vai ficar de fora. [A reforma da Previdência] vai levar em consideração todos os segmentos da sociedade brasileira", afirmou Marinho.

De acordo com o secretário, Bolsonaro quer uma reforma com justiça social. Segundo ele, isso significa que deve ser mantida a rede de proteção social do sistema previdenciário.

Marinho acrescentou que o projeto da reforma também vai modificar a previdência de estados e municípios, que têm dificuldades em honrar suas folhas de pagamento por conta do peso dos benefícios previdenciários. Marinho disse que o sentimento dos governadores é de que não é possível adiar a necessidade de fazer uma nova previdência para o país.

De acordo com dados do Ministério da Economia, o déficit somado do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), sistema público que atende aos trabalhadores do setor privado, e dos Regimes Próprios dos Servidores Públicos (RPPS) da União, além do sistema dos militares, atingiu R$ 290,297 bilhões em 2018.

Desse valor total, o rombo do regime dos servidores militares, por sua vez, avançou de R$ 37,68 bilhões, no ano retrasado, para R$ 43,9 bilhões em 2018.

O déficit da Previdência Social é o principal fator, na avaliação do governo, que tem gerado rombos bilionários sucessivos nas suas contas. No ano passado, o déficit primário (despesas maiores do que receitas, sem contar juros da dívida) foi de R$ 120 bilhões. Foi o quinto ano seguido de déficit primário.

Fonte: G1.

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Brasil · 31 de janeiro de 2019 às 16:22

Quinta-feira - 17:20 - MEC mente ao dizer que jornalista fez acusações falsas e maldosas. Clique na imagem e saiba mais

Na terça-feira, a coluna do jornalista Ancelmo Gois publicou que o Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines) - sob a aba do io Gramsci e Friedrich Nietzche?
Pois bem. Na noite desta quarta, o MEC divulgou nota em que confirma a censura, afirma que o Ines "abriu sindicância" para apurar o sumiço dos vídeos, mas que "a apuração preliminar já identificou, entretanto que os vídeos foram retirados em abril e em novembro de 2018. O que demonstra que a nota publicada na coluna do Ancelmo Gois, no jornal O Globo do dia 29 de janeiro de 2019, é tanto falsa quanto maldosa, ao atribuir a responsabilidade ao ministro da Educação, professor Ricardo Vélez Rodríguez, que só assumiu o ministério, em janeiro deste ano".
Só que...

Os vídeos ainda estavam no ar no mínimo até 2 de janeiro deste ano. Veja abaixo as provas.
O que a coluna fez foi consultar o cache do Google. É um tipo de "histórico" onde é possível ver versões anteriores de uma página. Veja abaixo por exemplo que, em 2 de janeiro, ainda estava no ar o vídeo sobre Marx e, em 1 de janeiro, ainda constava o de Nietzche.

O detalhe da informação no cache do Google

Vídeo sobre Karl Marx estava no ar no mínimo até 2 de janeiro

Vídeo sobre Friedrich Nietzche estava no ar no mínimo até 1 de janeiro


Fonte: O GLOBO.
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Brasil · 30 de janeiro de 2019 às 15:01

Quarta-feira - 16:00 - Lula disse a advogado que encontrar família em quartel seria 'vexame'. Clique na imagem para mais informações

O advogado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Manoel Caetano, afirmou nesta quarta-feira que, além de tardia, a decisão que autorizou o político a ir ao enterro do irmão em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, trazia condições que não seriam aceitas por Lula, como a de se reunir com a família em uma unidade militar.

— A decisão foi absolutamente inócua, foi proferida quando o corpo já estava baixando à sepultura — declarou Caetano, em frente ao prédio da Polícia Federal, em Curitiba, onde o ex-presidente é mantido preso desde abril de 2018. — O presidente não concordaria em se reunir com a sua família em um quartel, ele disse isso claramente, seria um vexame, um desrespeito com a família.

A defesa de Lula afirmou que ainda vai decidir que providência tomar diante da falta de autorização anterior para que Lula fosse ao velório.

Pouco antes do pronunciamento do advogado, os integrantes da "Vigília Lula Livre", que se instalou no local desde a prisão do ex-presidente, participaram de um ato ecumênico em memória ao irmão de Lula, Genival Inácio da Silva, conhecido como Vavá.

— Ele sentiu muito a morte do irmão, que era muito querido, com quem ele tinha fortes vínculos afetivos, como mantém com os demais. Evidentemente, ele sentiu muito a morte do irmão e sentiu mais ainda não poder se despedir do irmão nem encontrar com a família n m memória ao irmão de Lula, Genival Inácio da Silva, conhecido como Vavá.

— Ele sentiu muito a morte do irmão, que era muito querido, com quem ele tinha fortes vínculos afetivos, como mantém com os demais. Evidentemente, ele sentiu muito a morte do irmão e sentiu mais ainda não poder se despedir do irmão nem encontrar com a família nesse momento. É de muita tristeza — concluiu o advogado de Lula.

Fonte: Extra.

Brasil · 29 de janeiro de 2019 às 17:15

Curitiba - Terça-feira - 18:15 - Lula pede autorização para sair da cadeia e ir ao enterro do irmão. Clique na imagem e saiba mais

O ex-presidente Lula pediu à juiza Carolina Lebbos , da 12ª Vara Criminal de Curitiba, para comparecer ao enterro de seu irmão, Genival Inácio da Silva , conhecido como Vavá. A possibilidade de presos deixarem a cadeia em caso de morte de parentes é garantida pelo artigo 120 do Código de Execução Penal.

Genival morreu nesta terça-feira e seu velório começará ainda nesta noite. O enterro está programado para ocorrer pro volta das 13h de quarta-feira no Cemitério Pauliceia, em São Bernardo do Cam de Curitiba, para comparecer ao enterro de seu irmão, Genival Inácio da Silva , conhecido como Vavá. A possibilidade de presos deixarem a cadeia em caso de morte de parentes é garantida pelo artigo 120 do Código de Execução Penal.

Genival morreu nesta terça-feira e seu velório começará ainda nesta noite. O enterro está programado para ocorrer pro volta das 13h de quarta-feira no Cemitério Pauliceia, em São Bernardo do Campo.

Ex-metalúrgico, Vavá é funcionário aposentado da prefeitura de São Bernardo, cidade onde viveu por mais de 40 anos na mesma casa. Segundo a família, a prisão do irmão o abalava fortemente e também afetava o sucesso do seu tratamento contra o câncer.

Em dezembro, após a morte do seu amigo, o advogado Sigmaringa Seixas, Lula fez o mesmo pedido, que foi negado pelo juiz plantonista. O magistrado destacou que os presos em regime fechado só podem obter permissão para deixar a prisão em caso de falecimento de cônjuge ou parentes.

A defesa de Lula destacou a decisão no novo pedido apresentado nesta terça-feira. Segundo a defesa, deve ser permitido que Lula participe de todos os rituais do velório e enterro de seu irmão.

"Certo é, portanto, que [Lula] cumpre os requisitos objetivos previstos em lei para a permissão de saída", escreveu a defesa.

Em 1980, durante a ditadura militar, Lula foi autorizado a deixar a cadeia para comparecer ao velório e ao enterro de sua mãe, Dona Lindu.

Fonte: Extra.

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