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Notícias em Geral · 08 de julho de 2026 às 13:42

Quarta-feira - 13:46 - Planalto repudia fala de Flávio Bolsonaro sobre tarifaço nos EUA. Veja Abaixo

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) repudiou, nesta terça-feira (7), a participação do senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), na audiência do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), em Washington.
"Divergir do governo é legítimo. Convocar uma potência estrangeira para pressionar o próprio país é traição à Pátria. Há uma diferença essencial entre fazer oposição ao governo e fazer oposição ao país e ao povo brasileiro", disse o governo, em nota.

O governo afirmou que, entre todos os brasileiros que participaram da audiência, apenas Flávio Bolsonaro não se posicionou contra o tarifaço.
"Ao todo, 78 entidades e pessoas físicas se inscreveram para se manifestar sobre o tarifaço. Desse total, 63 são contra o tarifaço, 15 são a favor. Das 44 intervenções de estadunidenses, 30 são contra o tarifaço e 14 a favor. Entre os 34 brasileiros inscritos, só Flávio Bolsonaro não se posicionou contrário às medidas contra o Brasil, optando por sugerir o seu adiamento, com claro objetivo eleitoreiro", escreveu.
A nota oficial também rebateu as acusações feitas por Flávio Bolsonaro em seu discurso contra o Palácio do Planalto.

"Assim como o caso Master, os descontos ilegais que prejudicaram milhões de aposentados e pensionistas do INSS também começaram no governo Bolsonaro. Foi no atual governo que o esquema foi desbaratado pela Controladoria-Geral da União e a Polícia Federal e que R$ 3,2 bilhões que haviam sido desviados foram devolvidos para 4,2 milhões de beneficiários", escreveu o governo.
O Planalto também acusou Flávio de defender "a revogação de decretos brasileiros que previnem a circulação de conteúdos criminosos e enfrentam a violência contra mulheres no ambiente digital" e afirmou que "isso só interessa a dois grupos: quem lucra com o caos e quem precisa dele para cometer crimes".
Veja a nota na íntegra:

O governo brasileiro repudia a intervenção do senador Flávio Bolsonaro em audiência pública realizada, nesta terça-feira (7), pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), aberta à participação do setor privado e da sociedade civil para discutir a imposição de tarifas contra o Brasil.

Ao todo, 78 entidades e pessoas físicas se inscreveram para se manifestar sobre o tarifaço. Desse total (somando brasileiros e estadunidenses), 63 são contra o tarifaço, 15 são a favor.

Das 44 intervenções de estadunidenses, 30 são contra o tarifaço e 14 a favor. Entre os 34 brasileiros inscritos, só Flávio Bolsonaro não se posicionou contrário às medidas contra o Brasil, optando por sugerir o seu adiamento, com claro objetivo eleitoreiro.

Em vez de rebater as alegações infundadas do governo norte-americano para taxar o Brasil, o senador optou por legitimar os resultados de uma investigação injusta contra empresários e trabalhadores de nosso país.

O senador não negou que a campanha promovida por sua família e seus aliados esteve na origem do tarifaço contra o Brasil. Tampouco aproveitou a audiência de hoje para reconhecer que errou ao contrariar os interesses do povo brasileiro.

O senador defendeu a revogação de decretos brasileiros que previnem a circulação de conteúdos criminosos e enfrentam a violência contra mulheres no ambiente digital. Isso só interessa a dois grupos: quem lucra com o caos e quem precisa dele para cometer crimes.

Ao citar o caso Master, maior esquema de corrupção da história do país, omitiu sua origem vinculada ao governo de Jair Bolsonaro. Também esqueceu de mencionar seus próprios vínculos com Daniel Vorcaro, para quem pediu mais de 130 milhões de reais para, segundo ele alega, produzir um filme sobre seu pai.

Assim como o caso Master, os descontos ilegais que prejudicaram milhões de aposentados e pensionistas do INSS também começaram no governo Bolsonaro. Foi no atual governo que o esquema foi desbaratado pela Controladoria Geral da União e a Polícia Federal e que 3,2 bilhões de reais que haviam sido desviados foram devolvidos para 4,2 milhões de beneficiários.

Fonte: O Dia

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Notícias em Geral · 08 de julho de 2026 às 11:50

Quarta-feira - 11:48 - Corpo de menino é encontrado e família se choca quando vê pelas câmeras quem o matou. Veja Abaixo

O corpo de Peterson Ykaro, foi encontrado em um terreno baldio na noite de segunda-feira (06), em Maceió (AL). O principal suspeito do crime é o tio-avô materno da vítima, Emanuel Vicente, de 46 anos, que foi preso em flagrante por policiais militares horas após o desaparecimento do menino e nega as acusações.

O caso começou quando o pai, ao tentar devolver o filho à ex-esposa e não encontrá-la, optou por deixar o garoto sob os cuidados dos tios-avós do garoto.

A investigação aponta que câmeras de segurança e testemunhas flagraram o momento em que o menino caminhava de mãos dadas com o suspeito em direção ao matagal, de onde o homem retornou sozinho tempos depois. Diante do sumiço, familiares iniciaram buscas e localizaram o cadáver ao lado de um aparelho celular que supostamente pertence ao investigado.

Fonte:  Luiz Bacci

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Notícias em Geral · 08 de julho de 2026 às 11:18

Quarta-feira - 11:15 - Homem é preso após tentar furtar garrafa de uísque em supermercado de Itaperuna.

Um homem foi detido na noite de terça-feira (7) após tentar furtar uma garrafa de uísque em um supermercado localizado no bairro Cidade Nova, em Itaperuna.

Segundo informações, o suspeito colocou a bebida por dentro da bermuda, atitude que foi percebida por funcionários do estabelecimento. Eles acompanharam a movimentação e aguardaram o momento em que o cliente passou pelo caixa.

O homem pagou apenas um pacote de biscoitos e tentou deixar o supermercado sem quitar o valor da garrafa de uísque. Ao ser abordado pelos funcionários, o produto foi encontrado escondido em sua bermuda.

A Polícia Militar foi acionada e conduziu o suspeito para a 143ª Delegacia de Polícia, em Itaperuna. O caso foi registrado como furto a estabelecimento comercial, e o homem será apresentado em audiência de custódia.

Da Redação do Blog do Adilson Ribeiro/ com informações Jorge Luiz.

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Notícias em Geral · 08 de julho de 2026 às 10:38

Quarta-feira - 10:32 - A mãe disse que finalmente o aceitava, mas estava atraindo ele para uma emboscada. Veja Abaixo

Ela dizia que “preferia ter um filho morto a ter um filho homossexual”. Anos depois, colocou essa frase em prática.

Esse é o caso de Itaberli Lozano Rosa, um adolescente de 17 anos assassinado pela própria mãe em um dos crimes motivados por homofobia que mais chocaram o Brasil.

O caso aconteceu em 29 de dezembro de 2017, em Cravinhos, no interior de São Paulo.

Ela não aceitava a orientação sexual do filho e se irritava porque ele gostava de maquiagem, roupas coloridas e chegou a pedir uma boneca Barbie quando era criança.

Com o passar dos anos, Itaberli foi expulso de casa diversas vezes.

Em uma das ocasiões, segundo a investigação, Tatiana chegou a contratar cinco jovens para espancarem o próprio filho. O adolescente sobreviveu, mas continuou tentando reconstruir a relação com a mãe.

No fim de 2016, Tatiana ligou para Itaberli dizendo que queria recomeçar.

Afirmou que finalmente o aceitava e pediu que ele fosse até a casa dela.

Era uma emboscada.

Assim que chegou ao imóvel, Itaberli foi atacado por homens que, segundo o Ministério Público, haviam sido chamados para participar do crime.

Mesmo ferido, ele conseguiu escapar por alguns instantes e correu em direção à mãe, implorando por ajuda.

Segundo a investigação, Tatiana assistiu às agressões e fez sinal para que elas continuassem.

Quando o filho já estava sem forças para reagir, ela própria pegou uma faca e atingiu Itaberli no pescoço.

Depois do crime, os envolvidos colocaram o corpo no porta-malas de um carro e o levaram até um canavial, onde tentaram ocultá-lo ateando fogo.

Dias depois, os restos mortais do adolescente foram encontrados por trabalhadores da região.

Em 2019, Tatiana Lozano foi condenada a 26 anos e 8 meses de prisão por homicídio qualificado, por motivo torpe, meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e ocultação de cadáver.

No fim, Itaberli não foi morto por um desconhecido.

Foi morto pela própria mãe, depois de acreditar que ela finalmente o havia aceitado.


Fonte: alerta_itaparica

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